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#Gestão

Lembrando que o Fred Luz queria rever o contrato da Arena, que aparentemente, estava lesando o clube. Fred Luz foi derrubado por pressão dos nobres conselheiros do próprio Corinthians. Significa que, para muita gente, um Corinthians endividado interessava MUITO. #Corinthians #Futebol #GestãoEsportiva

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Sempre bom lembrar que nós vivemos no país onde três gerentes da Caixa Asset perderam suas funções e foram rebaixados após emitirem um parecer técnico rejeitando uma operação de alto risco de R$ 500 milhões, emitida pelo Banco Master #CaixaEconômica #RiscoFinanceiro #GestãoResponsável

"A analogia que quero fazer é: um supermercado entrou em Recuperação Judicial. Ele pega um empréstimo para pagar funcionários, para pagar a Recuperação Judicial e aí ele não pode comprar produtos? Carne, feijão, batata, arroz? Os meus produtos são os jogadores. Ele compra produtos mais baratos, vende mais caro e gera receita. Eu sou o gestor de uma empresa de futebol, o meu produto é um atleta. Eu não sou irresponsável por comprar um atleta, eu sou irresponsável se eu não pagar a Recuperação Judicial." 🎙️ Pedrinho, presidente do Vasco. 📸 Reprodução #Futebol #GestãoEsportiva #RecuperaçãoJudicial

“Nós estamos prontos!” A frase é do executivo da SDC Sports, Jesse Fioranelli, e marcou a reunião extraordinária do Conselho Deliberativo (CD), na noite desta segunda-feira, na Vila Belmiro. O encontro serviu para que os representantes da empresa se apresentassem aos conselheiros e expusessem as razões pelas quais o grupo se interessou pela SAF do Santos Futebol Clube. Nesse encontro não estava prevista a exposição da proposta. Fioranelli esteve acompanhado à mesa pelo co-fundador da SDC, Diego Garcia, e pelo sócio-diretor Michael Lipman. Além deles, estiveram presentes na reunião os consultores David Kirsch e Peter Cohen. Os representantes deixaram claro que a empresa está pronta para concluir o investimento e afirmaram que a situação eleitoral do Clube não interfere e não há nenhuma relevância para as decisões futuras da SDC Sports. O processo para a escolha da SDC Sports foi conduzido com a XP Investimentos e, após avançar com 62 investidores e diversas reuniões ao longo do processo, foi concluído que a SDC Sports foi a que melhor apresentou e reuniu condições de colaborar com o futuro do Santos FC. O presidente Marcelo Teixeira falou sobre a importância da reunião: “Hoje tivemos um encontro de apresentação do grupo aos conselheiros e conselheiras, conforme estava na pauta. Foi fundamental para conhecer o perfil, a forma como são os investimentos, da maneira como também trabalharam no futebol e o perfil dos investidores. A diretoria executiva sempre teve um cuidado no assunto da SAF, mas, como nós concluímos hoje toda a documentação, cabe ao Conselho Deliberativo entender esse procedimento, votar as devidas mudanças estatutárias para que, se for do desejo do conselho e do quadro associativo, ocorra a mudança para SAF ou não”. Por 11 meses, a empresa estudou toda a estrutura e atual situação do Santos FC, além de possuir experiência em juntar capital e reunir investimentos. As famílias investidoras no grupo concederam total confiança aos executivos. Eles também afirmaram que o Santos FC foi escolhido por ser uma marca icônica, reconhecida mundialmente. “O Clube é um formador de talentos mundiais, que possui uma torcida apaixonada e engajada. Sabemos da necessidade de fortalecer o Santos FC, para voltar a ter com grandeza tudo aquilo que nos fez estar aqui hoje”, disse Jesse Fioranelli. Jesse também afirmou a importância da disciplina na gestão de capital. E que o time formado por eles possui grande excelência e é focado em melhorias estruturais e aprimoração de formação de atletas. Os executivos salientaram também que a soberania do Clube será mantida. E que estão totalmente dispostos a aprender com os conselheiros, sócios e torcedores e entender cada vez mais a grandeza do Santos FC, respeitando os processos de trabalho para liderar as mudanças com clareza. “A reconstrução exige uma visão de longo prazo. Enxergamos essa jornada em três etapas: convicção no projeto, transição para padrões de alta performance e fortalecimento do Selo Santista, criando as bases para uma evolução sustentável no longo prazo. Tendo esse plano a longo prazo, o Santos FC voltará com extrema grandeza para a disputa de todos os campeonatos que disputar”, concluiu Jesse. Leia a nota completa no site oficial do Santos FC. #SantosFC #SDCSports #FutebolBrasileiro

