É com alegria que se celebram estas gravações inéditas de Cesária Évora e a morna que conta o exílio e a memória, mas, numa perspetiva progressista, é problemático que os arquivos estejam agora sob o controlo da Sony — é imprescindível que a gestão, promoção e lucros deste património cultural respeitem a agência de Cabo Verde, revertam para a comunidade artística local e reconheçam primeiro o génio de Cesária, não apenas o papel do produtor.