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#Gestão

As escolas em Portugal receberão hoje as classificações dos exames nacionais, após uma série de problemas e atrasos na sua divulgação, com a Associação Nacional de Diretores Escolares a exigir melhorias na gestão do processo para evitar caos semelhante na segunda fase dos exames. #ExamesNacionais #CampeonatoMundial2026 #RádioObservador

As notícias das 10h

🚨EXCLUSIVO - BETIS ACEITA GARANTIAS DO VASCO! Após aproximadamente 30 dias de negociações, com várias idas e vindas entre Vasco e Real Betis, o acordo está muito próximo de ser concluído. O Real Betis aceitou as garantias apresentadas pelo Vasco, e Nelson Deossa chegará a São Januário por empréstimo, com opção de compra / obrigação de compra através de metas batidas. Neste momento, as partes discutem apenas os últimos detalhes financeiros, principalmente se o Vasco fará um pagamento inicial ou em uma data futura. Entre Vasco e Nelson Deossa, está tudo acertado. As partes já chegaram a um acordo em relação às bases salariais, luvas e tempo de contrato. Outro ponto importante é que a negociação contou com participação direta do novo investidor do Vasco da Gama, que atuou nos bastidores para dar as garantias necessárias e destravar o acordo com o Real Betis. Se tudo ocorrer conforme o planejado, Deossa desembarca ainda nesta semana no Rio de Janeiro, com status de primeira contratação da nova gestão, para realizar exames médicos e assinar contrato com o Cruz-Maltino. Apuração: @Leo_lacerda74 #Vasco #RealBetis #Transferências

🚨 Empresários vão à CBF após Flamengo alegar reorganização financeira e suspender comissões. A Associação Brasileira de Agentes de Futebol (ABAF) enviou ofício à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) pedindo a inclusão dos empresários no Fair Play Financeiro da CBF. O manifesto cita como exemplo o atraso em pagamentos de comissões: "A gravidade do episódio se acentua pelo fato de o Flamengo ser o clube em melhor situação financeira do futebol brasileiro". O movimento não é novo, pois os empresários já vêm se mobilizando para serem incluídos no Fair Play Financeiro. A ABAF reforçou o pedido após a "reorganização financeira" alegada pelo Flamengo. Hoje, empresários podem cobrar dívidas na CNRD da CBF ou na Justiça Comum. Se forem incluídos no Fair Play Financeiro, poderão acionar a ANRESF, abrindo caminho para punições esportivas aos clubes inadimplentes. Nos últimos dias, o Flamengo informou aos empresários que pretende renegociar e reprogramar pagamentos de comissões previstos até o fim de 2026. O clube costuma pagar 7% das transações como comissão. Em outra mensagem, o Fla comunicou que os pagamentos pendentes de 2026 serão adiados para 2027, sem divulgar um novo cronograma. O GE procurou o Flamengo, que manteve o posicionamento do pelo presidente Bap ao canal Venê Casagrande: “É possível (renegociação) porque em alguns casos a gente entende que as condições não eram adequadas. A vantagem é o seguinte: como o Flamengo paga, tem credibilidade na praça. Pergunta para esse empresário se ele está recebendo de todo mundo em dia? Ou se ele está recebendo? Ele sabe que não. Quem não está satisfeito, não faz negócio com o Flamengo. Pode fazer negócio com os outros clubes, não tem problema. Agora, alguns contratos, alguns negócios que foram feitos com o Flamengo, algumas condições que o Flamengo aceitou contratualmente e não nos parecem razoáveis, nós temos, sim, buscado renegociar. Faz parte, é do jogo”, disse Bap. • SEGUNDA RENEGOCIAÇÃO DO FLAMENGO No início do ano passado, o Flamengo já havia adiado pagamentos a empresários para melhorar o fluxo de caixa no começo da gestão Bap. • VISÃO DA ABAF A ABAF pediu urgência na inclusão dos empresários no Fair Play Financeiro. A entidade entende que, se até o Flamengo ("a agremiação mais estruturada financeiramente do país") suspende obrigações contratuais, o risco enfrentado pelos agentes com outros clubes é ainda maior. 🗞️ @geglobo | @raphazarko 📸 Divulgação | ABAF #FairPlayFinanceiro #Flamengo #AgentesDeFutebol