Haddad critica gestão da saúde em São Paulo e defende inteligência artificial no SUS, modernizar a gestão das filas, integrar o atendimento e levar medicamentos até quem precisa: “Tem que dar uma organizada geral. A fila precisa de uma gestão inteligente.” HADDAD NO RODA VIVA https://t.co/N4K2NrQqbi #Saúde #InteligênciaArtificial #SUS

The unanimous decision of the Constitutional Court validating the Law of Return is a political setback for the President, limiting his ability for future vetoes and raising questions about the management of state institutions. (translated)

O Tribunal Constitucional fragilizou o Presidente?

A escola pública precisa ser espaço de formação, criatividade, pensamento crítico e emancipação. Escola não é quartel e militar não é professor. Nos últimos anos, vimos avançar projetos de militarização das escolas e movimentos de censura como o Escola sem Partido, atacando a autonomia pedagógica, perseguindo professores e tentando transformar a educação em espaço de controle e obediência. Ao mesmo tempo, a Reforma do Ensino Médio aprofundou a precarização da educação, fragmentou o currículo e reduziu o espaço de disciplinas fundamentais para a formação crítica dos estudantes. Defendemos escola pública, gratuita, laica, inclusiva e em tempo integral, com gestão democrática e valorização dos profissionais da educação. Vamos lutar pela revogação dos programas cívico-militares e da Reforma do Ensino Médio, por um currículo que valorize as ciências, as artes, a filosofia e a sociologia e por um novo Plano Nacional de Educação com investimento, infraestrutura digna e valorização salarial. Segurança e respeito nas escolas se constroem com educação, acolhimento, valorização profissional e investimento público, não com militarização! #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #EducaçãoPública #EscolaSemMilitarização #ValorizaçãoDosProfessores

The claims that Jair Bolsonaro was acquitted by the Covid-19 inquiry commission are false, as he remains under investigation for nine crimes related to the management of the pandemic. (translated)

Bolsonaro foi ilibado por comissão de inquérito à Covid-19?

Chega demands the resignation of Luís Neves from the government by the start of parliamentary work, while the PS acknowledges failures in management but prioritizes combating fires, and TAP reports a loss of around 100 million euros in the first half due to high fuel costs. (translated)

As notícias das 10h

The article analyzes the transformation of the perception of security in Portugal, discussing how the loss of social trust and political management led to an increasing concern with immigration and crime, previously considered irrelevant topics in the public debate. (translated)

O fim do país seguro não foi um erro — foi uma decisão

The article by João Adrião analyzes the tragedy in Nepal as a warning about the inappropriate occupation of areas prone to natural disasters, emphasizing the common vulnerability of Portugal and Spain in the face of failures in prevention and crisis management. (translated)

A lição do Nepal e as nossas orelhas de burro
Lula 4d

Ato Mulheres com Lula, em Belo Horizonte (MG), ao lado de companheiras de chapa de vários cantos do país nas eleições 2026. As pautas prioritárias para as mulheres estão no centro da nossa gestão e da nossa campanha. Entre elas, o enfrentamento à violência, as políticas de cuidados, saúde e educação, além do fim da escala 6 × 1. O Brasil está pronto para mais! 📸 @ricardostuckert #Mulheres #Lula2026 #Eleições2026

