“Para mim é muito fácil responder essa questão, de forma sincera e direta. Houve uma possibilidade por meio do diretor do nosso rival, que eu já conheço há algum tempo, mas eu fui sempre muito claro sobre todas as situações. Disse que enquanto não falassem com o Botafogo, não adiantava falar comigo. Eu tinha uma ligação muito forte com o Alessandro Brito (ex-diretor de gestão esportiva), estou criando essa ligação com o Léo (Coelho, diretor de futebol). Me aconselhei com as pessoas do clube sobre a nossa atualidade e os passos seguintes, porque nosso clube está mudando. Sem dúvida, Léo, Eduardo Iglesias e o Deive (Bandeira) me passaram toda a confiança. Quando cheguei aqui no dia 3 de abril, disse que tenho uma história e uma ligação especial com o Botafogo. Sinceramente, acho que essa ligação não podia ser desfeita depois de dois meses, seriam palavras ao vento. Acho que temos que mostrar isso em atos. Quero acreditar, e acredito, que vamos e estamos escrevendo uma história bonita dentro da nossa nova realidade. Me sinto parte do clube, da solução. Essas três pessoas fazem eu me sentir parte do processo. Para mim, poderia ser o rival ou outro qualquer, e neste momento não faria sentido algum. Não se trata de eu ter pedido um euro, um real ou um dólar a mais ao Botafogo, mas sim algumas garantias que eu queria. Me transmitiram uma segurança que eu acho difícil sentir no futebol. Quero acreditar que nós quatro vamos ser pilares importantes do nosso Botafogo, que serão diferentes certamente do que tem sido até aqui.” — Franclim Carvalho, para BotafogoTV #Botafogo #Futebol #Direção