The author responded to the comparisons between violence in France and the student uprising of May 1968, stating that the key word was "disintegration." https://t.co/l1wKVHeymV #França #Máio68 #Desintegração (translated)
The author responded to the comparisons between violence in France and the student uprising of May 1968, stating that the key word was "disintegration." https://t.co/l1wKVHeymV #França #Máio68 #Desintegração (translated)
The author stated that Miguel Morgado would explain the alleged maneuvers of Pedro Sánchez in Spain and sarcastically remarked that this was called democracy. https://t.co/IVjNYpUuUO #Democracia #Espanha #Política (translated)
Ainda a propósito da publicidade à casa de apostas NOVIG com a Sidney Sweeney, masterpiece, by Rodrigo Moita de Deus. 👑 Eventualmente teremos aqui a validação da teoria da ferradura..... https://t.co/ICGZzz7ePF #publicidade #apostas #SidneySweeney
Eu até ia escrever hoje sobre o Pedro Passos Coelho, mas a Teresa Nogueira Pinto antecipou-se, e disse bem melhor esse qualquer coisa que eu ia escrevinhar. Portanto, é ver e ouvir. Todos os sábados à noite na SiC Notícias, é fazer como a Bárbara, que também não perde 1.👑 https://t.co/YRB7HNb5KO #Política #Portugal #Notícias
🪞💅🏻🎀O mundo precisa de mais Kikos Hots. Primeiro porque o que eu mais vejo por aí é gente que não sabe aplicar um rimmel convenientemente. Depois porque é uma joia de moço. Um daqueles seres humanos que nos fazem olhar para nós próprios e pensar, olha, f@da-se, eu podia ser 1 gajo melhor. O Kiko não se vende por dinheiro. E isto é um pilar moral importante. Ou, vá, não se vende a determinado dinheiro. Há dinheiros e dinheiros. Há dinheiro com mau carácter, dinheiro facho, dinheiro pecaminoso, dinheiro que cheira mal. E depois há dinheiro inclusivo, sustentável, e que provavelmente separa o lixo e tem um coraçãozinho na bio do Insta. Quando lhe ofereceram 3 mil paus para fazer pub a um casino online ilegal, o Kiko mostrou a proposta e recusou. Porque o São Kiko is hot não se vende, nem dá segundas oportunidades. Ponto. São Kiko seleciona parceiros. Oh pois. Só parceiros com elevado grau de pureza moral. ⚠️Ainda há dias estava numa campanha do ActivoBank a explicar-nos como domiciliar o ordenado. "ordenado activo is hot". Bom, conto com o Kiko hot para garantir a saúde financeira dos nossos bancos, que é muito importante. Não podemos deixar cair o Activo, nem nenhum outro banco. Olha, e até ontem, 12/9, o nosso moço de valores supra subiu ao palco Continente, na Praça do Comércio, para um DJ set numa festa promovida pelo Continente. A grande distribuição precisa de um Kiko em cada caixa, para garantir que o preço do cabaz alimentar não sobe. ⚠️Também esta semana, perante o memorial das quase três mil pessoas assassinadas nos atentados, Kiko resolveu introduzir Gaza na equação. Enquanto recordamos aquelas meras 3 mil vítimas, em Gaza morreram 73 mil crianças e mulheres, e que até já foram bem mais, mas não lhes damos a mesma importância. A importância dos mortos, diz Kiko hot, depende muito da cor da pele. Por isso é que o Kiko hots sabe o nome destas 73 mil crianças e mulheres, como já soube quando eram mais de 100 mil. Algumas dessas provavelmente até o seguiam no Insta e tudo. Relações pessoais, humanas, ligações para a vida. Olha Israel? Recusou inclusivamente uma viagem paga pela embaixada israelita, porque estes são maus. Só para verem o grau de pureza moral do Kikinho hottie. ⚠️Só foi chato quando lhe palmaram o iPhone mesmo ali debaixo do nariz. Ficou f@dido. Teve pena, porque era seguramente alguém de muito carenciado, mas na dúvida, chamou a bófia, só para garantir que o c@brão apodrece no xadrez até ao último dos seus dias com comida e roupa lavada, coitado. F@da-se, o iPhone do Kiko é instrumento de trabalho, c@ralho, com o ganha pão não se brinca. Camaradas, o Kikão é o produto perfeito do nosso tempo, o influencer que transborda autoridade moral, uma padre sem batina, mas com eyeliner, assessoria profissional e tabela de preços. Vende bancos, atua para os supers, faz festivais, campanhas e publicidade, mas conserva cuidadosamente no escaparate uma persona situada alguns centímetros acima do resto de nós. Ou seja, ele não trabalha com marcas. As marcas é que têm a honra de colaborar com os seus valores. Ele não tem opiniões políticas. Tem princípios. Ele não faz conteúdo sobre tragédias. Dá voz aos que não têm voz. O mundo seria certamente um lugar melhor se cada um de nós acordasse de manhã, se maquilhasse convenientemente, olhasse ao espelho e perguntasse: "Que injustiça vou combater hoje?" E, logo a seguir: "Quem é que patrocina?" Por outro lado, a indústria de cosméticos vale anualmente mais de 350 mil milhões de dólares, e isso dava para matar a fome toda no mundo, por isso não sei, talvez possamos combater sem maquilhagem. Fica a dica, Kikão. o dono da cooperativa Vídeo in Youtube KikoisHot #KikoHot #Influencer #PurezaMoral
