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Revista Timeline

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A Espanha acaba de libertar o empresário brasileiro Marcelo Conde, preso em Madri desde maio por causa de um pedido de extradição assinado por Alexandre de Moraes. Até aí, para os padrões brasileiros dos últimos anos, quase rotina. O problema começa quando se pergunta: afinal, qual era o crime atribuído a Conde? Segundo a investigação brasileira, ele teria financiado a obtenção ilegal de dados fiscais sigilosos de centenas de pessoas. Entre elas, Viviane Barci de Moraes. A esposa de Alexandre de Moraes. Sim. O ministro que aparece no pedido de extradição é marido de uma das pessoas apontadas como vítimas no próprio caso. Não é necessário ter estudado Montesquieu. Basta possuir algum instinto de conservação institucional. O material relata que Moraes permaneceu no caso e autorizou medidas como mandado de prisão, buscas e o pedido internacional de extradição. #Brasil #Justiça #Política

C'est exactement ce dont parlent les femmes du reportage : une attaque contre la liberté de conscience et l'autonomie des femmes. Laïcité ne doit pas rimer avec exclusion — interdire le voile, c'est criminaliser une pratique religieuse et stigmatiser des citoyennes déjà souvent ciblées. Mettre des amendes pour un bout de tissu, c'est aussi admettre que l'État veut contrôler les corps et les choix des femmes plutôt que de lutter contre les vraies inégalités. C'est aussi profondément injuste et incohérent : si l'on vise le voile musulman, pourquoi épargner les croix, kippas ou coiffes religieuses ? Pourquoi transformer un droit fondamental en question de majorité au référendum ? Les droits des minorités ne doivent pas être soumis à la peur du moment ni à des calculs électoraux. Et pour qui connaît la réalité, ce genre de mesure n'améliorera en rien la lutte contre l'oppression des femmes ni contre l'extrémisme — on ferait mieux d'investir dans l'éducation, la lutte contre les discriminations et le pouvoir d'achat. Solidarité avec celles qui refusent qu'on leur dicte leur tenue ou qu'on les réduise à un symbole politique. ✊

Há um personagem que o Palácio do Planalto certamente gostaria de apagar da história. Não é Nicolás Maduro. Maduro já virou rotina. Quando aparece, basta um assessor dizer que “o Brasil respeita a autodeterminação dos povos”, outro fala em diplomacia, um terceiro muda de assunto e a máquina segue funcionando. O problema atende por outro nome. Hugo Carvajal. Todo regime produz seus fantasmas. A União Soviética teve desertores da KGB. A Alemanha Oriental teve oficiais da Stasi. A máfia sempre produziu pentiti. O chavismo fabricou Hugo Carvajal. Durante anos, foi um homem que sabia onde estavam enterrados os cadáveres políticos. Não literalmente — embora, tratando-se da Venezuela, nunca se possa afirmar isso com absoluta tranquilidade. #Venezuela #Chavismo #História

Existe um Brasil que funciona em horário comercial e outro que decide o destino da República no silêncio do recesso. Foi nesse segundo Brasil que se desenrolou, na última semana de julho, uma das movimentações mais reveladoras do ano dentro do Supremo Tribunal Federal: a tentativa de tirar das mãos do ministro André Mendonça a investigação sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República. A cronologia fala por si. No dia 24 de julho, sexta-feira, em pleno recesso do Judiciário, a Polícia Federal protocolou no STF o pedido de abertura de inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência em negócios ligados à cannabis medicinal. Detalhe que não é detalhe: o pedido chegou justamente no período em que Alexandre de Moraes exercia a presidência interina da Corte. Segundo reportagem da CNN Brasil, uma ala do próprio Supremo avalia que a PF esperou Moraes assumir o plantão para evitar que a decisão coubesse ao presidente Edson Fachin, que tem dado respaldo integral a Mendonça na condução dos inquéritos do INSS. Na representação, a PF sustentou uma tese, no mínimo, curiosa: a de que o novo caso não teria conexão com a Operação Sem Desconto, aquela que apura o desvio bilionário nos benefícios de aposentados e pensionistas. Sem conexão? A investigação nasceu de elementos encontrados na própria Sem Desconto e envolve os mesmos personagens, a começar pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o famoso Careca do INSS, preso desde setembro do ano passado. Ministros da Corte, em conversas reservadas relatadas pela imprensa, apontam exatamente isso. #Brasil #STF #Justiça

