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#Estudos

☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental

Gustavo 3d

@predoluscas Porém ainda não conseguiram achar formas de melhorar o cérebro sem esforço ativo de leitura, estudos e exercício. Isto pra ele não tem conserto. #Cérebro #Leitura #Estudos

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Lula 1w

📚 Boa notícia para quem quer entrar na faculdade: as inscrições do Prouni foram prorrogadas até domingo, 12 de julho. Se você atende aos critérios do programa, ainda dá tempo de concorrer a uma bolsa de estudos no ensino superior. A inscrição é gratuita e pode ser feita até as 23h59 (horário de Brasília) no Portal Acesso Único ao Ensino Superior. Não perca essa oportunidade de investir no seu futuro. #Prouni #Educação #EnsinoSuperior

Lula 1w

📚 As inscrições para o Prouni terminam hoje. Se você fez o Enem em 2024 ou 2025, teve média de pelo menos 450 pontos e não zerou a redação, esta pode ser a oportunidade de conquistar uma bolsa de estudos no ensino superior. Não deixe essa chance passar. Inscreva-se gratuitamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior até o fim do dia. #Prouni #Educação #BolsaDeEstudos

🚨 Carolina (Mah Duarte) enfrentará uma convivência difícil com a madrasta, Fábia (Flávia Alessandra), na segunda fase de #QuemAmaCuida Enquanto a jovem valoriza os estudos, a leitura e a solidariedade, Fábia faz pouco caso dessas escolhas, criticando seu comportamento e até suas atitudes de ajudar o próximo, como doar roupas e comprar comida para pessoas em situação de rua. Diante dos constantes conflitos, Carolina passará a questionar os valores da própria família e decidirá seguir um caminho mais humano e cheio de propósito. #QuemAmaCuida #Drama #Familia

PROTEJAM AS PARADAS DO INTERIOR 🏳️‍🌈 Eu e a @SofiaFavero_ estamos acionando a prefeitura de Jundiaí e questionando porque a Parada LGBTQIA+ da cidade está sendo impedida de acontecer. Há meses, a organização da Parada de Jundiaí está apresentando toda a documentação à prefeitura, levando estudos técnicos e demonstrando total capacidade da Parada acontecer sem nenhuma intercorrência na Av. 9 de Julho da cidade durante um domingo. Tudo isso sem atrapalhar os moradores, o trânsito, os serviços de emergência e percorrendo um percurso de apenas 700 metros. Tudo isso beneficiando os comerciantes, a cena cultural da cidade e respeitando o direito da comunidade LGBTQIA+ à livre manifestação. Mesmo assim, a prefeitura está negando e dizendo que fazer a Parada em um domingo iria atrapalhar o trânsito. Mas, logo depois de impedir a Parada LGBTQIA+ de acontecer, a prefeitura de Jundiaí liberou a Marcha para Jesus na mesma avenida em um sábado, um dia com trânsito mais movimentado. Não temos problema algum com a Marcha para Jesus de Jundiaí. Todo cidadão tem direito de se reunir e fazer sua manifestação. O que queremos é que isso também valha para a Parada LGBTQIA+ de Jundiaí. E esse nosso contato tem um objetivo explícito: entender se há algum motivo que impeça o acontecimento da Parada LGBTQIA+ que a prefeitura de Jundiaí ainda não explicou. Pois é evidente, pela liberação da Marcha para Jesus, que o trânsito da Av. 9 de Julho não é um problema. Se a prefeitura não conseguir demonstrar esses motivos, nossos questionamentos serão feitos na Justiça. Agradeço à comunidade LGBTQIA+ de Jundiaí, ao grupo Aliados, à organização da Parada e à ativista Tiana Cauton por confiarem em nós e nos auxiliarem nessa denúncia. #LGBTQIA #ParadaDoOrgulho #DireitosHumanos

