BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#peleja

Shogun e Glover não falaram UMA palavra de mal um do outro e foi lindo. A Spaten acabou de ter, com folga, a melhor luta principal das 3 edições. Não dá pra comparar com Anderson x Sonnen e Popó x Wanderlei! Lendas! 🇧🇷 https://t.co/OFMS24cdeS #luta #MMA #peleja

André Rizek Jul 19

Uma pena que essa final tão espetacular de Copa tenha sido transformada por muitos em bem x mal, o que talvez impeça tanta gente de apenas curtir um enorme jogo de futebol. Quando acabar essa peleja, o Brasil só falará de eleição e nosso ar ficará irrespirável, com tantos amigos brigando e se odiando por causa de certo x errado. Por isso, se quiserem um conselho... Desfrutem dessas duas equipes magníficas! Torçam por quem vocês quiserem, sequem quem acharem pertinente. E guardem essas palavras. Será o nosso último domingo de paz em 2026. Vivam cada minuto dele. Se é um problema admirar a seleção argentina pela campanha dos caras aqui... imaginem o inferno e a patrulha que tomarão conta de nossas vidas a partir de amanhã! Um ótimo jogo a todos e muito obrigado pela companhia aqui 👊🏾. #CopaDoMundo #Futebol #Paz

Dnevnik Jul 18

Članek se osredotoča na svetovno znanega nogometaša Peleja, ki je kljub svoji izjemni karieri še vedno tarča prevar in izkoriščanja, ter ponuja nasvete, kako se popotniki lahko zaščitijo pred prevaranti. #prevare #popotniki #zavarovanje

Nogometni genij, ki je živel kot rock zvezda: »Če bi bil grši, nikoli ne bi slišali za Peleja«

A peleja entre Neymar e o goleiro norueguês após o gol brasileiro, com o camisa 10 apontando pro peito e botando marra, é uma das cenas de Copa mais ridículas que não poderíamos nem imaginar, de tão ridículas que são. É estarrecedoramente ridículo. Dou ao Neymar o respeito que ele mesmo não se dá: sua história na Seleção, que já estava encerrada e foi, nesta Copa, só um dos vários delírios de um técnico em negação, é muito diferente da de Casemiro, Danilo e Marquinhos, três biografias essencialmente de clubes, mas três "líderes" que não deixarão a menor saudade na Seleção - se é que estas biografias realmente acabaram. Líderes de cabeceira de mesa de jantar, de poltrona de ônibus, de conversinha de vestiário, mas que nunca se reproduziu em campo. Danilo, em especial, ao ser convocado como zagueiro (pra não jogar) e acabar tendo que fazer a lateral porque o técnico, em um arroubo desvairado, imaginou que dava pro Ibañez jogar na posição, se converte na mais clamorosa aberração que já vi a Seleção se submeter em um Mundial, maior até do que a aposta em um jogador cuja lesão no dia da convocação era diferente da lesão do dia seguinte. Já que o contrato do técnico está renovado, que ele encargue de dar o ponto final (tardio) a alguns dos (autodeclarados) líderes (de nada) da Seleção. O tempo deles foi um tempo de derrotas. #Copa2023 #Futebol #SeleçãoBrasileira

Dnevnik Jun 19

Članek opisuje izjemno kariero brazilskega nogometnega virtuoz Peleja, ki je med letoma 1958 in 1970 postal sinonim za svetovno prvenstvo z osvojenimi tremi naslovi in številnimi nepozabnimi trenutki na največjem nogometnem odru. #Pele #Nogomet #SvetovnoPrvenstvo

