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#Originalidade

Anitta sobre as comparações do “EQUILIBRIVM II” com o LUX, de ROSALÍA, ou de outros artistas: “Gente, eu acho que existe uma necessidade das pessoas de comparar os artistas. Eu acho isso pobre de espírito, eu acho pobre de percepção. Comparações… Quando você compara uma coisa com a outra, ainda mais coisa que não tem nada a ver uma com a outra, é porque ou você não pesquisou, não se aprofundou em um, ou não se aprofundou no outro. Não buscou se aprofundar no trabalho. As pessoas têm uma necessidade muito grande de comparar as coisas para que elas saibam associar. Como é que… “o que é isso aqui?”. Não. Isso aqui é novo, é uma mudança, é algo novo. Pense como algo novo. Não precisa ter uma comparação, né? Igual quando alguém vem com um prato novo para você experimentar, você pergunta: “É tipo o quê?”. Não sei. Come aí. Come aí o prato e vê se você gosta ou não gosta. Não precisa ser tipo alguma coisa. O cérebro da gente não precisa estar sempre buscando alguma coisa para ser “tipo tal coisa”. Sempre passei por isso na minha carreira e sempre foi difícil para mim entender, porque eu fico com essa dificuldade, porque eu não tenho esse pensamento. Para mim, eu vejo as coisas como algo novo. Não preciso estar associando a outra coisa. E é isso, gente.” #Anitta #Música #Originalidade

Elvis Costello falou sobre Olivia Rodrigo e comparações que fizeram com brutal e sua música Pump It Up. "Isso é bobagem demais para comentar. Eu conheci a Olivia e ela foi adorável. Eu disse: 'Olha, isso é só um riff e como eu poderia ser arrogante o suficiente para processar alguém com base na originalidade, se minha música é baseada em Subterranean Homesick Blues? Bob Dylan me processou? Ele brincou comigo sobre isso, mas não me processou. E Chuck Berry processou Bob Dylan porque a música dele era parecida com Too Much Monkey Business?" #ElvisCostello #OliviaRodrigo #Música

Olda N. May 12

João Brandão: É possível criar muitos mais jogadores com o nível de Vitinha, para isso é que estamos aqui e é esse o propósito. Agora, Vitinha só há um. Rodrigo Mora só há um e Rúben Neves só há um. Creio que essa originalidade é o que temos de entender e é um perigo se quisermos que um rapaz seja a cópia de outro. Isso não existe no futebol. Falando de Vitinha, com 17 e 18 anos não jogava muito nas equipas da formação do FC Porto. Cada um amadurece de uma forma distinta.