O artigo discute a avaliação negativa da transição digital nos exames, destacando a falha na divulgação das notas como um passo em falso e expondo a responsabilidade do governo na gestão da situação. #Digitalização #ExamesNacionais #MinistroDaAdministraçãoInterna

Avaliação negativa para a transição digital nos exames

“Eu tenho R$ 500 milhões para a melhoria do futebol. Eu preciso fazer em 5 anos R$ 100 milhões por ano? Não. Eu posso escolher, por exemplo, fazer o aporte no primeiro ano, os R$ 500 milhões, se eu quiser, e fazer uma manutenção nos próximos cinco. Mas isso, obviamente, vai de uma gestão do investidor. Se ele achar que é melhor fazer boas contratações para depois fazer venda e a partir daí equilibrar o futebol, pode ser uma forma de fazer gestão, mas eu tenho que, no mínimo, por ano, fazer um acréscimo de R$ 100 milhões no futebol. Fora isso, ainda no pilar de melhoria do futebol, eu tenho R$ 120 milhões em centro de treinamento. Daí falam assim: "Poxa, eu tenho 10 anos para colocar isso. Gente, 10 anos para colocar isso, é para fugir da política do Vasco. O investidor precisa ter autonomia total de gestão. O Marcos sabe fazer gestão, a família é muito boa de gestão. — Então assim, eu tenho a discricionariedade de fazer este investimento ao longo dos 10 anos e esses 10 anos foram colocados como blindagem para ninguém vir cobrar algo do investidor nesse período. Mas eu acho que para todo mundo não é segredo para ninguém, já existe o projeto do CT novo. E isso se pretende implementar em curtíssimo prazo, porque na verdade a melhoria desportiva corre em favor do novo gestor.” — André Sica, advogado de Marcos Lamacchia. #Futebol #GestãoEsportiva #Investimento

“Ao contrário de qualquer investidor, ele pretende ficar, no mínimo, 10 anos com as ações. Ele pretende ficar a vida inteira, mas ele se compromete a ficar pelo menos 10 anos. Isso, qualquer investidor que vem só pelo benefício financeiro, não faz. Então, quer dizer o seguinte, se as pessoas que estão com muito medo de ele fazer uma gestão incrível e chegar num patamar de R$ 1,5 bilhão de faturamento do Vasco, podem ficar absolutamente tranquilas. Se o Marcos alcançar R$ 1,5 bilhão de faturamento, ele vai ter que pegar todo esse delta entre o que ele faturou e o que ele gasta e ele vai ter que reinvestir no clube, porque tem um compromisso de em 10 anos não distribuir nenhum dinheiro para fora.” — André Sica, advogado de Marcos Lamacchia, ao ge. #investimento #futuro #gestãodesports

“O primeiro pilar dessa operação, antes de mais nada, é a dívida da Recuperação Judicial. É uma dívida bilionária, que está em R$ 1,3 bilhão. Mediante negociação ela cai para cerca de R$ 800 milhões. A dívida fiscal são outros R$ 300 milhões, então a gente está falando de quase R$ 1,1 bilhão em dívidas que precisam ser pagas. A operação faz efetivamente o repasse de valores para pagamento dessas dívidas. É o ponto básico. A gente está chamando isso de dívidas concursais, extraconcursais e dívidas de longo prazo, porque elas foram alongadas através da RJ. Depois disso, você tem a dívida de curto prazo, que é o fluxo de caixa. Hoje existe um fluxo de caixa dentro do Vasco desencontrado entre receita e despesa de mais de R$ 300 milhões de prejuízo. Hoje o Vasco gasta cerca de R$ 800 milhões e arrecada cerca de R$ 500 milhões, ou seja, existe um descasamento entre o que arrecadam e o que gastam. O segundo compromisso do investidor é fazer o suporte necessário para que tanto receita quanto despesa se equalizem. "Mas, se eu fizer uma boa gestão, diminuir despesas e aumentar as receitas?". Pelo acordo que foi feito, não posso baixar as despesas. Por exemplo, despesas com o futebol, elas têm que seguir o patamar mínimo do que é gasto hoje. Eu tenho que equalizar as receitas ou fazer o aporte. Ou seja, estou garantindo, pelo menos em cinco anos, que vou equalizar isso. Garantindo mais R$ 1,5 bilhão.” — André Sica, ao ge. #Dívidas #RecuperaçãoJudicial #GestãoFinanceira

