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#Dívidas

🦅🚨 | Após decidir não renovar com Memphis Depay, o Corinthians terá que resolver outra questão: como vai pagar a dívida de R$ 42 milhões que possui com o atacante. Segundo o ge, o valor pode chegar a R$ 77 milhões com juros, cálculo feito pelo próprio clube. A dívida é referente a bonificações previstas no contrato encerrado, envolvendo metas, gols, assistências e conquistas de títulos. Sem a renovação, que previa o parcelamento da dívida até 2028, Memphis poderá acionar a Fifa para cobrar o Corinthians. A decisão de Osmar Stábile também teve um componente político. O presidente avaliava que a renovação faria com que a dívida passasse a ficar diretamente vinculada à sua gestão, já que ele assumiria a responsabilidade pelo pagamento do débito deixado pela contratação realizada durante a gestão de Augusto Melo. O Corinthians segue com três transfer bans ativos, que somam aproximadamente R$ 21,5 milhões, além de outras dívidas e salários atrasados. 📰 | ge 📸 | Davi Bittencourt / Time do Povo #Corinthians #MemphisDepay #Futebol

Memphis Depay FORA do Corinthians. Não vão renovar. A chance dele acionar o Corinthians na justiça e pedir até a Neo Química Arena pra quitar as dividas é gigantesca... https://t.co/PETgwJvvtC #MemphisDepay #Corinthians #Futebol

🦅🚨 | EZZE SEGUROS ESTÁ HÁ 5 JOGOS ESTAMPANDO A CAMISA DO CORINTHIANS SEM CONTRATO! O contrato com a EZZE Seguros terminou em 30 de junho. Mesmo assim, o Corinthians entrou em campo cinco vezes com a marca estampada no uniforme: contra Remo, Bahia, Athletico, Internacional e Red Bull Bragantino. Cinco jogos de exposição sem um novo contrato oficializado. E a situação fica ainda mais absurda: segundo apuração do Time do Povo, a EZZE quer reduzir o valor pago ao Corinthians, mas pretende permanecer no mesmo espaço de destaque da camisa. A diretoria, por sua vez, não aceitou e tenta manter o valor do último vínculo, além de negociar um repasse financeiro da empresa para ajudar no pagamento da renovação de Memphis Depay. A EZZE pagava cerca de R$ 6 milhões pelo espaço. Enquanto isso, outros grandes clubes de São Paulo recebem entre R$ 15 milhões e R$ 30 milhões por propriedades semelhantes. Em meio a salários atrasados, dívidas e três transfer bans, cada real deveria ser tratado como ouro. E fica a pergunta: quem vai pagar pelas cinco exposições da marca sem contrato? O Marketing do Corinthians precisa explicar isso à torcida. O Corinthians não é ONG. Não existe espaço para caridade com patrimônio do clube. Parabéns, Stábile. Parabéns, Vini do Marketing. Parabéns, Ângelo de Sá. Parabéns, Paulo Garcia. Cinco jogos. Cinco oportunidades de receita. Vocês estão brincando com o Sport Club Corinthians Paulista! Se não querem trabalhar, PEÇAM PARA SAIR DO CORINTHIANS! 🎪 Que circo. #Corinthians #EZZESeguros #FutebolBrasileiro

O Poder 360 fez uma baita matéria. A investigação começou há 6 meses, retrocede até 2014 e traz decretos de 2018. “Toda essa história começou a se desenhar em 2014, no fim da gestão do então governador, Jaques Wagner, um petista histórico e amigo muito próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Em 13 de janeiro de 2022 -quando o Credcesta já era uma das joias do Banco Master-, Rui Costa tomou outra decisão difícil de entender. O então governador da Bahia proibiu os funcionários públicos do Estado de transferirem suas dívidas com o Credcesta para outras instituições bancárias que ofereciam juros menores. Em suma, o governo do PT na Bahia disse aos funcionários públicos do Estado: "Fiquem para sempre pagando juros altíssimos para Guga Lima e Daniel Vorcaro" A síntese é uma só: sem o PT da Bahia, sem Rui Costa e sem Jaques Wagner não teria prosperado o esquema inicial que resultou na fraude do Banco Master na forma que o Brasil conheceu nos últimos meses” A culpa é do PT. #politica #investigacao #Brasil

