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Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Moncloa concealed the 15 secret meetings between Sánchez and Zapatero, later confirmed by Gertrudis. (translated)

The businesses are going to take both of them to jail, and they should also be very grateful... that there is no gallows. Until very recently, what these people did was redeemed there. Moncloa concealed the 15 secret meetings between Sánchez and Zapatero, later confirmed by Gertrudis. (translated)

ERR 2w

Venemaa sõjaline edasiminek Ukrainas on juunikuus vähenenud 16 korda võrreldes eelmise aastaga, vallutades keskmiselt vaid ühe ruutkilomeetri päevas, samas kui Ukraina on suutnud infanti korraldada tarnete ja sõjatehnika vastu rünnakute abil ning hävitanud suures koguses Vene vägesid ja sõjavarustust. #VenemaaUkrainaSõda #GertKaju #Sõjauuringud

Kaju: Venemaa liigub Ukrainas edasi 16 korda aeglasemalt kui mullu juunis
NRC 2w

Gert Jonkers en Jop van Bennekom, de creatieve krachten achter de baanbrekende tijdschriften Butt, Fantastic Man en The Gentlewoman, hebben de magazinewereld getransformeerd door zich te richten op alledaagse mannen en intellectuelen, met gewaagde interviews en ongebruikelijke mode, waardoor ze een cultstatus hebben verworven. #GertJonkers #JopvanBennekom #FantasticMan

Gert Jonkers en Jop van Bennekom staan aan de top van de magazinewereld: &#8216;Iedereen dacht: <em>what the fuck</em>. Hier wil ik bij horen&#8217;
V

Het kabinet biedt excuses aan voor de druk die tussen 1956 en 1984 op ongehuwde moeders werd uitgeoefend om hun kinderen af te staan, wat Gert-Jan Markman, een afstandskind dat zijn hele leven met het gevoel van onzichtbaarheid worstelt, als een erkenning beschouwt, hoewel er ook kritiek is op de wijze van aanbieden en de communicatie naar de betrokkenen. #afstandskinderen #excuses #adoptie

Afstandskinderen krijgen excuses van kabinet: ‘Het gevoel dat ik niet mag worden gezien, achtervolgt me al mijn hele leven’

La secretaria de Zapatero, Gertrudis Alcázar, se acoge a su derecho a no declarar en el Senado y se mantiene en silencio mientras le preguntan. ¿Por qué alguien que no ha cometido ningún delito haría esto? La respuesta está clara. https://t.co/I3aS2Tdd68 #Política #España #Senado

Gertrudis Alcázar, secretaria del expresidente José Luis Rodríguez Zapatero, compareció ante el Senado dejando sin responder más de un centenar de preguntas sobre temas controvertidos relacionados con joyas, una supuesto sociedad en Dubái y otras dudas sobre su gestión, que ahora deberán ser abordadas por la Policía y el juez Calama. #Zapatero #Senado #PlusUltra

Las preguntas que dejó sin contestar Gertrudis en el Senado: joyas, Dubái o Plus Ultra

Dėl karšto oro pajūrio ligoninėje padaugėjo pacientų, kuriems teko medicininė pagalba dėl dehidratacijos ir perkaitimo, nes daugelis žmonių pamiršo reguliariai gerti vandenį, o kai kurie susidūrė su kitais su karščiu susijusiais sveikatos sutrikimais. #dehidratacija #karštis #skysčiai

Pajūrio ligoninėje – pacientų antplūdis: daugelis pamiršo svarbią taisyklę

Gertrudis, la famosa secretaria de Zapatero se momifica en el Senado ¡Cómo ha crecido la niña de la curva! https://t.co/05iJKhNHJR #España #Política #Viral

‼️La secretaria de Zapatero Gertrudis Alcázar no declara en la comisión de investigación del Senado porque está imputada "Voy a mantenerme en silencio por consejo legal. No debe interpretarse como un desaire a esta comisión" https://t.co/OL4rnkxjUL https://t.co/ZOMHvl5Wb9 #Política #España #Investigación

🔴 La secretaria de Zapatero, Gertrudis Alcázar, se acoge a su derecho a no declarar en el Senado: «Voy a mantenerme en silencio por consejo legal». https://t.co/tnYQnDXW2s #Política #España #Senado

