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#PRR

Today is the deadline for the execution of the Recovery and Resilience Plan (PRR), with the government stating that 100% of the milestones and targets have been met. (translated)

Prazo do PRR termina hoje. Governo garante 100% de execução

Europe must stop responding to Russian aggression with warnings and half-measures. After years of war against Ukraine, sabotage, cyberattacks, espionage, disinformation and repeated security incidents across Europe, deterrence must become credible again. My 10 hard hitters https://t.co/PRR8cvTas8 #StopRussianAggression #Deterrence #UkraineWar #EU #RU #UA

Exklusiv: Die Staatsanwaltschaft Dortmund ermittelt gegen Herbert Grönemeyer wegen des Verdachts der Volksverhetzung. Das bestätigte die Behörde gegenüber Apollo News. Bei einem Konzert in Dortmund im Februar 2026 hatte Grönemeyer von „rechten Ratten und rechten Rassisten“ gesprochen und das Publikum aufgefordert, zusammenzustehen „bis sie wieder in ihren Löchern verschwinden, wo sie herkommen“. Der Anzeigenerstatter bezieht diese Aussage auf die AfD. https://t.co/prRKJ54bbM #Grönemeyer #Volksverhetzung #Dortmund

The Ministry of Health will receive an additional 630 million euros from the PRR, which will be used for the modernization of healthcare facilities, improvement of services in the National Health System, and the acquisition of four medical helicopters. (translated)

13h. Saúde vai receber mais 630 milhões de euros do PRR

As part of the revision of the Recovery and Resilience Plan (RRP), the healthcare sector was strengthened by 630 million euros, which enabled the modernization of 492 healthcare facilities, the construction of 55 new health centers, and the acquisition of four helicopters for medical evacuation. (translated)

PRR: Saúde é modernizada com 630 milhões
Vessoni 3w

📹🚨✔️ NOVO VÍDEO APÓS MAIS UMA PALHAÇADA DO PSJ! ❌️ Fim da gestão Stabile!; 💸 A burrice financeira; 🔍 O impacto no trabalho de Diniz; 🗣 Memphis desabafa e a ameaça é de milhões no futuro; 📌 Torcida x PSJ: protestos vêm aí... Diretoria priorizou política e fez Memphis e torcida de idiota!!! https://t.co/prRMEIq7qd #Corinthians #Futebol #Torcida #Gestão

Vítor Correia, president of the Mirandela City Council, stated that the municipality is assessing the damage caused by the fire that affected the region, calling for additional preventive measures, while Sérgio Costa, from the Guard, confirmed losses that could reach one million euros, highlighting the importance of prompt support for affected farmers. (translated)

As notícias das 9h

The Minister of Economy of Portugal, Manuel Castro Almeida, advocates for the successful implementation of the RRP (Recovery and Resilience Plan), rejecting criticisms about harmful reprogramming and highlighting investments in health and education, while the government faces challenges in fire prevention, according to warnings from the President of the Republic. (translated)

As notícias das 8h

Economy Minister Manuel Castro Almeida stated that Portugal will meet the recovery plan by August 31, rejecting criticisms about adjustments that compromised projects, highlighting good management and adaptation to new realities as factors for success in the implementation of the Recovery and Resilience Plan (PRR). (translated)

As notícias das 7h

By August 2026, Portugal received 2.320 billion euros from the European Union under the Recovery and Resilience Plan (PRR), bringing the total yield so far to 13.791 billion euros, which represents 62% of the contracted amount. (translated)

PRR desembolsa 13.791 milhões de euros até agosto

Tourism in Portugal, which has been a crucial engine in the economic recovery in recent years, is showing signs of slowing down in 2025, raising questions about which other sectors will be able to sustain GDP growth, especially with the end of PRR investments. (translated)

Se o turismo perde fôlego, quem puxa pela economia nacional?

More than 100 municipalities in Portugal are still waiting for more than 50% of the funds from the PRR program, which was supposed to be completed by the end of this month, while only one municipality has full financial performance. (translated)

PRR. Mais de 100 municípios esperam mais de 50% das verbas

🏆 ANNNNNNND STILL ! 😱 Usman Nurmagomedov est juste TROP FORT !!! 🚀 Il lui a fallu seulement quelques minutes pour éteindre Archie Colgan #PFLNewYork 🤔 Road to UFC ?! https://t.co/pRr2TleKiN #UFC #MMA #PFL

Observador Jul 29

Dear, the president of the PRR Monitoring Commission stated that, one month before the deadline, the targets for private projects are practically met, although the challenges to complete public works remain, with the government seeking to ensure a full execution of the Recovery and Resilience Plan. (translated)

Metas privadas do PRR praticamente cumpridas

Over 150,000 dead, 14 million displaced, 25 million hungry - the war in Sudan is one of the world's most brutal. Another wave of uncontrolled mass migration is threatening. It is also clear: Whoever takes in half of Sudan does not save Sudan, but will... (translated)

Observador Jul 14

A Procuradoria Europeia acusou 15 indivíduos de fraude relacionada com o PRR no âmbito da Operação Nexus. #FraudePRR #ProtestosEUA #BlocoDeEsquerda

15h. Procuradoria Europeia acusa 15 arguidos por fraude
Observador Jul 14

A Procuradoria Europeia acusou 15 indivíduos, incluindo quatro funcionários públicos, e três empresas por envolvimento em um esquema de fraude que desviou mais de 3,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da União Europeia, manipulando contratos públicos para favorecimento de determinados fornecedores em processos de aquisição de equipamentos. #FraudePRR #ProcuradoriaEuropeia #OperaçãoNexus

Operação Nexus: 15 acusados por fraude de 3,5 milhões ao PRR

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Observador Jul 2

A Comissão Europeia aprovou positivamente o 9.º pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência, permitindo a liberação de 2,3 mil milhões de euros, que contribuirão para áreas estratégicas como a transição energética e a modernização da Administração Pública. #PRR #RecuperaçãoEconómica #UniãoEuropeia

Bruxelas dá luz verde ao 9.º cheque do PRR
Observador Jun 25

A negociação do acordo sobre a Prestação Social Única (PSU) entre o PSD e o PS, que excluiu o Chega, envolveu cerca de sete horas de discussões e comunicações, culminando em um entendimento que permitiu a liberação de 620 milhões de euros do PRR. #PSU #PSD #PS

Bastidores. Como PSD e PS fecharam a PSU sem o Chega