"O Negócio do Século de Vieira: Como se Livrou de 160 Milhões em Dívidas" O antigo presidente do Benfica ficou livre da dívida. O banco ficou com as acções — e a fugir delas."" Uma história antes da história A avó de uma amiga minha ficou viúva há uns anos e, com ela, herdou uma dor de cabeça: o marido tinha deixado dívidas de que ninguém na família sabia bem a dimensão. Antes de assinar seja o que for, a minha amiga levou-a ao advogado. E o advogado explicou-lhe uma coisa que a lei portuguesa prevê há mais de século e meio: uma herança pode ser aceite de duas maneiras. Pode aceitar-se "pura e simplesmente" — nesse caso, fica-se com tudo, o bom e o mau, e se as dívidas forem maiores do que os bens, paga-se a diferença do próprio bolso. Ou pode aceitar-se "a benefício de inventário" — fica-se com o que a herança tiver de bom, mas nunca se responde por mais do que aquilo que ela vale. Se a dívida for maior do que a casa e as poupanças do falecido, essa diferença simplesmente desaparece; não sai do bolso do herdeiro. A avó da minha amiga escolheu esta segunda opção, e dormiu descansada. Guardo esta história porque é, sem exagero nenhum, a chave para perceber o que aconteceu este mês com o Novobanco e as empresas de Luís Filipe Vieira. Só que, em vez de uma família a lidar com um advogado, temos um banco a lidar com uma norma internacional de contabilidade chamada IFRS 10. E o resultado, tecnicamente, é o mesmo: ficar com o que interessa, sem ficar com o resto. Vamos por partes, e por ordem cronológica, porque esta história começa muito antes da notícia desta semana. 2017 e antes — como nasceu a dívida Luís Filipe Vieira, na altura presidente do Sport Lisboa e Benfica, tinha um grupo de empresas imobiliárias — entre elas a Promovalor e a Inland. Estas empresas foram, ao longo de anos, financiadas pelo Banco Espírito Santo (BES) com centenas de milhões de euros. Em 2017, a dívida total deste grupo económico rondava os 400 milhões de euros. Essa dívida tinha duas partes bem diferentes, e é essencial perceber a diferença desde já: Primeira parte — 160 milhões de euros em VMOC. VMOC quer dizer "Valores Mobiliários Obrigatoriamente Conversíveis". Explicando sem jargão: é um instrumento financeiro em que se empresta dinheiro com uma condição escrita no contrato — se a dívida não for paga até determinado prazo, ela transforma-se automaticamente em acções da empresa devedora. Ou seja, deixa de ser dinheiro que a empresa deve, e passa a ser propriedade (capital) da empresa que o credor passa a deter. Destes 160 milhões, 90 milhões pertenciam à Promovalor e 70 milhões à Inland. Segunda parte — cerca de 240 milhões de euros em crédito bancário e hipotecário directo. Este era financiamento normal, sem a cláusula de conversão em acções — dinheiro emprestado para construção e promoção imobiliária, com hipotecas sobre os terrenos e edifícios como garantia. Em 2017, para tentar resolver a situação sem décadas de tribunais, o BES/Novobanco e Vieira chegaram a um acordo relativamente à segunda parcela (os 240 milhões de crédito directo): o património imobiliário real do grupo — terrenos e edifícios em Tavira, Loures, Vila Franca de Xira, um hotel Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, entre outros — foi retirado das empresas Promovalor e Inland e colocado dentro de um fundo de investimento, gerido por uma entidade independente chamada C2 Capital Partners. Este fundo passou a vender os imóveis, ao ritmo do mercado, e a entregar o dinheiro das vendas ao banco, para ir abatendo a dívida. Em troca de terem cedido este património, o Novobanco ficou a deter cerca de 96% das "unidades de participação" (uma espécie de acções) deste fundo, e Vieira/Promovalor manteve os restantes 4%. O resultado prático desta operação de 2017 foi crucial: a partir daqui os imóveis reais e valiosos deixaram de pertencer à Promovalor e à Inland. Passaram a pertencer ao fundo. As duas empresas ficaram, na prática, sem património de peso — apenas com a dívida que ainda não tinha sido "resolvida" desta forma, ou seja, os 160 milhões de VMOC. 2017–2021 — o Acordo de Capital Contingente e o dinheiro público Quando o Novobanco foi criado a partir dos destroços do BES e vendido ao fundo americano Lone Star, foi assinado um mecanismo chamado Acordo de Capital Contingente (CCA). Este acordo obrigava o Estado português, através do Fundo de Resolução, a injectar capital no Novobanco sempre que este registasse perdas em créditos "podres" herdados do BES que fizessem descer os seus rácios de capital abaixo de um determinado limite. As perdas relacionadas com o grupo Vieira entraram exactamente neste mecanismo. À medida que os créditos e os VMOC deste grupo perdiam valor, o Novobanco ia registando "imparidades" — o termo técnico para dizer "estou a admitir que não vou receber este dinheiro, e vou apontar essa perda nas minhas contas". Essas imparidades geravam prejuízos, e esses prejuízos accionavam pedidos de capital ao Fundo de Resolução, que por sua vez ia buscar esse dinheiro a empréstimos do Estado — ou seja, em última instância, ao contribuinte. Neste período, o Novobanco chegou a provisionar a 100% os 160 milhões de euros dos VMOC — quer dizer, deu esse valor como perdido por completo, nas contas do banco, muito antes de a questão jurídica estar decidida. Uma fatia esmagadora desta perda de 160 milhões acabou por ser coberta, indirectamente, pelas injecções de capital público que o Acordo de Capital Contingente obrigava a fazer. É por isto que é justo dizer que os contribuintes portugueses já pagaram, de facto, uma parte substancial desta história — não porque tenham assinado um cheque com o nome de Vieira escrito, mas porque o mecanismo de resolução bancária funcionou precisamente como uma rede de protecção para as perdas do Novobanco, e estas perdas incluíam esta dívida. Este Acordo de Capital Contingente já terminou. Tinha um prazo e um tecto máximo de injecções, ambos esgotados. É um ponto importante a reter para o fim desta história. O litígio jurídico — o Novobanco tenta travar a conversão Apesar de os VMOC preverem, por contrato, a conversão automática em acções caso a dívida não fosse paga, o Novobanco não aceitou esta conversão de bom grado. Durante anos, o banco contestou-a em tribunal, tentando fazer cancelar essa conversão nos aumentos de capital da Promovalor e da Inland. Porquê resistir a ficar dono de duas empresas, em vez de simplesmente aceitar? Porque, como