🔥Já conquistamos a TV aberta em Orlando. Agora, nosso próximo desafio é levar a TLTV ao Brasil. Contamos com o seu apoio‼️ Acesse: 🔗 https://t.co/3Jht7b0vPU https://t.co/i0OEsCaWqt #TV #Brasil #Orlando

Eduardo Bolsonaro se emociona ao falar da família durante a inauguração da TLTV https://t.co/Mc8BvrTABY #EduardoBolsonaro #Família #Inauguração

O escritório que assina a defesa de Augusto Ferreira Lima, sócio de Daniel Vorcaro e um dos investigados centrais do caso Banco Master, tem entre seus quadros Renata Varandas, jornalista e namorada do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A PF prendeu Lima e conduz a Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude financeira envolvendo o Banco Master e empresas ligadas ao grupo. Rodrigues foi afastado pelo ministro André Mendonça, do STF, do acesso direto às investigações. Documentos extraídos do celular de Vorcaro, divulgados no inquérito, indicam que o banqueiro monitorava a operação desde julho de 2025, meses antes de ser preso no Aeroporto de Guarulhos quando tentava embarcar em um jatinho rumo a Dubai. #BancoMaster #OperaçãoComplianceZero #FraudeFinanceira

Novas mensagens atribuídas ao empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco” ou “The King”, apontam para uma suposta articulação destinada a enfraquecer investigações e inviabilizar a atuação do Ministério Público em casos ligados a fraudes fiscais bilionárias. Apontado por investigadores como um dos principais operadores financeiros de um esquema que movimentou bilhões de reais no setor de combustíveis, Leme tornou-se personagem central de diversas apurações envolvendo sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos. Segundo o conteúdo revelado, o empresário demonstrava confiança de que os procedimentos em andamento seriam revertidos. Em uma das mensagens, atribuída a ele, aparece a frase: “Nós vamos anular tudo. Não confie no MP”, indicando uma percepção de influência ou de expectativa de neutralização das investigações. As cartas e mensagens surgem em meio ao aprofundamento de operações policiais que investigam esquemas de fraude tributária de grande escala. O grupo empresarial ligado a Leme é suspeito de participação em mecanismos de evasão fiscal que teriam causado prejuízos bilionários aos cofres públicos ao longo dos últimos anos. #Corrupção #FraudeFiscal #LavagemDeDinheiro

A Revista Timeline e o jornalista Allan dos Santos foram retirados da votação do Prêmio iBest 2026. Após a remoção, o perfil oficial do iBest no X publicou que a desclassificação da Revista Timeline decorria da aplicação do regulamento, especificamente do item 3.6.1, relativo à suspensão de contas da iniciativa em redes sociais. Na nota pública, o iBest afirmou que a medida não representaria avaliação editorial ou de mérito sobre o conteúdo da iniciativa, mas apenas a incidência de um critério regulatório supostamente aplicado de forma igualitária. Depois da retirada, a Revista Timeline recebeu uma mensagem de uma fonte que pediu anonimato por medo de represálias. A fonte afirma ter tido acesso a uma área administrativa da plataforma do Prêmio iBest e enviou imagens atribuídas ao painel interno do sistema. A fonte sustenta que o acesso não foi obtido por roubo de senha, invasão ou ataque hacker. A Timeline, porém, não teve acesso direto ao servidor, ao banco de dados, aos registros de autenticação ou aos logs completos da plataforma. Por isso, a reportagem trata o material com a cautela necessária: os prints não encerram a apuração, mas são graves o bastante para exigir explicação pública, preservação de provas e auditoria independente. A denúncia enviada à Timeline vai além. Segundo a fonte, também teriam sido inseridos manualmente +11.275 votos para o canal The Intercept Brasil. A Timeline registra, com precisão, que o print recebido e analisado visualmente pela redação mostra os lançamentos relativos à própria Revista Timeline. A informação sobre The Intercept Brasil, neste momento, é uma afirmação da fonte e precisa ser confirmada por logs completos da plataforma. A Timeline não afirma que The Intercept Brasil tenha participado, solicitado, autorizado ou sequer tido conhecimento de qualquer ajuste. A pergunta jornalística é dirigida ao iBest: houve ou não houve inserção manual de votos em favor de concorrentes? Se houve, quem fez, com qual autorização, por qual motivo e com qual base no regulamento? #PrêmioiBest #jornalismo #transparência

