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#Universidades

Científicos de las universidades Politécnica de Valencia y Surrey han demostrado que el calentamiento por microondas de las piedras lunares puede facilitar la construcción de infraestructuras en la Luna sin necesidad de transportar materiales desde la Tierra, lo que representa un avance significativo para la sostenibilidad de futuras misiones lunares. #Luna #ConstrucciónEspacial #Microondas

Demuestran cómo usar piedras en la Luna para construir sin llevar material de la Tierra

É possível encontrar declarações de Camilo Santana por aí sobre vários temas -- até sobre PIX, tarifas. Ele só não fala sobre o desastre na Educação, área que comandava no governo Lula da Silva. A população quer saber onde estão as creches, por que as unidades escolares não ficaram prontas, as universidades e institutos não saíram do papel, como fica a grade curricular desmontada, o motivo de acabar com escolas cívico-militares? Sobre esses assuntos, o petista não fala. #Educação #CamiloSantana #PIX

A Dinamarca vai banir o uso da burca nas escolas e universidades para impedir o aparecimento de “sociedades paralelas” no país. Outros países, como França e Portugal, também têm leis nesse sentido. Praticamente todos os países europeus estudam aplicar leis proibindo ou limitando severamente o uso da burca. #Dinamarca #burca #liberdadedeexpressão

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Julián Garde, recién elegido presidente de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas, advierte sobre la escasez de plazas en las universidades públicas, lo que impide que muchos estudiantes con altas calificaciones accedan a sus carreras deseadas, y señala la necesidad urgente de un incremento de la financiación estatal para solucionar esta crisis. #Universidades #EducaciónPública #NotasDeCorte

Julián Garde, presidente de los rectores: "Alumnos con nota altísima no entran en lo que piden en la universidad pública porque no podemos ofertar más plazas"

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Según Susanna Griso, las universidades de las hijas de Pedro Sánchez cuestan más de lo que ganan él como presidente y su mujer. La pregunta es muy sencilla: ¿de dónde sale el dinero? 🤔 https://t.co/XGHJi43Kc8 #Educación #Finanzas #Política

Susana Griso: "¿Quién paga la universidad privada de la hija en Londres? Es una de las más caras del mundo. Cuestan juntas, las universidades de las 2 hijas, más de lo que gana él y su mujer" ¿Con dinero de las saunas, con los viajes de ella a Dominicana? https://t.co/W2rXaSxDCa #Educación #Universidad #Finanzas

O artigo de José António Rodrigues do Carmo discute como a atual guerra travada nas universidades e na cultura é uma batalha ideológica silenciosa, que usa bolsas de estudo e discursos enganosos para influenciar jovens a rejeitar os valores das sociedades livres, substituindo-os por uma nova agenda que desacredita a liberdade de expressão, os direitos humanos e as instituições democráticas. #GuerraCognitiva #Universidades #LiberdadeDeExpressão

A guerra que se senta à mesa com bolsa de estudo

Los que se posesionan en la casa de Nariño el 7 de agosto le dicen derrochar a haber aumentado un 56 por ciento el presupuesto de las universidades públicas y gratuitas. Es la mejor inversión que un gobierno puede hacer en una sociedad Anuncian ya su recorte para pagar un déficit que ellos mismos configuraron al hacer un subsidio a la gasolinan por 70 billones de pesos creados por el mismo futuro vicepresidente Restrepo siendo ministra de hacienda de Duque. Ellos.mismls vrearonnel déficit al hacer subsidio para ricos connel crédito del FMI que pagamos y después los megarricos se negaron a devolver ese dinero para pagar un pequeño impuesto a la sociedad. Quiere que el pueblo trabjador pague el déficit que ellos mismos hicieron. Nosotros le pagamos toda la deuda y no la dejamos crecer apesar que subieron la tasa de interés No votaron por los de nunca votaron por los de siempre y con las mismas de siempre y echaron a los de nunca del gobierno de Colombia. La resistencia juvenil a ese desafuero contra el derecho a la educación debe comenzar vin organización más unida y profunda que antes. Recuerden la violencia mata las multitudes las multitudes crecen en la paz y la alegría pero deben ser contundentes. La guerza por la vida y la libertad es la fuerza mayoritaria de Colombia La juventud universitaria y la juventud barrial y rural que aún no puede estudiar.a preparar la lucha por la vida y la luz del saber. No dejemos cerrar la luz del conocimiento a Colombia por oscurantistas que quieren es volver esclavo el pueblo trabajador El 20 de julio a gritar independencia nacional en todas las plazas públicas del país #EducaciónPública #Juventud #Resistencia