veremos, "ficar dono" de empresas cheias de dívidas por pagar é um problema, não um prémio. Fevereiro de 2026 — o Supremo Tribunal dá razão a Vieira Em Fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu esta disputa a favor de Luís Filipe Vieira. A decisão final obrigou o Novobanco a reconhecer aquilo que o contrato dos VMOC sempre tinha previsto: a conversão da dívida em acções. Na prática, o banco tornou-se, de um dia para o outro, o accionista maioritário das duas sociedades — com 66% do capital da Promovalor e 63,3% do capital da Inland. Para Vieira, este foi o desfecho que procurava: os 160 milhões de euros de dívida pessoal e do grupo, contraídos ainda no tempo do BES, ficaram legalmente extintos. Em troca, entregou ao banco a propriedade maioritária de duas empresas — que, como já vimos, tinham sido esvaziadas do seu património real em 2017. Do lado das contas do Novobanco, esta conversão não trouxe surpresas de maior a este nível específico: como a dívida de 160 milhões já estava provisionada a 100% havia anos, a decisão do Supremo não teve impacto adicional relativamente a este valor. O dinheiro, por assim dizer, já tinha sido dado como perdido antes mesmo de o tribunal decidir. O tamanho real do problema — de onde vêm os 278 milhões Aqui está o ponto que costuma confundir mais gente: se os 160 milhões de VMOC foram "limpos" através da conversão em acções, porque é que a notícia fala de um buraco de 278 milhões de euros nestas empresas? A resposta está na diferença entre a dívida total do grupo e a parcela que foi coberta pelos VMOC. Recorde-se: a dívida total em 2017 era de cerca de 400 milhões. Destes, apenas 160 milhões estavam ligados aos VMOC. Os restantes cerca de 240 milhões eram crédito bancário directo — a dívida que, em 2017, ficou associada ao fundo de imóveis, mas que continuou, tecnicamente, registada como passivo das próprias empresas Promovalor e Inland, à espera de ser paga pelas vendas dos imóveis. Ao longo de quase uma década de incumprimento, esta segunda parcela foi acumulando juros de mora e encargos — cerca de 38 milhões de euros adicionais. A conta soma-se assim: • Dívida global do grupo em 2017: aproximadamente 400 milhões de euros • Menos os 160 milhões de VMOC, extintos pela conversão em acções: fica um remanescente de cerca de 240 milhões • Mais os juros de mora e encargos acumulados ao longo dos anos: mais cerca de 38 milhões • Total do passivo actual das duas sociedades: 278 milhões de euros Este é, portanto, o "buraco" que hoje consta das contas da Promovalor e da Inland, e que nada tem a ver com os VMOC já resolvidos — é o que sobrou da outra fatia da dívida, a que nunca foi convertida em capital. E que garantias existem para pagar estes 278 milhões? Apenas o que resta do património no fundo gerido pela C2 Capital Partners. Quando os imóveis lá foram colocados em 2017, foram avaliados, na altura, num valor bruto de cerca de 244 milhões de euros — uma avaliação que se veio a revelar largamente inflacionada. À medida que os terrenos e edifícios foram sendo colocados à venda no mercado real (por exemplo, o Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, vendido há cerca de um mês ao grupo hoteleiro português Vila Galé), os valores obtidos ficaram muito abaixo dessas avaliações antigas. Hoje, estima-se que o que resta por vender no fundo — que inclui ainda terrenos como os Páteos da Luz em Tavira, a Quinta dos Salgados em Santa Iria da Azóia, o Parque Oriente em Loures e a Quinta do Cochão em Vila Franca de Xira — valha entre 80 e 100 milhões de euros. Ou seja: mesmo que o banco consiga vender tudo o que resta no fundo pelo melhor preço possível, recuperará apenas entre 80 e 100 milhões para abater um passivo de 278 milhões. Mais de 170 milhões de euros deste "buraco" nunca serão pagos a ninguém — simplesmente deixarão de existir, por impossibilidade de cobrança, quando as empresas vazias forem, mais cedo ou mais tarde, extintas. Porque é que o banco não soma este buraco às suas próprias contas Chegamos aqui ao ponto mais técnico, mas também ao mais importante — e é aqui que a história da avó da minha amiga volta a fazer sentido. O Novobanco tem 66% e 63,3% do capital destas duas empresas. Bastaria isso, em contabilidade tradicional, para ser obrigado a somar às suas contas todos os activos e passivos delas — incluindo o "buraco" de 278 milhões. Mas a contabilidade moderna, através da norma internacional IFRS 10, deixou de olhar apenas para quem tem a maioria das acções. Passou a olhar para quem tem controlo efectivo — ou seja, quem manda de facto na empresa. A IFRS 10 exige três condições, todas em simultâneo, para que uma empresa seja obrigada a "consolidar" outra nas suas contas: 1. Ter poder — o direito e a capacidade real de dirigir as decisões operacionais e financeiras relevantes da empresa. 2. Ter exposição a resultados variáveis — ter direito aos lucros, ou estar exposto aos prejuízos, dessa empresa. 3. Ter capacidade de usar esse poder para influenciar esses resultados. O Novobanco fez uma escolha deliberada: apesar de ter a maioria do capital, recusou-se a nomear administradores próprios para os órgãos sociais da Promovalor e da Inland. Sem gente sua na gestão, o banco não assina cheques, não aprova orçamentos, não decide contratações nem vendas do dia a dia dessas empresas. A gestão formal continua, hoje, nas mãos do próprio Luís Filipe Vieira. Ao provar aos auditores externos e ao Banco Central Europeu que é, de facto, um accionista passivo e bloqueado — dono do papel, mas sem mão na engrenagem —, o Novobanco cumpre os critérios técnicos para não ser obrigado a consolidar estas duas sociedades. É exactamente a lógica do "benefício de inventário": aceitar a propriedade formal, sem aceitar a responsabilidade integral pelas dívidas associadas a essa propriedade. Como é que isto aparece, então, nas contas do banco? Se as empresas não entram "linha a linha" nas contas do Novobanco, como é que o banco as regista? A resposta divide-se em duas partes bem distintas, e vale a pena perceber esta divisão com clareza, porque é aqui que está o "coração" financeiro de toda a operação: As empresas (Promovalor e Inland) — ficam de fora do balanço. O banco regista as suas acções nestas duas empresas como um activo financeiro avaliado ao "justo valor" — e esse justo valor, dado o estado das empresas, é de 0 euros. O passivo de 278 milhões que está dentro delas não entra nas contas do banco. O fundo de