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#investimento
Lula 5h

Hoje demos mais um passo importante para tornar o atendimento no SUS mais eficiente, fazendo com que quem depende da rede pública tenha acesso cada vez mais rápido ao cuidado de que precisa. Sancionei uma lei que fortalece o atendimento às urgências cardiovasculares no SUS. Na prática, ela amplia as condições para que medicamentos que ajudam a dissolver coágulos possam ser usados mais rapidamente, inclusive nas UPAs, no SAMU e em outros serviços de urgência e emergência, quando houver indicação médica. Quando uma pessoa sofre um infarto ou um AVC, cada minuto conta. E é por isso que eu digo que na saúde, não estamos falando de gasto. Estamos falando de investimento na coisa mais sagrada que existe: salvar vidas. Isso faz parte de uma história que começamos há muitos anos. Criamos o SAMU, ampliamos as UPAs e agora seguimos fortalecendo e integrando essa rede para que o atendimento chegue cada vez mais rápido a quem precisa. O nosso objetivo é que quem tem menos recursos tenha cada vez mais acesso ao mesmo cuidado de qualidade de quem pode pagar pelo melhor hospital. É esse o SUS que queremos construir: moderno, ágil, humano, democrático e cada vez mais capaz de oferecer o melhor tratamento para a população brasileira. 📸 @ricardostuckert #Saúde #SUS #Urgência

The Premier League transfer market, with a record expenditure of 4.1 billion euros, continues to far exceed other European leagues, standing out for its overwhelming investment and attraction of top players. (translated)

Como o mercado da Premier continua a ser um mundo à parte

The Minister of Economy, Manuel Castro Almeida, stated that Portugal should aspire to a per capita Gross Domestic Product equal to the European average, which is currently 80%, emphasizing the need for a change in the country's growth paradigm. (translated)

Ministro quer PIB per capita na média europeia

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

🚨 Vasco encontra dificuldades para contratar um zagueiro e muda foco na reta final da janela. O clube tinha Diego Carlos como plano A e via Gabriel Pereira, do Copenhagen, como uma das principais opções. Porém, os dinamarqueses pedem valores acima da realidade financeira atual do Vasco, que ainda aguarda a liberação do empréstimo DIP para ter maior poder de investimento. Além da questão financeira, o limite de estrangeiros do elenco também reduz as opções no mercado. Arthur Chaves chegou a ser sondado, mas acertou com o Botafogo. A diretoria considera difícil repetir o modelo de gastar pouco, como foi feito com Bruno Duarte, para encontrar um defensor com o perfil desejado. Com Cuesta e Robert Renan vivendo bom momento, a busca por um zagueiro perdeu força. A prioridade agora é o meio-campo, e Alan Lescano, do Argentinos Juniors, é o principal alvo. O Vasco também monitora a contratação de um atacante de lado. 📰 @brunomurito 📷 CBF #Vasco #Futebol #Transferências

Queremos ver muito investimento proveniente dos Estados Unidos [EUA] na Venezuela para aumentar as oportunidades e a prosperidade dos venezuelanos, dos norte-americanos e dos consumidores de energia

Washington quer "muito investimento"em Caracas
observador.pt

Washington expressed its intention to significantly increase American investment in Venezuela, with Energy Secretary Chris Wright highlighting the importance of energy diplomacy to drive opportunities and prosperity for both countries. (translated)

Washington quer "muito investimento"em Caracas

Virgílio Macedo's article argues that Portugal should focus on generating more added value and productivity, instead of competing on low cost, to raise salaries and improve quality of life, without compromising competitiveness. (translated)

Trabalhamos como europeus, ganhamos como portugueses

The Atlantic Garage, an old bus terminal in Porto, will reopen in 2028 as a cultural and creative space, after significant investment and with a diverse program that includes gastronomy, exhibitions, and events. (translated)

Garagem Atlântico reabre em 2028 como espaço cultural

Tem jogo que vale muito mais do que 90 minutos. Vale vaga, vale a torcida e vale a história! 🔥🏆 Hoje é dia de GALO! #TocaEJoga #H2bet #Galo Ministério da Fazenda adverte: aposta não é investimento. Proibido para menores 🔞 Jogue com responsabilidade Autorizados pela portaria SPA/MF N° 253 #Futebol #Galo #Torcida

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Print que recebi sobre a reunião de hoje. Os caras falaram que no grupo tem muitas famílias investidoras, aí um conselheiro pergunta: quais? Eles respondem: não podemos falar. Aí a XP diz que teve 60 propostas pra SAF do Santos. O conselheiro diz: quais? O MT responde: “A SDC é a melhor!” Kkkkkkk Aí o conselheiro: “Ok! Abre o processo de licitação pra gente saber se é mesmo”, ele diz que não! Kkkkk #SantosFC #investimentos #reunião

