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#Economía

🚨URGENTE: ROGÉRIO MARINHO, possível novo Ministro da Economia do INEXISTENTE “Presidente FLÁVIO (@FlavioBolsonaro)”, VOTOU CONTRA O FIM DA ESCALA 6X1. Espalhar essa informação tornou-se FUNDAMENTAL PARA A ESQUERDA, assim como SEGUIR O @pesquisas_elige e comentar FLÁVIO E MARINHO ODEIAM POBRES!🇧🇷👍😎 #Economia #Política #Brasil

Alguien me puede confirmar si es cierto que Delfina Rossi te pone como CONDICION que no haya economistas en la mesa que la puedan dejar mal parada? Por cierto, el rumor me lo pasa un peronista. Ni ellos la quieren jajajajaj #DelfinaRossi #Economía #Política

The Minister of Economy, Manuel Castro Almeida, stated that Portugal should aspire to a per capita Gross Domestic Product equal to the European average, which is currently 80%, emphasizing the need for a change in the country's growth paradigm. (translated)

Ministro quer PIB per capita na média europeia

In Italy, people earn less than in France, Germany, and Spain, and most people are stuck in the same low income bracket. The graph says we are more uniformly poor. Inequality is mainly in wealth, not in salaries. (translated)

Nunca se debe usar la fuerza sin la razón. Si se hace lo que se comete es barbarie, genocidio y holocausto. Aquí Abelardo, sin emplqme, repite algo ya dicho en mi gobierno pero sin mucha autoridad moral, no se pueden establecer alianzas con el crimen, no pueden confundir el dialogo socio juridico propio de las leyes ezpedidas de transición a la paz con asociaciones con el crimen. No es lo mismo un estadoque negocia la paz con las farc , que un dirigente político o funcionario socio comercial de un paramilitar o que viva del narcodinero. Pero si Abelarso hubiera hecho el empalme o solo hubiera oído nuestro análisis sobre los grupos armados basados en economías ilícitas hubiera comprendido que la principal falla en la lucha contra estos grupos es que mandso regionales de la fuerza pública, sin generalizar, y dirigentes politicos regionales, sin generalizar, se asocien con los grupos que deben combatir. Eso pasa en Colombia en muchas regiones y fué muy claro con el clan del golfonñ en la zona minera del nordeste desde Bututica hasta aguas abajo de río Cauca como en el Catumbo frente al ELN, como con mandos de la policía y el clan del golfo en el caribe. Ahora que ya lo empieza a comprender, sabrá en primer lugar que muchos de los oficiaes de la fuerza pública que retiré lo hice por los indicios de incurrir en estos delitos, mal hace al reintegrarlos. Y en segundo lugar, ojo que muchos bombardeos pueden matar niños pero casi nunca matan los jefes armados de los grupos porque siempre les avisan un poco antes. También se dará cuenta que los grandes narcotraficantes de la cocaína y del oro no viven en Colombia, y en que los bombardeos no les hacen ningún rasguño, porque apenas mueran 20 colombianos a bajo las bombas, reclutan 30 más. Mi política fue más quirúrgica y efectiva: darle la mano al campesinado para sustituir cultivos, darle la mano al pequeño minero para darle títulos. Incautar al máximo cocaína, llegue a 3.400 toneladas en tos el periodo; ene estos 20 fías se ha caído la incautación a una cuarta parte del promedio diario que llevábamos y: Articular las policías mundiales para capturar los mayores capos de la multinacional del crimen en diferentes partes del mundo. Si seguimos por la vía propuesta por Adelardo los jóvenes armados a los que había que invitar a dejar las armas solo matarán y morirán, los niños morirán pero la cocaína se venderá más en el mundo y los capos de la multinacional de la cocaína seguirán libres por el mundo, financiando cómo cambiar votos de la gente por algoritmos. #Paz #Colombia #CrimenOrganizado

The Spanish government will promote a large tripartite social pact to regulate and distribute the benefits of Artificial Intelligence, under the leadership of President Pedro Sánchez, involving technical and social experts. (translated)

El Gobierno promoverá "un gran pacto social" tripartito para "repartir los beneficios" de la Inteligencia Artificial