investimento (gerido pela C2 Capital Partners) — entra no balanço. Como o Novobanco detém cerca de 96% das unidades de participação deste fundo — que é uma entidade separada, gerida de forma independente, sem as dívidas das empresas de Vieira — regista o valor desta participação ao seu justo valor de mercado: os já mencionados 80 a 100 milhões de euros em imóveis por vender. Explicando de outra forma: o banco leva para dentro de casa o que ainda vale dinheiro (a fatia dos imóveis no fundo), e deixa cá fora o que só tem dívidas (as próprias empresas). É esta divisão, tecnicamente permitida pelas regras internacionais, que suscita a pergunta moral com que qualquer leigo fica ao ler esta notícia. Porque não reergue as empresas, e porque não as fecha já Uma pergunta óbvia surge aqui: se o Novobanco tem mais de 60% do capital destas empresas, porque não usa esse poder para as reerguer, ou, em alternativa, para simplesmente as liquidar de vez, já que valem zero? Reerguer não é opção. Fazê-lo exigiria ao banco injectar dezenas ou centenas de milhões de euros novos nestas sociedades para pagar credores e tentar pôr um negócio a funcionar — só que não há negócio nenhum para pôr a funcionar. A Promovalor e a Inland não produzem nada, não têm fábricas nem prestam serviços; eram apenas holdings imobiliárias, e o património imobiliário real já foi retirado delas em 2017. Não há nada para salvar. Além disso, o Banco Central Europeu proíbe, em termos gerais, que bancos comerciais funcionem como promotores imobiliários ou injectem capital novo em empresas insolventes de clientes, precisamente porque isso destruiria os seus próprios rácios de capital. Liquidar também não é simples. Para pedir a liquidação ou insolvência de uma empresa da qual se é accionista maioritário, é normalmente necessário assumir primeiro o seu controlo formal: convocar uma assembleia geral, destituir a gerência actual (neste caso, a de Vieira), nomear administradores próprios, e só depois avançar com o processo de insolvência. O problema é que, no preciso momento em que o Novobanco nomeasse os seus próprios administradores e assumisse a gestão, activaria exactamente o critério de "controlo" da norma IFRS 10 que até aqui evitou cuidadosamente. Nesse instante, o buraco de 278 milhões entraria directamente para o balanço do banco, contaminando os seus rácios financeiros — antes mesmo de um tribunal decretar a liquidação, processo que pode demorar anos na justiça portuguesa. Além disso, quem assume a gestão de uma empresa em situação de insolvência iminente pode ficar exposto a responsabilidades legais e fiscais sobre dívidas passadas, incluindo eventuais dívidas à Autoridade Tributária ou à Segurança Social — mais um motivo para o banco preferir manter-se à distância. Por fim, uma liquidação das empresas em si não traria dinheiro nenhum ao banco, porque elas já não têm bens — o dinheiro que ainda há para recuperar está todo dentro do fundo de imóveis, e esse processo de venda já está em curso, independentemente do destino formal das duas sociedades. O resultado é uma espécie de "coma induzido": o banco não reergue as empresas, porque seria deitar dinheiro bom em cima de dinheiro perdido; não as líquida directamente, para não arrastar o passivo para o seu próprio balanço; e tenta, isso sim, vender a sua posição acionista — mesmo que seja por um euro simbólico — a terceiros ou ao próprio Vieira, "empurrando" o problema jurídico para quem o quiser aceitar. Foi exactamente isso que o banco tentou fazer em Março de 2026, através do exercício de uma opção de venda das suas acções na Promovalor e na Inland — tentativa que falhou "por incumprimento da contraparte", suspeitando-se, sem que a notícia o confirme expressamente, que essa contraparte seja o próprio Vieira. No relatório e contas, o Novobanco garante que vai continuar a procurar formas de se desfazer desta posição. Porque é que alguém quereria comprar acções que valem zero? Aqui vale a pena parar num pormenor que costuma intrigar quem segue este caso pela primeira vez. Se o Novobanco avalia as suas acções da Promovalor e da Inland em zero euros, porque é que, em Março de 2026, havia aparentemente alguém do outro lado disposto a comprá-las — numa operação que só não avançou por, segundo a notícia, "incumprimento da contraparte"? Antes de continuar, uma ressalva importante: a notícia não identifica quem era essa contraparte. A suspeita, levantada por órgãos de comunicação social e não confirmada pelo banco, é que possa ter sido o próprio Luís Filipe Vieira. É uma hipótese plausível — ele é, afinal, quem continua a gerir estas empresas, e seria o comprador mais óbvio de uma posição que, no fundo, já controla na prática — mas continua a ser apenas isso: uma hipótese. O raciocínio que se segue explora este cenário por ser o mais instrutivo, não porque esteja estabelecido como facto. Dito isto, a pergunta mantém-se válida mesmo em abstracto: porque é que alguém compraria "nada"? A resposta está em perceber que "zero" é o valor de liquidação — o que sobraria para um accionista se a empresa fosse fechada hoje e todas as dívidas pagas primeiro. Não é o valor de uso. Imagine-se uma casa arruinada, com uma hipoteca maior do que aquilo que ela vale — o banco, sabendo que nunca vai recuperar todo o dinheiro através dela, muitas vezes nem se dá ao trabalho de a executar, porque dá mais despesa do que proveito. A casa "vale zero" no papel, mas continua a ser um tecto, uma morada, uma estrutura que alguém pode ocupar e usar, sem nunca ser obrigado a pagar a hipoteca por inteiro. É exactamente esta lógica que se aplica à Promovalor e à Inland. Quem quer que controle estas empresas — hoje Vieira, enquanto gestor de facto — decide os contratos que assinam, o uso que fazem da estrutura jurídica, o destino do que ainda resta. E nunca é obrigado, só por deter ou controlar as acções, a pagar do seu próprio bolso a dívida de 278 milhões que lá dentro dorme, porque essa dívida é da empresa, uma pessoa colectiva distinta, e não da pessoa que a gere ou possui. É este o activo real que se procura quando se procura comprar "nada": não património, mas controlo, protegido pela responsabilidade limitada. Portugal já viu este mecanismo em acção antes, embora noutro contexto. Em 2008, o Estado português nacionalizou o falido Banco Português de Negócios (BPN) por um valor simbólico de um euro. Não porque o banco valesse, literalmente, um euro, mas porque o seu valor