Alguém com 2 dedos de testa na redação da TVi devia ter olhado para esta tabela "Potencial de voto" e dito: - Isto é só estúpido, não vai para o ar. Mas não, orgulhosos da descoberta, dizer-nos que a Mariana e o Pinto (0,68%) têm mais potencial de voto do que o Ventura.☠️ https://t.co/lFnSVgy03S #Política #Eleições #TV
Olha, o Miguel Morgado enfiou com o "alto comissário" na valeta. Epá, realmente...🥸 https://t.co/D8ubWXBeGV #política #humor #Portugal
☢️ Reflexão da Cooperativa: olha, afinal a banana tem caroço! Fui ler as 34 páginas do requerimento redigido pelo ToZé ao Tribunal Constitucional a propósito da lei de estrangeiros e de concessão de asilo. Pesado. Muita palha, muita conversa. Algum Marcelo Rebelo de Sousa no sketch do RAP sobre o aborto. Decidi focar-me num ponto específico. ➡️➡️Aquele em que a lei admite expulsar determinados estrangeiros condenados por crimes muito graves apesar de terem filhos menores portugueses e o ToZé, tomado pela inquietação paternal, pergunta se afastar aquele progenitor não poderá ferir o superior interesse da criança. Sim, quem é que vai ensinar o puto a fazer uma bomba, ou a cometer um triplo homicídio. Para ser bem feito, é preciso técnica. É por isso uma preocupação comovente. Sobretudo porque pressupõe uma coisa que o resto do direito português passa os dias a desmentir aos próprios portugueses, que ter um pai ou mãe por perto é, por definição, melhor do que não o ter.⬅️⬅️ Há crianças que são retiradas aos pais sem que ninguém tenha morto, violado, raptado ou rebentado alguma coisa. Basta, e bem, que o Estado conclua que naquela casa existe violência, abandono, negligência grave, abuso ou um ambiente capaz de transformar uma infância num pesadelo. Nesses dias ninguém aparece diante do tribunal com um violino a explicar que separar uma criança dos progenitores é uma violência intolerável contra a unidade familiar. Chamamos-lhe proteção. Às vezes pomos a criança numa instituição, outras vezes noutra família, outras limitamos visitas, e fazemos tudo isto porque há uma evidência que até o mais modesto técnico de proteção de menores conhece, que um progenitor pode ser biologicamente indispensável para fabricar uma criança e perfeitamente dispensável para a criar. Não deveria, sou o mais possível contra, mas sabemos que há casos. Só que depois entra em cena a imigração e parece que a legislação muda. O mesmo homem pode ser condenado a uma pena longa por um crime suficientemente grave para o Estado lhe fechar uma porta de ferro durante anos, arrancando-o à rotina do filho e àquela extraordinária unidade familiar que aparentemente sobrevive sem dificuldades entre duas paredes de betão, barras de ferro e o horário de visitas. A criança pode passar cinco ou oito anos a ver o pai através das regras de um estabelecimento prisional e isso é uma consequência triste, mas juridicamente suportável, da circunstância bastante prosaica dum progenitor ter decidido cometer um crime grave. ⚠️Ora aparentemente a cadeia não destrói a família; já a fronteira, pelos vistos, sim. A Carregueira preserva afetos. Rabat desfaz laços de sangue, será isso? Estar a cinquenta quilómetros, fechado numa cela, continua a ser uma espécie de paternidade de proximidade; estar a duas horas de avião transforma uma criança portuguesa, filha de pais estrangeiros, numa vítima constitucional. Eu não sabia que o amor de um pai/mãe perde propriedades químicas para lá de Badajoz. E o mais extraordinário é que a lei nem sequer parte para esta história com o machado prontinha a degolar pessoas. Obriga a ponderar o caso concreto, a relação com o filho, a unidade familiar, o interesse da criança. Que pai é este? Que relação mantém realmente com o menor? É uma presença protetora, afetiva, estruturante, ou apenas um nome numa certidão e uma fotografia antiga na cómoda? O que representa para aquela criança? Que crime cometeu? Que risco oferece? Que dano provocaria a expulsão? Pode a relação continuar de outra forma? Talvez, feitas as contas, a conclusão seja que deve ficar. Mas talvez seja exatamente a contrária, e parece ser esta segunda possibilidade que deixa o Tó Zé particularmente desconfortável para um