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#Tarifas

A linha do tempo está ficando muito interessante! No sábado 15 de novembro de 2025, a Primeira Turma do STF fechou unanimidade para tornar Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) réu por coação. Relator: Alexandre de Moraes. A tese, com parecer de Paulo Gonet: o deputado teria articulado nos EUA, com o jornalista Paulo Figueiredo (@pfigueiredo08), tarifas, vistos e Magnitsky para pressionar o tribunal que julgava o pai. Horas depois, no iPhone de Daniel Vorcaro, uma nota ia para o contato “Alexandre de Moraes BRASILIA”: “Acha que segunda já tenho que estar fora?” “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?” No domingo, de um avião: “irei direto praí” e “se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana”. Na segunda, às 20h48, última nota. Por volta das 22h, prisão em Guarulhos. Na terça, o BC liquidou o banco. Paulo Gonet — o “Paulo” das notas, a quem Vorcaro pedia que Moraes “reforçasse” para conter PF e PGR — deu parecer favorável ao indiciamento de Eduardo. No 1º de setembro de 2026, no mesmo dia em que Mendonça tirou o sigilo, Gonet pediu a nulidade do relatório da PF. O argumento: o relator não podia mandar investigar um ministro do STF sem o plenário. O PGR também é citado no material — saudades, Macallan, filho em Londres com despesa do Master. Um homem foi denunciado por tentar dobrar o tribunal de fora. No mesmo fim de semana, o dono do Master tentava frear PF, PGR e BC pelo WhatsApp do relator. Moraes nega ter recebido. Esta é mais uma reportagem da série sobre o relatório da PF. Leia todas em A Investigação: https://t.co/oHdXgIfRym #PolíticaBR #STF #EduardoBolsonaro

Joesley Batista, um dos controladores da JBS, reuniu-se com Donald Trump no Salão Oval em 20 de agosto, menos de duas semanas atrás. Segundo o Wall Street Journal, defendeu a retirada de uma tarifa de 26% sobre a carne brasileira para baratear o produto nos Estados Unidos. No dia seguinte, Trump anunciou uma cota temporária de 300 mil toneladas por 90 dias, sem a tarifa mais elevada cobrada fora da cota - o jornal afirma que Joesley ajudou a moldar a decisão. A cronologia é irrefutável; reunião no dia 20, anúncio no dia 21 e uma concessão que beneficia o setor liderado mundialmente pela JBS. A JBS está entre as quatro maiores processadoras sob investigação antitruste do Departamento de Justiça americano. Juntas, elas controlam cerca de 85% do processamento de carne bovina nos EUA - o próprio Trump chamou o mercado de “monopólio”. A abertura às importações também revoltou pecuaristas e republicanos, que acusam o presidente de sacrificar o produtor americano. Nove dias depois, em 29 de agosto, André Esteves, do BTG Pactual, passou 45 minutos com Trump em seu clube de golfe. Avisou o Planalto e tratou de energia, minerais críticos, data centers, Venezuela e da eleição brasileira. De volta ao Brasil, Esteves foi jantar com Lula no Alvorada nesta segunda-feira, 31 de agosto. Os irmãos Batista estavam na mesma mesa e já haviam ajudado a articular um encontro entre Lula e Trump. Os dois bilionários reaparecem como pontes informais entre os presidentes, embora não tenham cargo diplomático ou mandato público. Os fatos, revelam um corredor paralelo - procuram Trump, avisam o Planalto, misturam interesses nacionais e privados e retornam ao Alvorada. A conversa de Joesley resultou na redução tarifária; o resultado da missão de Esteves ainda poderá aparecer. Enquanto oligarcas cruzam o corredor Brasília–Washington para reduzir tarifas e ampliar negócios, o brasileiro, do lado de fora, paga impostos, juros e comida cara. Lula governa para quem? #JBS #Trump #Lula