Olá, B-ENGENEs! 🇧🇷 Vamos conversar um pouquinho sobre esse comeback? Atualmente estamos vivendo algo INCRÍVEL entre o ENHYPEN e os fãs do Brasil! Tudo começou quando os meninos venceram o prêmio de “Melhor Artista Internacional” no BreakTudo Awards. Mais do que ganhar, eles fizeram questão de mencionar essa conquista durante o show. Foi um momento que mostrou que eles sabem da nossa existência e reconhecem todo o carinho que damos a eles. E isso não para por aí. No Spotify, o Brasil já colocou várias músicas do ENHYPEN nos charts, como FEVER, Polaroid Love, Bite Me, Sweet Venom, XO (Only If You Say Yes), No Doubt e Bad Desire. Além disso, em 2026 foi divulgado que somos o 4º país que mais dá streams ao ENHYPEN no Spotify. No YouTube, também somos uma potência: o Brasil ocupa o 7º lugar entre os países que mais consomem o ENHYPEN. Tudo isso prova uma coisa: os B-ENGENEs fazem a diferença. E agora chegou a nossa oportunidade de mostrar isso mais uma vez. ✨ A prévia da música foi lançada no Brasil. ✨ A faixa-título é um FUNK. ✨ Os meninos saíram daqui completamente apaixonados pelo nosso país. Existem muitos outros motivos, mas esses já mostram o tamanho da oportunidade que temos nas mãos. Por isso, neste comeback, precisamos nos esforçar mais do que nunca. Sabemos que cada pessoa tem sua rotina, seus estudos, seu trabalho e suas responsabilidades. Nem todo mundo consegue fazer tudo, e tudo bem. Mas, se cada um contribuir com o que puder, juntos podemos alcançar algo enorme. Faça stream quando puder. Participe dos projetos. Vote. Compartilhe. Divulgue. Convide outras pessoas para conhecerem a música. Vamos transformar todo o amor que eles demonstraram pelo Brasil em resultados. Vamos mostrar, mais uma vez, por que ser B-ENGENE é diferente. Esse comeback pode entrar para a história. E nós podemos fazer parte dela. Podemos contar com vocês? #ENHYPEN #BENGENE #Funk

Os Estados Unidos negaram os efeitos negativos da contaminação na Base das Lajes, apesar de evidências de danos ambientais confirmadas por estudos realizados desde 2003, que identificaram metais pesados e chumbo nos residentes da Praia da Vitória, enquanto ameaçaram suspender os esforços de mitigação na área. #Açores #BaseDasLajes #Contaminação

Lajes. EUA rejeitam efeitos negativos da contaminação

Toda vitória tem uma história. E para quem vive a jornada dupla dos estudos e das quadras, essa jornada é ainda mais rica de aprendizados e perseverança. Aqui no Elite, você pode contar com o nosso apoio independente do tamanho do seu sonho. #TodaVitóriaTemUmaHistória #FlaElite #ad #Educação #Perseverança #Sonhos

⛩️🐾 Os antigos pergaminhos foram consultados. Após dias de meditação, estudos milenares e muita disciplina, o @Fura__Cao encontrou a profecia para o duelo entre Brasil e Japão. Os manuscritos revelaram: 🇧🇷 BRASIL 3 x 1 JAPÃO 🇯🇵 Que os ventos da vitória soprem a favor da Seleção. #Futebol #Profecia #BrasilJapão

O artigo de Thereza Ameal discute o atraso crónico de Portugal em abraçar mudanças, particularmente na área da Medicina, sublinhando que, apesar do apoio das Ordens dos Médicos e Psicólogos a intervenções afirmativas relativas à orientação sexual e identidade de género, a evidência científica atual, como demonstrado em estudos recentes do Reino Unido, Alemanha e Finlândia, sugere cautela e prudência quanto à medicalização precoce em jovens. #IdentidadeDeGénero #EvidênciaCientífica #SaúdeMental

O atraso crónico de Portugal

A diretoria do Vasco se prepara para lidar com o assédio do exterior por Andrés Gómez após a Copa do Mundo. O jogador, sua família e amigos próximos estão adaptados ao Rio de Janeiro, o que também ajuda o cruzmaltino a manter o camisa 11. A ideia é potencializá-lo ainda mais no segundo semestre, principalmente com a saída de Renato Gaúcho, com quem o atacante e os demais colombianos do elenco tiveram uma relação desgastada nos últimos meses. Em janeiro, o Vasco investiu cerca de 4,5 milhões de euros (R$ 30 milhões) por 60% dos direitos econômicos do colombiano. Atualmente, o Centro Internacional de Estudos de Esporte avalia o jogador em um valor entre 11 e 13 milhões de euros (R$ 65 a 76,6 milhões). 🗞️: @ge_vasco 📸: Matheus Lima | Vasco #Vasco #AndrésGómez #Futebol

