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#Mortalidade

The lack of treatment centers and the low screening rate hinder the response to the Ebola epidemic in the Democratic Republic of Congo, where 5,713 cases and 2,744 deaths have already been confirmed, resulting in a mortality rate of 48%. (translated)

Ébola. Falta de centros e rastreamento dificulta resposta

The Ebola epidemic in the Democratic Republic of the Congo has surpassed 5,000 cases, with an unprecedented spread that makes the situation critical, health authorities warned, highlighting that the rate of infection and mortality is advancing faster than in previous outbreaks. (translated)

Epidemia por Ébola no Congo ultrapassa 5.000 casos

According to the National Institute of Statistics (INE), Portugal recorded a decrease of 487 deaths compared to the previous year, despite an increase of 12 deaths of babies under one year old, totaling 71,622 deaths in the first seven months of 2026. (translated)

INE: mortes diminuem em Portugal, mas aumentam em bebés

England is on track to eradicate hepatitis C before 2030, with over 100,000 people diagnosed and treated since 2015, aligning with WHO targets to treat 80% of diagnosed cases and reducing disease-related mortality by 36%. (translated)

Inglaterra poderá erradicar hepatite C antes de 2030

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

The Democratic Republic of the Congo reported a total of 1,587 deaths and 3,605 confirmed cases of Ebola, with a mortality rate of 44%, becoming the second largest outbreak of the disease in the country's history. (translated)

RDCongo eleva número de mortos por ébola para 1.587

O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana. No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos. O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira. O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes. Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso. Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo". Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração". O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta. E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal. Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas. Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais. A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal. Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data. Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro. #Fauci #Pandemia #Transparência

Observador Jul 20

O número de mortos na Venezuela devido ao duplo sismo de junho sobe para 5.208, com a contabilização recente de 89 novas vítimas, enquanto cerca de 16.740 pessoas ficaram feridas e a busca por desaparecidos continua. #Venezuela #Sismos #Mortalidade

Sismos. Número de mortos sobe para 5.208
Observador Jul 13

Um estudo realizado na Unidade Local de Saúde de Coimbra revela que quase metade dos adultos internados com vírus sincicial respiratório desenvolve complicações graves, com uma taxa de mortalidade de 17,8%, destacando a necessidade de conscientização e prevenção, especialmente entre os idosos. #VírusSincicialRespiratório #Ciência #Mortalidade

Vírus respiratório. Estudo alerta para complicações graves
@levelsio Jul 11

🇵🇹 Carta aberta ao Governo de Portugal @LMontenegroPSD @Leitao_Amaro @miguelluz Senhor Primeiro-Ministro Luís Montenegro, Senhor Ministro António Leitão Amaro, Senhor Ministro Miguel Pinto Luz, Escrevo como alguém que escolheu Portugal para viver. Tenho um pedido simples: tragam o Tesla FSD (Supervised) para Portugal. A 10 de abril, os Países Baixos foram o primeiro país europeu a aprovar o sistema, depois de 18 meses de testes independentes da autoridade RDW. Em dois meses, a Lituânia, a Estónia, a Dinamarca e a Bélgica seguiram o exemplo. Nenhum destes países repetiu os testes. Reconheceram a homologação neerlandesa ao abrigo do quadro europeu (UN R-171) e aprovaram com base nos dados que já existem. Os resultados falam por si: nos Países Baixos, cerca de 40.000 Teslas já percorreram 24 milhões de quilómetros sem incidentes relevantes, segundo a própria RDW. Os carros com FSD registaram 3,5 vezes menos colisões do que a condução manual. E é aqui que isto deixa de ser sobre tecnologia e passa a ser sobre vidas. Só este ano já morreram mais de 220 pessoas nas estradas portuguesas, mais 25% do que no ano passado. Portugal está acima da média europeia na mortalidade rodoviária. A ANSR diz que as principais causas são humanas: velocidade, álcool, distração. Um sistema que nunca se distrai, nunca bebe e nunca adormece evita mortes que vão acontecer com condutores humanos. O próprio Governo chamou à sinistralidade uma chaga social. Esta é uma forma concreta de a combater. Portugal pode fazer o mesmo que a Dinamarca e a Bélgica: o IMT analisa o dossier da RDW e aprova. Não custa nada ao Estado e coloca Portugal à frente da Alemanha, da França e da Espanha. Há 500 anos, Portugal liderou o mundo numa nova tecnologia: a navegação. Partiu à frente de todos e deu novos mundos ao mundo. Portugal pode voltar a estar na fronteira de uma nova tecnologia e liderar como fez há 500 anos. Cada mês de espera custa vidas. Basta decidir. Com admiração e respeito, -@levelsio #Portugal #Tecnologia #SegurançaRodoviária

