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#vigilância

V parlamentu Evropské unie většina odmítla možnost analyzovat nešifrované zprávy kvůli hledání materiálu o sexuálním zneužívání dětí, avšak otázka sledování všech občanů nadále zůstává nevyřešena a aktuálně se diskutuje o novém nařízení, které by tento proces prodloužilo. #ChatControl #Vigilância #Pedofilia

Chat control: "Cuidado, está a ser vigiado"

Durante la Operación Salida de este verano, la DGT ha incrementado la vigilancia en las carreteras con la incorporación de 33 nuevos radares, mientras que junio ha sido el mes con mayor mortalidad en carretera desde 2010, lo que resalta la necesidad de garantizar que las multas sean anuladas en casos donde no se respeten las garantías legales o no se pueda demostrar adecuadamente la infracción. #OperaciónSalida #DGT #Sanciones

Sanciones en los viajes de verano en coche: Casos en los que puedes conseguir anular una multa

Se ha descubierto que Claude de Anthropic incluía un algoritmo oculto para rastrear usuarios mediante esteganografía, lo que ha generado críticas hacia la compañía por supuesta hipocresía en relación a su postura contra el uso de la IA para vigilancia. #InteligenciaArtificial #Privacidad #ClaudeCode

Descubren que Claude de Anthropic tenía un algoritmo oculto en su IA para rastrear a los usuarios

Arranca el Verano Seguro en Miguel Hidalgo con @BlindarMH🛡️. Bajamos 50% los delitos durante el periodo vacacional de 2025, tuvimos saldo blanco en robo a casa habitación y este año repetiremos la estrategia manteniendo vigilancia y atención 24/7 para responder. 👀SI VES ALGO, DÍ ALGO‼️ ☎️ 55 5278 4310 📲 WA: 55 4608 1883 #VeranoSeguro #MiguelHidalgo #Seguridad

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Los Mossos d'Esquadra han encontrado indicios de que el incendio forestal en Aiguamúrcia, que ha obligado a evacuar a 400 vecinos y ha consumido aproximadamente 142 hectáreas, podría haber sido provocado, lo que lleva a intensificar la vigilancia en la zona mientras se estabiliza el 90% del fuego. #IncendiAiguamúrcia #Evacuación #MossosdEsquadra

Los Mossos encuentran indicios de que el incendio de Aiguamúrcia con 400 evacuados ha sido provocado

La fotógrafa palestina Rehab Nazzal ha recorrido todas las carreteras de Cisjordania para documentar y retratar las torres de vigilancia israelíes en su exposición 'Conduciendo por Palestina', que destaca las dificultades y el control militar en los territorios ocupados, mostrando cómo estas estructuras contribuyen a un sistema de vigilancia y opresión. #Palestina #Cisjordania #Fotografía

La fotógrafa palestina que recorrió todas las carreteras de Cisjordania para retratar sus torres de vigilancia (y hacer arte)

Pessoas me perguntam: "Agora , com a suspensão dos efeitos da liminar, quais serão os próximos passos?" Juridicamente, mantendo vigilância e atenção nos processos. Adminitrativamente, finalizando a revenda da SAF. Esportivamente, qualificando o elenco. Curtiu vascaíno(a)? #Vasco #Futebol #Direito

E

Peço à população que redobre a vigilância e manifesto a minha gratidão e apoio aos bombeiros.

França detém 32 suspeitos de provocar incêndios
observador.pt

China está desarrollando un sistema de alerta temprana que combina telescopios terrestres y una constelación de satélites para detectar asteroides potencialmente peligrosos y calcular el riesgo de impacto, con el objetivo de mejorar la vigilancia del cielo y proporcionar alertas oportunas a las autoridades y a la población. #DefensaPlanetaria #Asteroides #AlertaTemprana

China impulsa su defensa planetaria con una red de alerta temprana para detectar asteroides

