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#Tecnologia

Guillermo Gauna-Vivas's article advocates for the decentralization of knowledge and technology as means to promote social innovation and empower communities, rather than perpetuating a paternalistic and restrictive view of aid. (translated)

Descentraliza tu conocimiento

The article analyzes how the 'chip war' and tariffs have created a new iron curtain between the United States and China, transforming geopolitics and the digital economy by integrating technology, especially semiconductors, as a fundamental strategic resource. (translated)

El nuevo telón de acero: la 'guerra del chip' y los aranceles levantan la frontera tecnológica del siglo XXI
Guaxi 12h

@alecomentts E ela foi gentil já colocando IA pra fazer o q devia ser usado Tem uns botam em branco pra inserir uma coisa muito aleatória no texto pra pegar os espertinhos, ou melhor, burrinhos que sequer ler o q IA gerou #InteligênciaArtificial #Tecnologia #Inovação

Nvidia's new DLSS 5 technology is revolutionizing social media by transforming video game graphics into hyper-realistic scenes, generating both fascination and criticism among users. (translated)

La nueva IA de Nvidia inunda las redes sociales al convertir los videojuegos en escenas hiperrealistas

Russia secretly helps Iran develop supersonic cruise missiles. Leaks reveal the program behind one of the most significant technology transfers. (translated)

Una conversación con Rafael Correa sobre el progresismo latinoamericano en lucha contra la injusticia social por la sociedad del conocimiento y de pie contra el tecno fascismo https://t.co/uj7AIFxurl #Progresismo #JusticiaSocial #Tecnología

Mykhailo Fedorov, consultant to Minister Crosetto, announced the founding of a new military technology company together with Alex Karp, CEO of Palantir, with the ambition of transforming the defense industry and improving global security. (translated)

Fedorov, consulente del ministro Crosetto, fonda una società di tecnologie militari con il ceo di Palantir: “Cambierà il mondo”

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

🚨 US PRESSURES G20 AGAINST AI REGULATION 🇺🇸 At a G20 summit in Chapel Hill, White House technology advisor Michael Kratsios proposed the so-called "Carolina Principles": generic rules that avoid treating artificial intelligence as a technology. (translated)

The article discusses whether artificial intelligence is atrophying our minds, arguing that the problem lies more in the absence of an education in critical thinking rather than in the technology itself, which can amplify existing skills but not create them independently. (translated)

L’intelligenza artificiale sta davvero atrofizzando le nostre menti? Ho chiesto il parere di Claude

🚨 ANUNCIO OFICIAL 🚨 Calvin Harris, Sean Paul y Deorro llegan a la CDMX para protagonizar: THE LINEUP, tres noches de música que tomarán el Museo Nacional de Energía y Tecnología (MUNET), en pleno Bosque de Chapultepec. 🔥 🎧 29 de octubre — Sean Paul + Deorro 🎧 30 de octubre — Calvin Harris 🎧 31 de octubre — Calvin Harris 🎫 Fechas de Preventas + Registro 🎫 El registro para la preventa de Calvin Harris en Ciudad de México para las fechas del 30 y 31 de octubre inicia el Martes 1 de Septiembre a las 11:00 AM Registro disponible en: https://t.co/HNf4U1jtn5. La venta de boletos al público general comenzará el Martes 8 de Setiembre a las 12:00 PM en https://t.co/cL9hTp3mgd. El registro para la preventa de Sean Paul y Deorro en Ciudad de México para la fecha del 29 de Octubre inicia el martes 1 de Septiembre a la 1:00 PM Registro disponible en https://t.co/qiN4EZMxaj. La venta de boletos al público general comenzará el Martes 8 de Septiembre a las 2:00 PM en https://t.co/4TjVBN61WH. 🎟️ Precios de Boletos en Breve 🎟️ #CalvinHarris #SeanPaul #Deorro #NPULive #MUNET #CDMX #Concierto #Concierto #Music #Música #México #Fest #Festival #EDM #ElectronicMusic #AILOVIUTL #TheLineup #TheLineupCDMX #CDMX #Concierto #Música

The doctors of Trento protest against the malfunctioning of healthcare software, claiming that technology, instead of facilitating patient care, hinders their work. (translated)

“La tecnologia ci impedisce di curare i pazienti”: sit-in di protesta dei medici contro i malfunzionamenti nei software sanitari a Trento

The Zeekr 7X, an electric SUV with 650 horsepower capable of accelerating from 0 to 100 km/h in 3.8 seconds and a range of 550 km, represents the pinnacle of Chinese automotive technology and offers superior performance compared to combustion vehicles. (translated)

Zeekr 7X, lo stato dell'arte della tecnologia elettrica: un Suv con 650 cavalli, 0-100 in 3,8 secondi, 550 km di autonomia

Bosch has started autonomous driving tests in China with level 3 systems capable of managing vehicles at 120 km/h in real traffic, allowing the car to take control without the constant supervision of the driver under certain conditions. (translated)

Bosch ensaya la conducción autónoma a 120 km/h en tráfico real

The United States has unveiled the new lethal drone Wildfire, which can carry four AGM-158C missiles and has a range of 18,500 kilometers, as part of its Massive Modular Aircraft program to adapt to the demands of modern warfare. (translated)

EEUU tiene nuevo dron letal: transporta hasta cuatro misiles y tiene un alcance de 18.500 km

O Farmácia Popular também avançou em nosso governo. Antes você pagava parte do medicamento, agora não paga nada. E em São Paulo vou criar o Farmácia Popular Móvel, com entrega para quem tem dificuldade de buscar seus remédios, inclusive medicamentos de alto custo. É preciso dar uma organizada geral na saúde de São Paulo: integrar o sistema, usar tecnologia e fazer a fila andar. #HaddadNoRodaViva #Saúde #FarmáciaPopular #SãoPaulo

Desst3 3d

Que os pareció el DLSS como se veía? Mi opinión es que el entorno y los sombreados de coches etc es la polla las caras me chirría un poco más y el rendimiento baja considerablemente https://t.co/D18rVAxvTG #DLSS #Videojuegos #Tecnología

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The article discusses how the invisible watermark introduced by Anthropic in its AI model Claude has generated concern and comparisons to historical persecutions, while many experts believe that this only represents the beginning of the normalization of collaboration between humans and technology in content creation. (translated)

¿A quién le preocupará la IA cuando todo esté hecho con IA? "Se entenderá como una colaboración entre los humanos y la tecnología"

🚨 EXCLUSIVO: Osmar Stabile, enfrenta um inesperado problema tecnológico que pode estar atrasando o andamento das conversas envolvendo a SaFiel. Segundo informações, o mandatário teria esquecido a senha de acesso do Gmail e, por esse motivo, ainda não conseguiu visualizar o e-mail que foi enviado na tarde desta segunda-feira. #Tecnologia #Notícias #SaFiel

The City Council of Seville has presented Sevilla NODE, an innovative tourism management project that will use a digital twin and advanced technologies to monitor events in real time and diversify tourism in the city, thus facilitating the planning and evaluation of visitor influx. (translated)

Sevilla monitorizará los eventos en tiempo real para evitar concentraciones y diversificar el turismo