Observador Jul 10

Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto revelou que o contato pele a pele, conhecido como cuidado canguru, aplicado nas primeiras horas de vida de bebés prematuros, pode reduzir a mortalidade em 19% até os 28 dias e ajudar na diminuição das infecções, sendo recomendado tanto no hospital quanto em casa. #CuidadosCanguru #Prematuros #SaúdeInfantil

Estudo mostra benefícios do contacto pele-pele em prematuros
Observador Jul 9

Portugal registrou 237 mortes em excesso durante uma onda de calor, com picos de mortalidade e aumento na procura por serviços de emergência, especialmente entre a população mais vulnerável. #Mortalidade #OndaDeCalor #Saúde

Portugal regista 237 mortes em excesso durante onda de calor
Observador Jul 3

Durante a onda de calor que assolou a França na semana de 22 de junho, o país registou um aumento de 29% na mortalidade, resultando em pelo menos 2.025 mortes adicionais em comparação com a média, com destaque para um aumento de 91% nas mortes em casa. #Calor #França #Saúde

França com pelo menos mais 2.025 mortes devido ao calor
Observador Jul 2

Portugal enfrenta uma preocupante onda de calor, classificada como de risco elevado, levando as autoridades a emitirem alertas e a reforçarem a capacidade dos hospitais devido aos riscos comprovados para a saúde, como o aumento da mortalidade e hospitalizações. #OndaDeCalor #SaúdePública #Incêndios

Porque é que esta onda de calor preocupa tanto?
Observador Jul 1

O Governo português apresenta um plano de emergência para enfrentar a onda de calor que se aproxima, incluindo a criação de espaços climatizados e reforços nos serviços de saúde, em resposta ao aumento previsto de mortalidade e à necessidade de proteger as populações mais vulneráveis. #OndaDeCalor #SaúdePública #Prevenção

O plano do Governo para enfrentar onda de calor (e o verão)
Observador Jul 1

O Coordenador de Saúde Sazonal da DGS, Pedro Ferreira, alertou que a atual onda de calor, com temperaturas que podem ultrapassar os 40 °C e prolongar-se no tempo, deverá impactar negativamente a mortalidade, especialmente devido às altas temperaturas mínimas que dificultam o resfriamento das habitações. #OndaDeCalor #SaúdeSazonal #TemperaturasAltas

Calor. "Temos expectativa de impacto na mortalidade"
Observador Jun 30

A Europa continua enfrentando uma onda de calor extremo com novos recordes de temperatura e um aumento significativo na mortalidade, especialmente na França, onde se reportaram cerca de mil mortes adicionais, enquanto países como Hungria e Croácia também registraram temperaturas históricas acima de 40ºC. #OndaDeCalor #TemperaturasExtremas #SaúdePública

Calor extremo na Europa não dá descanso
Observador Jun 29

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, expressou preocupação com o impacto da onda de calor iminente na mortalidade, especialmente entre pessoas com doenças crónicas e idosos, pedindo aos cidadãos que sigam as orientações de saúde para se protegerem. #Saúde #Calor #Mortalidade

Ministra da Saúde alerta para impacto da onda de calor
Observador Jun 26

Uma criança de 18 meses morreu de hipertermia em Marselha após ter sido deixada dentro de um carro durante uma onda de calor, marcando o quarto caso de mortalidade infantil devido a esta condição em França na mesma semana. #Hipertermia #OndaDeCalor #França

França. Criança de 18 meses morre de hipertermia em carro
Observador Jun 26

Após o sismo de 7,5 que afetou a Venezuela, o número de mortos subiu para 235 e 4.300 feridos, gerando uma série de perguntas sobre a mortalidade desigual de terremotos, a ocorrência de doublets e as falhas geológicas responsáveis, enquanto o país enfrenta as consequências devastadoras do desastre. #Venezuela #Sismo #Terramoto

As perguntas que todos fazem depois de um sismo como este