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#coal
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Morocco is preparing for elections that reveal a divided government and disenchanted youth, in the context of a crisis in Ceuta and distrust towards the electoral system, which could change the future of Prime Minister Aziz Akhannouch and the dynamics of the current coalition. (translated)

Marruecos vota con el Gobierno dividido y sus jóvenes desencantados en plena crisis de Ceuta

Wouter de Winther: “Als D66 of CDA alsnog forceren dat rechts van de onderhandelingstafel wordt geduwd, houdt de VVD het met deze coalitie voor gezien, klinkt het in de boezem van de liberale partij.” https://t.co/I0lczHeMEo #D66 #CDA #VVD

Oficialmente, a Paramount Skydance chegou a um acordo com a coalizão de 12 estados dos EUA que eram contrários a compra da Warner Bros. Discovery. Assim, não existem mais limitações jurídicas para a finalização da fusão da Paramount Skydance e a Warner Bros. Discovery Detalhes do acordo devem ser divulgados em breve. #Paramount #WarnerBros #Fusão

The CDU of Friedrich Merz suffers a historic defeat in the regional elections of Berlin and Mecklenburg-Western Pomerania, raising serious doubts about its ability to maintain the government and carry out the necessary reforms in the Grand Coalition. (translated)

Cuánto más puede resistir Friedrich Merz al frente de Alemania

Tot slot, onderstaande moties om niet te bezuinigen op de zorg en de sociale zekerheid, het eigen risico niet te verhogen en de dubbele belasting op campers terug te draaien hebben het niet gehaald omdat, naast de coalitiepartijen ook Volt en JA21 hiertegen hebben gestemd.👇 https://t.co/BrhMidLKk2 #Zorg #SocialeZekerheid #Bezuinigingen

Ook onze motie vorige week om gesprekken met Rusland aan te gaan voor het zo snel mogelijk beëindigen van de oorlog heeft het niet gehaald, naast de coalitiepartijen stemden ook PRO, de PVV en JA21 tegen vredesgesprekken. https://t.co/yfEE0UDd46 #oorlog #vredesgesprekken #politiek

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EL MUNDO 15h

The Central Council of Jews in Germany asks the SPD and the Greens not to form a coalition with Die Linke, after their victory in the elections in Berlin and the antisemitic incidents during their campaign. (translated)

El Consejo Central de los Judíos pide cerrar el paso a la izquierdista Die Linke en Berlín

Australia is preparing to co-host @turkiyecop31, but it's also allowing a major #coal mine to keep digging 55M tons of coal until 2055. Burning it could release around 120M tons of CO2 🟰 more than a quarter of #Australia’s current annual emissions ⚠️ https://t.co/K7QWD7Loh5 #Australia #ClimateCrisis #FossilFuels #AU #TR

Piuttosto di dare il voto a una qualunque coalizione che dovesse riportare Conte anche solo nei paraggi di palazzo Chigi, divento monarchico #politica #Italia #Conte