de liquidação era negativo — tal como o das empresas de Vieira hoje —, e o preço simbólico serviu apenas para formalizar a transferência do controlo. A diferença crucial é que o Estado, ao nacionalizar, aceitou também as dívidas do BPN, por ter um interesse público a defender. Um comprador privado das acções da Promovalor ou da Inland não teria essa obrigação: herdaria o controlo, sem herdar a exigência de pagar as dívidas com património pessoal. O economista Adam Smith já tinha avisado, há mais de dois séculos, sobre este tipo de separação entre quem controla e quem responde: observou que quem gere dinheiro alheio raramente lhe dedica o mesmo cuidado vigilante que dedicaria ao seu próprio. A ideia aplica-se aqui de forma quase inversa, mas com a mesma raiz — se ninguém está exposto ao custo total das más decisões do passado (nem o Novobanco, que não quer gerir, nem quem quer que venha a controlar as empresas, que não paga pessoalmente a dívida), o incentivo para alguém resolver de vez o problema de fundo — os 278 milhões por cobrar — torna-se praticamente nulo. A "casa arruinada" fica na rua, meio abandonada, precisamente porque a ninguém compensa assumir o custo de a demolir. Quem pagou, e quem vai pagar, no final de contas Chegados aqui, faz sentido separar duas perguntas que costumam confundir-se: uma é técnica ("isto é legal?"), a outra é moral ("isto é justo?"). Do ponto de vista técnico e regulatório, a resposta é relativamente simples: sim, o Novobanco está a aplicar correctamente as regras internacionais de contabilidade, e o Banco Central Europeu prefere mesmo que assim seja — obrigar o banco a consolidar um passivo de 278 milhões de euros que não escolheu, e sobre o qual não tem controlo de gestão, fragilizaria desnecessariamente a sua posição de capital. A questão moral é mais incómoda, e tem duas camadas. A primeira camada é sobre quem já pagou. Os 160 milhões de euros de dívida ligados aos VMOC foram, na prática, absorvidos pelo sistema de resolução bancária português ao longo dos anos em que o Acordo de Capital Contingente esteve activo — o que quer dizer, em bom português, que uma fatia esmagadora deste valor acabou coberta por injecções de capital público no Novobanco, financiadas por empréstimos do Estado. Some-se a isto uma fatia adicional de perdas relacionadas com a insuficiência das garantias do crédito de 240 milhões — estima-se que o impacto total, directo e indirecto, do grupo económico de Vieira sobre as contas cobertas pelo mecanismo de resolução tenha rondado os 200 a 300 milhões de euros. Dizer que "os portugueses pagaram para limpar parte da dívida de Vieira" é, por isto, uma descrição materialmente correcta. A segunda camada é sobre a assimetria entre o cidadão comum e o grande devedor. Se uma família comum deixar de pagar a prestação da casa, o banco fica com a casa, a família perde o imóvel, e continua a dever a diferença — com o risco de penhora de salário e de bens futuros. No caso de um grande devedor do sistema, existem instrumentos como os VMOC, fundos de reestruturação e mecanismos de capital contingente que permitem "limpar" formalmente o passivo pessoal, isolar o património ainda valioso para o credor, e distribuir o prejuízo residual pelo sistema financeiro e, em última instância, pelo contribuinte. É um duplo padrão real, mesmo que nenhuma das partes envolvidas esteja, tecnicamente, a infringir a lei. E agora? O risco para o contribuinte, hoje, é zero Há, no entanto, uma boa notícia nesta história, que raramente é dita com a mesma clareza com que se conta o resto: relativamente aos 278 milhões de euros que ainda restam nestas duas empresas, o risco para o contribuinte português é, hoje, nulo. Há três razões concretas para isto. Primeira: o Acordo de Capital Contingente que ligava as perdas do Novobanco ao Fundo de Resolução já terminou, com o seu prazo e tecto máximo esgotados. O Novobanco é hoje um banco privado, rentável, maioritariamente detido pelo grupo financeiro francês BPCE. Qualquer perda futura relacionada com este processo terá de ser absorvida pelos accionistas privados do banco, não pelo Estado. Segunda: esta dívida específica de 278 milhões já está, segundo a própria notícia, provisionada a 100% pelo banco — ou seja, o Novobanco já deu este valor como perdido nas suas próprias contas, com impacto já assumido no passado. A recusa em consolidar as duas empresas em 2026 serve, precisamente, para impedir que esta dívida antiga "ressuscite" e volte a afectar o balanço actual da instituição — mas o impacto financeiro, no que toca ao banco, já foi contabilizado. Terceira: os 278 milhões continuam registados como passivo dentro da Promovalor e da Inland, e, como o Novobanco nunca deu qualquer garantia pessoal por estas dívidas nem assumiu a gestão das empresas, esse passivo está "fechado" dentro delas. Se as empresas entrarem, no futuro, em liquidação ou insolvência final, o processo simplesmente encerra sem que os credores consigam cobrar — porque não há património para o fazer. A dívida extingue-se por impossibilidade de cobrança, sem que o Estado ou o contribuinte sejam chamados a pagar mais um cêntimo. Para terminar Voltemos, para fechar, à avó da minha amiga. Quando ela aceitou aquela herança "a benefício de inventário", ninguém achou que estivesse a fazer batota — estava apenas a usar uma protecção legal que existe, precisamente, para que um cidadão comum não seja arrastado para dívidas que nunca escolheu contrair. O Novobanco fez, tecnicamente, a mesma escolha. A diferença é que o "falecido", neste caso, é um grupo de empresas cujo colapso teve origem em créditos concedidos com pouco critério ainda no tempo do BES, cujas perdas já foram, em larga medida, cobertas por dinheiro público ao longo de quase uma década, e cujo devedor original viu a sua responsabilidade pessoal extinta por um instrumento contratual que ele próprio assinou décadas antes de este desfecho estar decidido. A lei está a ser cumprida, ponto por ponto. Fica apenas a pergunta que a lei, por definição, não responde: se o pequeno herdeiro e o grande banco têm ambos o direito de dizer "não aceito mais do que aquilo que a herança vale", porque é que, olhando para trás, é sempre o mesmo lado da sociedade que acaba a pagar a diferença primeiro? #Novobanco, #Luís Filipe Vieira, #Promovalor, #Inland, #VMOC, #IFRS10, #Fundo de Resolução, #BES, #Lone Star, #banca portuguesa, #contabilidade, #imparidades, #dívida, #explicador