A Comissão Europeia reconhece as críticas aos novos estatutos da agência Lusa, apontando que podem ameaçar sua autonomia editorial e destacando a necessidade de monitorização do seu modelo de governação, especialmente em face das preocupações expressas por sindicatos e trabalhadores sobre a influência do Estado na gestão da agência. #ComissãoEuropeia #LiberdadeDeImprensa #Lusa

Bruxelas reconhece críticas a estatutos da Lusa

Os Correios viraram retrato do aparelhamento do governo Lula: gestão política, prejuízo bilionário e conta no colo do povo. Estatal deve servir à sociedade, não a sindicatos, amigos e cúmplices do PT. O Brasil precisa de gestão séria! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/AGMsMsH99t #Brasil #Política #GestãoSéria

Em 2017, Lionel Scaloni concluiu o curso de treinador com a Federação Espanhola sob a orientação de Luis de la Fuente. Os dois se tornaram amigos próximos durante o curso, compartilhando a mesma filosofia de que a gestão de pessoas e a construção de um grupo forte são tão importantes quanto as táticas. No domingo, eles se enfrentarão na final da Copa do Mundo. Futebol. #Futebol #CopaDoMundo #Treinadores

O artigo discute a crise hídrica em Almada como um exemplo das falhas na governança da água em Portugal, sublinhando que a gestão desse recurso comum requer uma abordagem multinível e cooperativa, além de questionar a eficácia da administração municipal isolada no contexto das alterações climáticas e da integridade das bacias hidrográficas. #Água #Governança #Sustentabilidade

Almada: o primeiro aviso sobre quem governa a água

A Seção 9 do Sistema de Sustentabilidade Financeira da CBF trata da propriedade de multiclubes. O próprio título da seção já deixa isso evidente. Se ainda restasse alguma dúvida, o artigo 85 reforça de forma expressa: "Esta seção estabelece as regras e vedações aplicáveis à multipropriedade de clubes." Como é público que Leila Pereira não é proprietária do Palmeiras, e que Palmeiras e Vasco não configuram uma estrutura de multipropriedade, esse ponto, por si só, já seria suficiente para afastar qualquer conflito com o regulamento. Mas vamos além. O artigo 86 define os critérios para caracterização de controle e influência e considera também parentes de até segundo grau, citando expressamente, entre parênteses: pais, filhos e irmãos. Enteado não aparece nessa relação. Ainda assim, vamos forçar a interpretação e admitir, apenas para fins de argumentação, que enteado pudesse ser equiparado a filho, embora isso não esteja previsto no regulamento. Mesmo nesse cenário, o próprio artigo 86, em seu § 3º, prevê mecanismos para sanar eventual conflito de interesses. Entre eles está o blind trust. O que é um blind trust? Trata-se da transferência temporária da gestão dos ativos para um administrador independente enquanto durar o potencial conflito de interesses. Esse, inclusive, é um mecanismo utilizado pela UEFA em situações de multipropriedade quando clubes ligados ao mesmo grupo disputam a mesma competição. Portanto, mesmo adotando uma interpretação extremamente ampla — primeiro ao considerar que o caso se enquadraria como multipropriedade e, depois, ao equiparar enteado a filho —, ainda assim não haveria impedimento para a compra da SAF do Vasco por Lamachia. Bastaria a adoção de um blind trust até o fim do mandato de Leila Pereira na presidência do Palmeiras, em dezembro de 2027. Ou seja, é preciso forçar a interpretação duas vezes para sequer cogitar a existência de um conflito. E, mesmo assim, o próprio regulamento oferece uma solução expressa. Apesar disso, o presidente do clube rival insiste em tratar o assunto como se houvesse um impedimento intransponível. É uma postura de quem frequentemente extrapola os limites da própria gestão para opinar e tentar ditar regras sobre temas que nem lhe dizem respeito. Neste caso, porém, a narrativa não se sustenta diante do texto do regulamento. Não há qualquer dispositivo que impeça a venda da SAF do Vasco nessas circunstâncias. #Futebol #Multipropriedade #Regulamento