Pele: kralj mundialov, ki mu ni para
Leandro Iamin May 31

Lembro de, em uma das noites naqueles anos em que trabalhei com José Trajano, uma vez por semana juntos comentando futebol em podcast e duas ou três vezes por semana produzindo o seu programa de TV na sala de sua própria casa, me perguntar: como é que esse cavalheiro, que viu ao vivo a Copa de 70, ainda tem tanta energia pra se envolver com a sexta rodada do campeonato brasileiro de, sei lá, 2019? Talvez eu não tivesse saco pra tanto goleiro fingindo lesão, tanto juiz egocêntrico, tanto cartão amarelo por comemoração de gol. O Zé fala de futebol e o olho muda. Tive uma camisa do América. Dei a ele, não sei se coube legal. O vermelho lhe cai muito bem. É curioso observar, nos últimos tempos, a intensificação desse, digamos assim, "conceito": o Zé Trajano fanático pelo Arsenal contrasta com aquele nosso possesso de alma gentil que, por décadas, não parecia se importar tanto assim com o futebol daquela ilha. O negócio dele era a cobertura de um Brasil profundo, de histórias locais, do nosso rame-rame e das pelejas inglórias, sol a pino, jogadores horríveis e nem sempre esforçados, militando pelas divisões intermediárias do futebol carioca. Tudo aquilo que justifica estádios vazios, mas que a gente não larga a mão, porque ama. O Zé achou, muito bem achado, o conceito da coisa, que é um pouco o fio da vida: o futebol é um abraço. E abraço a gente dá, não proíbe. Abraço de pai e filho, nesse caso. De um pai que vê o filho vivendo em outro país, amando outro clube, e sentindo, ali, a mesma conexão que nós temos quando vemos nossos pais sofrendo por um esporte que nem entendemos ainda. Não é complexo de entender. A história natural, na ampla maioria dos casos, traz os filhos para escolherem torcer pelo mesmo time do pai - muitas vezes nem sequer é uma escolha, já que somos tão crianças na hora de forjar esse encanto, e os pais e mães nem sempre são democráticos. Por qual motivo deveria ser difícil de entender que o pai também pode escolher o time do filho? Se o destino final é o abraço, por quê seria inviável forjar, depois de muita estrada, um afeto tardio em nome de estar com o filho? Meu amigo-irmão Paulo certa vez me disse: "se acabar o futebol, acaba 90% do meu assunto com meu pai". Tenhamos assunto, pois. É muito bonito que o coração de José Trajano, depois de tanta pancada em transmissões amadoras, tenha vivido, no telão do Estádio dos "Gunners", essa paixão honesta e esperançosa por um clube que é acima de tudo uma outra chance. Bonito também que o Arsenal tenha se acomodado lá dentro como se na Tijuca estivesse. Clubes de futebol são instituições generosas, maleáveis, aceitam eventuais desaforos e sempre abraçam novos adeptos, mesmo aqueles "que vieram de longe". No fim, no rigor máximo, é tudo um pretexto pra gente dividir o tempo com quem ama - afinal, definitivamente, por obviedade matemática, não é um hobby que traz mais alegrias que frustrações. Quem leu Nick Hornby em Febre de Bola sabe bem disso. Hornby conta como, ao redor dos jogos do Arsenal, a sua vida foi tecida. Quem o leu, fez uma espécie de faculdade para torcer por aquele clube, já está habilitado para tal. Um clube especial, por sinal, inclusive na dor. Mais uma vez escapou o título europeu do Arsenal - talvez seja um traço esquisito do destino do Zé, o futebol lhe deu poucas taças, radicalizando a lição que ele tem pra dar. João e José, filho e pai, assistiram juntos. O pai, tenho certeza, cruzou o oceano para o abraço, mais do que para o jogo, ainda que o jogo tenha sido o pretexto para o abraço. Eu também tenho dois clubes, um pequenininho e um grandalhão, no mesmo coração. Muitos de nós temos. E não, não é legal amar um time que só apanha, que não reage, que nem bravata tem pra soltar. Então a gente delira outros delírios. Vi uma semifinal de Copa do Mundo no sofá do Trajano, França x Bélgica, e também o vi tentando conectar um Youtube na TV pra assistir o Ameriquinha numa jornada vespertina safada pelo estadual. Via, nas duas ocasiões, o mesmo homem que ama futebol e me contagia, no mais nobre jogo e no quase anônimo duelo. Eu amo o amor que o Zé Trajano tem pelo futebol. E contemplo comovido o quanto esse esportezinho danado faz por nossas relações humanas e afetivas. Viva @ultrajano , viva @j_castelobranco. #Futebol #Amor #Paixão