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#Inflação

O tarifaço tem um culpado. Quem paga a conta é o brasileiro. Em vez de negociar, Lula escolheu o confronto e transformou uma crise comercial em palanque eleitoral. Enquanto ele pensa em votos, empresas perdem mercado, empregos ficam em risco e o prejuízo chega ao bolso de quem trabalha. Para Lula, é política. Para o Brasil, é desemprego, inflação e prejuízo. #Brasil #Política #Economia

REPETI-LO-EI FLÁVIO BOLSONARO, não perca seu tempo falando com Faria Limer. Converse com 2/3 banqueiros - Itaú, Bradesco, outro - e simplesmente IGNORE o restante. São irrelevantes e estão no colo do Painho há anos. Foco de campanha: INFLAÇÃO, VIOLÊNCIA E SAÚDE. https://t.co/LFOONUXuW9 #Política #Economia #Saúde

Ontem o Lindbergh com emendas, hoje o Jaques. E sabe o quê? NINGUÉM da esquerda vai bater nisso. A mídia não repercutirá. Será esquecido até amanhã, como todo o resto. Do lado de cá? Até foto nitidamente editada vira crise. Flávio Bolsonaro precisa PRA ONTEM parar de reagir às críticas e escândalos criados. Não queremos uma freira pra gerir o puteiro. Foco em TRÊS áreas: INFLAÇÃO, VIOLÊNCIA E SAÚDE! #Política #Brasil #Economia

O artigo discute a preocupação com os 93 mil milhões de euros em depósitos não protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos em Portugal, enfatizando a importância da literacia financeira para ajudar os aforradores a compreenderem que guardar dinheiro no banco não é uma estratégia financeira eficaz, mas sim uma etapa que deve ser complementada com investimentos diversificados para evitar a perda de poder de compra devido à inflação. #LiteraciaFinanceira #Investimento #Poupança

93 Mil Milhões Dormem no Banco

Flávio Bolsonaro não tem que mendigar voto de Faria Limer. Que votem no Lula, fodasse desse pessoal. Nesta campanha ele precisa mostrar a realidade da maioria dos brasileiros - vítimas de roubo de celular, moto, carro, traficante aterrorizando bairros humildes e inflação destruindo a vida. #Eleição2022 #Brasil #Política

Os inflacionistas: quem são? Onde vivem? O que comem? Os inflacionistas são um grupo peculiar de economistas. Gostam de holofotes — afinal, falar bobagem sozinho tem pouca graça. Sua principal característica é defender alguma versão da tese de que "um pouco mais de inflação faz bem". Respondendo à primeira pergunta, os inflacionistas são economistas que apreciam a exposição pública e defendem políticas com evidente viés inflacionário. Onde vivem? Por razões ainda não totalmente compreendidas pela ciência, os inflacionistas se concentram tradicionalmente em alguns habitats específicos, como Campinas e o Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma variante particularmente adaptável, que passou a ocupar nichos ecológicos na Faria Lima, em São Paulo — um ambiente mais quente, mais líquido, e com predadores mais bem vestidos. O que comem? As espécies tradicionais alimentam-se de bens e serviços compatíveis com uma renda da ordem de R$ 30 mil mensais — o suficiente para viver bem, mas não para saciar completamente o apetite de suas próprias teses. Já a variante da Faria Lima desenvolveu hábitos mais sofisticados: aprecia restaurantes estrelados, vinhos europeus e férias em destinos que, não raramente, coincidem com conhecidos paraísos fiscais. Comportamento e mimetismo O traço mais curioso da espécie da Faria Lima é seu mimetismo vocal. Como um papagaio bem treinado, repete "responsabilidade fiscal", "controle da inflação", "credibilidade" — o chamado de acasalamento de qualquer plateia que se preze. O problema aparece na hora de agir: diante de políticas concretas, essa mesma espécie frequentemente apoia exatamente o oposto do que anuncia em seu canto. As populações de Campinas e do Rio de Janeiro parecem agir por convicção intelectual genuína — acreditam de fato que um pouco mais de inflação trará algum benefício, e arcam com o próprio aumento do custo de vida como qualquer outro animal exposto às intempéries. Já a variante da Faria Lima descobriu uma mutação mais rentável: transformar a tese em posição financeira. Prega o remédio, mas se protege — e lucra — da doença. Um espécime recente contribuiu com um achado digno de nota na literatura: a proposta de que a melhor forma de combater a inflação seria elevar a meta de inflação. Se o termômetro incomoda, basta alterar a escala. Outro indivíduo da mesma linhagem declarou apoiar um teto para os gastos públicos, mas considerou "temerosa" a combinação desse teto com uma âncora de Dívida/PIB. Vale um parênteses técnico, porque o espécime tropeçou em um problema elementar de otimização: se a política fiscal precisa respeitar simultaneamente um limite de gastos e um limite de dívida, ela está sujeita a duas restrições — e um problema com duas restrições jamais tem um conjunto de soluções maior do que o mesmo problema sujeito a apenas uma delas. Impor uma restrição adicional nunca amplia o espaço de soluções viáveis: no máximo mantém a política igualmente restritiva, nunca mais permissiva. Constrangedor ter que explicar isso. Expansão e adaptação Restritos por décadas a pequenos habitats acadêmicos, os inflacionistas multiplicaram-se e sofisticaram-se. Uma subespécie recente proclama, em brasão bem visível, que "Lula 4 pretende deixar um legado além da área social, com um ajuste fiscal consistente" — e, no minuto seguinte à declaração, monta posições em bolsa, juros e câmbio que só rendem se essa mesma promessa fracassar. Depois do auge nos anos 1980, a espécie inflacionista pareceu recuar nos anos 1990 a uma curiosidade de habitats acadêmicos. Hoje voltou a ocupar posição de destaque no debate público, com duas subespécies bem distintas convivendo no mesmo território: uma que ainda acredita, de boa-fé, no próprio discurso — e paga o preço dele no supermercado como qualquer um; outra que descobriu como monetizar a discrepância entre o que fala e o que faz, e que, por isso, tem interesse ativo em desacreditar os não-inflacionistas: a vitória destes significaria prejuízo para as posições já montadas. Essa segunda variante — que fala fiscal e aposta contra o fiscal — é, até aqui, a mutação mais bem-sucedida da espécie. Cuidado, parece que estão em expansão. #Economia #Inflação #PolíticaEconômica