Voy a meterle la mano de frente a los abusos y sobrecostos que hoy golpean el bolsillo de millones de conductores colombianos. Voy a proponer al Congreso reducir hasta en un 50 % el valor actual de las multas de tránsito. Una infracción debe tener una sanción proporcional; no puede convertirse en una condena económica para una familia colombiana. Voy a acabar con el absurdo requisito de la llamada “casa cárcel” para habilitar los Centros Integrales de Atención y con las barreras que han favorecido monopolios alrededor de los cursos para obtener descuentos en las multas. Buscaré reducir en un 25 % el costo asociado a estos cursos y fortalecer a las autoridades de tránsito para que puedan impartirlos directamente. Voy a revisar y buscar reducir el costo de las licencias de conducción, eliminar costos innecesarios asociados al trámite y aumentar su vigencia a 8 o 10 años. Voy a ponerle freno al negocio de las fotomultas. Endureceré los controles para su autorización porque para mí primero están la vida y la seguridad vial, jamás el afán de recaudo. También estableceré parámetros claros para la calibración de los equipos, para evitar que los colombianos terminen pagando multas producto de mediciones defectuosas. Voy a ordenar una revisión integral del RUNT y el SIMIT para identificar duplicidades y buscar eliminar o reducir sustancialmente las tarifas que les cobran a los colombianos. Y voy a revisar el costo y la periodicidad de la revisión técnico-mecánica, incluyendo la decisión que redujo de seis a cinco años el plazo para los vehículos nuevos. Mi propósito es claro: reducir cargas y costos innecesarios para la gente. No voy a permitir que el Estado se convierta en una máquina de cobrar, multar y exprimir al ciudadano. Donde encuentre monopolios, sobrecostos, trámites absurdos o negocios montados alrededor de la necesidad de la gente, voy a actuar. Menos burocracia, menos abusos y más plata en el bolsillo de los colombianos. Esta es la Patria Milagro. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #Colombia #Transporte #JusticiaSocial

Na noite desta sexta-feira, 28 de agosto, Flávio Bolsonaro enfrentou 40 minutos de sabatina ao vivo na TV Globo, conduzida por Renata Vasconcellos e César Tralli. Pressionado sobre Daniel Vorcaro, a condenação de Jair Bolsonaro, o 8 de Janeiro, o tarifaço americano e episódios de sua trajetória, manteve o tom e procurou deslocar o confronto do passado para as escolhas de 2026. Sobre os R$ 61 milhões repassados por Vorcaro ao filme “Dark Horse”, afirmou que o financiamento foi privado, sem dinheiro público ou contrapartida política. Ao tratar de Jair Bolsonaro, chamou o processo de farsa e prometeu trabalhar por anistia ainda na transição ou conceder indulto aos condenados pelo 8 de Janeiro. Admitiu ter errado ao dizer que urnas brasileiras foram fabricadas por empresa venezuelana, afirmou que respeitará o resultado eleitoral e previu vitória no primeiro turno. Na crise com Washington, responsabilizou Lula pelo tarifaço de 50%, reconheceu que Eduardo Bolsonaro errou ao agradecer a Donald Trump pelas tarifas e declarou o Pix “sagrado” e “inegociável”. Na economia, prometeu forte ajuste fiscal, redução de ministérios e cargos comissionados, corte de burocracia e impostos e combate às fraudes e à corrupção, sem economizar sobre salário mínimo e aposentadorias. O anúncio da noite veio na Saúde: Claudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein, aceitou o convite para comandar o ministério em um eventual governo Flávio Bolsonaro - uma escolha, no mínimo, questionável - sobretudo pelas medidas restritivas que defendeu durante a pandemia. Flávio finalizou perguntando ao brasileiro se hoje deve mais ou menos, se vive com mais ou menos violência e se espera mais ou menos corrupção após outros quatro anos do atual governo. E resumiu: “Não precisa gostar de Flávio Bolsonaro. Goste de você.” Essa, de fato, é a pergunta incômoda que o povo deve responder: a vida do brasileiro melhorou ou piorou nos últimos quatro anos sob o governo Lula? #FlávioBolsonaro #Eleições2026 #PolíticaBrasileira

Flávio Bolsonaro foi direto ao ponto na sabatina do JN: - Solidariedade a Renata; - Vorcaro e o dinheiro para o Grupo Globo; - Bolsonaro julgado por seus próprios inimigos; - O “golpe” inventado via Wi-Fi; - Convocação para o voto e vitória no 1º turno; - EUA: defesa do Brasil enquanto Lula tentava se fazer de vítima; - Eduardo denunciando os abusos de Alexandre de Moraes; - Tarifas: Flávio defendendo o Brasil, enquanto Lula atacava os EUA para tentar ganhar a eleição. Recado dado. Agora é com o eleitor. #Política #Eleições2024 #Brasil

Flávio diz que Lula “cavou” tarifaço dos EUA e promete negociar diretamente com Trump https://t.co/kCmIqUQdEs #Lula #Tarifas #EUA