Siempre me han querido callar y censurar porque temen mi palabra sea escrita sea hablada Así fué cuando hice los debates de Banpacífico y la urbanización en Guaymaral, miren lo que pasa hoy con la desvalorizacion de costosas propiedades en Chía y norte de Bogotá. Fue así cuando hice el debate del narcoparamilitarismo y la toma de la cúpula de la fiscalía de Luis Camilo Osorio. Sigue libre, pero los paramilitares confesaron que las listas de asesinados se hacían en la cúpula de la fiscalía que pasaban al DAS de Noguera y ellos, funcionarios públicos, se encargan de asesinar. Uno de los asesinables era yo y No me fui a tomar whisky con Castaño sino a defender mi vida y retarlo a la paz, el que los asesoró y muy mal, fueron otros entre ellos Abelardo y Lucio Lo mismo dijeron cuando hice durante 10 años los debates sobre la relaciones de los narcoparamilitares y el poder político regional, región por región, con nombres propios de senadores que se sentaban a mi lado y que me miraban con odio porque descubrí que eran asesinos y genocidas y hacían las elecciones comprando votos con el dinero del narcotráfico, y después asesinaban a los electores Todos fueron a la carcel, el 35% del senado de la República. Me dijeron hasta payaso y me buscaron para asesinarme. Ahora sus herederos quieren que me extraditen para callarme. Cómo los vampiros no aguantan la luz de la verdad. Y también hice el debate sobre la existencia de las interferencias telefónicas a los magistrados de la corte suprema de justicia que apresaron a los senadores del narcoparamilitarismo. Y descubrí que también me habían interceptado a mi usando mi escolta del DAS, y seguían a mis hijos de 8 y 9 años de edad y a mi padre y esposa, y mi familia tuvo que desperdigarse por el mundo. Y fuí el que hizo el debate de como Néstor H Martínez entrampó la paz que hizo Juan Manuel Santos, su amigo. Alguien dio la orden desde el extranjero de hacer trizas la.paz y los entrampados débiles de ideas volvieron a las armas y así seguimos hoy con armas del puro narcotráfico matando colombianos. Y como me atrevo a cambiar muchas cosas en favor del pueblo y no de los que han ensangretado al pueblo desde el estado y han permitido su condición humillada y casi esclavizada en las jornadas de trabajo y levanté a millones que ahora tienen conciencia y no están dispuestos a perder sus derechos, entonces quienes deberían escribir estos debates como periodistas pero que tienen que pensar como los dueños de los medios de que son los hombres más ricos del país, y han regresado al poder pero usando lo peor de la sociedad colombiana con tal de no elevar salarios ni pagar pensiones y seguir haciendo negocios sobre el pueblo y con el dinero público, entonces quieren desaparecerme de la historia como hicieron con Bolívar, hasta llaman terrorista sus banderas y quieren echar su espada a la basura, o como hicieron con José María Melo el indígena que se hizo presidente con el apoyo de los obreros artesanos bogotanos y era el último general del ejército del Libertador y luchó al lado de Bolívar, o como hicieron con el presidente Nieto porque era negro y había decretado la libertad de los esclavos en Cartagena. Yo también soy de los emancipadores y no de los esclavistas y fuí Aureliano comprometido con la Paz y me rodearon mariposas amarillas de mi pueblo en la presidencia y saque a 7 millones de la pobreza y la pobreza extrema y reduje el hambre del pueblo y elevé el nivel de vida de todos y de todas y abrí universidades gratuitas para el pueblo y repartí centenares de miles de héctareas al campesinado y logré que muchos bebes vivieran cuando antes, por descuido estatal, morían y puse a brillar a Colombia en el mundo y llegaron millones de turistas a conocer el pais de la belleza y no me.arrodille a genocidas, y ante el poder de los misiles opuse mi.palabra y logré cosas como que no cayeran misiles en mi patria cuando habían caído en la patria de Bolívar. Y por todo eso quieren que desaparezca. #LibertadDeExpresión #Justicia #DerechosHumanos