estrangeiro, mas que para os nacionais, está ótima. Ora bem ToZé, se a criança é realmente o centro da decisão, então temos de aceitar que, em certos casos, afastar um pai pode não ser uma tragédia acrescentada à sua vida. Pode ser o princípio do silêncio depois de anos de ruído. Pode ser a porta que finalmente deixa de bater durante a noite. Pode ser a ausência da presença errada. Os tribunais de família sabem-no, as CPCJ sabem-no, milhares de adultos que passaram infâncias inteiras a desejar que alguém o tivesse afastado dos seus progenitores, sabem-no. Só nesta discussão parece surgir a ideia infantil de que o pai, por ser pai, ou mãe, transporta consigo esta espécie de radiação benigna que deve permanecer geograficamente próxima da criança, ainda que separados por muros muito altos. Não transporta. Há pais extraordinários a milhares de quilómetros e há monstros a dormir no quarto ao lado. ➡️➡️O que me incomoda, portanto, não é o Seguro querer proteger crianças. É precisamente o contrário. É usar a criança como argumento para proteger o adulto e chamar a isso proteção da criança. A certa altura o menor deixa de ser uma pessoa cujo interesse devemos descobrir e passa a funcionar como uma pequena âncora constitucional, lançada pelo progenitor no território nacional, camaradas, daqui não me tiram, porque eu tenho descendência portuguesa. Nada disto poderia ser pior. Não pode ser, não são as fronteiras que transformam crianças em escudos. São os adultos. O Estado devia ter a decência de não ajudar à festa. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: o vídeo promocional é uma palermeira sem sentido, e no entanto, ajudou a ganhar umas presidenciais. Está tudo dito. #DireitosHumanos #Imigração #ProteçãoInfantil
💀"o negacionismo de direita mata. O negacionismo de direita é o principal combustível destes fogos"💀 By "jornalista", chalupa das alterações climáticas. RTP. Estamos a viver num sketch dos Monty Python.🥸 https://t.co/Zxh8w3IBQT #negacionismo #alteracoesclimaticas #jornalismo
🌈"Eu esperava que o atacante não fosse estrangeiro, mas sim uma pessoa branca e cristã."🌈 Desejar que o atacante fosse aquele estereótipo que encaixa no patriarcado e companhia, na tal machosfera imaginária, é simplesmente insano.🥸 #Estereótipos #Patriarcado #Diversidade
☢️ Reflexão da Cooperativa: nesta, vai ser difícil dizer que a culpa é do Passos. Porquê? Porque ele avisou em fevereiro deste ano que a nomeação de Luís Neves era uma imprudência. Muitos, ou até quase todos, trataram a intervenção de PPC como mais uma birrinha política. Um exagero. Um preciosismo constitucional. Uma implicância de quem já não manda mas quer marcar a agenda política. Afinal, diziam, se o homem é competente, qual é o problema? E agora camaradas, já perceberam o problema? O princípio. A realidade voltou a bater de frente e a dar razão ao Pedro. A democracia não vive apenas de boas gentes e competência, que escasseiam, é verdade. Vive de boas regras. E as boas regras existem precisamente para os dias em que as pessoas falham ou nos enganam. ➡️➡️Quando quem dirige a nossa polícia criminal passa diretamente para o governo, deixa de existir a fronteira que nunca deveria ficar esbatida. Não porque se presuma corrupção. Não porque se suspeite de má fé. Mas porque o poder democrático não pode depender da boa vontade de ninguém. Depende de distâncias. De travões. De separação de poderes. De instituições que se controlam umas às outras em vez de se confundirem. E foi exatamente isso que Passos Coelho disse.⬅️⬅️ E hoje, independentemente do desfecho judicial do caso do atrelado (e o resto, incluindo o tanque apiscinado, ou se preferirem, a piscina mascarada de tanque) a discussão voltou precisamente ao mesmo sítio. Não é por existir uma condenação, não existe. Não é porque esteja provado qualquer crime, não está. É porque bastou surgir uma situação desta gravidade para o país inteiro perceber porque é que aquelas fronteiras existiam. Afinal isto não era só uma formalidade. Era uma proteção. Protegiam o próprio ministro. Protegiam a polícia. Protegiam a investigação. Protegiam a confiança dos cidadãos. Quando um bem apreendido numa megaoperação antidroga aparece nas instalações de um empresário amigo do antigo diretor da PJ, hoje ministro, a pergunta deixa de ser apenas sobre o que aconteceu? A pergunta passa a ser como é que chegámos ao ponto de isto poder sequer acontecer sem destruir a confiança nas instituições? A da PJ, estaria sempre, perante um ato negligente, Luis Neves, enquanto responsável da PJ, também, mas