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#PolíticaEconômica

Ministro da Fazenda, Dário Durigan, sobe o tom contra os Estados Unidos. "A política econômica do Brasil não existe para atender às prioridades de autoridades estrangeiras", disse. #Brasil #PolíticaEconômica #DárioDurigan

Everything seems to indicate that there will never be another major crisis. Our leaders have learned and now have very efficient "tools" to prevent it. But... (translated)

El vicepresidente electo parece tener una relación bastante flexible no solo con la verdad, sino también con el dinero que no es de él. Manipula cifras para vender la idea de que recibe un país en ruinas y así justificar una nueva carrera por obtener plata prestada. Conviene recordar un dato incómodo: como ministro de Hacienda dejó una deuda superior a 70 billones de pesos en el Fondo de Estabilización de los Precios de los Combustibles, que justificó con la pandemia, obligación que fue asumida y pagada por el gobierno que está por terminar. Da la impresión de que el objetivo no es sanear las finanzas públicas, sino pedir más préstamos para fabricar una sensación de prosperidad con dinero ajeno. Una estrategia que parece inspirarse en el estilo de vida que proyecta el propio presidente electo: aparentar abundancia… con plata ajena. ¡Lo que nos espera, al estilo barranquillero, es abundancia aparente y mas corrupción, y al final del periodo, un país endeudado y profundamente más pobre! #Corrupción #DeudaPública #PolíticaEconómica

Os inflacionistas: quem são? Onde vivem? O que comem? Os inflacionistas são um grupo peculiar de economistas. Gostam de holofotes — afinal, falar bobagem sozinho tem pouca graça. Sua principal característica é defender alguma versão da tese de que "um pouco mais de inflação faz bem". Respondendo à primeira pergunta, os inflacionistas são economistas que apreciam a exposição pública e defendem políticas com evidente viés inflacionário. Onde vivem? Por razões ainda não totalmente compreendidas pela ciência, os inflacionistas se concentram tradicionalmente em alguns habitats específicos, como Campinas e o Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma variante particularmente adaptável, que passou a ocupar nichos ecológicos na Faria Lima, em São Paulo — um ambiente mais quente, mais líquido, e com predadores mais bem vestidos. O que comem? As espécies tradicionais alimentam-se de bens e serviços compatíveis com uma renda da ordem de R$ 30 mil mensais — o suficiente para viver bem, mas não para saciar completamente o apetite de suas próprias teses. Já a variante da Faria Lima desenvolveu hábitos mais sofisticados: aprecia restaurantes estrelados, vinhos europeus e férias em destinos que, não raramente, coincidem com conhecidos paraísos fiscais. Comportamento e mimetismo O traço mais curioso da espécie da Faria Lima é seu mimetismo vocal. Como um papagaio bem treinado, repete "responsabilidade fiscal", "controle da inflação", "credibilidade" — o chamado de acasalamento de qualquer plateia que se preze. O problema aparece na hora de agir: diante de políticas concretas, essa mesma espécie frequentemente apoia exatamente o oposto do que anuncia em seu canto. As populações de Campinas e do Rio de Janeiro parecem agir por convicção intelectual genuína — acreditam de fato que um pouco mais de inflação trará algum benefício, e arcam com o próprio aumento do custo de vida como qualquer outro animal exposto às intempéries. Já a variante da Faria Lima descobriu uma mutação mais rentável: transformar a tese em posição financeira. Prega o remédio, mas se protege — e lucra — da doença. Um espécime recente contribuiu com um achado digno de nota na literatura: a proposta de que a melhor forma de combater a inflação seria elevar a meta de inflação. Se o termômetro incomoda, basta alterar a escala. Outro indivíduo da mesma linhagem declarou apoiar um teto para os gastos públicos, mas considerou "temerosa" a combinação desse teto com uma âncora de Dívida/PIB. Vale um parênteses técnico, porque o espécime tropeçou em um problema elementar de otimização: se a política fiscal precisa respeitar simultaneamente um limite de gastos e um limite de dívida, ela está sujeita a duas restrições — e um problema com duas restrições jamais tem um conjunto de soluções maior do que o mesmo problema sujeito a apenas uma delas. Impor uma restrição adicional nunca amplia o espaço de soluções viáveis: no máximo mantém a política igualmente restritiva, nunca mais permissiva. Constrangedor ter que explicar isso. Expansão e adaptação Restritos por décadas a pequenos habitats acadêmicos, os inflacionistas multiplicaram-se e sofisticaram-se. Uma subespécie recente proclama, em brasão bem visível, que "Lula 4 pretende deixar um legado além da área social, com um ajuste fiscal consistente" — e, no minuto seguinte à declaração, monta posições em bolsa, juros e câmbio que só rendem se essa mesma promessa fracassar. Depois do auge nos anos 1980, a espécie inflacionista pareceu recuar nos anos 1990 a uma curiosidade de habitats acadêmicos. Hoje voltou a ocupar posição de destaque no debate público, com duas subespécies bem distintas convivendo no mesmo território: uma que ainda acredita, de boa-fé, no próprio discurso — e paga o preço dele no supermercado como qualquer um; outra que descobriu como monetizar a discrepância entre o que fala e o que faz, e que, por isso, tem interesse ativo em desacreditar os não-inflacionistas: a vitória destes significaria prejuízo para as posições já montadas. Essa segunda variante — que fala fiscal e aposta contra o fiscal — é, até aqui, a mutação mais bem-sucedida da espécie. Cuidado, parece que estão em expansão. #Economia #Inflação #PolíticaEconômica

