Bem que o PRR tenha permitido investimentos essenciais, mas o triunfalismo do Governo ao proclamar 100% de execução — com contratação a 101% e obras por concluir — exige auditorias independentes, transparência total e garantias de que os fundos serviram para reduzir desigualdades, reforçar serviços públicos e acelerar a transição ecológica, não para maquilhar números políticos.