BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Produtividade

António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais, afirmou que a construção industrializada pode aumentar a produtividade e triplicar a capacidade de respostas do setor, permitindo realizar o mesmo trabalho em menos horas e enfrentando a escassez de mão de obra de forma mais eficaz, desde que haja investimento em digitalização e um ecossistema industrial adequado. #ConstruçãoIndustrializada #Produtividade #Inovação

Casais: construção industrial pode triplicar capacidade

Sabem o que poderia ser mais DESASTROSO para o Brasil que ser taxado? RESTRIÇÕES DE COMPRAS DE TECNOLOGIA. Se Lula continuar se posicionando como inimigo dos EUA, vai conseguir desconectar o Brasil da maior fonte de inovação e produtividade do planeta. #Brasil #Tecnologia #Inovação

Team Building Bio Leadership Experience . O treino e desenvolvimentos de habilidades de liderança em ambiente natural, reflete um impacto indestrutível no dia-a-dia de trabalho com aumento dos níveis de produtividade e ambiente de trabalho saudável. Saiba mais aqui: https://livingplace.pt/tour/team-building-bio-leadership/

- Living Place Team Building Bio Leadership

O estudo apresentado por Giovanni Peri no Fórum BCE em Sintra refuta a ideia de que os imigrantes comem fatias do bolo econômico, argumentando que, na verdade, eles aumentam o tamanho desse bolo ao serem, em média, mais qualificados que os nativos e ao contribuírem para o crescimento e a produtividade da economia. #Imigração #CrescimentoEconómico #BCE

"Imigrantes não vêm comer do 'bolo', aumentam-lhe o tamanho"

O B-Rural Summit 2026 abordou a importância da agricultura como um futuro viável para os jovens em Portugal, destacando a necessidade de renovação geracional no setor, que enfrenta um envelhecimento da força de trabalho, mas apresenta aumento de produtividade, valorização dos imigrantes e a crescente inserção de novas tecnologias e competências na agricultura. #JovensAgricultores #Agricultura #RenovaçãoGeracional

E se o futuro dos jovens fosse a agricultura?

O calor extremo realmente pode afetar o desempenho cognitivo, tornando as pessoas mais lentas e propensas a erros no trabalho, devido ao esforço fisiológico adicional para se resfriar e à desidratação, além de impactar negativamente a qualidade do sono. #Saúde #Calor #Produtividade

Será o calor o culpado pelos erros no trabalho?

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

*Adolfo Sachsida é o entrevistado de Market Makers* *O GRAVE RISCO QUE ASSOMBRA O FUTURO DO BRASIL* *Market Makers #381* O economista Adolfo Sachsida, ex-Ministro de Minas e Energia e ex-Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia é o convidado de Thiago Salomão no Market Makers, o podcast mais ouvido da Faria Lima. Em pauta: A Selic caiu, mas o juro pode ficar mais caro para empresas, famílias e investidores? No Market Makers, Adolfo Sachsida explica por que a redução da Selic não elimina a pressão sobre os juros futuros - e por que o Brasil pode entrar em uma nova fase de risco fiscal, crédito caro e menor potência da política monetária. Mas o debate vai muito além do Copom. Para Sachsida, o maior desafio do próximo governo não será apenas equilibrar as contas públicas. Será preparar o Brasil para a revolução da inteligência artificial: profissões qualificadas sob pressão, automação, produtividade, educação, renda mínima e um novo mercado de trabalho. Neste episódio, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa conversam com Adolfo Sachsida sobre: -Selic, inflação, juros futuros e dominância fiscal; -Banco Central, credibilidade e política monetária; -O impacto da inteligência artificial em médicos, advogados, programadores e mercado financeiro; -Renda mínima universal e qualificação profissional; -Escala 6x1, produtividade e custo do trabalho; -Projeto Brasil: crédito, energia, burocracia, agro e mineração; -Lula, Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, eleições de 2026 e Argentina de Milei; -STF, segurança juridica, empreendedorismo e o futuro dos investimentos no Brasil. Assista: https://t.co/qaoCq5qeT3 #Brasil #Economia #InteligenciaArtificial