Rafinha é o novo executivo de futebol do São Paulo. O ex-jogador de 40 anos deixa o cargo de gerente esportivo e passa a liderar o departamento de forma definitiva - ele já vem exercendo a função desde a saída de Rui Costa, há pouco menos de um mês. “Tenho visto o trabalho diário do Rafinha desde que assumiu essa nova responsabilidade. Ele foi um grande atleta e líder, e como gerente esportivo agregou muito. Agora, nessa nova função, vem realizando um grande trabalho à frente do futebol do São Paulo, não só pela experiência que obteve ao longo da carreira, mas por todo o seu relacionamento no mundo do futebol”, comentou o presidente Harry Massis Junior. “Encaro essa nova função como mais um desafio e me sinto muito preparado. A experiência que tenho aqui dentro do São Paulo, tanto como atleta quanto neste período como gerente esportivo, e tudo o que vivi em mais de 20 anos de futebol me dão muita confiança para liderar o projeto esportivo do clube. Além disso, tenho buscado me aprimorar com cursos de gestão. Temos uma equipe muito qualificada dentro e fora do campo, uma grande estrutura e muita confiança para o que vem pela frente. Nossa tarefa será, sempre, colocar o São Paulo no ponto mais alto junto com os nossos torcedores, que são os mais importantes desse clube gigante”, disse Rafinha. Capitão do Tricolor nas conquistas da Copa do Brasil (2023) e da Supercopa Rei (2024), Rafinha encerrou a exitosa carreira como atleta no ano passado, no Coritiba, e passou a integrar a diretoria são-paulina em janeiro deste ano. O novo executivo são-paulino está estudando gestão esportiva na DFB Akademie (Federação Alemã de Futebol) e realiza também o curso de gestão de clubes da FIFA. Rafinha contará com o suporte jurídico de Felipe Carvalho, advogado do clube desde 2020, que passa ao cargo de gerente jurídico esportivo. #SãoPauloFC #futebol #gestaodeclubes

🚨 AGORA! Flamengo aciona agência da CBF por análise e possível veto à venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia. Antes de acionar a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), o Fla notificou o Vasco. A ANRESF pediu esclarecimentos ao Vasco sobre a negociação. O Cruzmaltino tem prazo aberto para responder. O Rubro-Negro cita artigos da Lei Geral do Esporte e do Fair Play Financeiro da CBF. A reclamação do Flamengo é pelo fato de Marcos Lamacchia ser filho de José Lamacchia, que é casado com Leila Pereira, presidente do Palmeiras. O artigo 86 do Fair Play Financeiro da CBF veda que "qualquer pessoa, física ou jurídica, detenha, direta ou indiretamente, controle ou influência significativa sobre mais de um clube". • O QUE DIZ A LEI GERAL DO ESPORTE: A Lei Geral do Esporte diz que “nenhuma pessoa natural ou jurídica que, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de qualquer organização esportiva que promova a prática esportiva profissional poderá ter participação simultânea no capital social ou na gestão de outra organização esportiva congênere disputante da mesma competição que envolva a prática esportiva profissional”. “Duas ou mais organizações esportivas que promovam a prática esportiva profissional disputem a mesma competição ou a mesma série ou divisão de uma competição, quando for o caso, das diversas modalidades esportivas disputadas profissionalmente quando: I - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, por meio de relação contratual, explore, controle ou administre direitos que integrem seus patrimônios; ou II - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de mais de uma sociedade ou associação que explore, controle ou administre direitos que integrem os seus patrimônios. § 2º A vedação de que trata este artigo aplica-se: I - ao cônjuge e aos parentes até o segundo grau das pessoas naturais; e II - às sociedades controladoras, às controladas e às coligadas das mencionadas pessoas jurídicas, bem como a fundo de investimento, a condomínio de investidores ou outra forma assemelhada que resulte na participação concomitante vedada neste artigo.” 🗞️ @geglobo | @raphazarko #Flamengo #Vasco #Futebol

