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#Estudo

☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental

O "Lamine Yamal" do exames do 12º ano fartou-se de estudar, estudar, estudar, mas agora diz estar na incerteza de ter que fazer a 2ª chamada sem preparação alguma. Imagino que o estudo todo era específico para a 1ª fase. A geração mais bem preparada de sempre.....🥸 https://t.co/TiiP0NLiaF #Estudo #Educação #Juventude

Um estudo da Universidade do Minho revela que mais de 45% dos alunos do secundário em Portugal sofrem de miopia, associada ao aumento da idade e ao uso intensivo de telemóveis. #Miopia #Saúde #Crianças

Miopia afecta mais de 45% dos alunos do secundário
Gustavo 2d

@predoluscas Porém ainda não conseguiram achar formas de melhorar o cérebro sem esforço ativo de leitura, estudos e exercício. Isto pra ele não tem conserto. #Cérebro #Leitura #Estudos

Um novo estudo aponta que o desequilíbrio energético da Terra atingiu um máximo histórico, com o aquecimento provocado pela atividade humana já em 1,37ºC acima dos níveis pré-industriais, podendo ultrapassar 1,5ºC em cerca de quatro anos, o que acende alertas sobre os impactos climáticos iminentes. #AquecimentoGlobal #MudançasClimáticas #DesiquilíbrioEnergético

A Terra nunca acumulou tanto calor e atinge máximo histórico

Um estudo da Climate Central revelou que, nos últimos 50 anos, a perda de sono em Lisboa devido ao aumento das temperaturas relacionadas com as alterações climáticas duplicou, resultando em uma média anual de 40 horas perdidas, com 10% dessas horas atribuídas diretamente a fatores climáticos. #AlteraçõesClimáticas #PerdaDeSono #Meteorologia

Perda de sono motivada pelo aumento de temperaturas duplicou

Um estudo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa revela que o aumento da temperatura da água acelera o desenvolvimento do sapo-comum, mas prejudica sua condição física, alertando para possíveis efeitos em cascata nas cadeias alimentares e a necessidade de preservar refúgios térmicos para proteger anfíbios e outras espécies. #AlteraçõesClimáticas #SapoComum #CadeiasAlimentares

Sapo-comum em risco com aumento da temperatura

Quatro em cada dez jovens portugueses recorrem a um segundo emprego ou projeto profissional paralelo para complementar os rendimentos mensais, devido ao alto custo de vida, especialmente relacionado com habitação, conforme revelado pelo estudo “Os Jovens e o Consumo”. #CustoDeVida #Jovens #Emprego

40% dos jovens têm segundo emprego ou projeto paralelo

Um estudo realizado na Unidade Local de Saúde de Coimbra revela que quase metade dos adultos internados com vírus sincicial respiratório desenvolve complicações graves, com uma taxa de mortalidade de 17,8%, destacando a necessidade de conscientização e prevenção, especialmente entre os idosos. #VírusSincicialRespiratório #Ciência #Mortalidade

Vírus respiratório. Estudo alerta para complicações graves

Cientistas portugueses realizaram um estudo inédito sobre nuvens em Marte, medindo simultaneamente a altitude e a velocidade das ondas atmosféricas utilizando imagens da sonda Mars Express, o que poderá contribuir para a compreensão da atmosfera marciana e para futuras missões humanas ao planeta. #Marte #ExploraçãoEspacial #Ciência

Marte. Cientistas portugueses fazem estudo inédito

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Lula 1w

📚 Boa notícia para quem quer entrar na faculdade: as inscrições do Prouni foram prorrogadas até domingo, 12 de julho. Se você atende aos critérios do programa, ainda dá tempo de concorrer a uma bolsa de estudos no ensino superior. A inscrição é gratuita e pode ser feita até as 23h59 (horário de Brasília) no Portal Acesso Único ao Ensino Superior. Não perca essa oportunidade de investir no seu futuro. #Prouni #Educação #EnsinoSuperior

Lula 1w

📚 As inscrições para o Prouni terminam hoje. Se você fez o Enem em 2024 ou 2025, teve média de pelo menos 450 pontos e não zerou a redação, esta pode ser a oportunidade de conquistar uma bolsa de estudos no ensino superior. Não deixe essa chance passar. Inscreva-se gratuitamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior até o fim do dia. #Prouni #Educação #BolsaDeEstudos

Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto revelou que o contato pele a pele, conhecido como cuidado canguru, aplicado nas primeiras horas de vida de bebés prematuros, pode reduzir a mortalidade em 19% até os 28 dias e ajudar na diminuição das infecções, sendo recomendado tanto no hospital quanto em casa. #CuidadosCanguru #Prematuros #SaúdeInfantil