O governo dos Estados Unidos publicou, em seu site oficial, uma determinação formal contra práticas adotadas pelo Brasil em diferentes áreas comerciais e institucionais, incluindo comércio digital, meios de pagamento eletrônico, tarifas, propriedade intelectual, combate à corrupção, etanol e desmatamento ilegal. A decisão foi divulgada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, órgão responsável pela política comercial americana. A publicação ocorreu em Washington, no contexto de uma investigação aberta em 15 de julho de 2025, por determinação do presidente Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Essa legislação permite ao governo americano investigar e reagir a práticas estrangeiras consideradas injustas, discriminatórias ou prejudiciais ao comércio dos Estados Unidos. O ponto mais sensível do documento, no entanto, não está nas tarifas ou no comércio agrícola. Está na acusação de que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas contra empresas americanas de redes sociais, exigindo a remoção de conteúdo político e a suspensão de perfis de residentes dos Estados Unidos, às vezes com alcance global. Segundo o USTR, essas ordens também proibiam as plataformas de informar aos donos dos perfis sobre as decisões judiciais. #ComércioInternacional #PolíticaComercial #RelaçõesInternacionais

Donald Trump deu nesta segunda-feira, 1º de junho de 2026, um passo concreto para reorganizar a representação diplomática dos Estados Unidos no Brasil. A Casa Branca enviou ao Senado americano a nomeação de Daniel Perez, atual presidente da Câmara dos Representantes da Flórida, para o cargo de embaixador extraordinário e plenipotenciário dos Estados Unidos junto à República Federativa do Brasil. A indicação ainda precisa ser aprovada pelo Senado antes que Perez possa assumir oficialmente o posto em Brasília. Até lá, a embaixada americana continuará sob comando de um encarregado de negócios, função hoje exercida por Gabriel Escobar, que assumiu a missão em janeiro de 2025, logo após a mudança de governo em Washington. O detalhe central da nomeação não está apenas no preenchimento de uma vaga diplomática. Está no perfil do escolhido. Daniel Perez não é um diplomata de carreira. É um político republicano da Flórida, advogado, conservador, cubano-americano de primeira geração e uma das principais lideranças legislativas de Miami. Aos 38 anos, ele preside a Câmara dos Representantes da Flórida, um dos estados mais importantes para o Partido Republicano e, hoje, um dos centros de gravidade da política externa trumpista para a América Latina. A escolha, portanto, não parece burocrática. Trump não está simplesmente enviando a Brasília um técnico do Departamento de Estado. Está indicando um homem político, formado no ambiente republicano de Miami, ligado à comunidade cubano-americana e naturalmente próximo do círculo que vê a América Latina não como uma região periférica, mas como um teatro estratégico de segurança, comércio, narcotráfico, influência chinesa, tecnologia, energia e disputa ideológica. #Trump #Diplomacia #Brasil

Flávio aciona STF após Lula sugerir “enforcamento” por traição à pátria https://t.co/a05prAo1mj #STF #Lula #Traição

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira uma mensagem no Truth Social elogiando o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República nas eleições brasileiras deste ano. Na publicação, Trump afirmou que foi “muito bom” receber Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca e descreveu o senador como “um jovem inteligente” que “ama muito o seu país, o Brasil”. A postagem foi acompanhada de fotos do encontro, que também contou com a presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro e do analista Paulo Figueiredo. Presidente americano publicou mensagem no Truth Social chamando o senador de “jovem inteligente” que “ama muito o Brasil”; Eduardo Bolsonaro agradeceu a recepção e negou que tarifas comerciais abalem a relação com a administração republicana O gesto tem forte significado político. Flávio Bolsonaro tenta consolidar sua imagem como o nome da direita brasileira na disputa presidencial de outubro de 2026, em um cenário de polarização com o comunista Luiz Inácio Lula da Silva. A foto no Salão Oval e o elogio público de Trump funcionam como uma demonstração explícita de proximidade com a principal liderança conservadora dos Estados Unidos. #Política #Eleições2026 #Brasil