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Erika Hilton sobre ter declarado à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 15 mil reais: “Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.” #Política #Honestidade #Justiça

Em nota ao Metrópoles, Erika Hilton fala sobre os R$ 15,9 mil em bens declarados à Justiça Eleitoral: “Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.” #Política #Corrupção #Justiça

As Santas Casas de São Paulo estão sufocadas por dívidas e custos cada vez maiores. Em nosso governo, a prioridade será cuidar das pessoas. Por isso, vamos criar o Desenrola SP para refinanciar as dívidas das Santas Casas com juros menores e uma central única de compras para reduzir custos. A economia vai se transformar em mais leitos, equipamentos e atendimento de qualidade para você e sua família. #Saúde #Economia #SantasCasas

EXCLUSIVO: O São Paulo está perto de trocar a empresa responsável pela venda de ingressos e gestão de sócio torcedor. O clube não renovará com a Total Acesso e encaminhou um acordo de cinco anos com a Ticketmaster. A negociação inclui uma operação de antecipação de receitas de cerca de R$ 140 milhões. Destes, R$ 110 milhões são do contrato de ST e ticketing (devolução do clube ao longo do tempo de vínculo, com taxa de juros) e R$ 30 milhões referentes à exploração do camarote corporativo 29A, de 595 lugares. Apurei que as partes estão na fase de troca de minutas contratuais. O acordo, que ainda terá que ser aprovado pelo Conselho Deliberativo, ocorre em meio a questionamentos internos sobre o processo de concorrência e após o surgimento de uma nova proposta apresentada pela empresa dinamarquesa NewC. O que apurei é que a NewC participou regularmente do processo de concorrência promovido pelo São Paulo e chegou à reta final, sendo preterida pela Ticketmaster. Nos últimos dias, representantes da empresa passaram a se reunir com integrantes de diferentes grupos políticos do clube para apresentar uma nova estrutura financeira. Um dos conselheiros presentes em um dos encontros, que pediu para não ser identificado, afirmou à reportagem: "Há cerca de 15 dias, participei de reunião com um dos sócios da empresa, mas não vi documentos. O que comentaram é que a proposta seria na casa dos R$ 500 milhões, um aporte para cobrir toda a dívida bancária e outras dívidas onerosas. O financiamento seria de longo prazo, 8 a 10 anos, e as garantias seriam receitas de bilheteria e outras receitas do estádio. Para formar opinião eu precisaria ver a proposta oficial, com todos os termos e condições". Apurei que a apresentação da NewC aos conselheiros mostra que a proposta incluiria sócio torcedor, venda de ingressos e firmaria compromisso com o direito de superfície do Morumbis pelo prazo de retorno do valor a ser aportado. Procurada pelo UOL, a NewC preferiu não comentar o assunto. O São Paulo, por sua vez, respondeu aos contatos. A respeito do atual processo, o clube informa que “a Diretoria e a comissão responsável pela avaliação concluíram sua análise técnica e encaminharam suas conclusões para as etapas de governança previstas no processo”. O Tricolor acrescenta que “neste momento, está sendo elaborada a minuta contratual”, mas ressalta que a contratação “ainda depende da conclusão dos processos internos de governança, incluindo as aprovações pelos órgãos competentes”. Em relação às especulações sobre a NewC, o São Paulo confirmou que a empresa apresentou, por iniciativa própria e ao lado de um parceiro financeiro, uma proposta para estruturar um Fundo de Investimento Imobiliário envolvendo o direito de superfície do MorumBIS. O clube destacou que, “por se tratar de uma operação de natureza financeira e patrimonial, distinta da concorrência para a operação da tiqueteira, essa proposta será analisada em processo próprio e independente, sem qualquer relação com os critérios técnicos e comerciais adotados no edital”. O São Paulo afirmou ainda que aguarda “uma proposta financeira formal do parceiro” e que deve realizar “em breve, uma reunião presencial para tratar do tema”. Por fim, ponderou que “a discussão sobre alternativas para a reestruturação do passivo do clube é legítima”, mas que a medida “deve seguir um processo de avaliação específico e independente”. #SãoPauloFC #Ingressos #NovoAcordo

Lula e sua seita conseguem sempre estar do lado errado da história. Construíram em Cuba um superporto que o Brasil não tem, perdoaram dívidas de ditaduras africanas e trataram a Venezuela bolivariana como o paraíso do século XXI, fora o resto. Agora estão conseguindo colecionar desavenças com os Estados Unidos, um parceiro histórico do Brasil #Brasil #Política #História

The article discusses the growing pressure on Gianni Infantino, president of FIFA, amid unpaid debts to cities that hosted the World Cup, criticism from UEFA officials, and an internal email that highlights dissatisfaction with his leadership, revealing a climate of contest and discontent within the organization. (translated)

O cerco aperta: o email interno que deixa Infantino em xeque

Cyberattacks on Unitel continue to cause serious disruptions in electronic transactions in Luanda, leading many citizens to resort to banks to obtain physical cash and making it difficult to settle debts and conduct business. (translated)

Ataque à Unitel ainda afeta negócios em Luanda

Rui Costa's company faces significant non-compliance, with overdue charges exceeding 660,000 euros and total debts surpassing 15 million euros to Banco Montepio, raising questions about his suitability to lead Sport Lisboa e Benfica, as he is listed as a guarantor in a large-scale real estate project that failed to meet its financial obligations. (translated)

Empresa de Rui Costa tem encargos vencidos de 660 mil euros

🚨 Botafogo abriu conversas com o Zenit na última semana para tentar repatriar Luiz Henrique. A hipótese levantada com os russos foi a de uma troca do atacante por Danilo, desejado pelo time europeu desde antes da Copa do Mundo. A negociação não é simples: Danilo não quer se transferir para a Rússia, e seu estafe tem indicado pedida salarial acima dos valores oferecidos pelo Zenit. Já Luiz Henrique, em contato com membros da diretoria do Botafogo social, sinalizou positivamente para um retorno ao alvinegro e ao Brasil, mas sem entrar em detalhes sobre duração de contrato e salário — seu estafe afirma ter diversas propostas em mãos. Enquanto o clube social sonha com o retorno do atacante, os bastidores da SAF pensam diferente: em múltiplas áreas do Botafogo, avalia-se que não há como cogitar uma contratação desse porte em meio à reestruturação administrativa e financeira do clube, incluindo o processo de recuperação judicial (RJ) em curso. Segundo altas figuras da SAF ouvidas pelO GLOBO, mesmo uma troca por Luiz Henrique poderia comprometer os planos da RJ, dados os possíveis valores salariais e luvas envolvidos. Por isso, a diretoria tenta reforçar junto ao mercado brasileiro e sul-americano uma imagem de maior responsabilidade financeira, priorizando contratações de baixo custo e o pagamento de comissões e dívidas anteriores. 🗞️ @jotapfragoso | @JornalOGlobo 📸 Vitor Silva/BFR #Botafogo #Zenit #Transferências

Na quarta-feira, finalmente raspei o meu cabelo. Eu estava adiando desde o dia anterior. Adiando, adiando, adiando. Mas não teve jeito. Eu já tinha perdido quase 70% dele. Comprei uma maquininha para a minha filha raspar, porque nós tínhamos combinado que seria assim. Quando ela chegou, passei o dia esperando a hora. Trabalhei o máximo que consegui, avisei as pessoas que precisava avisar, me exercitei, fiz o jantar e sentei à mesa com meu marido e minha filha. Enquanto jantava, pensei na vida. Na vida das pessoas, na minha vida e em toda a minha história. Depois, fomos nós três para o banheiro. Colocamos uma caixinha de som, começamos a ouvir música e eles ajustaram a maquininha. Quando minha filha começou a raspar o meu cabelo, começou a tocar “Apesar de Você”, do Chico Buarque. Eu já estava chorando, mas naquele momento a música fez todo sentido: amanhã será outro dia. Chorei muito. Doía demais. Quando a música terminou, ela também tinha acabado de passar a máquina na minha cabeça. Então olhei para trás e vi minha filha cortando o próprio cabelo, aquele cabelo enorme, que chegava quase até a bunda. Na mesma hora, eu esqueci completamente que existiam a minha cabeça e o meu cabelo. Só conseguia pensar: meu Deus, essa menina é maluca. Minha filha não tem juízo. Como um cabelo desse tamanho vai crescer novamente? Ela me contou que já tinha falado com a família inteira. Todo mundo sabia. Só o meu marido não sabia que ela também rasparia o cabelo. Era uma decisão dela. Foi impressionante o que aconteceu comigo naquele momento. Nunca ninguém tinha feito um gesto assim por mim. Minha filha tomou para si todas as dores que eu estava sentindo e colocou tudo no próprio cabelo. Eu só conseguia pensar em como consolá-la, mas ela não queria ser consolada. Ela estava inteira e certa da decisão que tinha tomado. Nós nos olhamos e descobrimos, mais uma vez, o quanto somos parecidas. E também descobrimos que somos muito bonitas sem cabelo. Nós somos lindas. Ela é linda sem cabelo. Eu sou linda sem cabelo. Ali eu entendi que a vida é muito maior do que muita coisa. É muito maior do que o cabelo. Eu continuo aqui e vou continuar aqui, porque eu sou eu de qualquer jeito. Minha filha também. Nada que mude por fora é capaz de apagar quem somos por dentro. Depois, quando entrei no banho, parece que toda a lucidez do mundo caiu sobre mim. Foi como se eu tivesse vivido uma vida inteira e, naquele instante, ela tivesse terminado. Como se tudo o que eu precisava pagar já tivesse sido pago. Todos os meus karmas, todas as minhas dívidas com a vida, tudo. E minha filha atravessou isso comigo. Hoje eu me sinto zerada. Como se tivesse recebido a oportunidade de começar novamente. Eu achei que abrir mão do meu cabelo teria um custo insuportável. Mas descobri que a vida é muito maior do que aquilo que perdemos. A gente não deixa de ser quem é porque alguma coisa mudou no nosso corpo. A gente é o que é por dentro. Na quarta-feira, eu renasci. E, quando esse tratamento terminar, eu não vou apenas voltar a viver. Eu vou viver uma vida nova, e o meu jardim vai florescer mais uma vez. #AutoAceitação #Renovação #VínculoFamiliar

