BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Estudo

A study reveals that the Setúbal Peninsula faces a risk of imbalance between the supply and demand for water, suggesting that water reuse and measures for water efficiency are essential to mitigate this problem. (translated)

Risco de desequilíbrio entre oferta e procura de água

A recent study indicates that the heatwave season in Portugal has started occurring one month earlier and has extended an average of 27 days since 1979, reflecting a global trend of significant increases in the frequency and duration of heatwaves due to climate warming. (translated)

Calor extremo chega um mês mais cedo a Portugal

An international study reveals that Portuguese workers are the most convinced of the importance of developing human skills in the face of artificial intelligence, with 32% believing that this will be the main differentiating value by 2035. (translated)

IA. Portugueses acreditam na importância de ter competências

ATENÇÃO: Brasil e Europa iniciam estudos para interligação entre Pix e o TARGET Instant Payment Settlement (TIPS), abrindo caminho para a criação de um sistema global de pagamentos instantâneos. Também será avaliada integração com o sistema de pagamentos instantâneos da Índia (UPI). #PagamentosInstantâneos #Fintech #Tecnologia

“Na semana passada havia 1.012 horários e agora são 664”Desde que as aulas começaram, o número de horários vazios tem vindo a diminuir: “Na semana passada havia 1.012 horários e agora são 664”, revelou o ministro da Educação, Fernando Alexandre, no encontro de apresentação dos resultados do estudo da OCDE “Education at a Glance 2026”. #Educação #Professores #Lisboa

Escolas ainda procuram professores para 664 horários
observador.pt

⚠️ Deputada a estadual Dani Monteiro cobra explicações ao Consórcio e à Casa Civil após mais um veto ao Vasco no Maracanã A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL) encaminhou nesta terça-feira (29) um ofício ao Consórcio Maracanã cobrando a revisão da decisão que negou ao Vasco o direito de disputar no estádio a partida contra o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana. A Secretaria de Estado de Casa Civil também foi oficiada pelo mandato parlamentar, segundo apurou o #CanaldoPedrosa. Entre as justificativas apresentadas pelo consórcio estão as condições do gramado, o calendário de jogos e até os efeitos do fenômeno El Niño. No ofício, Dani Monteiro questionou os argumentos. “O Maracanã é um equipamento público e não pode ser administrado como se tivesse dono, estamos falando de uma concessão. É preciso explicar por que o gramado serve para uma partida da NFL, para grandes eventos e para diferentes programações, mas, quando chega a vez do Vasco enquanto mandante, surgem todos os tipos de justificativa para impedir o uso do estádio”, afirmou. Ainda no documento, a deputada solicita os estudos técnicos, laudos agronômicos e pareceres que fundamentaram a negativa, além dos critérios utilizados pelo Consórcio Maracanã para autorizar ou recusar partidas e eventos. O ofício também cobra tratamento isonômico entre os clubes que utilizam ou solicitam o estádio. “Não estamos falando sobre qualquer clube de várzea, mas de um dos maiores do Brasil, jogando três dos maiores campeonatos do continente. O Vasco tem uma história que se confunde com a democratização do futebol e com a luta contra o racismo. A gigante torcida vascaína também é parte da história do Maracanã; não à toa existe a estátua do Bellini ali. Se existe um critério técnico, que ele seja público, transparente e aplicado igualmente a todos, inclusive aos times do consórcio. O que não pode existir é uma regra para cada clube”, completou Dani Monteiro. #Vasco #Maracanã #Futebol

RECADO AOS “ INSTITUTOS “ DE PESQUISA Sabemos que vocês não tem nenhuma responsabilidade e quando erram e são confrontados com as diferenças entre o que disseram e o resultado, soltam explicações cretinas que quem estudou noções de estatística no segundo grau ri. Mas um conselho ou sugestão: a cada ano que passa a mídia tradicional que esconde seus erros passa a ser menos relevante e as redes sociais tem maior alcance e repercussão. Portanto para não perderem O RESTO de credibilidade a sugestao é : Ajustem seus números ….. #Pesquisa #Estatística #Credibilidade

“vir falar com os estudantes do secundário e verificar por si próprias se esta juventude está a ser ‘instrumentalizada’ ou se simplesmente é capaz de pensar, organizar-se e defender as suas próprias condições de estudo e o seu futuro”O presidente da Câmara de Saint-Denis, do LFI, Bally Bagayoko, instou as autoridades a “vir falar com os estudantes do secundário e verificar por si próprias se esta juventude está a ser ‘instrumentalizada’ ou se simplesmente é capaz de pensar, organizar-se e defender as suas próprias condições de estudo e o seu futuro”. #ProtestosEstudantis #GreveGeral #ViolênciaUrbana

164 detidos nos protestos em liceus de Paris
observador.pt

Eu fico incrédulo com o sofrível jornalismo da Daniela Lima. Ela começou o programa dela falando que não era fake news que a igreja católica estava preocupada com a questão na Nossa Senhora Aparecida. Que existiam estudos e documentos da igreja católica sobre o assunto. Daí ela mostra os tais "estudos" e os "documentos" e eles são: > POSTS no site da CNBB. > 2 documentos aleatórios de propostas de discussão para grupos de estudos da CNBB > Um artigo sobre catolicismo nas comunidades em 2008. Ela pega posts no site da CNBB e documentos aleatórios, junta tudo isso e diz "olha aí, a IGREJA católica está preocupada com essa questão, sim" Não tem metodologia, não tem recorte, não tem análise, não tem crítica, não tem nada. Ainda diz "IGREJA CATÓLICA VIU 'APITO DE CACHORRO' EM FALA DE FLÁVIO BOLSONARO" É tão bizarro que chega a dar pena. #jornalismo #fakeNews #IgrejaCatólica