Sou pré-candidata ao Senado por São Paulo e pelo Brasil. Com Lula (@LulaOficial), o Brasil voltou a sonhar. E agora precisamos continuar transformando esse sonho em realidade, ampliando conquistas, enfrentando desigualdades e construindo um país cada vez mais humano e sustentável. Coloco minha experiência a serviço de um projeto que une diferentes forças democráticas em defesa da nossa soberania, do desenvolvimento econômico sustentável e das oportunidades para todos. Uma frente ampla comprometida com o presente e o futuro do nosso país. Estarei ao lado do presidente Lula em sua reeleição e de Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) em sua caminhada rumo ao Governo de São Paulo, trabalhando para que sigamos avançando com responsabilidade, inclusão social e sustentabilidade em todas as suas dimensões - ambiental, socioeconômica e ética. Em São Paulo, precisamos resgatar a vitalidade de um estado que concentra uma enorme rede de talentos, robusta capacidade de investimento, indústria historicamente diversificada e uma agricultura de alta produtividade que dialogam com polos de tecnologia e centros de pesquisa e inovação. Mas essa mesma realidade pujante que já fez de São Paulo a locomotiva do desenvolvimento brasileiro encontra-se estagnada, crescendo menos do que a média nacional e desperdiçando seu potencial. O nosso compromisso é manter o Brasil como liderança ambiental global, cuidando da nossa gente e construindo um país que avança sem deixar ninguém para trás. Contem comigo! #Brasil #Sustentabilidade #Democracia

Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.

O futuro da economia digital em Portugal depende da transformação da infraestrutura digital em significativa adoção empresarial, produtividade e resultados, sendo que o país enfrenta o desafio de alinhar suas competências digitais e digitalização das PME com as metas dos parceiros europeus, conforme destacado no relatório da Comissão Europeia sobre o estado da Década Digital. #EconomiaDigital #TransformaçãoDigital #Portugal

Do Estado digital à economia digital: o nosso próximo salto

O negócio que Portugal fez nos últimos anos foi: exportar pessoas com produtividade do 1o mundo, e importar pessoas com produtividade do 3o mundo e dar-lhes serviços públicos gratuitos de 1o mundo. #Portugal #Migração #Produtividade

O artigo destaca que a enxaqueca é uma doença frequentemente desvalorizada, conforme alertam o neurologista Henrique Delgado e a paciente Isabel Pireza, que enfrentou anos de sofrimento até alcançar um diagnóstico adequado, ressaltando o impacto significativo dessa condição na qualidade de vida e na produtividade econômica. #Enxaqueca #DorCrônica #SaúdeNeurológica

A enxaqueca ainda é uma doença desvalorizada

A nova discussão nas universidades gira em torno da regulação da inteligência artificial, que é vista não apenas como uma ferramenta de produtividade, mas como uma tecnologia que afeta a justiça, a autonomia e a forma como os alunos aprendem, levando a uma necessidade urgente de adaptar o ensino ao novo contexto. #InteligênciaArtificial #Educação #Universidades

A nova pergunta da universidade

O governo português estima que a criação da Prestação Social Única poderá gerar uma economia de mais de 3 milhões de euros anuais, ao unificar três sistemas informáticos distintos, enquanto a Ministra do Trabalho critica a recente rejeição da reforma laboral como uma oportunidade perdida para o país avançar nas questões de salários e produtividade. #Notícias #RádioObservador #SegurançaSocial