FALSO. LA DIPUTADA STRADA O MIENTE DELIBERADAMENTE O NO SABE USAR LA CALCULADORA La venta de CITELEC —el 50% que tenía ENARSA en la controlante del 52,65% de Transener— se adjudicó por licitación pública en USD 356.174.811,78. Esto es, si se le hace muy difícil entender, TRESCIENTOS CINCUENTA Y SEIS MILLONES DE DÓLARES. Central Puerto ofreció 301 millones. La diferencia que les ganó la licitación es de 55,17 millones de dólares. El cuento de que “tasaron 200 una empresa que valía 320” y de que “con el dividendo recuperaron dos tercios” es FALSO y se arma mezclando tres cosas distintas: el precio base, un número que se inventó ella y el 100% de Transener. Es insólito que una diputada nacional no sepa hacer cuentas básicas de aritmética. Ojalá la exposición le sirva a esta diputada para aprender cómo son estos procesos y dejar de hacer el ridículo. #PolíticaArgentina #Economía #Transener

Inflation has returned to 3.3 percent, the highest level since September 2023. But the average figure, as often happens, is almost comforting. Just look at where prices are rising to understand the problem. Inflation Housing, water, and energy: +8.9 percent. Transport: +6.1. (translated)

Pesquisa colocando Flávio empatado com Lula, bolsa brasileira em dólar +4%. REPETI-LO-EI: Lula fora e SELIC estará abaixo de 10 antes de 2028. Calculem aí quantos BILHÕES a menos em juros da dívida por ano. Eleição do Flávio já é uma reforma fiscal em si. #Eleições2024 #Economia #Política

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The interest rates of the Portuguese debt have reached maximum levels in almost a decade, leading the CEO of Optimize to highlight the need for monitoring, although without immediate alarm, due to concerns about rising inflation and the increasing issuance of debt by governments and companies. (translated)

Juros. "Dinamismo da economia portuguesa" pode relativiza...

During the G20 Finance meeting in Asheville, the joint statement was blocked by China, with the remaining 19 countries stating that low-cost exports are no longer sustainable. (translated)

G20 Finanze, salta il comunicato congiunto: la Cina si sfila. I 19 Paesi: “Esportazioni a basso costo non più sostenibili”

Invitare Vannacci al Forum Ambrosetti a parlare di economia descrive bene la cialtronaggine della nostra classe imprenditoriale. #economia #imprenditoria #ForumAmbrosetti

Oi @globo @jornalnacional To curiosa: por que vcs se referem ao Fabio Farias mencionando seu antigo cargo de ministro do Bolsonaro mas NUNCA falam que, enquanto negociava c/Vorcaro, Fabio trabalhava p/ o BTG Pactual, banco que foi o segundo maior distribuidor de CDBs do Master? https://t.co/kN1WAaJuIV #Jornalismo #Política #Economia

Lercio.it 11h

#ULTIMORA Governo contro il gender gap: “La benzina costerà più di 2 euro sia per gli uomini sia per le donne” - di @guttolo https://t.co/37UPIR4ez7 #GenderGap #Uguaglianza #Economia

In August, Spain lost 163,000 jobs and saw an increase of 44,000 people unemployed, although the drop in membership was the most moderate in the last five years due to a massive regularization of migrants. (translated)

España destruye 163.000 empleos en agosto y el paro sube en 44.000 personas

Mañana a las 2.30 pm hora de Colombia y 1.30 pm hora de mexico se transmitirá mi conferencia en la UNAM sobre El capital en el siglo XXI. https://t.co/tGXij81rnu #Conferencia #UNAM #Economía

The article by Luís Miguel Ribeiro proposes three structural reforms - the reform of the State and public administration, the reform of the economy, and the territorial reform - as essential to ensure robust and sustainable economic growth in Portugal, leveraging the potential of the country's businesses, talent, and knowledge. (translated)

Três reformas para crescer mais e melhor!

Estabilizamos la economía, reconstruimos los servicios públicos, invertimos cantidades récord en seguridad y defensa, sacamos a cientos de miles de niños de la pobreza y transformamos la reputación del Reino Unido con nuestros socios internacionales

El exprimer ministro británico Keir Starmer renuncia a su escaño para dedicarse a "otros asuntos"
www.20minutos.es

September is the second month of the year with the most voluntary job resignations, with 300,000 workers leaving their positions in 2022, an increase of 50% since 2019, driven by the search for better opportunities after the holidays. (translated)

¿Sabías que cientos de miles de personas renunciarán a su empleo en septiembre? Lo explicamos en un minuto