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#reforma

Former Minister Jurečka criticizes the government's plan to reduce unemployment benefits, calling it a bad and erroneous step that, according to him, will worsen the situation for people searching for jobs and disrupt the positive trend in the labor market. (translated)

Snížení podpory v nezaměstnanosti? Špatné a chybné škrty, kritizuje exministr Jurečka

A situação NESTE momento (tudo pode mudar): com a notícia que ganha força a delação de Vorcaro e com a delação de Mansur da Reag, políticos começam a reagir para que Alexandre saia ou pelo menos se afaste. Uma delação de Vorcaro pode acabar com o Centrão e com o PT (principalmente da Bahia) em período eleitoral. O PT vai reagir com Edinho Silva dizendo ser inaceitáveis as mensagens e pedindo reforma estrutural. Lula, ameaçado por alguns ministros, vai continuar quieto. Alexandre permanece calado. E todos estão esperando a temperatura da opinião pública. É hora de pressionar muito!! #Política #Delação #OpiniãoPública

Cinci episoade despre cum instituția prezidențială devine proprietate de uz personal sub Nicușor Dan. De la promisiune de reformă la simulacru de mediație. Modelul Merkel și absorția sistemică. https://www.aequus.news/romania

România | Aequus

🚨URGENTE - Após Reforma Tributária, receita de impostos sobre consumo tem salto de 19% em 2027, mostra proposta de Orçamento https://t.co/WNQrdQAjxH #ReformaTributária #Impostos #Orçamento

Votei contra e posso dizer: nós avisamos. O que esperavam de uma reforma feita pelo PT? Vai pagando mais caro aí, bobo. Agradeça ao Lula e cia. https://t.co/Jmm8ANKNbz #Reforma #Política #Brasil

Pesquisa colocando Flávio empatado com Lula, bolsa brasileira em dólar +4%. REPETI-LO-EI: Lula fora e SELIC estará abaixo de 10 antes de 2028. Calculem aí quantos BILHÕES a menos em juros da dívida por ano. Eleição do Flávio já é uma reforma fiscal em si. #Eleições2024 #Economia #Política

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

O caso Vorcaro e Moraes não revela uma falha do sistema. Revela o sistema em sua forma mais pura: poder, privilégio e proteção funcionando em pleno vapor. #ImpeachmentMoraesjá #Reformadojudiciariojá #Justiça #Poder #Direitos

Lembra quando disseram que a reforma tributária não aumentaria os impostos? Pois é. Mentiram para você. https://t.co/0EzFNdxuAT #ReformaTributária #Impostos #Política

As mensagens do Master expõe uma rede no STF, MP e de advogados que atuam em uma lógica da corrupção, extorsão e coação. É a cabeça do que falo há anos: a existência de um complexo industrial de coação e extorsão judicial. Isso se irradia por todo o sistema judicial passando também por tribunais inferiores. Algo que um “código de ética” ou a renuncia obrigatória de um ou outro, irá resolver parcialmente e provisoriamente. É mandatório uma profunda reformulação do poder judiciário incluído limitações e controle. #Justiça #Corrupção #ReformaJudiciária

António Guterres reiterated, at the OCX summit, the need for maximum restraint in the Middle East, an immediate ceasefire in Ukraine, and a peaceful solution for Iran, emphasizing the importance of United Nations reform. (translated)

Guterres reitera apelos por contenção e solução para Ormuz

The article by Luís Miguel Ribeiro proposes three structural reforms - the reform of the State and public administration, the reform of the economy, and the territorial reform - as essential to ensure robust and sustainable economic growth in Portugal, leveraging the potential of the country's businesses, talent, and knowledge. (translated)

Três reformas para crescer mais e melhor!