Se @GiuseppeConteIT voleva un mandato forte dalla base, NON lo ha avuto. Su quasi 107.000 iscritti, cioè di gente che si è teoricamente “tesserata” proprio per dire la sua, solo 45.340 hanno risposto ad almeno un quesito, il 42,4%. Meno di due anni fa il primo voto sullo statuto coinvolse 54.452 iscritti su 88.933 (61,2%) e la ripetizione del voto di dicembre circa 58.000, sfiorando il 65%. Il dato interessante è poi che il quesito identitario su riarmo ed aiuti all’Ucraina, quello sul quale si è concentrata la maggior parte della campagna del duo Conte-Travaglio, è stato uno di quelli che ha convinto meno gli iscritti. Il blocco nel quale era incluso ha raggiunto un’affluenza di quasi 5.000 voti in meno rispetto alla parte riguardante ambiente, energia ed educazione digitale. All’interno del blocco, poi, pur in un contesto plebiscitario - è andato a votare chi sostiene attivamente le politiche del M5S -, il no all’aumento delle spese militari e lo stop agli aiuti a Kyiv hanno ottenuto rispettivamente il 91,8 ed il 91,7% di consensi, decisamente non all’altezza delle aspettative, visto che gli altri quesiti dello stesso blocco sono stati approvati in media dal 96,4% dei votanti. Peggio hanno fatto solo il voto ai sedicenni, la depenalizzazione della coltivazione di cannabis e l’adozione da parte delle coppie omogenitoriali. Alla fine insomma solo un iscritto su tre appoggia la linea di genuflessione verso l’imperialismo russo, questo nonostante la martellante ed ossessiva insistenza con cui se ne è parlato e sebbene su quello Conte abbia preventivamente tracciato delle linee rosse con gli “alleati”, al punto di far sfilare sul palco di Nova un pezzo rilevante del putinismo e del pacifintismo italico e non solo. Trascinare un’intera coalizione e poi l’Italia su posizioni che non hanno convinto nemmeno i suoi, a questo punto, potrebbe essere per lui una strada un po’ in salita. #M5S #GiuseppeConte #PoliticaItaliana

Amnesty International stated that the airstrikes in March 2026 by the US-Israel coalition on Tehran, which resulted in the death and injury of civilians, constitute war crimes and require an independent investigation. (translated)

Attacchi di marzo di Usa e Israele contro Teheran: anche per Amnesty sono “crimini di guerra”
Lula 1d

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

NRC 1d

Parties that have collaborated with the VVD have often lost their leaders over the past 15 years, and the question is whether Rob Jetten is now the next one to run into political troubles. (translated)

Partijen die samenwerken met de VVD zien al 15 jaar hun leider sneuvelen. Is Jetten de volgende?

Magnificent response from Berlin to the rise of fascism that the parties of the great right/PS coalition are unable to contain. By doubling its score on a program of rupture, Die Linke, our German partner, comes out on top in the municipal elections, with the AfD in 4th and the PS. (translated)

So does the Irish Government support the illegal invasion and Blockade of Yemen by the Western supported Saudi/UAE Coalition since 2015 that has resulted in the death of over 400,000 civilians..? It was a Genocide, is this what the Irish Government stands for today..? #YemenCrisis #Genocide #IrishGovernment #IE #YE #SA #AE

Urgent 🚨 Des affrontements sont signalés en ce moment à Point Zéro, opposant les Wazalendo à la coalition AFC/M23-RDF-Twirwaneho. Au même moment, des combats se poursuivent également dans le territoire de Masisi, au Nord-Kivu. Dossier à suivre. #Urgent #Conflit #Masisi

WHAT HAS HAPPENED IN CEUTA? (4/N) What had happened for PLAN A to fail is that Morocco is not a monolithic country. Who rules in Morocco is not the government, but the Majzén: a diffuse coalition made up of the royal family, the high military command, and of (translated)

The far-right president of Colombia, just elected, has decided to withdraw the country from the largest international coalition for LGBTI rights. "This is not a priority, it's something from the previous government," defended his minister. Colombia joins https://t.co/QUNs3nxAfZ (translated)

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The cabinet led by Prime Minister Rob Jetten has not been able to translate its optimism into concrete progress during the second round of budget negotiations, as the internal conflicts within the coalition and the resistance from opposition parties continue unabated. (translated)

Kabinet gokt voor overlegronde 2 tevergeefs op ‘Binnenhof vol liefde’
Reneeke 3d

Voor als u weer op de VVD gaat stemmen. De nieuwe coalitie is een feit: CDA, VVD en D66 gaan over links. Met PRO. Weet u nog? We gaan niet samenwerken met PRO. Verkiezingsbelofte. De laatste keer dat er tegen u zo hard gelogen werd, is alweer een tijdje geleden. "I didn't have sex with this woman." Dit land is stuk. Kaputt. #verkiezingen #politiek #VVD