é isso tropa, estamos todos no mesmo cenario e na mesma luta, não faltando com respeito toda rivalidade é sempre positiva pro cenario como um todo 🙏 claro que uns vão ser melhores, mais engraçados, bonitos, divertidos, inteligentes, conhecer mais do jogo e etc. e ta tudo bem #Respeito #Rivalidade #Cenário
The three firefighters injured in the fire in Arganil have already been discharged, while containment operations continue with nearly 500 personnel and seven aerial means, in a scenario of 600 hectares burned and the risk of reignitions due to the high temperatures predicted. (translated)

🚨 l Informação: O Botafogo e Tite já começam a traçar as diretrizes do Planejamento 2027 No longo prazo: O modelo de jogo do Botafogo para 2027 já está traçado: Posicional. Tite vai começar a construí-lo aos poucos, sem mudanças bruscas ainda em 2026 No médio Prazo: Em dezembro jogadores serão trazidos de acordo com as características que se adaptem a esse modelo de jogo idealizado por Tite Os jogadores do atual elenco vão ser avaliados daqui até lá e os que melhor se adaptarem terão mais chances de permanecer No curto prazo: O foco está claramente em conquistar a melhor posição possível no brasileirão para garantir uma sul-americana, num cenário mais provável. Uma pré-libertadores é a ambição maior, mas com pés no chão sabendo que é cenário ainda mais desafiador #Botafogo #Tite #Futebol
The debate about the existential risks of artificial intelligence (AI) has intensified following a warning from a former researcher at Anthropic, Jacob Coxon, alerting that AI could become a threat to humans, particularly if superintelligences are developed, with scenarios of loss of control and misuse by humans being the main points of concern. (translated)
Ursula von der Leyen's speech on the state of the European Union raises questions about cohesion and Europe's role in the geopolitical landscape, while highlighting the need to address power vacuums and the rapprochement with Canada, in an analysis made by various commentators. (translated)

A opinião pessoal de cada pessoa que se manifestou contra a reflexão levantada pelo Moon não muda os fatos: Eu, ela, playerbarbie, bibi, nenha e muitas outras fomos essenciais pro desenvolvimento do cenário de games no YT Brasil. Pro cenário do YOUTUBE como um todo. Assim como muitos outros criadores tbm foram. Fomos todos importantes, todos. E infelizmente é normal ver que a participação de mulheres é sempre invisibilizada. A minha amiga não tava falando que deveria ser maior ou estar acima dos outros criadores, e sim, ao lado deles! Aonde todas nós estamos. Quando eu comecei, tudo era mato! E eu fui a primeira a estourar a bolha e ser mais conhecida. A minha presença, a minha história, o impacto que eu causei, eu sei qual é. E não to tirando do meu cu e nem sendo "delulu". Eu ouço isso do mercado publicitário, desses mesmos criadores que muitos citaram nos quotes, das maiores marcas do Brasil e do mundo, dos executivos BR e internacionais do Youtube e de cada pessoa que tromba comigo, já adulta, maior que eu, muitos homens já com barba na cara e os caraio, falando "Caralho Malena, te acompanho desde moleque", e isso acontece com frequencia, graças a Deus! Eu poderia ficar mó cota dando carteirada aqui, afinal, são 14 anos como criadora de conteúdo, construídos e consolidados com muito esforço, dedicação e amor! Nós estivemos ali e ajudamos a "abrir o caminho" pra muita gente, andando lado a lado com todos os outros criadores homens. E não, não são vocês que vão me dizer o contrário. Nem pra mim, nem pra Moon e nem pra qualquer outra mina que produziu conteúdo naquela época. Se vc entendeu alguma coisa diferente disso ai que eu falei e a Moon falou aqui tbm, o seu problema é outro. #Games #YouTubeBrasil #CriadorasDeConteúdo
🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina
FLÁVIO PODE VENCER NO PRIMEIRO TURNO? Durante o programa de Claudio Dantas, Yeda Brandi, Eli Vieira e Dantas analisaram a evolução de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e afirmou que esse cenário já não pode ser descartado. Flávio reduziu sua rejeição entre 3 e 5 pontos e ainda possui um potencial de crescimento de 23 pontos percentuais, especialmente entre os cerca de 32 milhões de eleitores que estavam indecisos. Yeda destacou também o avanço entre os católicos, a aproximação com o eleitorado feminino e a convergência dos principais institutos, que já registram uma tendência de crescimento. Até o Datafolha, teria apontado uma alta de cinco pontos em apenas 17 dias — uma movimentação considerada estatisticamente expressiva. Flávio precisa construir duas grandes ondas para vencer já no primeiro turno. A primeira seria fazer os institutos convergirem para o seu crescimento — etapa que, na avaliação dela, já aconteceu. Agora, a disputa entra em uma nova fase: transformar a queda da rejeição e o apoio dos antigos indecisos em uma onda capaz de definir a eleição ainda no primeiro turno. 🇧🇷👉🏻22 e confirma? #FlávioBolsonaro #Eleições2024 #PolíticaBrasileira
"Tirar isso faria a gente voltar para aquele cenário assustador de 2010-2016." https://t.co/hfRomEvqH6 #Brasil #Política #História
⚠️ Para salvar projeto dos "galácticos", Santos faz contas e torce por G-9 no Brasileirão. A eliminação para o Atlético-MG na Sul-Americana colocou em risco o caro planejamento do Peixe para voltar à Libertadores. Arthur, Cebolinha, Coutinho, Rodinei e Lima chegaram com salários altos e contratos curtos. Com a eliminação, o Brasileirão virou o único caminho para a meta. O Santos precisa somar pontos e torcer por resultados favoráveis nas copas. • O CENÁRIO INICIAL: 7 VAGAS PARA O BRASIL A CBF prevê 7 vagas na Libertadores. Pelo Brasileirão, os 4 primeiros vão à fase de grupos e o 5º à pré-Libertadores. Na Copa do Brasil, o campeão vai aos grupos e o vice à pré. • DUAS VAGAS EXTRAS PELO BRASILEIRÃO O G-5 pode virar G-6 se Flamengo, Fluminense ou Palmeiras ganhar a Libertadores e terminar no G-5 do Brasileirão. O G-7 pode surgir se o Palmeiras, atual vice-líder, terminar no G-5 — ou G-6 no cenário anterior — e também ganhar a Copa do Brasil, em que está na semifinal com Atlético-MG, Grêmio e Vasco. • TORCIDA PELO GALO O Atlético-MG pode ampliar a zona. Se terminar no hipotético G-7 e ganhar a Sul-Americana, abre o G-8. Se também chegar à final da Copa do Brasil, a classificação pelo Brasileirão pode virar G-9. O Santos tem 35 pontos e está em 10º na tabela. 🗞️ @UOL | @unollima 📸 Raul Baretta/SFC #SantosFC #Brasileirão #Libertadores
Cenário eleitoral segue estável, assim como em 2022. Isso é ruim para quem está atrás, principalmente se não está com a máquina. Lula precisa administrar a forma como chegará ao fim do 1T para evitar surpresas no 2T #Eleições2024 #Lula #PolíticaBrasileira
🚨 AGORA! NOTA OFICIAL EMITIDA POR VÁRIOS CLUBES: "O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais sobre as pessoas mais vulneráveis exigem atenção do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. É fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. O investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro a dominar o cenário sul-americano em competições como CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Os recursos alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe outro segmento econômico capaz de substituir esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado preocupação em todos os clubes, federações e entidades do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios. Contratos firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. O futebol está mobilizado, reconhece suas responsabilidades e quer participar da solução, de uma forma racional e consciente. O TORCEDOR NÃO PODE PAGAR ESSA CONTA. SE ACABAR COM O MERCADO REGULADO, AS APOSTAS NÃO ACABAM. O FUTEBOL É QUEM ACABA." #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação
DataFolha jamais erra em apontar quem lidera o pleito . Mesmo em cenário de forte polarização. Pode não cravar o percentual, mas em apontar quem lidera, jamais erra. #DataFolha #Política #Eleições
O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. #FutebolBrasileiro #Regulamentação #ApostasResponsáveis
O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação
O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. #futebol #apostas #regulamentação
🚨 CAMPANHA DE LULA ENTRA EM MODO DESESPERO e começa a buscar artistas e influenciadores para começar o trabalho sujo, outra vez, de publicar e espalhar notícias sobre o governo para ajudar a tentar reverter essa situação, já que o cenário não está favorável para ele contra Flávio Bolsonaro. E nós queremos saber como ele vai conseguir esse “apoio”. Porque nós sabemos muito bem como o PT trabalha. #Lula #Política #Eleição2024
