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#Terramoto

The International Organization for Migration (IOM) warned of the increased risk of human trafficking in areas affected by the recent earthquake in Colombia, due to the vulnerability of people who have lost their homes and livelihoods. (translated)

Colômbia. OIM alerta para risco de tráfico humano após sismo

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

The article explores the ten deadliest earthquakes in Latin America, highlighting devastating events such as the 2010 earthquake in Haiti, which caused approximately 316 thousand deaths, and other significant disasters in Peru, Guatemala, Chile, and Ecuador, all resulting from various structural weaknesses and lack of preparedness in the face of the region's seismic potential. (translated)

Os 10 terramotos mais mortíferos na América Latina

O Sport Lisboa e Benfica manifesta a sua solidariedade para com o povo colombiano e endereça as mais sentidas condolências às famílias das vítimas do terramoto que atingiu o país. Nas pessoas de Richard Ríos e Jhon Durán, o Clube e a Fundação Benfica manifestam a sua disponibilidade para ajudar no que for necessário. 🇨🇴 #Benfica #Solidariedade #Colômbia

Segredos de Polichinelo Ou: como o Estado descobriu que os aforradores também sabem ler Houve um aniversário em que me pediram para guardar segredo sobre a prenda da minha irmã. Um segredo tão mal guardado que ela própria o descobriu semanas antes, ao ajudar a arrumar o armário do quarto dos pais. Todos continuámos a fingir surpresa no dia certo. Foi o meu primeiro contacto sério com uma verdade que só bem mais tarde a política me confirmaria: os segredos institucionais não existem para esconder factos, existem para gerir a encenação à sua volta. Foi o que me veio à cabeça esta semana, ao ler que o Ministério das Finanças barrou um jornalista do ECO à porta de um encontro "off the record", depois de este ter noticiado, em primeira mão, a criação dos novos Certificados do Tesouro Série 5. Os dados são simples: uma taxa de juro que sobe de 2,35% no primeiro ano até 3,35% no décimo, uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 3 de Julho, e um jornalista, Luís Leitão, que tinha investigado o tema durante uma semana sem obter resposta oficial. Quando a notícia saiu antes da hora combinada para a explicação "informal", a assessoria de imprensa decidiu que a melhor resposta era um militar da GNR a barrar a entrada e um telefonema a desconvidar. Tudo isto por causa de um produto de poupança. É como se o vizinho do terceiro andar chamasse a polícia porque alguém reparou, antes de ele anunciar, que tinha comprado um carro novo. O carro já estava estacionado à porta. Toda a gente já o tinha visto. O problema nunca foi o segredo — foi a fúria de descobrir que já não havia nada para gerir. Há qualquer coisa de pombalino nesta instintiva vontade de controlar a narrativa. Depois do terramoto de 1755, o Marquês despachou ordens rápidas para enterrar os mortos e recomeçar a cidade antes que o pânico se instalasse — e teve, convenhamos, boas razões para isso, porque Lisboa ardia e as pessoas morriam. O Ministério das Finanças, em 2026, aplicou o mesmo reflexo de controlo absoluto da informação a uma taxa de juro sobre Certificados do Tesouro. A escala é, digamos, ligeiramente diferente. Mas o instinto — apagar o incómodo antes que ele fale por si — é o mesmo, só que agora sem terramoto nenhum que o justifique. Diz-se, não sei bem com que fundamento, que a censura foi sempre o elogio mais sincero que um regime faz à imprensa: só se cala quem teme ser ouvido. Neste caso, o Ministério nem tinha nada de grave a esconder. Tinha, isso sim, um calendário de comunicação que preferia intacto, e descobriu, tarde, que os jornalistas não são convidados de uma coreografia — são gente que faz perguntas e, por vezes, obtém respostas antes do previsto. E aqui está a viragem que interessa ao leitor comum, aquele que nunca pisou uma sala de imprensa das Finanças: nada disto muda a taxa de juro que vai receber, nem o dia em que pode resgatar o certificado. A guerra de bastidores entre um ministério e um jornal é ruído institucional, um assunto de vaidades e protocolos feridos. O aforrador continua a decidir com os mesmos números de sempre — 2,35% no primeiro ano, sem capitalização de juros, a perder para a inflação como já perdia antes. A birra do Ministério não rendeu um cêntimo a mais a ninguém. Fica então a pergunta que costumo fazer a mim próprio quando alguém exagera a resposta a um problema pequeno: será que a fúria era mesmo sobre o que dizem que é? Da próxima vez que alguém lhe pedir para guardar um segredo que já toda a gente conhece, repare em quem se irrita mais — quem o revelou, ou quem o queria continuar a fingir que era seu.

