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#InteligenciaArtificial

The first anti-AI camouflage shirt, designed by Simon Weckert, is visually appealing to humans but invisible to artificial intelligence systems, as it confuses their detection algorithms. (translated)

Fea, invisible para las máquinas: primera camisa de camuflaje anti-IA

Google has released its new artificial intelligence models, Gemini 3.8 Flash, focused on programming and working with agents, and Mini 3.8 Flash Cyber, specialized in cyber defense, highlighting the improvement in handling complex tasks and the speed of execution. (translated)

Nuevos modelos de Gemini: centrados en programación, trabajo con agentes y ciberdefensa

The Spanish government will negotiate a major national pact on artificial intelligence with unions and employers to address its impact on the labor sector and ensure a fair distribution of benefits in the coming weeks. (translated)

El Gobierno negociará un "gran pacto nacional" sobre IA con sindicatos y patronal

George Clooney, during the Venice Film Festival, expressed his concern about artificial intelligence, stating that he would not like to appear in a tampon advertisement 20 years after his death and emphasized the importance of good journalism in a context of misinformation. (translated)

George Clooney critica la IA desde Venecia: “No me gustaría estar en un anuncio de tampones 20 años después de muerto”

The Spanish government will promote a large tripartite social pact to regulate and distribute the benefits of Artificial Intelligence, under the leadership of President Pedro Sánchez, involving technical and social experts. (translated)

El Gobierno promoverá "un gran pacto social" tripartito para "repartir los beneficios" de la Inteligencia Artificial

Anthropic has presented Fable 5.1 and Mythos 5.1, two new versions of artificial intelligence designed to improve performance, reduce costs, and contribute to the advancement of scientific research. (translated)

Anthropic tiene dos nuevas IA capaces de afrontar tareas más complejas: así son Fable 5.1 y Mythos 5.1

Meta has launched Muse Voice Transcribe, an innovative AI that transcribes in real time and recognizes more than 20 voices, enhancing accuracy through context and providing support for multiple languages. (translated)

Meta lleva la transcripción a otro nivel con una IA que reconoce varias voces y las convierte en texto al instante

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

More than half of the young people in Portugal reported having seen hate messages on the internet, according to a European report that also highlights the growing use of Artificial Intelligence for school work. (translated)

Mais de metade dos jovens veem mensagens de ódio na internet

🚨 US PRESSURES G20 AGAINST AI REGULATION 🇺🇸 At a G20 summit in Chapel Hill, White House technology advisor Michael Kratsios proposed the so-called "Carolina Principles": generic rules that avoid treating artificial intelligence as a technology. (translated)

OpenAI has decided to halt the development of its new artificial intelligence, Astra, due to its ability to detect and exploit security vulnerabilities without human supervision, which has led the company to implement stricter security measures before its launch. (translated)

OpenAI frena su nueva IA: Astra es capaz de encontrar y explotar vulnerabilidades sin ayuda humana
E
EL MUNDO 21h

Alejandra Scherk and Ferran Ballard warn that the excessive delegation of our thinking to artificial intelligence is weakening our cognitive abilities, emphasizing the importance of active and connected lifelong learning. (translated)

Cómo aprender mejor en tiempos de IA: "El problema es que delegar nuestro pensamiento nos está haciendo cada vez más tontos"

The Norwegian government prohibits the use of generative artificial intelligence in schools for students from the 1st to the 7th grade, aiming to ensure that children learn fundamental skills such as reading, writing, and arithmetic. (translated)

Noruega desliga a Inteligência Artificial às crianças

"The activities most exposed to Artificial Intelligence not only perform below their predictable trend in terms of job creation. In fact, they would be creating between 20% and 25% fewer jobs than they should." (translated)

Geoffrey Hinton, known as the 'godfather of AI', warns about the dangers of creating machines that are smarter than humans and suggests incorporating maternal instincts in their development to avoid human control. (translated)

Geoffrey Hinton, el 'padrino de la IA', alerta del riesgo de crear máquinas más inteligentes que nosotros

Para manipular la foto de Sánchez, les sobra inteligencia artificial. Para enseñarnos el expediente del ático de 6,3 millones, seguimos esperando. ¿La IA todavía no ha terminado de fabricarlo? #InteligenciaArtificial #Política #España

The European Union has classified ChatGPT as a large online search engine, which will compel OpenAI to comply with stricter rules to address associated risks, such as the protection of minors and the dissemination of illegal content. (translated)

Europa pone a ChatGPT en la lista de gigantes digitales más vigilados: tendrá que cumplir reglas más estrictas

John Ternus takes over as CEO of Apple with the challenge of effectively integrating artificial intelligence into its devices, seeking to regain lost ground in the technology race against its competitors. (translated)

John Ternus toma el mando de Apple con un claro desafío por delante: recuperar terreno en la carrera de la IA

Hackers are increasingly using artificial intelligence, such as DeepSeek and Claude Code, to enhance the effectiveness of their cyberattacks and steal information from various organizations, highlighting the use of these tools by groups linked to governments like China. (translated)

¿Qué IA están utilizando los hackers para duplicar sus ciberataques y robar información?

The proliferation of psychological therapy applications based on artificial intelligence, such as TerapIA, raises concerns about their quality and accountability, as, although they offer accessible and affordable emotional support, they lack the depth and human judgment that professional psychologists provide. (translated)

¿Es la IA tu nuevo psicólogo? "Están aprendiendo a engancharte emocionalmente"