Estudo mostra benefícios do contacto pele-pele em prematuros

Homens, sejam sinceros, se vcs tivessem que sustentar uma familia, pagar todas as contas, escola, roupa, comida, carro etc Vc conseguiria? Vc tem a opção de ganhar um salário que cubra todos esses gastos? Vc estudou pra isso? Tem curriculo pra isso? Tem experiencia pra isso? #Responsabilidade #Emprego #Família

O artigo de José António Rodrigues do Carmo discute como a atual guerra travada nas universidades e na cultura é uma batalha ideológica silenciosa, que usa bolsas de estudo e discursos enganosos para influenciar jovens a rejeitar os valores das sociedades livres, substituindo-os por uma nova agenda que desacredita a liberdade de expressão, os direitos humanos e as instituições democráticas. #GuerraCognitiva #Universidades #LiberdadeDeExpressão

A guerra que se senta à mesa com bolsa de estudo

Um estudo do B2E CoLAB revela que Portugal está a desperdiçar patentes de biotecnologia azul, com 94% das tecnologias a permanecerem apenas na fase de validação laboratorial, sem transferência eficaz para o mercado, devido a inadequações nos financiamentos e na falta de infraestrutura para escalar os desenvolvimentos. #BiotecnologiaAzul #Inovação #Sustentabilidade

Estudo diz que país 'desperdiça' patentes de biotecnologia

41% dos brasileiros acham que a seleção nunca mais ganhará a Copa. Um levantamento da Orbit Data Science mostra que aumentou o pessimismo em relação ao futuro do futebol brasileiro em Copas. - 41% dos comentários indicam que o Brasil não voltará a conquistar uma Copa do Mundo; - 17% ainda acreditam no hexacampeonato em 2030; - 16% direcionam as expectativas para a Copa do Mundo Feminina de 2027; - 13% enxergam com otimismo o início de um novo ciclo da seleção brasileira. O estudo analisou 7.855 conversas públicas no X, Instagram e TikTok entre 20 de abril e 6 de julho. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais. Via: @UOLEsporte 📷Dylan Martinez/Reuters #Futebol #CopaDoMundo #Brasil

🚨 Carolina (Mah Duarte) enfrentará uma convivência difícil com a madrasta, Fábia (Flávia Alessandra), na segunda fase de #QuemAmaCuida Enquanto a jovem valoriza os estudos, a leitura e a solidariedade, Fábia faz pouco caso dessas escolhas, criticando seu comportamento e até suas atitudes de ajudar o próximo, como doar roupas e comprar comida para pessoas em situação de rua. Diante dos constantes conflitos, Carolina passará a questionar os valores da própria família e decidirá seguir um caminho mais humano e cheio de propósito. #QuemAmaCuida #Drama #Familia

PROTEJAM AS PARADAS DO INTERIOR 🏳️‍🌈 Eu e a @SofiaFavero_ estamos acionando a prefeitura de Jundiaí e questionando porque a Parada LGBTQIA+ da cidade está sendo impedida de acontecer. Há meses, a organização da Parada de Jundiaí está apresentando toda a documentação à prefeitura, levando estudos técnicos e demonstrando total capacidade da Parada acontecer sem nenhuma intercorrência na Av. 9 de Julho da cidade durante um domingo. Tudo isso sem atrapalhar os moradores, o trânsito, os serviços de emergência e percorrendo um percurso de apenas 700 metros. Tudo isso beneficiando os comerciantes, a cena cultural da cidade e respeitando o direito da comunidade LGBTQIA+ à livre manifestação. Mesmo assim, a prefeitura está negando e dizendo que fazer a Parada em um domingo iria atrapalhar o trânsito. Mas, logo depois de impedir a Parada LGBTQIA+ de acontecer, a prefeitura de Jundiaí liberou a Marcha para Jesus na mesma avenida em um sábado, um dia com trânsito mais movimentado. Não temos problema algum com a Marcha para Jesus de Jundiaí. Todo cidadão tem direito de se reunir e fazer sua manifestação. O que queremos é que isso também valha para a Parada LGBTQIA+ de Jundiaí. E esse nosso contato tem um objetivo explícito: entender se há algum motivo que impeça o acontecimento da Parada LGBTQIA+ que a prefeitura de Jundiaí ainda não explicou. Pois é evidente, pela liberação da Marcha para Jesus, que o trânsito da Av. 9 de Julho não é um problema. Se a prefeitura não conseguir demonstrar esses motivos, nossos questionamentos serão feitos na Justiça. Agradeço à comunidade LGBTQIA+ de Jundiaí, ao grupo Aliados, à organização da Parada e à ativista Tiana Cauton por confiarem em nós e nos auxiliarem nessa denúncia. #LGBTQIA #ParadaDoOrgulho #DireitosHumanos