Observador Jul 5

A Venezuela abriga atualmente 10.702 pessoas em 79 acampamentos temporários, após os terramotos de 24 de junho que causaram quase 3.000 mortes e devastaram a infraestrutura, especialmente em La Guaira, onde a maioria dos desalojados se concentra. #Sismo #Venezuela #DesastresNaturais

Abrigos temporários albergam 10.702 pessoas na Venezuela
Observador Jul 5

Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, pediu a suspensão das sanções internacionais para facilitar a resposta à crise provocada pelos recentes terramotos que deixaram quase três mil mortos, enquanto anuncia medidas de apoio financeiro aos afetados e um fundo para a recuperação das zonas destruídas. #Venezuela #Sismos #DelcyRodríguez

Delcy pede suspensão das sanções após sismos mortais
Observador Jul 1

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou um período de sete dias de luto nacional em homenagem às vítimas de um recente duplo terramoto que deixou quase 2.000 mortos no país. #Sismo #LutoNacional #Venezuela

Delcy Rodríguez declara sete dias de luto nacional
Observador Jun 29

Na Venezuela, 147 deportados dos EUA, que acabavam de chegar ao país, ficaram presos sob os escombros de um hotel que servia como centro de detenção após um violento terremoto, resultando na morte de 135 deles, conforme familiares denunciavam a falta de ajuda do governo na libertação das vítimas. #Venezuela #Deportação #Terramoto

147 venezuelanos deportados pelos EUA acabaram sob escombros
Observador Jun 28

O Campeonato do Mundo de 1962, realizado no Chile em meio à recuperação do país após um devastador terramoto, viu a ascensão de Garrincha como protagonista da seleção brasileira, que conquistou o título sem a presença de Pelé, marcando uma importante transição no futebol e estabelecendo o Brasil como a última seleção a vencer duas edições consecutivas do torneio. #Mundial1962 #Garrincha #Futebol

A última reconquista e a ascensão de Garrincha sem Pelé
Observador Jun 26

Na Venezuela, o número de mortos devido aos recentes terramotos subiu para 235, com 4.300 feridos e centenas de pessoas presas nos escombros, enquanto Portugal se prepara para enviar ajuda humanitária e expressar solidariedade às famílias das vítimas. #Venezuela #AjudaHumanitária #Sismos

7h. Venezuela. Centenas de pessoas presas nos escombros
Observador Jun 26

Após o sismo de 7,5 que afetou a Venezuela, o número de mortos subiu para 235 e 4.300 feridos, gerando uma série de perguntas sobre a mortalidade desigual de terremotos, a ocorrência de doublets e as falhas geológicas responsáveis, enquanto o país enfrenta as consequências devastadoras do desastre. #Venezuela #Sismo #Terramoto

As perguntas que todos fazem depois de um sismo como este
Observador Jun 26

Portugal se prepara para enviar ajuda humanitária à Venezuela, onde os recentes terramotos já resultaram em 235 mortos e 4.300 feridos, incluindo vítimas da comunidade portuguesa no país. #Venezuela #Sismos #AjudaHumanitária

6h. Portugal envia em breve ajuda para a Venezuela

Vamos ajudá-los com o grande terramoto que sofreram ontem à noite. Já leram sobre o gigantesco terramoto em Caracas? Mas vamos ajudá-los, como já fizemos

Sismos. Novo balanço aponta para 235 mortos e 4.300 feridos
observador.pt
Observador Jun 26

Um terramoto de magnitude 7,5 pode resultar em milhares de mortes ou nenhuma, dependendo da vulnerabilidade das infraestruturas e da exposição das populações, pois a magnitude em si não mede a destruição, mas sim a energia libertada, enquanto fatores como a qualidade da construção e a proximidade a áreas povoadas são cruciais para as consequências do sismo. #Sismos #DesastresNaturais #Vulnerabilidade

Porque um terramoto de 7,5 pode matar milhares ou ninguém?
Observador Jun 25

Um cidadão português foi confirmado como uma das vítimas mortais dos terramotos na Venezuela, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, enquanto há relatos de outros desaparecidos na comunidade portuguesa, que podem aumentar o número de vítimas. #Venezuela #Sismos #Solidariedade

16h. Sismos. Cidadão Português entre as vítimas mortais

Amado povo da Venezuela: Perante o poderoso terramoto que atingiu a nossa pátria, Cilia (Flores) e eu elevamos as nossas orações por cada família afetada, pelos feridos, por aqueles que estão a sofrer e por todo o nosso povo

Detido nos EUA, Maduro pede "união" e "solidariedade"
observador.pt
Observador Jun 25

Doi terramotos de magnitude 7,2 e 7,5 na Venezuela resultaram em 32 mortes confirmadas, com autoridades dos EUA estimando que o número de vítimas possa ultrapassar 10 mil, enquanto esforços de resgate estão em andamento e um site registra mais de 8.500 desaparecidos. #Venezuela #Terramotos #Solidariedade

Sismo. 32 mortos mas organismo dos EUA admite mais de 10 mil
Observador Jun 25

Na Venezuela, dois terramotos, o mais forte com magnitude 7,2, resultaram em pelo menos 32 mortos e 700 feridos, levando a presidente interina Delcy Rodríguez a declarar estado de emergência, enquanto as autoridades avaliam os estragos e as réplicas do sismo. #Venezuela #terremoto #notícias

6h. Venezuela. 32 mortos e 700 feridos em terramotos
Observador Jun 8

Na última edição do Noticiário das 3h da Rádio Observador, destacou-se a escalada de tensões entre Irão e Israel após um ataque iraniano, a resposta militar israelita com explosões em várias cidades do Irão, e um terramoto de magnitude 7.8 nas Filipinas que gerou alertas de tsunami, enquanto José Mourinho foi anunciado como o novo treinador do Real Madrid após a vitória de Florentino Pérez nas eleições do clube. #Noticiário #RádioObservador #FutebolPortugal

As notícias das 3h