agora, na posição de MAI, que garantias temos de que o tema vai ser tratado adequadamente, com independência, sem receio, sem desvios. O que pode o MAI, que tutela a PJ, fazer perante um caso do qual ele foi protagonista? Percebem a gravidade da coisa? Adiante. É aqui que a política portuguesa revela o seu pior vício. A arrogância de achar que as regras são obstáculos para os outros. Que os avisos são só exageros. Que os princípios só servem para as aulas de direito constitucional e seus derivados. É sempre assim. As democracias não implodem de um dia para o outro. Vão-se desgastando aos bocadinhos. Um precedente aqui. Uma exceção acolá. Um "não faz mal" hoje. Um "o gajo é bom pá" amanhã. Até que ninguém consegue explicar onde acaba o Estado e começam as relações pessoais. ⚠️Depois, um dia, chega o ingrediente que nunca falha numa mudança de regime; uma crise. Uma quebra da qualidade de vida. A sensação de que quem manda já não responde perante ninguém. É nessa altura que o cidadão já não quer reformar o sistema e passa simplesmente a querer substituí-lo. As revoluções raramente começam por causa de um atrelado. Começam quando milhares de pequenos atrelados vão convencendo um povo de que as regras já só existem para quem não manda. A maior irresponsabilidade de uma democracia nunca vem dos seus inimigos. Vem dos seus próprios protagonistas quando, por conveniência ou excesso de confiança, começam a destratar os princípios. Protagonistas que abrem fissuras nas paredes não podem depois pedir ao povo que admire o edifício quando ele está a estalar por todos os lados. Pedro, tu tens sempre tanta razão. Até eu começo a achar que a culpa é tua, a culpa de não voltares quando o povo exige que o faças.🥸 o dono da cooperativa 🎶🎵Passos, vai em frente, tens aqui a tua gente🎶🎵 Nota: não que eu tenha qualquer tipo de relevância, não tenho, nem nunca estive envolvido na política. Se Pedro Passos Coelho voltasse, era dos primeiros a juntar-me à causa. #Democracia #Política #Instituições
O Professor António Barreto consegue explicar num minuto o que os ex-camaradas socialistas e comunistas não percebem há vários anos. Um Senhor.👑 https://t.co/EJxyIav4Qk #Portugal #Política #Comunismo
☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental
O "Lamine Yamal" do exames do 12º ano fartou-se de estudar, estudar, estudar, mas agora diz estar na incerteza de ter que fazer a 2ª chamada sem preparação alguma. Imagino que o estudo todo era específico para a 1ª fase. A geração mais bem preparada de sempre.....🥸 https://t.co/TiiP0NLiaF #Estudo #Educação #Juventude
Miguel Morgado desmantela Mário Centeno, o ex-Ronaldo das finanças. Sobram hoje duas opções, qual delas a pior. De volta, às segundas à noite, na SiC Notícias, absolutamente a não perder.👑 https://t.co/Ko1TrqGEqo #MiguelMorgado #Finanças #SiCNotícias
O Livre é uma anedota! Propõe supermercados estatais, mas não encontrou nenhuma referência real à escala mundial para sustentar a proposta. Fica em stand-by à espera, sentados, espero eu. 😂😂😂😂😂 O Miguel Morgado explica! https://t.co/rCNSZRpChC #Anedota #SupermercadosEstatais #Economia
☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase! Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume. ➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política. É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade. Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado. Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa. ⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto. O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado. ➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️ Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado. Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸 o dono da cooperativa Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado. fotografia in Expresso [Estela Silva] #Educação #Mudança #Tecnologia
Ora cá está! A Medeiros a colar o problema da água em Almada às alterações climáticas e aos fenómenos extremos. Devo ser bruxo, eu.🥸 https://t.co/TMs64YXjAN #Água #Almada #AlteraçõesClimáticas
O Ramos de Almeida tem um contrato de avença como assessor do vereador da CDU na Câmara Municipal de Almada. O contrato prevê uma remuneração mensal de cerca de 2.926 €. Não o encostam à parede??🥸 https://t.co/ExjrPo5WOX #Política #Almada #Vereador
Quando estás a entrevistar um adepto de Cabo Verde e descobres que é o pai do Vozinha!!!! What are the odds🥸 https://t.co/mY7GaP7cW8 #CaboVerde #Entrevista #Surpresa
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