“Eu tenho R$ 500 milhões para a melhoria do futebol. Eu preciso fazer em 5 anos R$ 100 milhões por ano? Não. Eu posso escolher, por exemplo, fazer o aporte no primeiro ano, os R$ 500 milhões, se eu quiser, e fazer uma manutenção nos próximos cinco. Mas isso, obviamente, vai de uma gestão do investidor. Se ele achar que é melhor fazer boas contratações para depois fazer venda e a partir daí equilibrar o futebol, pode ser uma forma de fazer gestão, mas eu tenho que, no mínimo, por ano, fazer um acréscimo de R$ 100 milhões no futebol. Fora isso, ainda no pilar de melhoria do futebol, eu tenho R$ 120 milhões em centro de treinamento. Daí falam assim: "Poxa, eu tenho 10 anos para colocar isso. Gente, 10 anos para colocar isso, é para fugir da política do Vasco. O investidor precisa ter autonomia total de gestão. O Marcos sabe fazer gestão, a família é muito boa de gestão. — Então assim, eu tenho a discricionariedade de fazer este investimento ao longo dos 10 anos e esses 10 anos foram colocados como blindagem para ninguém vir cobrar algo do investidor nesse período. Mas eu acho que para todo mundo não é segredo para ninguém, já existe o projeto do CT novo. E isso se pretende implementar em curtíssimo prazo, porque na verdade a melhoria desportiva corre em favor do novo gestor.” — André Sica, advogado de Marcos Lamacchia. #Futebol #GestãoEsportiva #Investimento