The case of Luís Neves highlights the lack of credibility of institutions in Portugal and exposes the weaknesses of a regime that is increasingly worn down by a culture of nepotism and favoritism, reflecting a widespread dissatisfaction among voters. (translated)
Sobre tudo, acho que é preciso agir. Exigir responsabilidades e chamar a atenção do governo para o descrédito que está a acontecer, para a degradação das instituições que está a acontecer. Falta ao presidente da República mostrar também essa capacidade de ação. Eu sei que o senhor presidente já disse que está a agir, mas não basta dizer que está a agir, é preciso que compreendamos em que é que está a agir. É necessário uma intervenção pública? É necessário, sem dúvida. Eu penso que neste momento é necessário.
Acho que estamos a atingir, francamente, o grau insuportável das instituições e da sua credibilidade.
Ora ora, vejo que a famosa especialista na direita, a baiana michele prado, que teve uma certa notoriedade tempos atrás mas agora parece sumida, está muito preocupada com uma certa eleição. Não há motivo. Ninguém vai ser perseguido em um governo da Missão, desde que não cometas crimes como, por exemplo, imputar nazismo a pessoas que não são militantes nazistas. Veja que é o Estado liberal que criou o tipo penal que protege a pessoa pública de indivíduos e instituições de ataques falsos contra a sua imagem. Porque a imagem pública é um valor. De resto, fique tranquila. Tem sido e será uma eleição democrática e segura. Pode dormir em paz. E os seus amigos não estão ficando fascistas, eles só estão vendo um partido sério com propostas e que não é de esquerda. Nada demais. Os anos 30 não estão voltando. Respire. Sempre um baiano pensando alguma coisa. As vezes, pensam bem. As vezes, pensam mal. #Eleições2023 #Democracia #DireitosHumanos
🚨 AGORA! Palmeiras emite nota reclamando da denúncia do STJD contra Maurício e cita Pulgar, do Flamengo, e Raniele, do Corinthians: “O Palmeiras recebeu com perplexidade a denúncia da Procuradoria do STJD contra Maurício. A iniciativa afronta não só a nossa instituição, mas também a arbitragem brasileira. O árbitro e o VAR analisaram o lance e concluíram que o cartão amarelo era suficiente. Se toda interpretação da arbitragem for substituída pela convicção de um procurador, para que servem o árbitro e o VAR? A denúncia é incompreensível, também, porque a falta nem mesmo gerou opiniões consensuais; pelo contrário, dividiu especialistas de arbitragem, ex-atletas e jornalistas. Mais grave, porém, é a ausência de critérios do Tribunal. Na mesma rodada, os atletas Pulgar e Raniele cometeram infrações similares, como mostram os vídeos a seguir (lances de Pulgar e Raniele). Diferentemente do que fez com Maurício, no entanto, o STJD respeitou as decisões da arbitragem envolvendo os jogadores de Flamengo e Corinthians. Chegamos, assim, à inevitável pergunta: por que somente Maurício será julgado? Não existe justiça quando infrações iguais recebem tratamentos distintos. A Procuradoria passa a impressão de que determinados episódios merecem atenção extraordinária enquanto outros podem ser ignorados. Se Maurício foi denunciado por uma falta passível de cartão amarelo, por que os lances a seguir passaram incólumes perante o órgão? (Vídeo de cotovelada de Nardoni em Arias; de Matheuzinho em Khellven; de Luiz Araújo em Ramon; de Saúl em Caíque; e de Wallace Yan em Piquerez). Não é a primeira vez que somos obrigados a questionar o STJD. A desproporcional punição ao técnico Abel Ferreira e as suspensões a Allan e Paulinho – somadas agora à denúncia contra Maurício – reforçam a percepção de que faltam equilíbrio e isonomia nas condutas do Tribunal envolvendo o nosso clube. O Palmeiras sempre respeitou as instituições, mas exige respeito. Não aceitaremos calados que limites institucionais sejam extrapolados e que medidas descabidas prejudiquem o trabalho de excelência desenvolvido por nossos profissionais.” 📸 SEP | Reprodução #Palmeiras #STJD #FutebolBrasileiro