Flávio sobre as tarifas dos EUA: “As empresas brasileiras que já são as mais tarifadas do mundo (…) Lula quem cavou com força, e o Lula procurou muito essa tarifa, ele xingou, ele ameaçou, ele conseguiu, parabéns Lula, você conseguiu tarifar as empresas brasileiras.“ https://t.co/cRbgPTZQtV #Brasil #Tarifas #Lula

Assistindo ao JN ontem e matutando: imagine se o Lulinha pedisse ao Trump sanções e tarifas contra o Brasil, fizesse rachadinha, se metesse com o Vorcaro, tocasse um gabinete do ódio, negasse a vacina, apoiasse um golpe de Estado ou pagasse de pateta de Camboriú? O Céu desabava. #politica #Brasil #Lula

The Trump administration is considering the implementation of tariffs on the import of semiconductors, which could affect the progress of the United States in the area of Artificial Intelligence, technology companies warn. (translated)

Administração Trump pondera aplicar tarifas aos "chips"

Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook

E

Canada has announced the imposition of retaliatory tariffs ranging from 15% to 50% on U.S. products in response to the tariff increases announced by the United States, with this measure being part of an escalation in the trade war between the two countries, with the new duties in effect starting September 8. (translated)

Canadá contraataca a Trump con aranceles de entre el 15% y el 50% a productos estadounidenses

“O nosso pacote de tarifas de retaliação, dólar por dólar e taxa por taxa, juntamente com um pacote de apoio de vários milhares de milhões, vai proteger trabalhadores, agricultores, famílias e empresas”

Canadá retalia com tarifas aplicadas às importações dos EUA
observador.pt

Canada has announced new retaliatory tariffs on U.S. imports, reaching up to 50%, in response to the rates imposed by Donald Trump, covering about 700 products and seeking to limit the impact on Canadian consumers, while offering a support package of 7.5 billion Canadian dollars for affected businesses and workers. (translated)

Canadá retalia com tarifas aplicadas às importações dos EUA

🇨🇦🇺🇸 AGORA: Canadá retalia os Estados Unidos e anuncia tarifas de até 50% sobre mais de 700 produtos americanos, somando US$ 27,6 bilhões, praticamente o mesmo montante das exportações canadenses afetadas pelas tarifas de Trump. As medidas entram em vigor em 8 de setembro e miram setores como aço, laticínios, móveis e papel. #Comércio #Tarifas #Canadá

Migração do varejo > on-line não deve ser combatida com tarifas - solução destes asininos comandando o país. Isso resolve fácil: extinção da renúncia fiscal para empresa gigante que não precisa (mas faz lobby) e ISENÇÃO de imposto para pequeno comércio físico que fatura até X - conseguindo assim cortar preços e competir. Mandarei um telegrama ao @FlavioBolsonaro com a proposta. #Varejo #Impostos #Economia

"The new tariffs from Donald Trump were 'made to hurt us and divide us... the US is trying to break us so they can own us. That will never, ever happen,' said Mark Carney, Prime Minister of Canada." (translated)

In May 2025, Mark Carney reaffirmed Canada's sovereignty by telling Donald Trump at the White House that the country was not for sale, while in August 2026 the Canadian Prime Minister withdrew from trade negotiations with the U.S. in response to 50% tariffs on Canadian goods, intensifying his opposition to American economic coercion. (translated)

Carney volta a mostrar os dentes a Trump

Donald Trump announced that, starting January 1, 2027, the United States will impose tariffs of 50% on Canadian cars, automotive parts, and steel, justifying the measure by the trade deficit of 60 billion dollars with Canada and accusing it of exploiting the U.S. (translated)

Trump impõe tarifas de 50% sobre automóveis e aço do Canadá

“Tive uma conversa muito boa com o primeiro-ministro [canadiano] ontem [terça-feira] à noite e chegámos a um acordo com o Canadá. Como sabem, hoje iam entrar em vigor tarifas generalizadas de 50% contra o Canadá; eles ligaram ontem e aceitaram os pontos que nós exigíamos. É um acordo muito justo para ambas as partes”

Trump prevê acordo com Canadá para suspender tarifas
observador.pt

Donald Trump announced that, after a conversation with Canadian Prime Minister Mark Carney, a preliminary agreement was reached to suspend the 50% tariffs that the United States planned to impose on Canada, emphasizing that the negotiation brings significant benefits to both countries, especially for American farmers. (translated)

Trump prevê acordo com Canadá para suspender tarifas