O 5 a 0 não é o reflexo do jogo de ontem, que foi excelente e soberano, de fato. Foi a consolidação de um trabalho de cerca de 3 meses. As dinâmicas ofensivas e defensivas, no bloco baixo, médio e alto. O Vasco já era uma equipe criativa e competitiva, até mesmo quando perdia seus jogos com Pedro Emanuel. O que faltava era material humano para que essas teorias não ficassem apenas no campo das ideias, que eram ótimas desde o início do trabalho do treinador. O Coritiba não é um saco de pancadas. Longe disso. O Vasco tornou a partida assim. Pela chegada dos reforços? É claro. Quem entra em campo é jogador, não treinador. Como bati nessa tecla. Mas é o contexto criado pelo técnico que possibilita a rápida adaptação desses atletas e, inclusive, a recuperação de outros nomes desacreditados. Agora é óbvio e fácil dizer que o Vasco joga futebol. Que é organizado. Junto com o resultado qualquer análise se torna embasada. Mas e sem ele? Essa é a diferença entre VER o jogo e falar pelo placar. O trabalho do português estava, inclusive, nas derrotas. E o primeiro ato não eram desculpas esfarrapadas em coletivas. Era TRABALHO. E ainda continua cedo para cravar qualquer alegria no final do ano, mas já deu tempo suficiente para dizer que é o projeto mais consistente e próximo de um ELENCO que o Vasco teve nos últimos 15 anos. Trabalho do técnico, dos jogadores e também da diretoria. #Vasco #Futebol #TrabalhoEquipe