As notícias das 4h

A SPACEX NUNCA SAIRIA DO CHÃO NA ESCALA 5X2 👇🚨 O IPO da SpaceX é uma lição prática contra os teóricos de gabinete. Elon Musk criou 4.400 milionários em um dia. E não são banqueiros. São soldadores, mecânicos e funcionários da cantina que receberam ações por 20 anos. Quem arriscou e trabalhou, colheu. ​Casos como o do soldador Juan Hernandez, imigrante mexicano que embolsou US$ 880 mil, ou de Trevor Hise, que já pode se aposentar aos 37 anos com US$ 13,5 milhões. A verdadeira ascensão social vem da geração de valor e do livre mercado, não de decretos estatais, @ErikakHilton ​Enquanto a política insiste no ressentimento e na divisão da miséria, o capitalismo real enriquece quem de fato aperta o parafuso e entrega resultado. Vc acha que consegue construir algo assim trabalhando menos? O regime de trabalho na SpaceX sempre foi conhecido por ser extremamente intenso, focado em alta produtividade e com uma cultura de dedicação total, operando sob as regras do mercado de trabalho dos Estados Unidos. A dinâmica profissional da empresa se estruturava em torno dos seguintes pilares: 1. Carga Horária Elevada A SpaceX adota uma cultura de "ritmo de startup", mesmo sendo uma gigante do setor aeroespacial. Equipe de Engenharia e Desenvolvimento: de 60 a 80 horas semanais (ou mais, dependendo da proximidade de lançamentos e testes) Chão de Fábrica (Mecânicos, Soldadores e Técnicos): O regime costuma envolver escalas de turnos longos (como 12 horas por dia), muitas vezes incluindo fins de semana e trabalho noturno para manter as linhas de produção e as plataformas de lançamento operando 24/7. 2. Contratação e Isenções (Padrão Americano) Nos EUA, a legislação trabalhista divide os funcionários principalmente em duas categorias, e a SpaceX utiliza ambas intensamente: Exempt (Isentos de Hora Extra): Engenheiros, designers e gerentes recebem um salário fixo anual. Eles não ganham por hora trabalhada, o que significa que as jornadas de 70 horas semanais não geram custo extra direto de salário para a empresa. Non-Exempt (Não Isentos): Técnicos, soldadores e pessoal de suporte operacional que recebem por hora trabalhada. No caso deles, as horas que ultrapassam a jornada padrão de 40 horas semanais são pagas como hora extra (*overtime*, geralmente com valor 50% superior à hora normal). 3. Modelo de Remuneração: Salário Médio + Ações Esse é o ponto central que explica o enriquecimento dos funcionários citados no texto anterior: Salário base: Historicamente, a SpaceX pagava salários fixos que ficavam na média ou um pouco *abaixo* do mercado aeroespacial tradicional (como Boeing ou Lockheed Martin). Compensação em Equity (Ações): Para atrair e reter talentos dispostos a encarar a rotina exaustiva, a empresa distribuía pacotes de opções de ações (*Stock Options*) ou unidades de ações restritas (RSUs) para praticamente todos os níveis de funcionários. 4. Flexibilidade Contratual (At-Will) Como a maior parte das empresas privadas nos EUA, os contratos são baseados no regime de *At-Will Employment*. Isso significa que o funcionário pode pedir demissão a qualquer momento, e a empresa também pode demiti-lo sem necessidade de justa causa ou aviso prévio longo, baseando a permanência estritamente na entrega de resultados e na adaptação à cultura de alta pressão. Em resumo, o regime na SpaceX funciona como uma balança de alto risco e alta recompensa: exige-se um nível de entrega física e mental muito acima do mercado tradicional, mas oferece-se, em troca, a oportunidade de participação direta na valorização da empresa — o que acabou transformando os funcionários operacionais em milionários. A esquerda quer te convencer a trabalhar menos, com a desculpa de que vc precisa ter maos qualidade de vida. Na verdade, ela só quer te empobrecer para te dominar. #SpaceX #Capitalismo #ElonMusk

Observador Jun 13

O salário médio em Portugal está cada vez mais próximo do salário mínimo, indicando uma compressão salarial que poderia ser evitada com um aumento da produtividade, conforme apontam economistas que sugerem a implementação de políticas para estimular a atividade econômica e alinhar os aumentos salariais com os ganhos de produtividade. #SalárioMínimoNacional #CompressãoSalarial #Produtividade

Salário médio só aumenta com aumento de produtivide
Observador Jun 12

Portugal enfrenta o desafio de acelerar a transformação do conhecimento, talento e experiência em novas oportunidades e soluções, visando uma verdadeira Ignição de Inovação que permita maximizar o impacto econômico e social e reduzir a distância em relação aos líderes europeus em inovação e produtividade. #Inovação #Portugal #Tecnologia

Ignição de inovação: o próximo desafio português
Observador Jun 11

O artigo de Manuel Sacramento discute como a ineficiência e a morosidade dos pagamentos do Estado a empresas, especialmente no setor de segurança privada, se tornaram um obstáculo à produtividade e competitividade em Portugal, revelando que muitas vezes são essas empresas que acabam por financiar o Estado, enquanto enfrentam dificuldades financeiras e burocráticas. #Produtividade #Estado #SegurançaPrivada