Rentas. 2w

Hola, ya hicieron la marcha en contra del Sr Daniel Rojas Medellin por: - Nombrar a su novia en el Ministerio de Educación. - Darle título de economista a Simón Gómez Azza sin serlo y nombrarlo asesor con un título falso. - Presentar una tesis que ni conocía en la Nacho. - Utilizar la cartera de Educación para llevar a sus asesores de viaje. - Prometer 100 universidades y no entregar nada. Si protestan por eso o no? #Protesta #Educación #Corrupción

El Gobierno español lleva hasta dos años sin evacuar a 33 estudiantes palestinos admitidos en universidades españolas, mientras otros países han realizado evacuaciones exitosas, lo que ha generado desilusión y desesperanza entre estos jóvenes que anhelan poder acceder a su formación académica. #Gaza #EstudiantesPalestinos #UniversidadesEspañolas

El Gobierno lleva hasta dos años sin sacar de Gaza a 33 estudiantes palestinos admitidos por universidades españolas

O artigo de Raul Fangueiro explora como o conceito de dual-use, que refere tecnologias com aplicações civis e militares, pode ser fundamental na reinvenção do ecossistema de inovação europeu ao promover uma colaboração mais estreita entre universidades, startups e o setor de defesa, num contexto onde a inovação estratégica cada vez mais surge fora dos tradicionais sistemas militares. #DualUse #Inovação #Tecnologia

O dual-use e a reinvenção do ecossistema de inovação europeu

El jefe del Consell, Juanfran Pérez Llorca, anunció una inversión de 100 millones de euros para impulsar la Alianza Valenciana por la Defensa y la Seguridad, que busca coordinar esfuerzos entre el gobierno, empresas y universidades para desarrollar capacidades industriales en inteligencia artificial, ciberseguridad y comunicaciones, con el objetivo de posicionar a la Comunidad Valenciana como líder en el sector de defensa a nivel europeo. #Defensa #ComunidadValenciana #InversiónIndustrial

Llorca avanza una inversión de 100 millones de euros para impulsar el sector de la defensa

Sei que os estudantes chineses têm de pagar mais nas universidades europeias (…), mas deveria haver uma diferença para os parceiros. E isso é algo que estamos a negociar

UE quer propinas mais baixas para estudantes no Reino Unido
observador.pt

El Tribunal Supremo de EE.UU. confirma la prohibición de que las mujeres transgénero compitan en deportes femeninos en colegios y universidades, lo que representa una victoria para los conservadores en la lucha cultural del país y permite a varios estados implementar estas restricciones basadas en el sexo asignado al nacer. #Transgender #DeportesFemeninos #SupremoEEUU

El Supremo de EE.UU. avala prohibir a las mujeres trans competir en deportes femeninos en colegios y universidades

El Tribunal Supremo de Estados Unidos ha respaldado la prohibición de que las personas trans compitan en equipos femeninos en colegios y universidades, avalando leyes de varios estados que limitan la participación de deportistas transgénero en deportes femeninos, en concordancia con la agenda política del expresidente Donald Trump. #DerechosTrans #Deportes #TribunalSupremo

El Supremo de EEUU avala prohibir a las personas trans competir en equipos femeninos en colegios y universidades

Si este malparido se hubiera preocupado mas por su “ pueblo “ y menos por sus cirugías estéticas, sus mozas , sus rumbas y sus viajes …tal vez le hubiera alcanzado para hacer un par de universidades y haber hecho siquiera un metro de la línea férrea de su tren elevado. Malparido! #Política #Corrupción #Educación

PRECISAMOS RESGATAR NOSSAS UNIVERSIDADES! Auxílio de R$ 32.890 para a realização do estágio técnico-científico de 90 dias no exterior… Tudo isso para IMPOR mais IDEOLOGIA nas universidades. https://t.co/CZrhgDT2Mu #Educação #Universidades #Ideologia

A decisão da União Europeia de adiar uma cimeira prevista para julho com o Reino Unido, após a demissão do primeiro-ministro Keir Starmer, gerou irritação em Londres, que estava entusiasmada com o progresso nas negociações, incluindo possíveis reduções nas propinas para estudantes da UE nas universidades britânicas. #ReinoUnido #UniãoEuropeia #Starmer

Reino Unido "irritado" com decisão da UE de adiar a cimeira