Lula 4d

Renda própria. Moradia. Proteção contra a violência. Acesso à saúde e à educação. Apoio para cuidar dos filhos. Qualificação profissional. Para uma mulher ter segurança e autonomia, precisa ter condições para escolher o próprio caminho. É isso que estamos fazendo neste mandato. Hoje, em Belo Horizonte, ao lado de companheiras e candidatas da nossa chapa, reafirmamos esse compromisso: 1️⃣ Proteger as mulheres. Punir os agressores » O combate à violência contra a mulher está no centro da agenda do Estado. Com o Pacto Nacional contra o Feminicídio, reduzimos o tempo de análise de medidas protetivas de 16 para três dias. Ampliamos a rede de Casas da Mulher Brasileira: são 13 em funcionamento e 31 em implementação. » A partir do pacto, houve 11 leis novas e quatro decretos, e 34 mil prisões. São 22 mil agressores com tornozeleiras eletrônicas e nove mil mulheres com Unidade de Rastreamento, que detecta com antecedência a proximidade do agressor e aciona a polícia. Dados que mostram resultados. O número de feminicídios já apresentou queda no primeiro semestre de 2026. 2️⃣ O cuidado com as crianças é essencial » O ECA Digital fortaleceu a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. » O Novo PAC está construindo mais de 3.500 creches e escolas de educação infantil. » Há 1,8 milhão de novas vagas em tempo integral: dignidade e mais aprendizado para a criança, tranquilidade para a mãe que trabalha. » São 86 Cuidotecas em funcionamento permanente e outras 17 temporárias. 3️⃣ Cuidado também com a saúde » Garantimos absorventes gratuitos para 3,4 milhões de pessoas. Fizemos mais de 8 milhões de mamografias e adquirimos 1,8 milhão de unidades do contraceptivo Implanon, com 360 mil mulheres já atendidas. » Carretas de atendimento reduziram filas em dezenas de municípios e a vacina do HPV alcançou cinco vezes mais adolescentes do que a média mundial 4️⃣ Inclusão e valorização das mulheres trabalhadoras » Aprovamos a Lei da Igualdade Salarial » Fizemos com que a imensa maioria de benefícios do Bolsa Família, Gás do Povo e moradias do Minha Casa Minha Vida seja registrado no nome das mulheres. » Elas são maioria no ProUni e do FIES (mais de 70%) » Lideram 69% dos microcréditos do Acredita e conquistam cada vez mais espaço no campo, com acesso recorde ao PRONAF e ao Programa de Aquisição de Alimentos. Onde há mulheres fortes, o Brasil avança. Elas estão em cada vez mais espaços de liderança na gestão pública e na ciência. E seguiremos em frente no próximo mandato, transformando o país em todas as vertentes. Sem limites. O Brasil está pronto para mais! #MulheresFortes #AutonomiaFeminina #CombateÀViolência

Lula 4d

Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência. E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes. » Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados. » Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação. » Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil. » Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios. » Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS. » Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste. » É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022. » O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios. Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação. #MudançasClimáticas #Sustentabilidade #Ciência

🚨 URGENTE: Flávio Bolsonaro anuncia Cláudio Luiz Lottenberg para o Ministério da Saúde. Médico, mestre, doutor e com ampla experiência em gestão hospitalar. A Saúde deixará de ser comandada por quem importou mão de obra da ditadura cubana. https://t.co/l0IX7vvdcL #Saúde #Bolsonaro #Brasil

Não adianta só plantar. Tem que apresentar proposta MELHOR e com garantia financeira. Lembrando: • R$ 500 milhões para o futebol, divididos em cinco aportes anuais de R$ 100 milhões, corrigidos pelo INPC. O dinheiro será destinado exclusivamente ao departamento de futebol e não poderá ser utilizado para pagamento de dívidas; • Assumir a dívida do clube (hoje cerca R$ 1.4 bilhão) • Assumir o Fluxo de Caixa (cerca de R$ 1.5 bilhão projetado só pelos próximos 5 anos) • R$ 120 milhões para investimentos no CT do futebol profissional ao longo de dez anos; • R$ 30 milhões para a estrutura das categorias de base em dois anos; • Busca por até R$ 150 milhões via projetos de incentivo fiscal destinados ao clube associativo; • Garantia do equilíbrio financeiro da nova SAF pelos primeiros cinco anos, com o futuro controlador responsável por cobrir eventuais insuficiências de caixa; • Proibição da distribuição de dividendos durante dez anos. E se aparecer proposta melhor, o grupo de Marcos Faria Lamacchia, como Stalking Horse, pode igualar. Vamos ver. #Futebol #Investmentos #GestãoFinanceira

The environmental association Zero warned that, despite the postponement of the global agreement on drought to 2028 at the UN summit in Mongolia, Portugal cannot wait and must act immediately with proactive drought prevention and management policies. (translated)

Zero: falta de acordo não pode adiar ação contra a seca

Rapaz! A primeira inserção da campanha de Haddad já começa desmascarando a gestão de Tarcísio de Freitas: recorde de feminicídios, expansão da Cracolândia, piora na segurança e na saúde, privatizações desastrosas e deterioração das finanças públicas. HADDAD GOVERNADOR 13 https://t.co/halGqztAa7 #Haddad13 #Eleicoes2022 #PoliticaBrasileira

SAFiel 6d

A SAFiel estará na ESPM. Hoje, partiparemos de um evento acadêmico para debater gestão, governança e o futuro do Corinthians. A SAFiel segue levando esse debate cada vez mais longe. https://t.co/oI9GnsJI0x #gestão #governança #futuro