O Bloco de Esquerda solicitou explicações ao Governo de Portugal e da região dos Açores sobre a contaminação na Base das Lajes, após um estudo indicar a presença de metais pesados em restos humanos na área, exigindo estudos epidemiológicos e que Portugal procure financiamento dos EUA para as ações de descontaminação. #Açores #BaseDasLajes #BlocoDeEsquerda

BE exige explicações sobre contaminação na Base das Lajes
Aysia Jun 18

@ItsVanQueiroz Como psi infantil, percebo que muitos diagnósticos de TEA na verdade são exposição precoce a telas, estudos mostram o quão prejudicial é para o desenvolvimento cognitivo e motor, fora que o q mais vejo no consultório são pais buscando diagnósticos e n formas de ajudar os filhos. #DesenvolvimentoInfantil #TEA #SaúdeMental

Hoje é terça-feira e, é claro, tem Paulo Figueiredo Show. Vou falar sobre o caso Zambelli e a exposição vergonhosa da realidade do STF pela corte italiana. Vou falar sobre os “métodos” de pesquisa eleitoral e quem anda financiando esses estudos. Vamos falar da última entrevista de Flávio à Veja e muito mais. Aguardo vocês às 15:00, horário de Brasília. https://t.co/VhrfkQkPzy #FigueiredoShow #Política #Eleições

Observador Jun 12

Em 2025, o aquecimento global atingiu 1,37°C, superando os limites estabelecidos pelo Acordo de Paris, com estudos indicando que as emissões de gases de efeito estufa estão em níveis recordes e que as atividades humanas estão acelerando as mudanças climáticas. #AquecimentoGlobal #AlteraçõesClimáticas #Clima

Aquecimento global chegou a 1,37 ºC em 2025

🇧🇷 Brasil tem o 7º elenco mais valioso da Copa do Mundo. Segundo levantamento do CIES (Centro Internacional de Estudos de Esporte), o elenco brasileiro é avaliado em 821 milhões de euros (R$ 4,9 bilhões). Rayan é o atleta brasileiro mais valioso: 100 milhões de euros (R$ 600 milhões). RANKING: 1. 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra - € 1,454 bilhão (R$ 8,7 bilhões) 2. 🇫🇷 França - € 1,436 bilhão (R$ 8,6 bilhões) 3. 🇪🇸 Espanha - € 1,407 bilhão (R$ 8,4 bilhões) 4. 🇩🇪 Alemanha - € 1,085 bilhão (R$ 6,5 bilhões) 5. 🇵🇹 Portugal - € 910 milhões (R$ 5,4 bilhões) 6. 🇳🇱 Holanda - € 853 milhões (R$ 5,1 bilhões) 7. 🇧🇷 Brasil - € 821 milhões (R$ 4,9 bilhões) 8. 🇦🇷 Argentina - € 764 milhões (R$ 4,5 bilhões) 9. 🇧🇪 Bélgica - € 700 milhões (R$ 4,2 bilhões) 10. 🇳🇴 Noruega - € 646 milhões (R$ 3,8 bilhões) 🗞️ CIES 📸 Rafael Ribeiro/CBF #CopaDoMundo #Brasil #Futebol

Observador Jun 9

Dois estudos norte-americanos sugerem que a popularização dos smartphones, especialmente após o lançamento do iPhone em 2007, está diretamente ligada a uma queda de 22% nas taxas de fertilidade nos EUA, atribuída à diminuição de interações sociais e de atividades sexuais entre os jovens. #Smartphones #Fertilidade #EstadosUnidos

Smartphones estão ligados à queda das taxas de fertilidade

C/décadas de atraso, a impren$a começa a mostrar q antiparasíticos funcionam contra o câncer. Azar de quem dependeu dela pra saber o que as redes sociais e os perfis de "fake news" já sabiam há tempo. No tweet a seguir, estudos PRÉ PANDEMIA mostrando ivermectina contra o câncer https://t.co/68NWoxD5vV #Saúde #Câncer #Ivermectina