Mais de 20 anos no poder, indo para o quarto mandato, principal adversário cassado e preso por um crime imaginário, total controle das instituições. Falta o quê? Dar um brilho na imagem. Falta um podcast bonitinho, planejado, com boa iluminação e fotografia, roupa elegante e chapéu. Pode até colocar umas perguntinhas difíceis. Depois deixa que a própria oposição vai disseminar o material nas redes. As TVs vão dedicar horas ao assunto, discutindo detalhes irrelevantes e esquecendo INSS, Master e os 129 milhões. “Mas não podemos deixar de comentar isso”, disse um jornalista. Pois é. #Política #Mídia #Eleições
Essa eleição é a mais importante dos últimos anos. O próximo presidente poderá indicar 4 ministros do STF. O perfil das próximas indicações poderá moldar o tribunal por décadas. Enquanto a esquerda aparelha todas as instituições para impor ao Brasil um projeto totalitário, a direita quer devolver a independência aos poderes legalmente estabelecidos, para que a democracia seja verdadeira. Está em nossas mãos a mudança que o Brasil tanto precisa. #Eleições2024 #Democracia #Brasil
Esta capa da Veja talvez seja um dos retratos mais acabados da degradação do jornalismo brasileiro, que se tornou vassalo do sistema. Uma revista que durante décadas se orgulhou de confrontar o poder agora se ajoelha diante dele. Em vez de fiscalizar as instituições, agora as sacraliza e ainda exige reverência - Nada mais abominável. Ao transformar uma urna eletrônica em um “monumento à democracia”, a Veja promove a mais perigosa inversão de valores. Democracia não é um dogma nem uma religião - é o direito de questionar máquinas, governos, tribunais e qualquer instituição do Estado. A urna eletrônica na capa da Veja e o artigo publicado parece mais uma peça de marketing nos moldes soviéticos, um objeto de adoração, um verdadeiro bezerro de ouro diante do qual o cidadão deve apenas se curvar. Questioná-la passa a ser tratado como blasfêmia - é a clara substituição do pensamento crítico pelo dogma político. O jornalismo nasceu para desconfiar do poder e trazer ao conhecimento da sociedade aquilo que o sistema prefere manter oculto da população, não para canonizá-lo. Quando a Veja afirma que criticar uma tecnologia é um “desserviço às instituições”, ela passa a atuar oficialmente como guardiã da narrativa oficial do regime. Esse é o aspecto mais vergonhoso desta capa. Uma revista que, durante décadas, orgulhou-se de confrontar o poder agora se ajoelha miseravelmente diante dele. A quem a Veja serve? Ao jornalismo ou a esse regime nefasto instaurado no Brasil? #Jornalismo #Democracia #Crítica
Fabi Diniz é a PRIMEIRA promotora de justiça TRANS na HISTÓRIA do Brasil, no estado do Amazonas. “A presença de uma Promotora de Justiça trans significa que o Ministério Público começa, ainda que de maneira incipiente, a refletir em sua composição a pluralidade da sociedade brasileira. Instituições democráticas se fortalecem quando conseguem representar, não apenas em sua atuação, mas também em sua própria formação, a diversidade do povo em nome do qual exercem suas funções", disse ela durante sua posse. #Diversidade #Justiça #DireitosHumanos
The parliamentary leader of the Liberal Initiative, Mário Amorim Lopes, warned that Luís Montenegro should consider the continuation of the Minister of Internal Administration, Luís Neves, after the holidays, as his current case may jeopardize the stability of the Government and the institutions. (translated)
Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,
🇪🇺 Uefa rejeita plano de Infantino de vender participação da Copa do Mundo a investidores privados: "uma linha que as instituições do futebol jamais deveriam ultrapassar". A Fifa sugeriu às federações a criação de uma empresa avaliada em US$ 20 bi, que teria o irmão do genro de Trump entre os investidores. As 211 federações precisam aprovar o plano, sob pena de perder 75% do financiamento do novo modelo de negócios da entidade. #Futebol #CopaDoMundo #FIFA