O Partido Socialista (PS) da Madeira pediu a redução do IVA para mitigar o aumento do custo de vida, destacando que os salários na região estão 86 euros abaixo da média do continente, enquanto o governo regional, liderado pelo PSD/CDS-PP, defendeu que a inflação acompanha as tendências internacionais e priorizou o crescimento económico. #CustoDeVida #IVAMadeira #EconomiaMadeirense

PS quer baixar IVA na Madeira, governo recusa

Todas as ações do Trump, apoiadas por Tarcísio e Flávio Bolsonaro, prejudicam o interior de São Paulo. Enquanto o Brasil bate recordes na produção agrícola, amplia o Plano Safra e reduz a inflação dos alimentos, o maior risco para o agro hoje é a ameaça de um tarifaço apoiado pelo bolsonarismo. #Brasil #Agronegócio #Política

Lula prometeu picanha e cervejinha, mas entregou abóbora, inflação e carestia. A dona de casa vai ao mercado com mais dinheiro e volta com menos comida. O populismo do PT agride o bolso de quem mais precisa! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/fRPwlsMfiC #Economia #Política #Inflação

O artigo de Miguel Valente Bento alerta para o risco econômico decorrente do envelhecimento populacional e da baixa taxa de natalidade nas economias desenvolvidas, destacando que essa realidade pode ter um impacto mais significativo no crescimento econômico global do que questões como inflação ou taxas de juros, e enfatiza a necessidade urgente de discutir imigração como solução para a falta de mão de obra. #Demografia #EnvelhecimentoPopulacional #RiscoEconómico

Demografia: a ignorar o maior risco económico do século?

Não existe um dia bom no governo do PT. Todo dia alguma coisa fica mais cara. Agora é a conta de luz. Não dá! O Brasil não aguenta mais! https://t.co/wjJnJ1qPJv #Brasil #GovernoPT #Inflação

Preços nos supermercados e estagnação salarial decidirão essa eleição. INFLAÇÃO REAL está insuportável para o povão. Andem por 30 segundos da Santa Ifigênia e perguntem para o povão o que estão sentindo no bolso 👍🏻 #Inflação #Eleições2023 #Economia

Enquanto o brasileiro junta os centavos para fechar o mês, faz trocas de alimentos para conseguir pagar a conta do supermercado, Geraldo Alckmin aparece comemorando um recuo ínfimo na inflação -- algo completamente descolado da realidade (como ele). Alckmin almoça em palácios há mais de três décadas. Como Lula e Janja, não sabe o preço do quilo da batata, do litro de leite, nem que carne virou artigo raro na mesa. Quem paga o filé que eles comem somos nós. #Inflação #Brasil #Política

A boa notícia é que a inflação está caindo e o BC vai continuar cortando juros A notícia não muito boa é o motivo de porque a inflação está caindo. Desde de 2020 nunca vi a demanda por bebidas e alimentos tão fraca. As Bets e o consignado privado restringiram ainda mais a renda do brasileiro #Economia #Inflação #TaxaDeJuros

O envelhecimento populacional no Japão, que resultou em uma significativa diminuição da população ativa e no aumento da porcentagem de idosos, apresenta desafios econômicos profundos, como a possibilidade de hiperinflação e a desvalorização do iene, refletindo a complexa relação entre demografia, inflação, taxas de juro e taxa de câmbio. #Japão #EnvelhecimentoPopulacional #Economia

O impacto económico do envelhecimento no Japão

O artigo discute as consequências do fim do cessar-fogo entre EUA e Irão, levando a um aumento nos preços dos combustíveis e inflação, além de abordar a ineficiência da reciclagem em Portugal e a dependência do uso de carros na região de Lisboa. #Inflação #Reciclagem #Mobilidade

Jogos de guerra e carteiras vazias: combustíveis a subir?

