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David Ágape

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David Ágape

Olha só, pessoal! Passamos de 180 mil visualizações no vídeo da nossa última reportagem no Instagram! O que vocês acharam? Na próxima reportagem da série vamos caprichar ainda mais! Vamos incluir uma versão curta para o instagram e uma longa para Youtube. Muito obrigado pelas dicas e feedbacks. Sigam: https://t.co/IuysGlJJhF Sigam: https://t.co/JtjaxjqEHz 🕵️🔎 #Vídeo #Reportagem #Instagram

Eu estou vendo um monte de gente divulgando o meu trabalho aqui, mas sem me dar os créditos. Inclusive supostos amigos. Não vou expor, mas ponham a mão na consciência. A pessoa copia e publica como se fosse dela. Custa colocar os créditos? Cai a mão? Vou ter que ficar enfiando antikibe em tudo? 😡 #DireitosAutorais #Plágio #Criatividade

Segundo o @MrAndyNgo, o mesmo jornalista que foi até a casa do @BolsonaroSP no Texas anteriormente sugerou que ia atirar ou matar pessoas sob o disfarce de uma entrevista. #LiberdadeDeImprensa #Segurança #Jornalismo

Nesta reportagem, conto a história do Terceiro Manuscrito da Serra do Curral, encontrado no celular do delegado da PF Rodrigo de Melo Teixeira. Teixeira foi o delegado que investigou a facada contra Jair Bolsonaro e concluiu que Adélio Bispo agiu sozinho. Anos depois, tornou-se o número três da Polícia Federal no governo Lula. Preso na Operação Rejeito, ele guardava no celular três manuscritos: organogramas desenhados à mão que mapeavam um dos maiores esquemas de corrupção na mineração de Minas Gerais. Dois circularam na imprensa. O terceiro foi omitido. Era justamente o que mostrava a etapa final do esquema: a rota do minério extraído ilegalmente até grandes compradoras do setor, como a Vale. Depois de meses de apuração, A Investigação revela agora uma rede que passa pelos governos Lula e Zema, órgãos ambientais, empresas de fachada, operadores políticos, banqueiros e mineradoras. Minas virou o laboratório onde se encontram três economias: a mineral, que depende de licenças; a financeira, que transforma ativos problemáticos em garantias e negócios; e a eleitoral, que converte acesso, doações e influência em poder. Leia a reportagem completa em @a_investigacao_: https://t.co/S2VCD3ExQx #Corrupção #MinasGerais #PolíciaFederal

Aparentemente o juiz Junior da Luz Miranda colocou a Polícia para investigar quem expôs que ele condenou pais a 50 dias de prisão por ensinarem as filhas em casa. A matéria diz que a Polícia Civil de São Paulo abriu inquérito para apurar “ofensas, notícias falsas e tentativas de intimidação” contra o juiz. Da minha parte, que ofensa ou notícia falsa houve? 🔵É mentira que ele negou audiência virtual a advogada grávida de sete meses e depois amamentando bebê de três meses? 🔵É mentira que o juiz mandou mensagens privadas pra advogada do caso? 🔵É mentira que ele comentou sobre o caso nas redes sociais? 🔵É mentira que ele publicou trecho da própria sentença (quebrando o segredo de justiça que ele cobra dos outros) para se defender nas redes? 🔵É mentira que ele julgou as meninas por preferirem musica cristã a funk — ao mesmo tempo em que passou o réveillon ao som de Anitta cantando “batendo o popô”? Resumindo: o juiz que usa o Estado para criminalizar preferência cultural de família agora usa o mesmo Estado para tentar criminalizar a crítica à sua própria conduta. #Justiça #LiberdadeDeExpressão #DireitosHumanos

Pessoal, amanhã publicarei uma das investigações mais importantes até agora. TODA a imprensa omitiu o documento que vou revelar. E não foi à toa. Eu mexerei com gente grande. Eu preciso muito do apoio de vocês. Considere se tornar assinante de A investigação. https://t.co/tXr0H5M8AD #investigação #jornalismo #transparência

Vocês lembram do juiz de Jales que condenou um casal a 50 dias de prisão por fazer homeschooling — ou seja, por ensinar as filhas em casa? Na sentença, o juiz citou a rejeição de uma adolescente ao funk como “sinal de preconceito”. A investigação descobrou que mesmo juiz curtiu o Réveillon ao som de Anitta meses antes. O problema não é o que ele ouve. É usar o gosto musical de uma adolescente — que rejeita funk e prefere música cristã — como fundamento numa condenação criminal. O critério, ao que parece, é muito mais sobre gosto pessoal do que jurídico. O juiz afirmou que havia citado “funk” apenas uma vez na sentença, classificou as críticas como difamação, ameaça e até homofobia, e alertou que quem divulgasse informações do processo sigiloso poderia estar cometendo crime. Só que, no story seguinte, o próprio juiz divulgou um trecho da sentença para tentar se defender. Hoje, Junior da Luz Miranda — cujo nome anterior era Eliel — responde a diversos procedimentos disciplinares simultâneos no CNJ e na Corregedoria do TJSP. Reportagem completa em @a_investigacao_: https://t.co/r7ACdlJtb2 #Homeschooling #Preconceito #Justiça