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#Aposta

Moraes dobra a aposta de novo. Mas o revanchismo desesperado não tem chance de dar certo. Diferentemente das outras vezes, agora está acuado, com a imprensa e a parte da sociedade que antes lhe dava guarida, contra ele. Colocar André Mendonça no inquérito das Fake News é um escárnio para se salvar e gerar nulidade processual que poderia ser usada pela defesa Vorcaro. Parece tudo coordenado. Só que desta vez não tem chance de dar certo. Desesperado diante de um inquérito que expõe suas relações com o banqueiro corrupto e os abusos e impropriedades de suas decisões, acabou indo longe demais. Há um outro Brasil agora. Com mais gente a dizer chega. #Brasil #Justiça #Política

Nunca estivemos tão próximos da consolidação de uma ditadura. Lula pressiona para que o herói seja afastado e o vilão protegido. Estão dobrando a aposta! #Ditadura #Liberdade #Política

Estamos em um momento crítico da história. Isso JAMAIS aconteceu no Brasil. Moraes está usando um inquérito ilegal criado e relatado por ele mesmo para em benefício próprio acusar falsamente de crimes o ministro André Mendonça, o que é absolutamente ilegal. Moraes não tem poder algum para acusar ninguém de crimes, muito menos um colega do Supremo. Apenas a PGR pode denunciar ministros do STF por crimes. Desde que o relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro veio a público, a principal alegação de Moraes e seus aliados é a de que Mendonça teria mandado investigar Moraes sem autorização do plenário, o que a PGR também alegou no pedido de nulidade do relatório. Moraes acusa Mendonça de improbidade administrativa e de abuso de autoridade, de quebra de imparcialidade e de favorecimento a grupos políticos. Diz que Mendonça teria direcionado provas contra ele e contra outros magistrados, e que teria usurpado a condução das investigações da polícia. São, palavra por palavra, as mesmas acusações que caberiam com folga sobre a trajetória do próprio Moraes ao longo dos últimos anos. O acusador de hoje descreve o adversário usando o espelho. O que assistimos hoje é a lógica da guerra substituindo por completo a lógica da Justiça dentro da mais alta corte do país. Não se discute mais o que é verdade. Discute-se quem consegue apontar a arma primeiro. Moraes não respondeu às conversas com Vorcaro explicando-as, ele partiu para cima de quem as trouxe à tona. A cada movimento de apuração, ele responde com um movimento de retaliação maior, na aposta de que tem mais poder acumulado do que todos, inclusive o executivo, o legislativo e até seus colegas do STF. Enquanto Moraes triplica a aposta, 81 senadores seguem sentados, decidindo, com o próprio silêncio, se este país ainda tem um legislativo ou se já é governado inteiramente por Alexandre de Moraes. A quinta-feira de hoje foi mais um teste. Falta saber quem, afinal, terá coragem de responder. #Justiça #STF #Brasil

Moraes dobrou a aposta, acusou Mendonça de crimes e o meteu no no inquérito do fim do mundo. Em abril de 2019, quando era AGU do governo Bolsonaro, Mendonça defendeu o inquérito e foi contra seu arquivamento. Aos poucos as pessoas vão aprendendo que a ditadura não tem amigos. https://t.co/mP39d038Rc #Política #Justiça #Liberdade

Não adianta falarmos que Alexandre de Moraes é ilegítimo. Tudo bem, ele é. O que faremos a partir disso? Ele também sabe que é ilegítimo. Por isso exerce sua autoridade através da violência. E ele dobra a aposta pq sabe que todos irão recuar. Precisa alguém não recuar. #Justiça #DireitosHumanos #Liberdade

Fato é: Moraes DOBROU a aposta. Resta saber a próxima decisão do ministro André Mendonça, que não vai deixar barato… #Moraes #Justiça #Decisão

Ya en los mercados hay gente apostando sobre si Argentina recupera las Malvinas este 2026. Si bien hay bajas chances, jamás en la historia hubo apuestas semejantes. El avance de Milei por recuperar la soberanía es IMPRESIONANTE 🇦🇷 #LasMalvinasSonArgentinas https://t.co/WHAjQBnsoC #Malvinas #Argentina #Soberanía

Pessoal, deixa eu explicar uma coisa. Político é isso aí. Ele faz amizade com gente rica, leva jatinho aqui, leva jatinho acolá. MAS isso, por si só, não quer dizer corrupção. É chato? É. Mas corrupção — ou seja, dinheiro roubado dos impostos, que já são um roubo, mas enfim — quem tem poder para praticar de verdade é quem está no GOVERNO, no Judiciário ou em posições com poder de decisão. Um deputadozinho entre mais de 500, como o Nikolas, tem um poder muito mais limitado. Aí vem a oncinha do MBL e fala: "Ah, mas então ele fez isso de graça, de bom coração?" Claro que não, meu amigo de sexualidade indecisa. Ele, como todo banqueiro pilantra, está apostando. Dá jatinho para um político, leva deputadas estaduais para camarote no Carnaval do Rio... Ele está apostando, criando relacionamentos. Quem sabe, no futuro, esse pessoal tenha poder e possa ajudá-lo? Isso é muito, mas MUITO, mas MUITO diferente de um ministro do STF, no exercício do cargo, ficar antecipando informações sobre operações policiais; ou de relações envolvendo o chefe da PF, o PGR ou o entorno do presidente da República. É bastante óbvio entender a diferença. #Política #Corrupção #Brasil