O Flamengo acionou a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) para análise e eventual veto da negociação entre Vasco e Marcos Lamacchia. A seção 9 do Regulamento de Sustentabilidade Financeira, que trata de Multiclubes, é citada pelo Flamengo, como operação que deveria ser vetada pela agência. O Flamengo também cita o artigo 62 da Lei Geral do Esporte. A ANRESF pediu esclarecimentos ao Vasco sobre a negociação e os moldes de uma possível venda a Marcos Lamacchia. O Vasco tem prazo aberto para responder à ANRESF. A Lei Geral do Esporte afirma que “nenhuma pessoa natural ou jurídica que, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de qualquer organização esportiva que promova a prática esportiva profissional poderá ter participação simultânea no capital social ou na gestão de outra organização esportiva congênere disputante da mesma competição que envolva a prática esportiva profissional”. O texto da Lei Geral do Esporte também completa: “duas ou mais organizações esportivas que promovam a prática esportiva profissional disputem a mesma competição ou a mesma série ou divisão de uma competição, quando for o caso, das diversas modalidades esportivas disputadas profissionalmente quando: I - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, por meio de relação contratual, explore, controle ou administre direitos que integrem seus patrimônios; ou II - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de mais de uma sociedade ou associação que explore, controle ou administre direitos que integrem os seus patrimônios. § 2º A vedação de que trata este artigo aplica-se: I - ao cônjuge e aos parentes até o segundo grau das pessoas naturais; e II - às sociedades controladoras, às controladas e às coligadas das mencionadas pessoas jurídicas, bem como a fundo de investimento, a condomínio de investidores ou outra forma assemelhada que resulte na participação concomitante vedada neste artigo.” 📰 @raphazarko #Futebol #Regulamentação #ANRESF

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

Keiko Fujimori, eleita presidente do Peru, pediu reconciliação entre as forças políticas do país para superar a instabilidade crônica, enfatizando que a divisão não permitirá o avanço da nação e que sua gestão enfrentará o desafio de governar sem maioria no Congresso. #Peru #Fujimori #Política

Peru. Presidente pede reconciliação entre forças políticas

Após o homicídio de Lyhanna, uma menina de 11 anos, o governo francês priorizou 1.350 processos de pedofilia, revisando um total de 69.626 queixas e prendendo 675 suspeitos, em resposta a falhas anteriores na gestão de casos contra crianças, conforme anunciado pelo ministro da Justiça, Gérald Darmanin. #França #Pedofilia #Justiça

1.350 processos de pedofilia prioritários em França

Parabenizo o Governador @jorginhomello pela passagem de seu aniversário. Agradeço pela consideração de sempre e o cumprimento pela forma séria e municipalista com que vem conduzindo o Governo de Santa Catarina, descentralizando os recursos e fazendo com que eles cheguem a todos os municípios do Estado, assim como ocorreu no Governo @jairbolsonaro em âmbito nacional. Tenho convicção de que meu pai, preso de forma arbitrária, desumana e incomunicável, também lhe deseja um excelente trabalho e torce pela continuidade dessa gestão em benefício dos catarinenses. Um forte abraço ao senhor, e vamo que vamo! Com @FlavioBolsonaro , @BolsonaroSP e @bolsonaro__jr #SantaCatarina #Aniversário #Governança

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas