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#Privacidad

Chat Control je návrh evropské legislativy, který má za cíl bojovat proti šíření informací o zneužívání dětí na internetu, a to prostřednictvím analýzy komunikací na platformách, což vyvolává obavy o ochranu soukromí uživatelů. #ChatControl #ProtecciónDeMenores #Privacidad

Qué es Chat Control, la ley europea que busca proteger a menores y vigila tus conversaciones

🚨 WINDOWS TRACKS USERS EVEN WHEN USING VPN 🇺🇸 A permanent Windows identifier, the Global Device Identifier (GDID), allowed the FBI to trace a suspected member of the Scattered Spider hacker group across three countries and several months, despite the use. (translated)

O euro digital, defendido pelo Banco Central Europeu como uma forma de garantir eficiência e soberania monetária, pode levar a um controle excessivo e à perda da privacidade financeira dos cidadãos ao criar contas centralizadas, cujos limites e condições serão determinados por políticas em vez de pela demanda do mercado. #EuroDigital #CBDC #PrivacidadeFinanceira

Euro Digital: controlo e fim da privacidade financeira

Bruselas ha obligado a Google a implementar nuevas medidas que faciliten la competencia en el mercado de servicios de búsqueda y la apertura de Android a asistentes de inteligencia artificial de la competencia, lo que deberá estar en funcionamiento antes de enero de 2027, a pesar de las preocupaciones de la empresa sobre la privacidad y la seguridad de los usuarios. #Google #Android #InteligenciaArtificial

Bruselas fuerza a Google a abrir Android a los asistentes de Inteligencia Artificial de la competencia

La sociedad está atravesando una profunda transformación digital. Debemos velar por que ese proceso sea justo y garantizar que nuestros ciudadanos tengan opciones. Nuestra decisión ayudará a los competidores más pequeños, a los motores de búsqueda o a los asistentes de inteligencia artificial a competir y ofrecer esas opciones, al tiempo que se protege la privacidad de los usuarios.

Bruselas obliga a Google a abrir Android a la IA de la competencia y a compartir sus datos de búsqueda
www.20minutos.es

La Comisión Europea ha impuesto a Google que abra su sistema Android a la inteligencia artificial de la competencia y comparta sus datos de búsqueda, con el objetivo de fomentar la equidad en el mercado y permitir que los usuarios elijan sus asistentes de IA preferidos, mientras se garantiza la protección de la privacidad. #Google #InteligenciaArtificial #UE

Bruselas obliga a Google a abrir Android a la IA de la competencia y a compartir sus datos de búsqueda

la sociedad está atravesando una profunda transformación digital. Debemos garantizar que ese proceso sea justo y que nuestros ciudadanos tengan capacidad de elección. Nuestra decisión ayudará a que competidores más pequeños, ya sean motores de búsqueda o asistentes de inteligencia artificial, puedan competir y ofrecer esa posibilidad de elección, al tiempo que se protege la privacidad de los usuarios.

Bruselas obliga a Google a abrir los teléfonos Android a las IA de otras empresas de la competencia
www.eldiario.es
Milena 5d

@lagesfvs @milemoreiraof Minha irmã tentou entrar em contato para pedir para tirar mas está bloqueada,ela não autorizou o uso da imagem de uma criança #DireitosAutorais #Privacidade #ImagemInfantil

El FBI logró localizar y detener a un hacker de 19 años gracias a una función oculta de Windows, el GDID, que permite identificar la actividad de un ordenador a pesar de utilizar una VPN, lo que ha desatado un debate sobre la relación entre la privacidad del usuario y la capacidad de seguimiento de Microsoft. #Ciberseguridad #Windows #Hacker

El FBI localiza y detiene a un hacker gracias a una función oculta de Windows que casi nadie conocía

The panic of losing power due to its total failure and the economic collapse is leading the German government to take increasingly repressive measures against freedom of expression and civil rights. They are imposing practices that violate privacy and the end of... (translated)

A Comissão de Cultura e Educação do Parlamento Europeu aprovou uma proposta que visa reforçar a segurança e privacidade online dos menores, solicitando medidas como transparência algorítmica, um modo juvenil que desative a publicidade direcionada e padrões éticos para influenciadores e inteligência artificial, antes de sua votação final no hemiciclo europeu. #ParlamentoEuropeu #SegurançaOnline #Menores

PE aprova proposta sobre segurança de menores "online"

O artigo de Lúcia Branco Lebre critica a fragilidade da proteção de dados, argumentando que as exigências de consentimento e formalidades legais dificultam a eficácia das investigações policiais, enquanto as práticas criminosas operam com impunidade em um cenário que ignora a complexidade das interações humanas e a necessidade de um acesso ágil às informações para a segurança pública. #ProteçãoDeDados #Privacidade #Segurança

A ilusão do consentimento e o filtro impossível da Polícia

🚨 O HORROR! Estou acionando o Ministério Público Federal e a Agência Nacional de Proteção de Dados e pedindo a derrubada imediata de um aplicativo e dos seus anúncios no Instagram que prometem sexualizar imagens de meninas e mulheres reais com uso de inteligência artificial. Os anúncios do aplicativo, feitos abertamente no Instagram e disponíveis na biblioteca de anúncios da Meta, usam versões sexualizadas de personagens infantis como mascotes. Em um anúncio que usa como mascote a personagem Ladybug, uma personagem de 13 anos de um desenho infantil, a personagem diz que pode se parecer com quem o usuário quiser, inclusive "colegas" e "amigas", e que conta com "privacidade aprimorada". Em outro anúncio, num diálogo interativo protagonizado pela versão sexualizada da Violeta, uma personagem de 14 anos da franquia Os Incríveis, a personagem diz que está sozinha em sua casa e o anúncio indica que o usuário pode selecionar a opção de "entrar à força" na casa. Esses são apenas trechos de dois de, pelo menos, 40 anúncios do mesmo aplicativo que estão sendo veiculados no Brasil nas redes sociais da Meta. Entre os outros, há anúncios que indicam que o aplicativo pode ser usado para simular relações incestuosas com a "irmã" do usuário e para simular relações notoriamente abusivas. Isso tudo ultrapassa qualquer limite e evidencia os públicos-alvo desse aplicativo: menores, quem sexualiza menores e quem quer sexualizar imagens de meninas e mulheres sem seu consentimento. Isso precisa ser derrubado com urgência. O lucro de uma empresa de inteligência artificial, de uma loja de aplicativos e da rede social que permite seus anúncios não pode ser colocado acima do direito de mulheres e meninas à dignidade, ao consentimento, à própria imagem e à VIDA. Por conta da urgência e do risco apresentado, cópias da denúncia também estão sendo enviadas às autoridades da União Europeia, onde os anúncios também foram veiculados e o aplicativo também aparenta estar disponível, à Pixar, à Disney, à Miraculous Corp. e à Toei Animation. #ProteçãoInfantil #DireitosHumanos #InteligênciaArtificial

Se ha descubierto que Claude de Anthropic incluía un algoritmo oculto para rastrear usuarios mediante esteganografía, lo que ha generado críticas hacia la compañía por supuesta hipocresía en relación a su postura contra el uso de la IA para vigilancia. #InteligenciaArtificial #Privacidad #ClaudeCode

Descubren que Claude de Anthropic tenía un algoritmo oculto en su IA para rastrear a los usuarios

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

La familia de Sam Neill ha emitido un comunicado tras su fallecimiento a los 78 años, destacando que la pérdida fue repentina e inesperada y desmintiendo rumores sobre su salud, mientras agradecen al personal médico y piden respeto por su privacidad en este difícil momento. #SamNeill #Fallecimiento #JurassicPark

La familia de Sam Neill emite un comunicado tras su fallecimiento: "La pérdida fue repentina e inesperada"

Ursula von der Leyen confirms that the European Commission has already prepared an age verification application to authenticate users on social networks and other digital platforms. She assures that the EU will not have access to the identity cards of Europeans: the system uses a (translated)

Meta ha decidido retirar una función de inteligencia artificial en Instagram que permitía a los usuarios manipular imágenes de otros perfiles públicos sin su consentimiento, tras recibir numerosas críticas por violar la privacidad y las derechos de autor. #Meta #Instagram #InteligenciaArtificial

Meta retira la función para manipular con IA las fotos de otros usuarios de Instagram tras la oleada de críticas

Agradecemos las oraciones en este momento y pedimos privacidad durante este período increíblemente difícil.

Muere el senador estadounidense Lindsey Graham, uno de los grandes aliados de Donald Trump
www.eldiario.es

Bruxelas aprovou o prolongamento da autorização para que plataformas digitais possam analisar mensagens privadas sem mandado, gerando preocupações sobre a privacidade e vigilância, com a proposta enfrentando oposição de alguns eurodeputados, incluindo João Cotrim Figueiredo. #ChatControl #PrivacidadeOnline #SegurançaDigital

Bruxelas aprova Chat Control. Somos cada vez mais vigiados?