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#Eurostat

The annual inflation rate in the euro area is projected to be 3.3 percent in August, up from 2.9 percent in July, reaching the highest level this year, according to a quick forecast published on Tuesday by Eurostat. Inflation in the euro area was 3.2 percent in May, (translated)

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Onet.pl 2d

Poland achieved the second best result in the European Union in terms of the unemployment rate, which in July was 3.4%, surpassed only by the Czech Republic, despite the number of unemployed increasing in the country by 42,000 over the year. (translated)

Eurostat podał dane o bezrobociu. Polska ma drugi najlepszy wynik w UE

Inflation in the eurozone rose to 3.3 percent in August, the highest level in the last three years, with energy prices being the main factor for the increase, and further interest rate hikes by the European Central Bank are anticipated. (translated)

Inflace v eurozóně zrychluje

Government strategy: Accuracy inflates VAT and surpluses [My statement in response to Eurostat data] Accuracy is a key component of the ND's policy. The new surge in inflation in August comes at a time when the government is advertising reductions. (translated)

Poland recorded the highest monthly price increases in the European Union for both diesel and gasoline in July 2026. Diesel prices rose by 13.4 percent compared to June, and gasoline by 17.2 percent, according to Eurostat data. (translated)

According to Eurostat, Poland topped the list in July for the increase in diesel prices among EU countries. Germany followed with a 12.7% increase in diesel prices, and Greece with a 12.1% increase. Also, in the case of gasoline, Poland ranked. (translated)

Eurostat reported that fuel and lubricant prices for private transport were on average 16.9% higher in July than a year earlier. Price increases in this category were recorded in 25 out of 27 EU countries. (translated)

Did #EU membership bring benefits to your country? (translated)

According to Eurostat data, the annual inflation rate in the euro area was 2.9% in July 2026, compared to 2.8% in June. The year before it was 2.0%. (translated)

Shocking are the latest figures from 🇪🇺 Eurostat regarding young people in Greece. 60% of young people aged up to 35 are forced to live with their parents. ➡️ Out of necessity, not by choice. Because they cannot afford the rent. (translated)

In the second quarter of 2026, the European Union recorded a trade deficit of 21.8 billion euros, the first since 2023, driven mainly by the increase in the deficit in energy products and by imports surpassing exports. (translated)

UE. Primeiro défice comercial desde 2023 no 2.º trimestre

According to Eurostat data, in July our country recorded the highest monthly increase in prices for both diesel and gasoline in the entire European Union! Diesel rose by 13.4% compared to June, and gasoline by as much as 17.2%. @CzarnekP spot on 🎯 (translated)

⚡️🇫🇷INFO -Dans les années 2000, le PIB par habitant en FR était 15% au-dessus de la moyenne de l’UE. Il est passé sous cette moyenne en 2022. En 2025, il atteint 40700 SPA, contre 41600 dans l’UE et 43300 dans la zone euro. La #France est désormais au niveau de Chypre. (Eurostat) #Économie #PIB #France

Based on Eurostat data, Greece is second to last in public spending on education in the EU-27. However, our country also lags in public spending on research and development. They amount to 0.51% of GDP while the average in the EU-27 is 0.69% of GDP. (translated)

Η Ελλάδα δεύτερη από το τέλος στις δημόσιες δαπάνες για την εκπαίδευση. 🔸 3,3% του ΑΕΠ για την Παιδεία στην Ελλάδα. 🔹 4,7% ο ευρωπαϊκός μέσος όρος. 🔹 6,8% στη Σουηδία. Μόνο η Ρουμανία βρίσκεται χαμηλότερα. Τα στοιχεία της Eurostat λένε μια αλήθεια που δεν μπορούμε να αγνοούμε. Στην Αθήνα επιλέγουμε να επενδύουμε στα σχολεία μας με περισσότερους πόρους. Με χρηματοδότηση 75 εκατ. ευρώ από την Ευρωπαϊκή Τράπεζα Επενδύσεων, προχωράμε σε ένα μεγάλο πρόγραμμα αναβάθμισης των σχολικών κτιρίων μας. Η ενίσχυση της δημόσιας παιδείας είναι βασικό κριτήριο μείωσης των ανισοτήτων. Γι’ αυτό και στον Δήμο Αθηναίων, επενδύουμε στους νέους μας. #Παιδεία #Ελλάδα #Επενδύσεις

Novinky 2w

In July, inflation in the EU rose to three percent, with the Czech Republic reporting the second lowest inflation behind Sweden at 1.7 percent, while fuel costs and conflicts in the Middle East drive prices up worldwide. (translated)

Inflace v EU v červenci vzrostla na tři procenta, v Česku byla druhá nejnižší

According to Eurostat data for 2023, public spending on Education, at all levels, in the EU-27, averages 4.7% of GDP. Greece ranks second to last among the 27, surpassing only Romania, with public spending on Education at just 3.3%. (translated)

According to the latest data from Eurostat, 89.3% of Europeans aged 16-29 actively use social media. A few years ago, it was about 83%. Poland, with a result of around 91%, is above the EU average. However, we are still surpassed by the Czech Republic and Finland. (translated)

Eurostat data confirms Poland's good position in relation to the European Union - in June 2026, the unemployment rate according to Eurostat methodology was 3.1 percent - this is the second best result in the EU in terms of the lowest unemployment, right after Bulgaria and the Czech Republic (3 percent). (translated)