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#EconomiaBrasileira
Pri 6d

Caio Junqueira: “Demorou, mas aconteceu. A Faria Lima já topa Flávio Bolsonaro… Ouviu sobre o plano econômico, o futuro do Supremo e a composição de ministérios. E, considerando a perspectiva que a Faria Lima traça para a economia brasileira caso Lula seja reeleito, a adesão plena a Flávio Bolsonaro parece ser questão de tempo.” #FariaLima #FlávioBolsonaro #EconomiaBrasileira

Lula 7d

Em 2023, retomei a política de valorização do Salário Mínimo. Essa política começou a ser aplicada em meus primeiros mandatos, mas foi interrompida pelo governo anterior. Com isso, o Salário Mínimo passou ano após ano sem ganho real, com reajustes que só compensavam a inflação. Neste meu governo, o Salário Mínimo já cresceu 11,8% acima da inflação. E crescerá mais que a inflação também em 2027. Porque governar é fazer escolhas. E eu escolhi valorizar os trabalhadores brasileiros. #SalarioMinimo #ValorizacaoDoTrabalho #EconomiaBrasileira

Investidores estrangeiros retiraram R$ 12,6 bilhões da Bolsa brasileira entre 10 e 14 de agosto, a maior saída semanal de capital estrangeiro desde a crise de 2008. O movimento reflete preocupações com as eleições, o cenário fiscal a partir de 2027, juros elevados e riscos de inflação. A Selic alta já pressiona a economia, enquanto cresce o número de empresas enfrentando dificuldades financeiras e pedidos de recuperação judicial. #BolsaDeValores #Investimentos #EconomiaBrasileira

Casas Bahia, loja que vende pra pobre. Prejuízo de 10 BILHÕES no segundo trimestre. Além dos juros - destrói completamente toda empresa de varejo - temos o reflexo direto da realidade do povo brasileiro: ENDIVIDADOS E SEM DINHEIRO PRA P NENHUMA! #CasasBahia #EconomiaBrasileira #Endividamento

Observador Jul 24

O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou que o impacto das tarifas de 25% impostas pelos EUA sobre produtos brasileiros será modesto, dado que apenas 11% das exportações brasileiras são direcionadas ao mercado norte-americano e muitos produtos, como café e carne bovina, estão isentos, mas alertou para a necessidade de um esforço fiscal mais ambicioso para lidar com a dívida pública do Brasil. #FundoMonetárioInternacional #ExportaçõesBrasil #EconomiaBrasileira

FMI avalia tarifas dos EUA ao Brasil com impacto "modesto"
Tallis Gomes Jul 17

Recorde de empresas em recuperação judicial no primeiro semestre. Cosan, Braskem, Pão de Açúcar… nomes grandes caindo. Isso não é “ciclo econômico”. É o que acontece quando o custo Brasil (imposto, juros, insegurança jurídica e escala 6x1 forçada) vira peso morto. Empresa não aguenta romantismo. #RecuperaçãoJudicial #EconomiaBrasileira #CustosBrasil

NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos. A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional. Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira. A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução. A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica. Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise. A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil. A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação. Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política. O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional. Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional #ComércioInternacional #Diplomacia #EconomiaBrasileira

Nota O governo Lula colhe o que plantou. Enquanto transformava a política externa em instrumento de militância ideológica, ignorava as negociações com os Estados Unidos. O resultado veio em forma de tarifas. A indignação seletiva também chama atenção. Quando a China impôs tarifas de 55% e a União Europeia restringiu a carne bovina brasileira, o governo ficou em silêncio. Agora posa de defensor da soberania, embora sequer tenha enviado representante à audiência pública que antecedeu a decisão americana. Quem paga essa conta são os produtores, os exportadores, os trabalhadores e toda a economia brasileira. O Brasil precisa de uma política externa guiada pelo interesse nacional, não pela ideologia. Em 2027, o país terá a oportunidade de voltar ao caminho do diálogo, do pragmatismo e da prosperidade, com @FlavioBolsonaro presidente. Rogério Marinho (PL-RN) Líder da Oposição no Senado Federal #PolíticaInternacional #EconomiaBrasileira #ComércioExterior