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#Impostos

LULA ACABOU COM A TAXA DAS BLUSINHAS !🛒🎉 O Congresso e o Senado acabaram de aprovar a MP do presidente Lula que zera o imposto federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. O texto alivia o bolso de quem compra pela internet e, ao mesmo tempo, cria regras para evitar que o benefício seja usado por grandes importadores para trazer produtos em escala e revendê-los no Brasil. Esse é o governo Lula comprometido com o bolso do brasileiro! #Lula #ComprasOnline #Impostos

Pessoal, deixa eu explicar uma coisa. Político é isso aí. Ele faz amizade com gente rica, leva jatinho aqui, leva jatinho acolá. MAS isso, por si só, não quer dizer corrupção. É chato? É. Mas corrupção — ou seja, dinheiro roubado dos impostos, que já são um roubo, mas enfim — quem tem poder para praticar de verdade é quem está no GOVERNO, no Judiciário ou em posições com poder de decisão. Um deputadozinho entre mais de 500, como o Nikolas, tem um poder muito mais limitado. Aí vem a oncinha do MBL e fala: "Ah, mas então ele fez isso de graça, de bom coração?" Claro que não, meu amigo de sexualidade indecisa. Ele, como todo banqueiro pilantra, está apostando. Dá jatinho para um político, leva deputadas estaduais para camarote no Carnaval do Rio... Ele está apostando, criando relacionamentos. Quem sabe, no futuro, esse pessoal tenha poder e possa ajudá-lo? Isso é muito, mas MUITO, mas MUITO diferente de um ministro do STF, no exercício do cargo, ficar antecipando informações sobre operações policiais; ou de relações envolvendo o chefe da PF, o PGR ou o entorno do presidente da República. É bastante óbvio entender a diferença. #Política #Corrupção #Brasil

🚨URGENTE - Após Reforma Tributária, receita de impostos sobre consumo tem salto de 19% em 2027, mostra proposta de Orçamento https://t.co/WNQrdQAjxH #ReformaTributária #Impostos #Orçamento

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Lembra quando disseram que a reforma tributária não aumentaria os impostos? Pois é. Mentiram para você. https://t.co/0EzFNdxuAT #ReformaTributária #Impostos #Política

Hoje 12h no @programapanico! 🔴 Vou falar sobre juros altos, impostos novos, gastos públicos e a conta que sempre cai no bolso do brasileiro. Mais de 20 anos no mercado financeiro, no Ministério, na Caixa. Sei exatamente onde essa conta vai parar. Bastidores de Brasília, pauta econômica de @flaviobolsonaro e independência financeira pra quem não aguenta mais depender do limite do cartão.Bora! #Economia #Finanças #Brasília

Joesley Batista, um dos controladores da JBS, reuniu-se com Donald Trump no Salão Oval em 20 de agosto, menos de duas semanas atrás. Segundo o Wall Street Journal, defendeu a retirada de uma tarifa de 26% sobre a carne brasileira para baratear o produto nos Estados Unidos. No dia seguinte, Trump anunciou uma cota temporária de 300 mil toneladas por 90 dias, sem a tarifa mais elevada cobrada fora da cota - o jornal afirma que Joesley ajudou a moldar a decisão. A cronologia é irrefutável; reunião no dia 20, anúncio no dia 21 e uma concessão que beneficia o setor liderado mundialmente pela JBS. A JBS está entre as quatro maiores processadoras sob investigação antitruste do Departamento de Justiça americano. Juntas, elas controlam cerca de 85% do processamento de carne bovina nos EUA - o próprio Trump chamou o mercado de “monopólio”. A abertura às importações também revoltou pecuaristas e republicanos, que acusam o presidente de sacrificar o produtor americano. Nove dias depois, em 29 de agosto, André Esteves, do BTG Pactual, passou 45 minutos com Trump em seu clube de golfe. Avisou o Planalto e tratou de energia, minerais críticos, data centers, Venezuela e da eleição brasileira. De volta ao Brasil, Esteves foi jantar com Lula no Alvorada nesta segunda-feira, 31 de agosto. Os irmãos Batista estavam na mesma mesa e já haviam ajudado a articular um encontro entre Lula e Trump. Os dois bilionários reaparecem como pontes informais entre os presidentes, embora não tenham cargo diplomático ou mandato público. Os fatos, revelam um corredor paralelo - procuram Trump, avisam o Planalto, misturam interesses nacionais e privados e retornam ao Alvorada. A conversa de Joesley resultou na redução tarifária; o resultado da missão de Esteves ainda poderá aparecer. Enquanto oligarcas cruzam o corredor Brasília–Washington para reduzir tarifas e ampliar negócios, o brasileiro, do lado de fora, paga impostos, juros e comida cara. Lula governa para quem? #JBS #Trump #Lula

