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#Empregabilidade

Que o PT caminha rapidamente para seu fim não é torcida e nem novidade para qualquer um. Os números mostram isso há tempos, não fosse a “mágica” ocorrida em 2022. Bater no peito e ficar repetindo “FORA PT” não quer dizer, necessariamente, que você está fazendo algo pelo país que diz defender. Há pessoas que já entenderam isso e outras que ainda estão aprendendo, como todos nós. Explico: o liberalismo hoje defendido pelo “isentão” e até pelo próprio lulismo nada mais é do que o entreguismo deliberado, embalado pela mídia sob o nome de “globalismo, progressismo, pautas ESG/WOKE, liberalismo”. É preciso negociar e comercializar com todos? Óbvio! Mas o movimento que ocorre atualmente tem como objetivo facilitar a vida de outros países em detrimento de normas e diretrizes que protejam e incentivem a produção nacional. O Brasil é gigante e tem de tudo, mas infelizmente produz muito menos do que poderia. Sem o heroico agro, pouco restaria da nossa força econômica, e ainda assim insistem em enfraquecê-lo cada vez mais. Isso não é erro, é cálculo alinhado com “gigantes” e com os ditadores de normas muito bem embaladas a serem vendidas. O Brasil precisa crescer, se industrializar, gerar mais riquezas e ser gigante de verdade. O que tudo isso significa? Que precisamos, sim, de outros países, mas podemos e devemos crescer juntos, fortalecendo e facilitando a empregabilidade, a indústria e a produção daquilo que ainda não produzimos aqui dentro. É extremamente importante que todos percebam essa transição da queda do petismo e entendam onde os espectros políticos estão se acomodando na disputa pela sobrevivência e pelo futuro do nosso país. É desse contexto que surgem as novas linhas políticas e econômicas do amado Brasil: de um lado, os “permitidos”, sustentados por seus “princípios inegociáveis” e os camuflados esquerdistas seguindo a agenda determinada pelo sistema; do outro, o brasileiro que verdadeiramente quer ver seu país crescer. Nesse imbróglio há inocentes, espertos, pessoas boas e também alguns imbecis que se julgam professores de si mesmos, e não é difícil percebê-los. Que todos tenham um bom dia! #Brasil #Política #Economia

Observador May 18

José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, criticou o Governo por não atender os 140 mil jovens que não estudam nem trabalham e defendeu a necessidade de investir na formação e na qualificação profissional para enfrentar os desafios da inteligência artificial e da transição digital. #Educação #InteligênciaArtificial #Empregabilidade

Carneiro defende investimento na formação como resposta à IA
SIC Notícias May 14

Os cursos profissionais em Portugal, tradicionalmente considerados um plano B, estão ganhando reconhecimento e popularidade, com um crescente número de alunos optando por essa via devido às suas vantagens em empregabilidade e remuneração, contribuindo também para a redução do abandono escolar, embora ainda estejam aquém das metas estabelecidas pelo governo em relação à média europeia. #cursosprofissionais #empregabilidade #educação

Direto ao Trabalho: cursos profissionais ganham novo fôlego e já ninguém lhes chama 'plano B'
SAPO May 14

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos revela que os jovens diplomados em Portugal obtêm, em média, 13,7 euros em ganhos salariais por cada euro investido no ensino superior, destacando as vantagens salariais e de empregabilidade em comparação com aqueles que apenas completaram o ensino secundário. #EnsinoSuperior #Empregabilidade #RetornoFinanceiro

Ensino superior rende 14 euros por cada euro investido

Ter um curso superior em Portugal resulta em maior empregabilidade e salários mais altos, mas os custos elevados continuam a ser um obstáculo significativo para muitos estudantes, refletindo desigualdades no acesso ao ensino superior. #EnsinoSuperior #Empregabilidade #EducaçãoPortugal

Ter um curso superior traz mais emprego e mais salário, mas custos são um “obstáculo à entrada de muitos estudantes”