Primero se disparará la tasa de interés de la deuda externa e interna, será más costoso endeudarse y será con el FMI y el Banco mundial, más baratos pero con grandes exigencias que empobrecen la sociedad, pedirán vender activos de la nación y como ya no hay que vender, sino Ecopetrol, los tristes sindicalistas abelardistas verán como privatizan aun más a Ecopetrol. Trump podrá decir orgulloso que aumenta un poco más las reservas de petróleo de EEUU. El aumento de la tasa de interés de la deusa puede elevar aun más el pago de esta deuda en 2027 de lo que esta presupuestado e irá Abelardo directamente a recortes del gasto social, es decir a los recortes de los derechos de la gente que no les importan. Colpensiones hará crisis porque tiene que financiar con el presupuesto nacional cada vez más pensionados debido a que magistrados, sin sentido del estado social de derecho, decidieron permitir que los fondos privados se quedaran con el ahorro de los nuevos pensionados que, estando en los fondos privados y ahorrado allí, se pasaron a Colpensiones. Son casi 30 billones de pesos al año que se han perdido en el exterior y no han sido devueltos ni por Luis Carlos Sarmiento ni por los banqueros del Grupo Empresarial Antioqueño. El presupuesto de Abelardo esconde, y no lo dice la prensa, que no lo aumenta solo para financiar la reconstrucción posterremoto a punta de deuda, sino que también, quiere pagar con el dinero de toda la sociedad la.deuda privada de los banqueros. Son 30 billones que los banqueros de Aval y de Bancolombia captaron del pueblo trabajador, se llevaron fuera del país y no se los quieren devolver a los trabajadores que se pensionaron como ordena la ley. Si se devuelven estos treinta billones robados al pueblo trabajador y los 20 billones de reforma tributaria sobre las grandes fortunas improductivas, tal como presentamos en nuestro presupuesto, muesran el camino más sano de equilibrio fiscal, justicia social y crecimiento productivo, que el abismo económico al que va Abelardo. La codicia de los más ricos de Colombiano nos lleva al abismo. Estamos hablando ya de 50 billones de pesos que quieren evadir en el año 2027 y eso es faltal hasta para ellos mismos. #EconomíaColombiana #JusticiaSocial #DeudaPública

ODS proposes an education reform that would abolish the ninth grade of primary schools and extend compulsory schooling by two years at secondary schools, while also making changes to school financing and the student admission system. (translated)

Kratší základka, ale o dva roky delší střední škola. ODS představila staronový nápad

Luni, 31 august 2026, a fost ultima zi pentru indeplinirea reformelor asumate din Planul Național de Redresare și Reziliență. România nu a reușit. Financial Times și Bloomberg documentează că țara și-a pierdut 770 de milioane de euro din fondurile europene pentru că partidele politice au ales să se lupte pentru putere și control asupra administrației publice și companiilor de stat, în loc să finalizeze o reformă a salarizării unitare în sectorul public — una dintre condițiile pentru deblocarea acestor resurse. https://www.aequus.news/articles/770mil-blocaj

770 de milioane euro și mecanismul blocajului

China has proposed that manufacturers and importers be responsible for traffic fines imposed on autonomous vehicles during their use, in a reform of the Road Safety Law that aims to clarify legal responsibility in this growing sector. (translated)

Quién paga la multa de un coche autónomo, ¿propietario o fabricante? China ya reforma su ley

Según Bloomberg, ha caído "como un plomo" en Wall Street la política económica y presupuestal de Abelardo. Se ha dado la mayor venta de activos del país en Wall Street en la historia, los actores financieros de Wall Street no quieren tener ni bonos colombianos ni propiedades colombianas. Sobre endeudar a Colombia, financiar el gasto con deuda y no ser capaz de hacer una reforma tributaria para cobrarle más impuestos a los ricos, desploma las expectativas económicas sobre Colombia económicamente. Abelardo debería sacar a Miguel Gómez y rodearse de economistas serios. #Colombia #Economía #WallStreet

“A Latam paga R$ 2 bilhões de impostos por ano. Com a reforma tributária, vai passar a pagar R$ 6. Não é a Latam que paga, é o cliente que voa com a Latam que vai pagar isso” A DEFORMA TRIBUTÁRIA vai deixar nossa vida ainda mais cara. Agradeça ao LULA 👍 https://t.co/5eAMpLge3B #Impostos #ReformaTributária #Lula

BFMTV 2d

The French political class honors Édouard Balladur, the former Prime Minister who passed away at 97, calling him a demanding and reformist mentor, and acknowledging his dedication to the Republic. (translated)

"Un mentor", "exigeant" et à l'"esprit réformateur": la classe politique rend hommage à Édouard Balladur
E

Édouard Balladur, former French prime minister and central figure of the French right, has passed away at the age of 97 in Paris, leaving a significant political legacy marked by his rivalry with Jacques Chirac and his management during a period of privatizations and economic reforms in France. (translated)

Muere a los 97 años Édouard Balladur, ex primer ministro francés