“A Latam paga R$ 2 bilhões de impostos por ano. Com a reforma tributária, vai passar a pagar R$ 6. Não é a Latam que paga, é o cliente que voa com a Latam que vai pagar isso” A DEFORMA TRIBUTÁRIA vai deixar nossa vida ainda mais cara. Agradeça ao LULA 👍 https://t.co/5eAMpLge3B #Impostos #ReformaTributária #Lula

Padre Gilvânio Cardoso, após ser chamado de comunista, respondeu durante a missa às pessoas o que é comunismo. 💬"Comunismo não é ideologia, é economia...e impostos são caixa comum e é do povo.​ Portanto, imposto não é para rachadinha nem para orçamento secreto". https://t.co/ld8RXpTYSX #Comunismo #Economia #Impostos

Six Member States of the European Union, including Portugal, requested a common framework from Brussels to tax the extraordinary profits of oil companies, but the European Commission responded that this responsibility lies with the Member States and is not within its competence. (translated)

Preço sim, imposto não

Na noite desta sexta-feira, 28 de agosto, Flávio Bolsonaro enfrentou 40 minutos de sabatina ao vivo na TV Globo, conduzida por Renata Vasconcellos e César Tralli. Pressionado sobre Daniel Vorcaro, a condenação de Jair Bolsonaro, o 8 de Janeiro, o tarifaço americano e episódios de sua trajetória, manteve o tom e procurou deslocar o confronto do passado para as escolhas de 2026. Sobre os R$ 61 milhões repassados por Vorcaro ao filme “Dark Horse”, afirmou que o financiamento foi privado, sem dinheiro público ou contrapartida política. Ao tratar de Jair Bolsonaro, chamou o processo de farsa e prometeu trabalhar por anistia ainda na transição ou conceder indulto aos condenados pelo 8 de Janeiro. Admitiu ter errado ao dizer que urnas brasileiras foram fabricadas por empresa venezuelana, afirmou que respeitará o resultado eleitoral e previu vitória no primeiro turno. Na crise com Washington, responsabilizou Lula pelo tarifaço de 50%, reconheceu que Eduardo Bolsonaro errou ao agradecer a Donald Trump pelas tarifas e declarou o Pix “sagrado” e “inegociável”. Na economia, prometeu forte ajuste fiscal, redução de ministérios e cargos comissionados, corte de burocracia e impostos e combate às fraudes e à corrupção, sem economizar sobre salário mínimo e aposentadorias. O anúncio da noite veio na Saúde: Claudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein, aceitou o convite para comandar o ministério em um eventual governo Flávio Bolsonaro - uma escolha, no mínimo, questionável - sobretudo pelas medidas restritivas que defendeu durante a pandemia. Flávio finalizou perguntando ao brasileiro se hoje deve mais ou menos, se vive com mais ou menos violência e se espera mais ou menos corrupção após outros quatro anos do atual governo. E resumiu: “Não precisa gostar de Flávio Bolsonaro. Goste de você.” Essa, de fato, é a pergunta incômoda que o povo deve responder: a vida do brasileiro melhorou ou piorou nos últimos quatro anos sob o governo Lula? #FlávioBolsonaro #Eleições2026 #PolíticaBrasileira

PARA ONDE VAI O SEU IMPOSTO? A Câmara dos Deputados, infelizmente, não fiscaliza nada do governo federal e do Poder Executivo. A Esplanada dos Ministérios é um enorme balcão. https://t.co/m0IXXpaWpe #impostos #política #transparência