Roberto Carlos e Ronaldo estão comprando a INTER DE LIMEIRA. A informação foi revelada pelo próprio Roberto Carlos em entrevista ao canal Wamo. “Eu e o Ronaldo estamos comprando a Inter de Limeira junto com o Enrico e com dois sócios, um africano e um árabe. Vamos entrar outra vez no futebol do interior para que possam, além de ter grandes jogadores indo para a Seleção, reorganizar esses clubes”, disse o ex-lateral. A proposta prevê aporte inicial de R$ 10 milhões entre os primeiros 15 a 18 meses, além de assumir todas as dívidas, de cerca de R$ 8,5 milhões. O projeto é colocar a Inter de Limeira entre os PRINCIPAIS clubes do Brasil em até 10 ANOS. Atualmente, o clube está na Série A2 do Paulistão e na Série C do Brasileiro. 🗞️ ESPN 📸 Reprodução #Futebol #RobertoCarlos #Ronaldo

John Textor está entrando em contato com credores que estão na lista da Recuperação Judicial para orientar-los a não aceitar o acordo proposto pela SAF. Segundo o norte-americano, existe uma verba, em parceria com Evangelos Marinakis, destinadas a quitar essas dívidas em condições mais vantajosas. — @ricardoazambuja #RecuperaçãoJudicial #Credores #SAF

Mayke e Zé Rafael podem entrar na Justiça contra o Santos. A dupla ex-Palmeiras foi afastada dos treinos e não houve acordo pela rescisão dos contratos. O Peixe chega hoje a 3 meses de direitos de imagem atrasados. Há também dívidas de luvas, comissões de empresários e premiações. Com isso, Mayke e Zé Rafael discutem com seus empresários e advogados a possibilidade de processar o clube. Quem já entrou na Justiça contra o Santos foi Tiquinho Soares, que tinha 3 MESES de salário e 7 MESES de direitos de imagem atrasados. O processo deve ultrapassar R$ 30 MILHÕES. 🗞️ @UOL | @lucas_musetti 📸 Raul Baretta/SFC #SantosFC #Justiça #Futebol

💣CORINTHIANS ESTUDA RECUPERAÇÃO JUDICIAL PARA PREPARAR CAMINHO RUMO À SAF‼️ O Corinthians pode estar prestes a mudar completamente a estratégia para enfrentar sua crise financeira. O Blog do Macedo apurou que ganhou força nos bastidores do Parque São Jorge a discussão sobre uma eventual migração do atual Regime Centralizado de Execuções (RCE) para um pedido de Recuperação Judicial (RJ), movimento que é visto internamente como um passo estratégico para viabilizar uma futura Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Segundo fontes ouvidas do clube, o entendimento é de que o RCE cumpriu um papel importante ao proteger o clube das execuções individuais, mas passou a ser considerado insuficiente diante do tamanho do passivo Corinthiano e da necessidade de uma reestruturação financeira mais profunda. A Recuperação Judicial é vista por integrantes do núcleo que acompanha a situação financeira do clube como um mecanismo capaz de permitir uma renegociação mais ampla das dívidas, com a apresentação de um plano aos credores, possibilidade de alongamento dos pagamentos e outras medidas previstas na legislação. A avaliação feita internamente é que uma eventual RJ também poderia trazer mais previsibilidade ao mercado, tornando o Corinthians mais atrativo para investidores interessados em participar de um futuro projeto de SAF. Pessoas que acompanham as conversas afirmam que a ideia é reorganizar o passivo antes de qualquer negociação envolvendo o futebol. Na prática, um investidor encontraria um cenário financeiro mais definido, com regras estabelecidas para o pagamento das dívidas e menor grau de incerteza sobre o tamanho das obrigações do clube. Apesar da discussão ter avançado nos bastidores, ainda não existe uma decisão formal da diretoria para ingressar com um pedido de Recuperação Judicial. O tema segue sendo analisado sob os aspectos jurídico, financeiro e político, já que uma medida dessa magnitude exige amplo planejamento e pode impactar diretamente o futuro institucional do Corinthians. Caso a estratégia seja efetivamente adotada, o Corinthians passará a seguir um caminho semelhante ao estudado por outros clubes brasileiros que recorreram aos instrumentos da legislação empresarial para reorganizar suas finanças antes de avançar em projetos ligados à SAF. O cenário ainda está em construção, mas a possibilidade de uma Recuperação Judicial deixou de ser apenas uma hipótese distante e passou a fazer parte das discussões sobre o futuro financeiro do clube. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStation #Corinthians #RecuperacaoJudicial #Futebol

PARCELAR PIZZA NO IFOOD! Lula afundou o Brasil. O Brasileiro está parcelando o arroz e o feijão, está parcelando pizza de R$ 60 no iFood. O Brasil que a gente quer é outro, com fartura na mesa e o trabalhador livre das dívidas. Me conta aí qual foi a coisa que você já foi obrigado a parcelar e que nunca imaginou que precisaria. #Brasil #Economia #Parcelamento