Como alguém que estudou o Ensino Fundamental e Medio numa escola de freiras - geralmente eu passava 12 horas por dia lá - estou bastante constrangido com o desconhecimento de alguns sobre o tema catolicismo #catolicismo #educação #ensinofundamental

HERMINIO CERQUEIRA - OS MEUS LIVROS & eBOOKS Hermínio Cerqueira (Autor) Sobre Hermínio Cerqueira: Nascido em LIsboa a 13 de Abril de 1953 , vivi os tempos nefastos do Estado novo numa família da classe média onde felizmente havia abundância ,ao contrário de muitos outros amigos de infância, onde tudo faltava e pouco havia a esperar. Esse facto fez de mim , aluno do lieu Camões, as escola da elite salazarista e marcelista, mas onde também eram tolerados homens de muito valor e nada comprometidos com o regime. Para além doutros houveram 3 que me marcaram para sempre, os meus professores Dr Virgilio Ferreira, Dr Mário Dionisio e João Neves. É deles que herdei o gosto pelas Línguas Portuguesa , Francesa e Inglesa . Nos tempos do Estado Novo saber outras línguas abria as porta aquilo que a PIDE a Censura do Estado Novo tudo faziam para nos limitar o acesso. Durante anos escrevi milhares de milhares de textos sem nunca os reunir e publicar num livro, Chegou a ora, espero que seja bem acolhido e seja um bom contributo , sobretudo para despertar consciências adormecidas. Autor Investigador Analista de Estratégia e Política Internacional Hermínio Cerqueira é autor e investigador independente nas áreas da política internacional, estratégia global, geopolítica, poder marítimo, segurança internacional e grandes transformações do sistema mundial contemporâneo. O seu trabalho centra-se na análise estratégica de longo prazo, na relação entre poder político, poder militar, economia e tecnologia, e na forma como os grandes líderes e as grandes potências moldam a História. A sua abordagem combina análise histórica, pensamento estratégico clássico e estudo das dinâmicas actuais do sistema internacional, procurando identificar padrões, ciclos de poder e tendências geopolíticas que influenciam o futuro das nações. A sua investigação procura cruzar História, Estratégia, Política e Economia, com o objectivo de produzir uma visão clara, acessível e estrategicamente fundamentada sobre o mundo actual e o mundo que está a emergir. https://www.amazon.es/-/pt/dp/B0H38GGP3V?binding=paperback&ref=dbs_dp_rwt_sb_pc_tpbk

As bets caíram. E Jones Manoel estava nessa briga desde o começo! O presidente Lula assinou nesta sexta a Medida Provisória que proíbe as bets e os cassinos online no Brasil. Jones bate nessa tecla desde antes de ser candidato. As bets vêm destruindo as famílias brasileiras em nome do lucro de bilionários. Só no primeiro semestre de 2026, as casas de apostas faturaram R$ 20 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar circulando no comércio, nos serviços e na economia real. E quem aposta se endivida 40% mais do que quem não aposta, segundo levantamento do Sicredi. Estudos indicam que as bets podem ter reduzido até R$ 141 bilhões a atividade econômica brasileira em 2025. Um impacto 5 vezes maior que o tarifaço do Trump. Agora vem a segunda parte da luta. Os donos desse negócio milionário vão pressionar para derrubar ou enfraquecer essa medida. Para defender essa conquista, precisamos de gente no Congresso que não tenha compromisso com banqueiros, casas de aposta ou qualquer setor que lucre em cima do endividamento da classe trabalhadora. Pra deputado federal por Pernambuco, vote Jones Manoel, 5050! #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #Bets #LutaContraAsBets #CassinosOnline

Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo O fim das bets irá salvar o povo https://t.co/27qYyG8Svw #economia #jogos #Brasil

O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica

Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.  Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro

Em França, a utilização de óculos espiões para filmar mulheres na rua levanta sérias questões sobre privacidade e desencadeia investigações legais, enquanto um professor que abusou da inteligência artificial para publicar rapidamente uma quantidade incomum de estudos provoca controvérsia na comunidade académica. #Privacidade #Tecnologia #InteligenciaArtificial

Óculos espiões e livros por IA: o fim da privacidade?

O verão em Portugal está a prolongar-se, com ondas de calor começando em maio e estendendo-se até outubro, refletindo uma tendência global de aumento no tempo de calor extremo, conforme revelado por um estudo da NASA. #CalorExtremo #Verão2026 #MudançasClimáticas

Verão está a invadir primavera e outono: 6 meses de calor?
liz 7d

se eu faço grwm: mds menina fútil se eu gravo vídeo falando das matérias que eu to estudando: performatica fica se pagando querendo ser inteligente galera so to postando meus conteudos da escola, esses videos me ajudam a aprender e ensinar algo util p meu publico #Estudo #ConteúdoEducacional #Autenticidade

🏳️‍🌈 MAY YADA FALA SOBRE GOSTAR DE MULHERES! Durante uma live, a atriz #MayYada, protagonista de Somewhere Somehow, falou abertamente sobre gostar de mulheres e também contou que estudou em uma escola exclusivamente para meninas. “Minha vida inteira foi cercada por mulheres”, afirmou a atriz durante a transmissão. #Pride #Amor #Diversidade