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#Bactérias

The ignorance continues to advance in this beautiful country. A Morena senator blames "neoliberal" bacteria for the deaths of babies at the IMSS in Durango. Has anyone informed Senator Valdez that for eight years the PRI has not governed in the country, and that we are in the times of the second level of the Fourth Transformation? (translated)

Pyometra is a serious bacterial infection of the uterus in unspayed female dogs that can become a life-threatening veterinary emergency after the heat cycle due to hormonal changes that favor bacterial proliferation. (translated)

Piometra en perras, una infección uterina que puede convertir cada celo en un riesgo

Boticaria García warns that washing raw chicken is not only ineffective for eliminating bacteria but can also contaminate the kitchen, and recommends cooking it properly to ensure food safety. (translated)

Boticaria García, nutricionista: «Lavar el pollo crudo no es higiene, es bautizar el fregadero y la encimera con bacterias»
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Bathing is prohibited in five beaches of Cádiz due to the presence of fecal bacteria in the water, affecting areas of El Puerto de Santa María, Chipiona, Puerto Real, and Rota, until new analyses ensure their quality and safety. (translated)

Prohíben el baño en cinco playas de Cádiz al detectar bacterias fecales en el agua

"Invertí 4 millones de dólares en crear una empresa de bioplasticos que en 4 años aún no facturó nada. Una investigadora pulgosa me pedía 11 millones de dólares por las bacterias. Le dijimos que no, y lo conseguimos en Polonia" VEAN ESTA ENTREVISTA SI O SI https://t.co/mCS9uSKN3L #Bioplásticos #Emprendimiento #Inversión

A new study suggests that life on Earth did not arise from a single common ancestor, but that bacteria and archaea developed independently from different metabolic processes facilitated by the metals from submarine hydrothermal vents. (translated)

La vida en la Tierra no surgió una vez, sino dos
20 minutos Aug 10

A group of scientists from California has developed an artificial intelligence capable of creating nonexistent viruses that exclusively infect E. coli bacteria, which could open new possibilities in personalized phage therapy, but also raises concerns about safety and bioethics in the design of organisms. (translated)

Una inteligencia artificial crea virus inexistentes en la naturaleza capaces de destruir bacterias
ERIKA HILTON Aug 10

NOJENTO 🤮 Após privatizar a SABESP e deixar as periferias de São Paulo sem água, Tarcísio de Freitas acaba de dizer que a deveríamos usar a água da represa Billings. A água da Billings já registrou bactérias que perfuram o intestino e causam diarreia e necrose. #DebateNaBand https://t.co/KXGWnj4vhq #Água #Privatização #Saúde

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EL MUNDO Aug 7

An artificial intelligence model has successfully designed 16 complete bacteriophages that replicate in the laboratory, raising biosecurity concerns among experts who are calling for a ban on their use in human pathogens, despite the fact that these viruses are safe for humans and focus on attacking bacteria such as Escherichia coli. (translated)

Una IA diseña los primeros virus completos capaces de replicarse en el laboratorio
E
EL MUNDO Aug 4

The death of a 13-year-old boy after consuming cheese made from raw milk has highlighted the dangers that this food poses to children's health, especially due to the risk of severe infections such as hemolytic uremic syndrome, caused by bacteria like Escherichia coli. (translated)

Leche cruda y quesos blandos: así puede una bacteria causar daños renales y neurológicos en los niños
20 minutos Aug 3

A team of researchers has discovered that the presence of bacterial DNA in the endometrium does not necessarily imply that those bacteria are active, which could change the diagnosis of fertility issues and pregnancies by allowing for more personalized treatments. (translated)

Un descubrimiento podría cambiar el diagnóstico de algunos problemas de fertilidad

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

eldiario.es Aug 1

Antibiotic-resistant bacteria did not appear suddenly, but have evolved over time through natural defense mechanisms, and their proliferation has been accelerated by the inappropriate use of antibiotics in medicine and veterinary practice, as well as by the ability of bacteria to exchange resistance genes. (translated)

¿Por qué han aparecido bacterias resistentes a los antibióticos?
20 minutos Jul 31

In New York, authorities have eliminated the source of a legionella outbreak that left seven dead and five hospitalized, after detecting bacteria in 59 cooling towers in the Upper East Side neighborhood, with a total of 92 confirmed cases and no new infections since July 21. (translated)

Siete muertos por legionela en Nueva York, que considera eliminada la fuente del brote
20 minutos Jul 11

El Dr. Allam Sam Cerna advierte que el aumento alarmante de muertes por neumonía en España, que ha duplicado su cifra en pocos años debido a la relajación de medidas sanitarias, el envejecimiento de la población y una peligrosa confianza en los antibióticos, refleja una grave subestimación de esta enfermedad, enfatizando la importancia de la prevención y la vacunación. #Neumonía #BacteriasResistentes #SaludPulmonar

Sam Cerna, neumólogo, sobre el aumento de muertes por neumonía: "Las bacterias resistentes son nuestra peor pesadilla"
20 minutos Jul 7

Un estudio de la Universidad de California en San Diego y la Universitat Pompeu Fabra ha revelado un método innovador para destruir biofilms bacterianos, que son responsables de la resistencia a los antibióticos, al forzar su ruptura mediante la manipulación de un polímero que permite la expulsión de células específicas, presentando así una nueva estrategia para combatir infecciones y potencialmente comprender la metástasis en el cáncer. #BacteriasResistentes #Biofilms #Antibióticos

Descubren cómo destruir las bacterias que son resistentes a los antibióticos
eldiario.es Jul 6

A pesar de una reducción del 13% en el consumo de antibióticos en España en la última década, solo una de las tres bacterias resistentes más preocupantes ha disminuido su incidencia, mientras la propagación global de un gen que otorga resistencia continúa en ascenso, lo que amenaza con convertir a las infecciones multirresistentes en la principal causa de muerte en 2050. #ResistenciaAntibióticos #SaludPública #InfeccionesMultirresistentes

La larga carrera contra las bacterias resistentes a los antibióticos: "Pese a los esfuerzos, siguen subiendo"

é engraçado pensar que os europeus só conquistaram a América pq eram tão imundos que trouxeram dezenas de bactérias e vírus deixando todo mundo doente #História #Saúde #Colonização

20 minutos Jun 18

Científicos de la Universidad de Sevilla y del INRAE han identificado el isovalerato, una molécula producida por las bacterias intestinales durante la digestión de proteínas, que refuerza la barrera protectora del intestino y mejora la salud digestiva, abriendo nuevas vías para desarrollar estrategias nutricionales que potencien su producción y prevengan problemas digestivos e inflamatorios. #SaludDigestiva #Isovalerato #Microbiota

Identificada una molécula clave para prevenir problemas digestivos e inflamatorios
20 minutos Jun 16

La microbiota oral, compuesta por más de 700 especies de bacterias, es esencial para mantener el equilibrio de la boca y prevenir problemas de salud dental y general, pero su desequilibrio, conocido como disbiosis, puede provocar caries, enfermedades periodontales y complicaciones en otras áreas de la salud. #MicrobiotaOral #SaludDental #EquilibrioBucal

Unas 700 bacterias viven en tu boca organizadas hasta que se rompe el equilibrio... y empiezan los problemas