IÑAKI 1d

Sinceramente pensé que estaban guardando los cambios para meter a Tapia en la tanda de penales. Bien valía la pena apostar con un buen atajador como Fernando. También me pareció increíble que Cerrillo no jugó un solo minuto cuando necesitabas alguien de tenencia de balón. #Fútbol #Penales #Cambios

Que joto andar exhibiendo jugadores profesionales de futbol , todos los apostadores tenemos desde gente con mucho poder hasta artistas , deportistas , cero ético y profesional andar exhibiendo a la gente . Super joto ese pedo . En mi rancho de una verguisa no te bajan #fútbol #apuestas #ética

O Vitória abriu como favorito e agora o Vasco é quem tem a maior chance de vencer a partida de hoje nos mercados de aposta. 🤔 #Vitória #Vasco #Apostas

Sei que a pauta do momento é Xandão x Mendonça, mas não posso deixar de finalizar a série BetFIles. Essa é a reportagem mais picante de todas! Bet Files 4: Governo Lula liberou bet russa apontada como "o maior esquema de apostas ilegais do mundo" sem mostrar prova que ele mesmo exigiu. Após alerta da PF, Fazenda condicionou a licença à checagem dos sócios da empresa cipriota que cedeu a marca 1xBet. Nos documentos que o governo tentou manter em sigilo, o resultado sumiu. Leia em A Investigação: https://t.co/Ow8a3hiWj7 #BetFiles #Apostas #Investigação

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Lula 2d

A gente não pode fechar os olhos para um problema que já entrou na vida de milhões de brasileiros: o avanço das bets e os impactos que elas podem causar nas famílias. Nosso compromisso é claro: proteger as famílias brasileiras e impedir que as apostas se transformem em endividamento, sofrimento e perda de qualidade de vida. #Apostas #Famílias #Proteção

⚠️‼️ El Atlético descartó a Tagliafico… porque decidió apostar por Dani Martínez informa @medinamarca La no llegada del argentino nada tiene que ver con el límite salarial, insisten en la entidad. - @marca https://t.co/3t1JYMFkdh #Atletico #Futbol #Transferencias

O maníaco de toga vai cair, mas cairá atirando. E, pelo seu perfil desequilibrado e revanchista, é grande a possibilidade de tentar levar alguém com ele. Querem apostar? #Justiça #DireitosHumanos #Vigilância

🚨💣 ÚLTIMA HORA: El Atlético de Madrid fue quien DESCARTÓ la llegada de Nicolás Tagliafico, ya que prefirieron apostar por Dani Martínez. La no llegada del argentino nada tiene que ver con el límite salarial, insisten en la entidad que tenía hueco suficiente para inscribir a Tagliafico. Fue una opción durante todo el día, pero se decidió, insisten en el club, apostar por la cantera. [🏅: @medinamarca / @marca] #AtléticoDeMadrid #Fútbol #Transferencias

Lula 2d

Desde que assumimos o governo decidimos enfrentar um problema que, durante anos, foi tratado sem a seriedade e a responsabilidade que ele exigia: o avanço das bets sobre as famílias brasileiras. O que foi apresentado como diversão e entretenimento se transformou, para muita gente, em dívidas, sofrimento, conflitos dentro de casa e problemas de saúde. É uma realidade que a sociedade brasileira não pode ignorar. Hoje me reuni com quem conhece essa história de perto: especialistas em saúde e comportamento, representantes dos trabalhadores, do comércio e da indústria, entidades de defesa do consumidor, organizações que estudam os impactos das apostas sobre mulheres, crianças e famílias, além de representantes das igrejas, da cultura e da sociedade civil. Seus relatos, experiência, pesquisas e análises vão nos auxiliar na tomada de novas decisões. Nosso governo fez o que já deveria ter sido feito muito antes de chegarmos: colocou regras num mercado que ficou anos sem regulamentação, passou a fiscalizar as empresas, tirou do ar dezenas de milhares de sites ilegais, criou a autoexclusão e ampliou no SUS a prevenção e o atendimento às pessoas que perderam o controle sobre o jogo. E seguirá atuando para proteger as famílias brasileiras. 📸 @ricardostuckert #JogosResponsáveis #SaúdeMental #FamíliasBrasileiras

O cara meteu o chefe da PF, o PGR e um ministro do STF, que tem o apoio de 70% da Corte, numa fogueira, e tem gente achando que isso não é um ato de desespero ou de muita força. Ou ele acha que vai ter muito poder, ou está acuado. Qual é a aposta? #Política #Brasil #Justiça

Lembrem-se: Alexandre de Moraes está numa posição onde não existe recuo. Existe apenas dobrar a aposta e ir para cima. E por trás dele tem ainda mais gente. https://t.co/2Zw2redDOP #Política #Brasil #Justiça