Flavio Bolsonaro defende o Brasil contra tarifas em audiência com o governo dos EUA Enquanto o governo Lula abandonou a diplomacia oficial e virou as costas para o setor produtivo, a oposição assumiu o protagonismo em Washington para impedir o tarifaço de 25%. Ao lado de representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e acompanhado pelo deputado Eduardo Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro fez uma defesa puramente técnica do Brasil em audiência pública realizada hoje, desbancando as narrativas que ameaçam a nossa economia. Em sua argumentação, o senador deixou claro que impor essas tarifas é uma medida totalmente negativa que penalizará apenas o povo brasileiro e o setor privado, e não o governo. Ele alertou que novas barreiras comerciais surtiriam o efeito oposto ao pretendido por Washington, já que a China absorveu as exportações brasileiras e o isolamento forçado empurraria o país ainda mais para a órbita de influência chinesa. Além disso, Flávio blindou o Pix ao demonstrar que as instituições de pagamento americanas não competem com o sistema brasileiro, que é uma infraestrutura de sucesso e não representa prática comercial desleal. A atuação firme em solo norte-americano escancara o contraste político atual. Enquanto o PT se omite de propósito e sabota o país de olho em palanque político, Flávio vai à linha de frente com dados técnicos para proteger o bolso do trabalhador, o agronegócio e as empresas nacionais. #Brasil #ComércioInternacional #PolíticaEconômica

En la revaluación del peso frente al dólar hay un elemento que no es sano y debe llevar a una rectificación. El alza de la tasa de interés hecha por la junta del Banco de la República, absurda en el mundo, atrae capitales golondrina en dólares del exterior que hacen aumentar la oferta del dólar y por tanto la caída de su precio: la cantidad de pesos por dólar. Si a este hecho se le junta la decisión del gobierno entrante de volver al extractivismo petrolero podría haber una destrucción de las exportaciones de las ramas productivas: agricultura e industria que se encarecen ante el extranjero y con ello la caída de la producción general y los puestos de trabajo que hemos alcanzado. Volver al extractivismo con altas tasas de interés en Colombia es un suicidio económico. Nuestro camino fue reemplazar el extractivismo por la producción real intensiva en trabajo y tuvimos éxito. #EconomíaColombiana #DesarrolloSostenible #PolíticaEconómica

L'articolo discute come la salute mentale dei lavoratori, evidenziata da un aumento dell'ansia e una stabilità del rischio di depressione, sia strettamente legata alle condizioni lavorative e alla politica economica, suggerendo che il benessere mentale influisce non solo sulla vita individuale dei dipendenti ma anche sulla produttività delle imprese e sui sistemi di welfare. #SaluteMentale #CondizioniDiLavoro #PoliticaEconomica

La salute mentale è una questione anche di politica economica

El informe anual del Banco de España, bajo la dirección de José Luis Escrivá, pone énfasis en amenazas externas como Trump, China e Irán, pero omite críticas importantes a la falta de presupuestos, la reforma de pensiones y la crisis de vivienda, reflejando un cambio hacia un análisis menos confrontativo con el gobierno actual. #BancoDeEspaña #PolíticaEconómica #Vivienda

Un Banco de España que mira hacia fuera

El Banco de España ha suavizado su crítica a las políticas de vivienda, ahora considerando que las medidas como los controles de precios son efectivas a corto plazo para aliviar a inquilinos, mientras que anteriormente advertía de sus posibles efectos adversos en la accesibilidad, destacando un cambio de enfoque bajo la dirección de José Luis Escrivá, quien aboga por no opinar sobre políticas de redistribución de rentas y enfatiza la necesidad de aumentar la oferta de vivienda. #Vivienda #BancoDeEspaña #PolíticaEconómica

El Banco de España entierra el tono crítico con las políticas de vivienda de la era De Cos
Observador Jun 12

O artigo discute a possibilidade de resolver o problema dos salários em Portugal, abordando a relação entre o salário mínimo e o salário mediano, o veto do Presidente da República a decretos sobre bandeiras ideológicas e a representação das minorias na política. #Salários #PolíticaEconômica #Portugal

É possível resolver o problema dos salários?

