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#EconomiaPortuguesa
Observador 4h

The article by Pedro Santa Clara analyzes how artificial intelligence can expose and challenge various forms of income and privileges created by the State, detailing the categories of income and the relationship between knowledge and regulation. #InteligênciaArtificial #Rendas #EconomiaPortuguesa (translated)

observador.pt
Rendas e privilégios na era da inteligência artificial
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Observador 3d

Ricardo Amaro, an economist at Oxford Economics, warns that the lack of housing in Portugal is hindering the attraction of foreign investments, which are essential for the country's economic growth. #EconomiaPortuguesa #InvestimentoEstrangeiro #CriseHabitacional (translated)

observador.pt
"É um tema. Falta de casas trava investimento em Portugal"
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Observador 5d

The National Confederation of Agricultural Cooperatives (Confagri) stated that the proposed State Budget for 2027 does not adequately address the challenges faced by agriculture, criticizing the lack of measures to reduce production costs and increase investment in the agri-food sector. #Orçamento2027 #Agricultura #EconomiaPortuguesa (translated)

observador.pt
Confragri: OE2027 não responde aos desafios da agriculutura
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Observador 1w

The article discusses the implications of the new State Budget in Portugal, questioning whether it brings hope or just promises, and analyzes Marco Rubio's business visit, emphasizing the financial challenges the country faces, especially regarding fuels and public debt. #OrçamentoDeEstado #NATO #EconomiaPortuguesa (translated)

observador.pt
OE traz esperança ou só traz promessas aos portugueses?
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Joaquim Miranda Sarmento 1w

The interest on the debt has risen due to a "market risk," not a "country risk," argued the Minister of Finance, Joaquim Miranda Sarmento, at the press conference presenting the budget. #OrçamentoDoEstado #JurosDaDívida #EconomiaPortuguesa (translated)

Fatura com juros da dívida vai subir mais de 23% em 2027
observador.pt
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Observador 1w

The Portuguese state will face an increase of over 23% in debt interest payments in 2027, totaling 8.217 billion euros, reflecting the rise in interest rates in the market. #OrçamentoDoEstado #JurosDaDívida #EconomiaPortuguesa (translated)

observador.pt
Fatura com juros da dívida vai subir mais de 23% em 2027
2972
Observador 2w

The article by Jorge Coutinho de Miranda defends the liberation of the Portuguese economy from the statist yoke, arguing that only in this way can the country achieve significant prosperity within a generation. #Liberdade #ReformaDoEstado #EconomiaPortuguesa (translated)

observador.pt
15:15:15 - Um Hino à Liberdade!
1497
A
António Lacerda Sales 3w

O comunicado acrescenta que Lacerda Sales recebeu esta acusação com enorme surpresa e que continua a acreditar que se pode fazer justiça neste caso. #EconomiaPortuguesa #Orçamento2024 #Justiça

As notícias das 22h
observador.pt
1388
Marcelo Rebelo de Sousa 3w

Marcelo Rebelo de Sousa diz que o caso tem sido doloroso desde 2023. #EconomiaPortuguesa #Orçamento2024 #Justiça

As notícias das 22h
observador.pt
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Pedro Pinto 3w

Pedro Pinto não garante já que o partido vá votar contra, mas assume que há demasiados pontos divergentes com o Executivo. #EconomiaPortuguesa #Orçamento2024 #Justiça

As notícias das 22h
observador.pt
1388
Eurico Brilhante Dias 3w

Eurico Brilhante Dias, o líder parlamentar do PS, que afirma que a economia vai crescer menos do que foi prometido pelo governo aos portugueses. #EconomiaPortuguesa #Orçamento2024 #Justiça

As notícias das 22h
observador.pt
1388
Observador 3w

O líder parlamentar do PS afirma que a economia portuguesa vai crescer menos do que o previsto pelo governo, enquanto o Chega expressa desilusão com a proposta orçamental que não prevê apoio para a população em meio ao aumento do custo de vida. #EconomiaPortuguesa #Orçamento2024 #Justiça

observador.pt
As notícias das 22h
1388
Observador 4w

Portugal apresenta um crescimento econômico acima da média da União Europeia, mas este crescimento é superficial, resultando principalmente do aumento do número de trabalhadores, sem melhorias significativas na produtividade ou nos salários. #EconomiaPortuguesa #CrescimentoEconómico #Produtividade

observador.pt
Portugal cresce. Mas cresce para quê?
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Observador 4w

Embora Portugal tenha alcançado um crescimento econômico e a criação de empregos, a riqueza per capita não está a aumentar, devido à baixa produtividade que continua a ser um grande desafio. #EconomiaPortuguesa #Produtividade #EmpregoPortugal

observador.pt
Portugal cresce e cria empregos, mas não estamos mais ricos
1509
Observador 4w

O primeiro-ministro Luís Montenegro garantiu que Portugal terá excedente orçamental este ano e continuará a crescer acima da média europeia, enquanto um incêndio em Santo Tirso mobiliza mais de 300 bombeiros e leva à evacuação de moradores. #Noticiário #PolíticaInternacional #EconomiaPortuguesa

observador.pt
As notícias das 22h
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Observador Sep 10

Os baixos rendimentos são considerados a principal causa da precariedade por 75% dos portugueses, refletindo uma realidade comum em vários países europeus, onde 29% da população se encontra em situação financeira e material precária. #Precariedade #Rendimentos #EconomiaPortuguesa

observador.pt
Baixos rendimentos são principal causa da precariedade
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Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

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Observador Sep 2

Os juros da dívida portuguesa atingiram níveis máximos em quase uma década, levando o CEO da Optimize a destacar a necessidade de monitorização, embora sem alarme imediato, devido a preocupações com o aumento da inflação e à crescente emissão de dívida por governos e empresas. #DívidaPortuguesa #Juros #EconomiaPortuguesa

observador.pt
Juros. "Dinamismo da economia portuguesa" pode relativiza...
16539
Observador Aug 31

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, anuncia que irá abordar amanhã as polémicas que o cercam, num momento em que André Ventura estipula o prazo para a sua saída do governo sob ameaça de moção de censura. #PolíticaPortuguesa #LuísNeves #EconomiaPortuguesa

observador.pt
14h. MAI diz que vai falar amanhã sobre polémicas
15259
Observador Aug 10

O artigo discute as diferentes opiniões sobre a situação económica de Portugal, onde Paulo Núncio (CDS) defende um momento positivo baseado em dados de emprego e crescimento, enquanto Filipe Melo (Chega) critica o governo e Miguel Costa Matos (PS) questiona a melhoria real da economia, refletindo um debate sobre a percepção da realidade económica do país. #EconomiaPortuguesa #DebatePolítico #Oposição

observador.pt
Portugal está a viver um bom momento económico?
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