🚨 COMUNICADO | HAND BANNERS Pessoal, precisamos atualizar vocês sobre a situação dos nossos hand banners para os shows do BTS no Brasil. A BARMY360 vem trabalhando há meses na organização do projeto e, durante todo esse processo, recebemos orientações iniciais positivas em relação aos banners. Inclusive, tivemos confirmação de que o material estava dentro do tamanho permitido pelo estádio. Foi com base nessas orientações que seguimos com o planejamento, a arrecadação e, posteriormente, a produção dos 270 mil hand banners destinados aos três shows, que estão prontos e 100% pagos. Também entramos em contato diretamente com o MorumBIS, que nos desejou sucesso com o projeto e nos encaminhou o contato da gerente de projetos da Live Nation para que pudéssemos avançar mais rápido com a formalização. Por isso, nós e algumas fanbases, recebemos com surpresa uma comunicação da Live Nation informando que não seria mais permitida a realização de NENHUM Fan Project nos shows do BTS, especificamente no Brasil, neste ano. Essa orientação veio após todo o planejamento já estar em andamento e depois de termos recebido orientações anteriores diferentes. Diante disso, simplesmente não aceitamos a primeira devolutiva. Enviamos DUAS réplicas por email, com vários representantes da Live Nation em cópia, apresentando novamente o projeto, sua logística, todo o contexto da produção e buscando uma nova possibilidade de negociação para que os hand banners pudessem acontecer. Até o momento, ainda não recebemos retorno dessas duas tentativas de contato. Existem várias fanbases e fãs trabalhando há meses, arrecadando dinheiro, produzindo materiais, organizando voluntários e preparando projetos para proporcionar momentos especiais ao BTS e aos ARMYS. Por isso, é natural que existam muitas dúvidas sobre o que acontecerá agora com todos esses materiais, projetos e investimentos que já foram realizados. Enquanto aguardamos essa resposta, seguimos trabalhando internamente para entender os caminhos que ainda podem ser buscados para que os banners produzidos tenham a possibilidade de chegar aos shows. Também entendemos que, nas últimas semanas, houve um grande volume de sugestões, solicitações e projetos enviados à organização. É possível que isso tenha contribuído para uma reavaliação mais rígida e repentina da situação, mas não cabe a nós afirmar o motivo dessa decisão. O que podemos afirmar é que fomos surpreendidas pela mudança de cenário. E é exatamente isso que queremos fazer agora: buscar diálogo. Questionamos o porquê os shows do Brasil estão sendo tratados de forma DIFERENTES dos shows do exterior. Não queremos conflito. Não queremos ataques à Live Nation, ao MorumBIS, às equipes envolvidas ou a qualquer pessoa. Queremos apenas entender o que mudou, porque mudou e buscar uma solução para projetos que foram planejados durante meses (que já existem há anos), tanto os OT7 quanto para todos os membros, com muito trabalho, dedicação e investimento de fãs. Caso a resposta permaneça negativa, vamos recorrer a outros meios e alternativas que possam existir para garantir a entrada e a distribuição dos banners. Não temos, neste momento, uma definição concreta de como isso será feito (mas já está em andamento) e, justamente por isso, não queremos antecipar informações. Agora fica o questionamento: o que acontecerá com os itens distribuídos por fãs? O que acontecerá com projetos que possuem SIM itens permitidos dentro do evento? Como serão tratados materiais que não apresentam qualquer risco e que já foram planejados e produzidos, até mesmo pelas fãs? POR QUE O BRASIL ESTÁ SENDO TRATADO DE FORMA DIFERENTE?! O que podemos garantir é que não vamos simplesmente deixar todo esse trabalho de meses de lado. São 270 mil hand banners produzidos para os três shows, resultado de planejamento, arrecadação, produção e investimento do fandom, realizados a partir das orientações que recebemos durante o desenvolvimento do projeto. É APENAS PAPEL. Não machuca, não possui mastro ou parte rígida. Assim que tivermos um retorno (ou não) ou uma definição concreta sobre os próximos passos, vamos compartilhar tudo com vocês. Por enquanto, pedimos que aguardem nossas orientações e evitem qualquer tipo de confronto, ataque ou tentativa individual de contornar as regras do evento. Porque no fim, é muito simples: nós só queremos fazer pelo BTS aquilo que ARMYS fazem há anos… preparar uma recepção especial, celebrar juntos e criar memórias inesquecíveis. Seguimos trabalhando. Pelo BTS e pelo ARMY. #BARMY360 #BTS #ARMY #FanProject