“Nós estamos prontos!” A frase é do executivo da SDC Sports, Jesse Fioranelli, e marcou a reunião extraordinária do Conselho Deliberativo (CD), na noite desta segunda-feira, na Vila Belmiro. O encontro serviu para que os representantes da empresa se apresentassem aos conselheiros e expusessem as razões pelas quais o grupo se interessou pela SAF do Santos Futebol Clube. Nesse encontro não estava prevista a exposição da proposta. Fioranelli esteve acompanhado à mesa pelo co-fundador da SDC, Diego Garcia, e pelo sócio-diretor Michael Lipman. Além deles, estiveram presentes na reunião os consultores David Kirsch e Peter Cohen. Os representantes deixaram claro que a empresa está pronta para concluir o investimento e afirmaram que a situação eleitoral do Clube não interfere e não há nenhuma relevância para as decisões futuras da SDC Sports. O processo para a escolha da SDC Sports foi conduzido com a XP Investimentos e, após avançar com 62 investidores e diversas reuniões ao longo do processo, foi concluído que a SDC Sports foi a que melhor apresentou e reuniu condições de colaborar com o futuro do Santos FC. O presidente Marcelo Teixeira falou sobre a importância da reunião: “Hoje tivemos um encontro de apresentação do grupo aos conselheiros e conselheiras, conforme estava na pauta. Foi fundamental para conhecer o perfil, a forma como são os investimentos, da maneira como também trabalharam no futebol e o perfil dos investidores. A diretoria executiva sempre teve um cuidado no assunto da SAF, mas, como nós concluímos hoje toda a documentação, cabe ao Conselho Deliberativo entender esse procedimento, votar as devidas mudanças estatutárias para que, se for do desejo do conselho e do quadro associativo, ocorra a mudança para SAF ou não”. Por 11 meses, a empresa estudou toda a estrutura e atual situação do Santos FC, além de possuir experiência em juntar capital e reunir investimentos. As famílias investidoras no grupo concederam total confiança aos executivos. Eles também afirmaram que o Santos FC foi escolhido por ser uma marca icônica, reconhecida mundialmente. “O Clube é um formador de talentos mundiais, que possui uma torcida apaixonada e engajada. Sabemos da necessidade de fortalecer o Santos FC, para voltar a ter com grandeza tudo aquilo que nos fez estar aqui hoje”, disse Jesse Fioranelli. Jesse também afirmou a importância da disciplina na gestão de capital. E que o time formado por eles possui grande excelência e é focado em melhorias estruturais e aprimoração de formação de atletas. Os executivos salientaram também que a soberania do Clube será mantida. E que estão totalmente dispostos a aprender com os conselheiros, sócios e torcedores e entender cada vez mais a grandeza do Santos FC, respeitando os processos de trabalho para liderar as mudanças com clareza. “A reconstrução exige uma visão de longo prazo. Enxergamos essa jornada em três etapas: convicção no projeto, transição para padrões de alta performance e fortalecimento do Selo Santista, criando as bases para uma evolução sustentável no longo prazo. Tendo esse plano a longo prazo, o Santos FC voltará com extrema grandeza para a disputa de todos os campeonatos que disputar”, concluiu Jesse. Leia a nota completa no site oficial do Santos FC. #SantosFC #SDCSports #FutebolBrasileiro

Que o Freitas e o Valencia tenham uma grande jornada pelo Flamengo e justifiquem a aposta e o investimento. #Flamengo #Futebol #Aposta

Há 10 anos, o golpe contra a presidenta Dilma abriu caminho para um projeto de ataque aos direitos da classe trabalhadora e aprofundamento do neoliberalismo. E seu legado continua de pé nas contrarreformas, nas privatizações e nas políticas de austeridade que seguem limitando o investimento público. Não basta lembrar do ataque à democracia. Precisamos derrotar o projeto econômico que o golpe colocou em marcha. É também por isso que faço parte da Bancada da Esquerda Radical, que construiu um manifesto com 10 pontos para enfrentar o neoliberalismo e fortalecer os trabalhadores e trabalhadoras. O manifesto completo está disponível para baixar no link abaixo: https://t.co/DvylD5IPxa #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #DireitosTrabalhadores #Neoliberalismo #Democracia

A escola pública precisa ser espaço de formação, criatividade, pensamento crítico e emancipação. Escola não é quartel e militar não é professor. Nos últimos anos, vimos avançar projetos de militarização das escolas e movimentos de censura como o Escola sem Partido, atacando a autonomia pedagógica, perseguindo professores e tentando transformar a educação em espaço de controle e obediência. Ao mesmo tempo, a Reforma do Ensino Médio aprofundou a precarização da educação, fragmentou o currículo e reduziu o espaço de disciplinas fundamentais para a formação crítica dos estudantes. Defendemos escola pública, gratuita, laica, inclusiva e em tempo integral, com gestão democrática e valorização dos profissionais da educação. Vamos lutar pela revogação dos programas cívico-militares e da Reforma do Ensino Médio, por um currículo que valorize as ciências, as artes, a filosofia e a sociologia e por um novo Plano Nacional de Educação com investimento, infraestrutura digna e valorização salarial. Segurança e respeito nas escolas se constroem com educação, acolhimento, valorização profissional e investimento público, não com militarização! #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #EducaçãoPública #EscolaSemMilitarização #ValorizaçãoDosProfessores

