A temporada acaba cedo, com o cardume forte e a renda do ano em jogo. E há pelo menos três pontos que não fecham: • Falta isonomia, já que a cota mais rígida recai justamente sobre o arrasto de praia, concentrado em Santa Catarina. • Faltou diálogo nas decisões tomadas em Brasília. Tanto que, em 2025, Santa Catarina só garantiu 150 toneladas adicionais após recorrer à Justiça. • A pesca da tainha é Patrimônio Cultural Imaterial de Santa Catarina desde 2012 e sustenta toda a economia do litoral. Encerrar a atividade cedo demais gera prejuízos para os pescadores e para as cidades que dependem dela. Vamos trabalhar para reverter esse cenário, buscando mais segurança jurídica e mais tempo para o exercício dessa atividade tão essencial para o nosso Estado. A temporada da tainha não pode ser tratada como detalhe por quem decide de longe, em Brasília. O cardume está forte. A renda do ano está em jogo. E a conta não fecha. A regra mais dura caiu justamente sobre o arrasto de praia, tradição de Santa Catarina. Faltou isonomia, faltou diálogo e sobrou prejuízo para quem vive da pesca. Em 2025, SC só conseguiu 150 toneladas adicionais depois de recorrer à Justiça. Isso mostra o tamanho do problema. A pesca da tainha é Patrimônio Cultural Imaterial de Santa Catarina e move a economia do nosso litoral. Vamos trabalhar para reverter esse cenário, garantir segurança jurídica, menos interferência proposital do Ibama e outros órgãos militantes ideológicos e defender mais tempo para essa atividade essencial ao nosso Estado. #Pesca #SantaCatarina #EconomiaMarítima