O Internacional soltou uma nota oficial confirmando que eles acabaram utilizando um ÁUDIO FAKE no julgamento do Victor Gabriel no STJD: A nota completa: “O escritório Cravo, Pastl e Balbuena Advogados Associados e o Sport Club Internacional vêm a público para prestar esclarecimentos sobre a documentação apresentada na defesa do atleta Victor Gabriel em processo perante o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Com 19 anos de serviços prestados ao Clube, ao longo dos quais sempre atendeu o Sport Club Internacional de forma idônea, correta e comprometida, o escritório acabou se utilizando, na busca da defesa do atleta, de um áudio que circulava nas redes sociais. Tanto o escritório quanto o Inter ressaltam que jamais tiveram a intenção de praticar qualquer ato motivado por má-fé no âmbito do processo em questão. Houve, sim, uma falha reconhecida na captação e utilização do conteúdo apresentado na defesa do jogador, imediatamente assumida mediante pedido expresso de retirada do áudio dos autos. O escritório, com extensa atuação no segmento de Direito Desportivo reconhece o equívoco, assim como pretende aprimorar ainda mais seus métodos para futuros julgamentos. O Sport Club Internacional e o escritório Cravo, Pastl e Balbuena reafirmam seu compromisso com a ética, a transparência e o respeito às instituições que regem o futebol brasileiro.” #Futebol #Ética #JustiçaDesportiva
Rapaz... O Reinaldo Azevedo detonou o Tarcísio de Freitas! Ele colocou na conta do governador a crise diplomática Brasil-Argentina, lembrando que foi ele que abriu as portas para o Milei vir atacar nossas instituições. Caiu de vez a farsa do "Tarcísio moderado". https://t.co/Q977iorW8k #Política #Brasil #TarcísioDeFreitas
As seleções da UEFA podem BOICOTAR a COPA DO MUNDO caso a FIFA siga em frente com seu plano de vender parte da Copa do Mundo para INSTITUIÇÕES PRIVADAS. Via @SkySports https://t.co/X44p2chz5T #CopaDoMundo #FIFA #Esportes
Vasco Maldonado Correia, on Rádio Observador, reports on the demand from the Secretary-General of the Socialist Party, José Luís Carneiro, for a meeting with the Prime Minister to discuss transparency regarding the controversies involving Luís Neves, as well as addressing the recent invasion and vandalism in André Ventura's office in Parliament, which raises questions about security in institutions. (translated)

Nos últimos dias, presenciei com grande amargura o debate que se gerou em torno do meu nome e a possibilidade de assumir o cargo de selecionador de Itália. Por respeito às instituições, à Federação e a todos os envolvidos, optei por guardar silêncio até agora. No entanto, após saber ontem à noite que já não sou candidato ao cargo de selecionador, sinto que é meu dever esclarecer alguns pontos. Ao longo da minha carreira, primeiro como jogador e agora como treinador, sempre realizei as minhas atividades respeitando estritamente as leis dos países onde trabalhei e os contratos que assinei. A colaboração profissional que foi objeto da recente polémica surgiu no âmbito da minha carreira nos EAU e é exclusivamente de carácter comercial e desportivo. Atribuir um significado político a esta colaboração significa atribuir-me convicções que nunca expressei e que não são minhas. Quero agradecer a Maldini e a Leonardo pela estima e confiança que me demonstraram. Conheço a sua experiência, a sua seriedade e o amor que sempre dedicaram ao futebol italiano. Lamento que uma decisão desportiva se tenha tornado rapidamente num debate público que acabou por me atribuir significados e intenções que não me pertencem. O meu amor pela Itália não depende de um cargo. Faz parte da minha história, da minha identidade, e continuará a acompanhar-me sempre.
The secretary-general of the Socialist Party requested a meeting with the prime minister to discuss transparency in democratic institutions, while new developments emerge about a scandal involving the delivery of drugs by a director of the Judicial Police to a company linked to a friend of Minister Luís Neves, coinciding with the invasion and vandalism of André Ventura's office in Parliament, leading to an increase in security measures. (translated)

The parliamentary leader of the PS, Eurico Brilhante Dias, criticized the blockade of the hearing of the Minister of Internal Administration, Luís Neves, by the AD, considering it a serious political mistake that raises questions about public confidence in the government and institutions, and announced that a meeting with the Prime Minister will be decisive to clarify the party's position. (translated)