A bomba-relógio de Roberta Luchsinger André Marsiglia/@Poder360 Em março deste ano, a coluna Radar, de Robson Bonin, na revista Veja, publicou um bastidor importante: um emissário de Roberta teria levado a auxiliares de Lula o recado de que ela exigia proteção e avisava que não “cairia sozinha”, se fosse abandonada.  Na sabatina do Jornal Nacional, na última quinta-feira, Lula fez exatamente o que o aviso recomendava que não fizesse e negou conhecer Roberta três vezes. No dia seguinte, a imprensa em peso expôs diversas fotografias em que ela aparecia ao lado de Lula, além de lembrar que ela participou de jantares com o presidente, foi candidata pelo PT e até mesmo tentou doar dinheiro a Lula, em 2017. Lula reservou tratamento amigável a todos os personagens do escândalo. Manifestou confiança na inocência de Lulinha e de Marcola, seu ex-chefe de gabinete. No entanto, a sócia de seu filho recebeu como recompensa ser chamada de pilantra, ao vivo, na Globo. Segundo relatos publicados depois da entrevista, ela teria ficado possessa e aliados do presidente correram para tentar evitar que concedesse entrevistas. Roberta teria muito a dizer. Até mesmo sobre Lula. Em um dos episódios relatados nas investigações, Roberta afirmou que Lulinha conseguira uma reunião do governador do Maranhão no Planalto. Um mês depois, Lula despejou R$ 59 bilhões em investimentos no Estado. Alguém, além do Estado do Maranhão,  teria ganhado com isso? Essas são perguntas potencialmente comprometedoras que Roberta poderia esclarecer. Lula se encontra preso a um dilema criado por ele mesmo. Se abandonar Roberta, pode empurrá-la a revelar o que sabe sobre tudo e todos, eventualmente, até sobre o presidente. Se tentar aproximar-se dela, enfrentará sua desconfiança e agirá sob os holofotes da imprensa, que aguarda o próximo movimento do tabuleiro. Depois de afirmar que nunca a viu e chamá-la de pilantra, qualquer movimento de conciliação será notado. Lula pode abandonar a bomba e correr o risco de vê-la explodir. Ou tentar desarmá-la diante das câmeras. Para o presidente, já não existe saída segura. Só resta escolher de que maneira Roberta Luchsinger poderá causar mais estragos a ele e à sua campanha.  https://t.co/YlH9jfZzY5 #Lula #Política #Escândalo

A previsão é de tempo fechado para invasão de terra. 🌧️😂 Em compensação, uma frente forte de títulos de propriedade, segurança jurídica, crédito e investimento avança por todo o estado. Desde 2023, já são mais de 6,3 mil títulos rurais emitidos e 276 mil hectares regularizados em São Paulo. No Pontal do Paranapanema, região historicamente marcada por conflitos fundiários, mais de 75% dos lotes de assentamentos já foram regularizados. É o título na mão de quem produz, trazendo segurança jurídica, acesso a crédito e mais condições para investir e permanecer no campo. E a previsão é que esse tempo continue firme por aqui. 🌤️ #Terras #RegularizaçãoFundiária #SegurançaJurídica

Bom, não vou falar muito porque acredito que todos tem a mesma visão, mas que ano decepcionante do MIBR em 2026 Um investimento muito alto, jogadores de alto calibre e terminam o ano sem jogar em São Paulo e, principalmente, sem jogar internacionalmente no VCT. Pra quem tinha grandes expectativas, final melancólico. Pela primeira vez desde 2022, aspas não jogará um Champions. Sentimento muito esquisito, difícil pensar na principal competição da temporada sem ele, Boaster, MaKo e outros grande nomes que ficaram de fora. Parabéns pro time da LOUD, projeto dando resultados cedo e prometendo uma base bastante sólida pro futuro. Vão ter muita torcida em São Paulo na próxima semana! #MIBR #VCT #LOUD

Pri 3d

Flávio Bolsonaro sobre doutrinação nas escolas e investimento em educação. “Quero português, matemática, educação financeira, empreendedorismo, tecnologia e IA. Escola deve preparar para a vida, não doutrinar.” TRAGAM A URNA! https://t.co/2CR0YyRjHh #Educação #Escolas #FlávioBolsonaro

🗣️ DOMINGO ESPETACULAR | Flávio Bolsonaro defendeu a modernização do SUS com mais investimento em tecnologia. A proposta é usar inovação para melhorar o atendimento, reduzir a burocracia e fazer o sistema funcionar melhor para quem realmente precisa. Tecnologia a serviço do paciente. É disso que o SUS precisa. #SUS #Saúde #Inovação