Produtividade e competitividade: o Estado-obstáculo

☢️Reflexão da Cooperativa: shame on you RTP🤡 A RTP conseguiu fazer da economia portuguesa uma espécie de aula de matemática dada com régua partida. O Banco de Portugal fala da aproximação do salário mínimo ao salário mediano; a RTP das Marrafas acha que é igual ao salário médio. Até parece coisa para simplificar a inguagem, mas não. É a diferença entre perceber o país e vender nevoeiro ao povo escudada no serviço público. É gravíssimo. ➡️➡️Eu explico. O salário médio é uma conta de merceeiro simples, soma-se tudo e divide-se por todos. Sabem aquilo do frango, o socialista come um, tu nenhum, em média o socialista e tu comeram meio frango. O salário mediano é outra coisa, é o trabalhador que está exatamente a meio da fila. Metade ganha mais, metade ganha menos. É com o salário mediano que se percebe a carne viva deste país. E o que o Banco de Portugal está a dizer é simples, o salário mínimo já está perigosamente encostado ao salário do meio. Entenda-se, estamos a construir uma economia onde subir na vida compensa cada vez menos. O trabalhador que estudou mais, nadou na m@rda e chegou à tona, aprendeu a fazer coisas que outros não fazem e produz mais valor olha para baixo e vê o salário mínimo a subir-lhe pela perna acima, tipo inundação de cave. Não é solidariedade camaradas, é infiltração. Os socialistas aparecem de braçadeiras a anunciar justiça social, mas não é. Eu explico. ⚠️Claro que aumentar salários baixos parece sempre bonito. Quem é que é contra alguém ganhar mais? Só um monstro, fãncista, de extrema-direita, cheio de discurso de ódio. Certo? Epá, não. O problema é que a economia não vive das boas intenções do Raimundo e companhia. Vive de produtividade, mérito, escala, investimento, responsabilidade e diferenciação. Quando o salário mínimo sobe por decreto acima da capacidade real da economia, não nasce riqueza. Nasce compressão. O chão sobe, mas o teto não acompanha. Resultado: o quarto fica mais baixo para todos. Dentro de uma empresa, isto é veneno de efeito retardado, mas fatal, sem antídoto. O tipo que faz o mínimo obrigatório vê o seu salário subir porque o Estado mandou. O que trabalha melhor, resolve problemas, vende, segura clientes, e carrega a casa às costas fica a ver a diferença a encolher. O que o patrão tem de pagar a mais aos medíocres por lei, é o que sobre de menos para premiar os melhores. É a lógica socialista no seu melhor, portanto, entenda-se no seu pior. Não criar mais degraus para as pessoas subirem, mas serrar os degraus que ainda existem para ninguém parecer estar demasiado alto. Chama-se redução da desigualdade; na prática, muitas vezes, é uma mera redução da ambição. O socialismo adora uma boa sociedade plana. ➡️➡️Não por justiça, mas porque a planície é mais fácil de governar. Pessoas sem grande diferença entre esforço e recompensa tornam-se dependentes da próxima decisão política, do próximo aumento administrativo, da próxima esmola com carimbo de progresso.⬅️⬅️ Isto lembra-me muito aquele velho exemplo da turma em que se decide dar a todos a nota do melhor aluno. No primeiro dia, os piores celebram, os medianos respiram de alívio e o melhor aluno ainda acredita que aquilo é só uma experiência pedagógica parva. Na segunda ronda, o melhor aluno estuda menos. Na terceira, os medianos percebem que também não vale a pena. Na quarta, já ninguém quer saber. A média da turma não sobe; desce a exigência. O professor fica muito satisfeito porque acabou com a desigualdade nas notas. Mas também acabou com o incentivo para aprender. Nos salários é igual. Se o trabalhador menos produtivo é empurrado para perto do trabalhador mediano por decreto, passa a haver uma distorção. Ou sobem os preços, ou esmagam margens, ou congelam carreiras, ou contratam menos, ou deixam de diferenciar quem merece. O mérito passa a ser redistribuído, não pela criação de valor, mas pela compressão administrativa da tabela salarial. ⚠️Camaradas, durante anos vendeu-se a fantasia de que bastava aumentar o mínimo para enriquecer o país. É o truque do ilusionista pobre, o salário mínimo sobe, a mediana fica logo ali pertinho, a classe média leva com mais uma pazada de cal em cima e o regime proclama vitória porque reduziu a distância entre pobres e remediados. Também podemos achar que é melhor assim porque somos todos medíocres e não merecemos mais, mas prefiro não acreditar nesta teoria. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Economia #Salário #JustiçaSocial