As estatais batem recordes de prejuízo, o gasto público dispara, a inflação galopante derrete o poder de compra, a moeda perde valor, impostos e mais impostos a cada dia, inchaço da máquina pública, obras paradas, corrupção institucionalizada. A história se repete. E os problemas? São os mesmos desde 2003. O Brasil não aguenta mais esse mesmo grupo -- ruim de serviço -- que só pensa em poder. #Brasil #Corrupção #Economia

Segredos de Polichinelo Ou: como o Estado descobriu que os aforradores também sabem ler Houve um aniversário em que me pediram para guardar segredo sobre a prenda da minha irmã. Um segredo tão mal guardado que ela própria o descobriu semanas antes, ao ajudar a arrumar o armário do quarto dos pais. Todos continuámos a fingir surpresa no dia certo. Foi o meu primeiro contacto sério com uma verdade que só bem mais tarde a política me confirmaria: os segredos institucionais não existem para esconder factos, existem para gerir a encenação à sua volta. Foi o que me veio à cabeça esta semana, ao ler que o Ministério das Finanças barrou um jornalista do ECO à porta de um encontro "off the record", depois de este ter noticiado, em primeira mão, a criação dos novos Certificados do Tesouro Série 5. Os dados são simples: uma taxa de juro que sobe de 2,35% no primeiro ano até 3,35% no décimo, uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 3 de Julho, e um jornalista, Luís Leitão, que tinha investigado o tema durante uma semana sem obter resposta oficial. Quando a notícia saiu antes da hora combinada para a explicação "informal", a assessoria de imprensa decidiu que a melhor resposta era um militar da GNR a barrar a entrada e um telefonema a desconvidar. Tudo isto por causa de um produto de poupança. É como se o vizinho do terceiro andar chamasse a polícia porque alguém reparou, antes de ele anunciar, que tinha comprado um carro novo. O carro já estava estacionado à porta. Toda a gente já o tinha visto. O problema nunca foi o segredo — foi a fúria de descobrir que já não havia nada para gerir. Há qualquer coisa de pombalino nesta instintiva vontade de controlar a narrativa. Depois do terramoto de 1755, o Marquês despachou ordens rápidas para enterrar os mortos e recomeçar a cidade antes que o pânico se instalasse — e teve, convenhamos, boas razões para isso, porque Lisboa ardia e as pessoas morriam. O Ministério das Finanças, em 2026, aplicou o mesmo reflexo de controlo absoluto da informação a uma taxa de juro sobre Certificados do Tesouro. A escala é, digamos, ligeiramente diferente. Mas o instinto — apagar o incómodo antes que ele fale por si — é o mesmo, só que agora sem terramoto nenhum que o justifique. Diz-se, não sei bem com que fundamento, que a censura foi sempre o elogio mais sincero que um regime faz à imprensa: só se cala quem teme ser ouvido. Neste caso, o Ministério nem tinha nada de grave a esconder. Tinha, isso sim, um calendário de comunicação que preferia intacto, e descobriu, tarde, que os jornalistas não são convidados de uma coreografia — são gente que faz perguntas e, por vezes, obtém respostas antes do previsto. E aqui está a viragem que interessa ao leitor comum, aquele que nunca pisou uma sala de imprensa das Finanças: nada disto muda a taxa de juro que vai receber, nem o dia em que pode resgatar o certificado. A guerra de bastidores entre um ministério e um jornal é ruído institucional, um assunto de vaidades e protocolos feridos. O aforrador continua a decidir com os mesmos números de sempre — 2,35% no primeiro ano, sem capitalização de juros, a perder para a inflação como já perdia antes. A birra do Ministério não rendeu um cêntimo a mais a ninguém. Fica então a pergunta que costumo fazer a mim próprio quando alguém exagera a resposta a um problema pequeno: será que a fúria era mesmo sobre o que dizem que é? Da próxima vez que alguém lhe pedir para guardar um segredo que já toda a gente conhece, repare em quem se irrita mais — quem o revelou, ou quem o queria continuar a fingir que era seu.

O Mecanismo Europeu de Estabilidade alerta para o risco de recessão na zona euro em 2027, projetando uma desaceleração econômica com crescimento de apenas 0,6% em 2026 e -0,4% em 2027, devido a tensões geopolíticas prolongadas e dificuldades financeiras nos Estados Unidos, o que resultará em uma queda das exportações e aumento da inflação. #MecanismoEuropeuDeEstabilidade #Recessão #ZonaEuro

MEE alerta para risco de recessão na zona euro em 2027

Lupo se mudou para o Paraguai porque o Brasil a estrangulou de impostos. 🚨 Enquanto isso, Milei reduziu inflação de 289%. A esquerda não entende: aumentar imposto não aumenta arrecadação, diminui. Números não mentem. https://t.co/b6K79CWotN #Economia #Impostos #Paraguai