O desembargador Campello do Bem foi extremamente mais equilibrado que a juíza Não havia denúncia de fraude mas de falta de governança. Um completo exagero destituir toda a diretoria administrativa e colocar um interventor por conta disso. Decisão sem noção. O desembargador fez o que deveria ter sido feito desde o começo. Tem falta de transparência? Então que se estabeleça medidas para aumentar a transparência. Falta de governança? Então que aumente a vigilância. Ponto. Apenas isso e nada mais Paralisar um clube por vinte dias foi uma medida completamente exagerada e inacreditável que tenha durado tanto tempo O prejuízo gerado não volta mais. Perdemos tempo na janela, perdemos treinador. Já foi. Mas agora não adianta chorar pitanga. É correr para construir o que precisa. Teve uma coisa boa nessa confusão toda: uniu mais o vascaíno. E deu um gosto de que vale a pena brigar por esse clube Isso tem que continuar agora. Não pode parar. Não é pelo Pedrinho e isso precisa ficar claro. Esse inclusive tem que ser cobrado também. É pelo Vasco #Vasco #Governança #Transparência

Uma mulher de 52 anos viveu 18 dias com o seu agressor, de 65 anos, após uma falha na Justiça, que não instalou a vigilância eletrónica necessária, levando a que o homem, apesar de uma ordem para se manter afastado, permanecesse na mesma casa, até ser novamente detido por um novo episódio de violência. #ViolênciaDoméstica #Justiça #VigilânciaEletrónica

Vítima viveu 18 dias com agressor devido a falha na Justiça

Bruxelas aprovou o prolongamento da autorização para que plataformas digitais possam analisar mensagens privadas sem mandado, gerando preocupações sobre a privacidade e vigilância, com a proposta enfrentando oposição de alguns eurodeputados, incluindo João Cotrim Figueiredo. #ChatControl #PrivacidadeOnline #SegurançaDigital

Bruxelas aprova Chat Control. Somos cada vez mais vigiados?

Crime is fought with more means for investigation and with rules for big tech. Not with mass surveillance. (translated)

And when the surveillance decrypts your messages, it is the criminals who have easier access to your content. The photograph of your daughter could end up feeding criminal networks. (translated)

If you haven't had breakfast yet, here is the plenary session in which the proposal for the Chat Control law will be voted on for the third time, which will implement mass surveillance of private messages across all rules and platforms. It has already been rejected twice. (translated)

E

Francia ha elevado la alerta y reforzado la vigilancia policial en las grandes ciudades ante el partido de cuartos de final del Mundial contra Marruecos, implementando toques de queda en localidades con alcaldes de derechas y promoviendo la celebración pacífica en París, donde la comunidad marroquí se prepara para un evento con emociones intensas, reflejando años de convivencia en la sociedad francesa. #Mundial #Francia #Marruecos

Máxima alerta en Francia ante el partido de cuartos frente a Marruecos: "Se tienen que reflejar los años de convivencia"

For freedom and privacy, against the Digital Euro and the machine of Brussels. For privacy and freedom, against the mass surveillance projects of our communications that aim for Brussels. (translated)

El brote de ébola en la República Democrática del Congo ha registrado más de 1.700 casos confirmados y 580 muertes desde su declaración en mayo, mientras la OMS inicia ensayos clínicos para nuevos tratamientos y las autoridades continúan con actividades de vigilancia y apoyo en las áreas afectadas. #Ébola #RepúblicaDemocráticaDelCongo #SaludPública

El brote de ébola en el Congo deja ya más de 1.700 casos confirmados y 580 muertos

🚨La UE se apresura para imponer a 450 millones de europeos "Chat Control 2.0" (o CSAR) lo antes posible. Una infraestructura de vigilancia masiva que analiza millones de mensajes privados antes de llegar a su destino. Rompe el cifrado de extremo a extremo y convierte las comunicaciones en objeto de escrutinio sistemático para prevenir delitos. ¿El peligro real? una vez implementado para CSAM, basta una reforma legal futura para ampliarlo a CUALQUIER delito, cualquier opinión política o cualquier contenido incómodo, eliminando la privacidad de forma irreversible. ¿Qué votarías: prevención o privacidad? #ChatControl #Privacidad #Seguridad