Empresário: Não gere impostos no Brasil, vá para fora em outro país e venda para o Brasil! ⬇️ #Impostos #Empreendedorismo #Negócios

Se Bolsonaro tivesse sido reeleito em 2022 jamais estaríamos passando por essa quebradeira recorde Desemprego caiu pela metade, redução de impostos, caixas do governo federal e municípios no azul, recorde em abertura de empresas etc Teremos +1 chance agora,com @FlavioBolsonaro https://t.co/JymneTdCOX #Bolsonaro #Economia #Emprego

Bill Gates defends creating a job reserve for humans and taxing robots. Gates criticizes governments and says that countries are not prepared to face the impacts of technology. (translated)

Lula 1w

Tive uma excelente conversa com os presidentes Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado) nesta quarta, no Palácio da Alvorada. Ajustamos as prioridades de pautas para esse período de esforço concentrado no parlamento. Entre elas, a MP da taxa das blusinhas, que referenda o fim da cobrança de impostos federais das pessoas que fazem compras de até 50 dólares na internet, e o fim da escala 6 x 1, de amplo interesse da sociedade, na busca pelo direito a mais tempo para a família e para o descanso. Conversamos também sobre o Marco Legal dos minerais críticos. Queremos garantir que a exploração e a manufatura das chamadas terras raras sejam feitas em nosso país em todas as etapas. Tratamos do Redata, que detalha condições para os Data Centers funcionarem. Duas pautas bem importantes no contexto da nossa soberania, mineral e digital. Falamos também da PEC da Segurança. Com a aprovação dela no Senado, vou criar o Ministério da Segurança Pública e discutir orçamento para que a gente possa contribuir de forma mais efetiva com estados e municípios na prevenção e combate à criminalidade. Fiquei muito feliz porque os presidentes Davi Alcolumbre e Hugo Motta decidiram colocar esses temas em tramitação e votação com a urgência que o país merece. 📸 @ricardostuckert #Política #Parlamento #Soberania

Você está preparado? Deputado Nikolas Ferreira faz vídeo mostrando todos os impostos e mudanças do governo Lula aprovados pela reforma tributária, que vão começar a valer em 2027 https://t.co/tgPSImrpxE #Impostos #ReformaTributária #GovernoLula

A imprensa tradicional, com suas pesquisas, tem um único intuito: eleger Lula. Todos estamos vendo @FlavioBolsonaro se aproximar e ultrapassar Lula e, então, vemos novamente o sistema criando tom de aceitação e neutralidade até onde lhes interessam, sempre, absolutamente, utilizando novas roupagens para dar a nota de legalidade e normalidade democrática, arrefecendo ânimos e criando o clima perfeito para retomarem com as narrativas confundindo o brasileiro então anestesiado propositalmente por eles quando novas diretrizes forem compartilhadas no roteiro da “democracia inabalável”. O entendimento é e continua sendo simples: toda a volta que a organização dá é para que, no fim, sejam validadas as vontades de quem lhes paga bilhões de reais, utilizando o desenfreado aumento dos impostos do povo, que a cada dia ainda pede mais o poder de compra. Sua meta sempre foi e continua sendo enterrar Jair Bolsonaro vivo, mas, para isso, precisam tirar a legitimidade de seus filhos. Não tirem nem ponham: é batata! Junto da “direita permitida”, eles não vão desistir da volta do teatro das tesouras. A prudência e a sofisticação se aperfeiçoam a cada dia! Só o povo tem a força! Não se deixem adormecer, ignorem e não sejam levados por toda ou qualquer um única linha maldosa do sistema! #Democracia #Política #Brasil

🚨SURREAL- Nikolas posta vídeo informando sobre os seis novos impostos e as mudanças promovidas pelo governo Lula que entram em vigor a partir de 2027. Ninguém vai suportar essa carga tributária. Em 2030 estaremos comendo pombos.🤡 https://t.co/YzozjfOyzq #Impostos #Governo #Brasil

🚨URGENTE - Deputado Nikolas Ferreira faz vídeo mostrando todos os impostos e mudanças do governo Lula aprovados pela reforma tributária, que vão começar a valer em 2027 https://t.co/MErWbCnKxn #Impostos #ReformaTributária #GovernoLula