Carlos Bolsonaro (PL) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou novas crises de soluço nos últimos dias, mas que a permanência em prisão domiciliar tem contribuído para evitar o agravamento do quadro clínico. Após visitar o pai em Brasília, Carlos relatou que os episódios ocorreram na quinta-feira e na sexta-feira, reacendendo preocupações sobre a saúde do ex-presidente. Segundo ele, a situação, embora delicada, está sendo acompanhada em um ambiente mais adequado do que o enfrentado em períodos anteriores. Ao comentar o estado de saúde de Bolsonaro, Carlos relembrou um dos momentos mais críticos vividos pelo ex-presidente durante sua detenção na Penitenciária da Papuda. Na ocasião, segundo o filho, Bolsonaro sofreu uma broncoaspiração que quase resultou em uma tragédia. “É uma situação diferente da ocorrida na Papuda, quando sofreu uma broncoaspiração e, por muito pouco, não morreu”, afirmou. #JairBolsonaro #Saúde #PolíticaBrasileira

em aposentadorias e pensões do INSS. As apurações indicam que os desvios podem alcançar R$ 6,3 bilhões. A ofensiva mobilizou agentes para cumprir 31 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares como monitoramento eletrônico e bloqueio de bens. As ações ocorreram no Distrito Federal e nos estados de Pernambuco, São Paulo e Paraíba. Segundo os investigadores, o esquema funcionava por meio da inclusão irregular de aposentados e pensionistas em associações e entidades sem autorização dos beneficiários. A partir disso, mensalidades eram descontadas diretamente dos pagamentos do INSS como se os aposentados tivessem aderido voluntariamente aos serviços. A nova fase da operação mira três núcleos regionais suspeitos de integrar a estrutura fraudulenta. Entre os alvos estão dirigentes de associações, operadores financeiros, empresários, ex-servidores e antigos integrantes do INSS apontados como peças importantes no funcionamento do esquema. #INSS #Fraude #Aposentadorias

🚨EXCLUSIVO NA TIMELINE: Eduardo Bolsonaro conta os bastidores do encontro com Trump 🇺🇸🇧🇷 https://t.co/0kZcMq1h2y #EduardoBolsonaro #Trump #Brasil

A Polícia Civil de São Paulo afirma ter encontrado indícios de pagamentos realizados por uma empresa investigada por lavagem de dinheiro do PCC para a influenciadora e advogada Deolane Bezerra. As informações fazem parte da Operação Vernix, que investiga uma suposta rede financeira ligada à facção criminosa e resultou na prisão da influenciadora na última semana. Segundo os investigadores, mensagens extraídas de aparelhos apreendidos mencionam uma abreviação interpretada como referência a Deolane. As conversas estariam acompanhadas de instruções para transferências bancárias e registros financeiros que, de acordo com a polícia, apontam para contas vinculadas à empresária. A investigação teve origem em 2019, após a descoberta de bilhetes considerados estratégicos por agentes penitenciários em uma unidade prisional do interior paulista. A partir dessas informações, a polícia passou a rastrear uma estrutura empresarial que, segundo a acusação, teria sido utilizada para movimentar recursos provenientes do tráfico de drogas e de outras atividades atribuídas ao PCC. No centro das apurações está uma transportadora apontada pelas autoridades como peça-chave no esquema financeiro da organização criminosa. Policiais afirmam que mensagens encontradas durante a investigação mencionam pagamentos destinados a uma pessoa identificada apenas como “Deo... Beze...”, além de dados bancários que posteriormente teriam sido associados a Deolane Bezerra. #LavagemDeDinheiro #PCC #InvestigaçãoPolicial