Gertrudis Alcázar, exsecretaria del presidente Zapatero, se niega a responder en la Comisión de Investigación de la SEPI, manteniendo su silencio a pesar de las acusaciones de tráfico de influencias y blanqueo de capitales que pesan sobre ella. #GertrudisAlcázar #SEPI #Zapatero

Gertrudis Alcázar en el Senado, en directo | La secretaria de Zapatero se niega a responder en la comisión de la SEPI: "Voy a mantenerme en silencio"
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🇪🇸 | Gertrudis Alcázar, secretaria de Zapatero, declara este lunes a las 11:00 en la comisión de la SEPI del Senado a petición del PP. A partir de las 16:00, Fernando Grande Marlaska también deberá dar explicaciones sobre corrupción en la comisión del caso Koldo. https://t.co/s2CGdWQK1Y #Política #Corrupción #Senado

La presidenta Claudia Sheinbaum dijo que sería malo que Gertz Manero tuviera un patrimonio oculto. Aquí le compruebo como ocultó propiedades en España con la empresa Feserinvest y en paseo de la Reforma con inmobiliaria Algerman. ¿Qué procede ahora presidenta? https://t.co/WFOrkEhWHE #Sheinbaum #GertzManero #Corrupción

ERR 3w

Kaitseministeeriumi pressikonverentsil annab Gert Kaju ülevaate Ukraina sõja olukorrast Venemaa agressioonis. #Ukraina #sõda #Venemaa

Otse kell 12: ülevaade olukorrast Ukraina sõja rinnetel

Zapatero pagó 230.750 euros de en la declaración de la renta de 2024 por sus ingresos millonarios, todo controlado al detalle por su secretaria Gertru con pagos en efectivo, mientras la Audiencia Nacional investiga sus viajes a Venezuela y la consultora de su amigo detenido https://t.co/M9ZI2Ogm13 #Zapatero #Renta2024 #Corrupción

82 rocznica zamknięcia przez Niemców Litzmannstadt Ghetto. Najdłużej istniejące, najbardziej odizolowane, drugie co do wielkości getto na terenie okupowanej Europy. "Litzmannstadt Ghetto" było PIEKŁEM dla Żydów i PIEKŁEM dla Polskich Dzieci. Jakub Poznański : "Dzisiaj przywieziono do nas (Litzmannstadt Ghetto) 120 Polskich Dzieci z "Polenjugendlager". Nawet my -mieszkańcy getta byliśmy przerażeni...koszmarny widok. Ciała wynędzniałe, skóra i kości, noszące ślady nieludzkiego bicia i katowania". Niemcom gnębić Żydów w Litzmannstadt Ghetto oprócz Króla Chaima I Rumkowskiego pomagała Trójka z Piekła Rodem : Dawid Gertler Aron Jakubowicz Salomon Hercberg Żydom w Ghetto Litzmannstadt czynnie pomagały Polskie Dzieci czyli : - Uczniowie Gimnazjum nr.198 i Liceum im. Ks. Skorupki. - Młodzież z 16,18 i 20 Łódzkiej Drużyny Harcerskiej. W dostarczaniu żywności, lekarstw i opału. Pomocy w ucieczkach do GG. #NiemieckieZbrodnie https://t.co/uYX0ELCMFj #LitzmannstadtGhetto #Historia #Holokaust

We already have the prosecutor deleting the phone again. Zapatero started preparing his defense in January: "He gathers all the trips except Venezuela." He asked Gertrudis for "a purge of meetings, events, talks, zooms" after his employment relationship with Julito was published. (translated)

E

Článek odhaluje, jak exprezident José Luis Rodríguez Zapatero, prostřednictvím chats s jeho sekretářkou Gertrudis Alcázar, pečlivě sledoval tok svých příjmů, včetně podezřelých sum peněz z různých mezinárodních smluv a jejich vazeb na možné korupční praktiky, přičemž bylo zjištěno, že obdržel 200.000 eur přes fiktivní společnost za své vlivy na bolivijskou vládu. #Corrupción #Zapatero #DineroEnEfectivo

Así controlaba Zapatero con 'Gertru' los ingresos: "17.800 es lo de Turquía?"