EEUU ya empezó a tocar un tema tabú: las remesas. Desde 2026 aplica un impuesto federal del 1% a ciertas transferencias al exterior hechas con efectivo, giros o cheques de caja. España debería ir más lejos: quien trabaja y gana su dinero que haga lo que quiera; pero quien recibe dinero público de los españoles, por ejemplo el IMV, no debería poder sacarlo de la economía española. Las ayudas son para vivir aquí, no para financiar economías fuera. #Remesas #Economía #PolíticaEconómica

El artículo de Portafolio, cuando se lee dice lo contrario a su titular. Quieren tapar con los dedos el sol. Mientras EEUU ve descender su tasa de crecimiento económico de 2,2 a 1,6%, mi gobierno, a pesar de la tontería cometida por la junta directiva del Banco de la República, ha logrado elevar la economía colombiana a un 3% en el mes de mayo, del 2,2% en la que estaba. El impulso a la demanda interna provocada porque hicimos crecer los ingresos reales de toda la población, incluida la familia propietaria de Portafolio, pero sobretodo de la gente pobre y trabajadora del país, las que más, las mujeres pobres, y por eso bajamos la tasa de mortalidad infantil a la mitad en apenas cuatro años, está decisión de principios de mi gobierno ha logrado hacer crecer la producción y los servicios. Es todo lo contrario de lo que hicieron Duque/Carrasquilla/Restrepo, actual candidato a la vicepresidencia. Nuestro modelo no es sostenible en el largo plazo, en tanto se logre disminuir la capacidad instalada para producir en el país, el modelo se detendría si la tierra fértil se ocupa en producción y si el trabajo de baja productividad por falta de educación y créditos, se empodera, porque además de sostener el crecimiento de los ingresos de las familias, política que hay que mantener, el Banco de la República debe hacer caer la tasa real de interés para aumentar más la producción y reducir sustancialmente los endeudamientos. Este debe ser el tema de un acuerdo nacional con el empresariado y la gente trabajadora para el desarrollo económico y democrático de Colombia. https://t.co/6UM7255DW7 #EconomíaColombiana #DesarrolloSostenible #PolíticaEconómica

O movimento dos EUA já estava contratado há meses‼️ Christopher Garman (diretor de uma das maiores consultorias de risco político do mundo a Eurasia Group) diz que: Os EUA já vinham preparando a recomposição tarifária, e o Brasil NÃO FEZ O DEVER DE CASA. As tarifas propostas pelo USTR passaram por consulta e podem valer já em julho. A Suprema Corte americana derrubou instrumentos que antes limitavam esse tipo de medida, e as investigações 301 abriram espaço para repor tarifas, mesmo assim, os EUA repuseram menos do que poderiam. O governo brasileiro NÃO ofereceu concessões relevantes, NÃO avançou em acordos que Washington queria e deixou a inércia trabalhar contra si. Agora, às vésperas da eleição, o Planalto reage com surpresa e retórica antiamericana para a população interna⁉️ #EUA #ComércioExterior #PolíticaEconômica

L
lastampa.it Jun 4

L'Unione Europea ha riconosciuto i successi economici dell'Italia, sottolineando che i conti pubblici sono in linea e chiedendo maggiore investimento nelle energie rinnovabili, mentre le autorità italiane esprimono soddisfazione per l'apprezzamento delle loro proposte. #Italia #UnioneEuropea #PoliticaEconomica

L’Europa promuove l’Italia: “Conti pubblici in linea. Basta sconti sulle accise”
Cristian May 29

Gobierno avanza en modificar la Ley de Administración Financiera para que el equilibrio fiscal SEA política de Estado. Es importante e indispensable que cualquiera q gobierne cuide los números macros luego del sacrificio realizado. Gran iniciativa. #Finanzas #Gobierno #PolíticaEconómica

Gli Emirati Arabi Uniti hanno richiesto e ottenuto dagli Stati Uniti una linea di swap valutario per mitigare l'impatto economico del conflitto con l'Iran, spingendo per un riconoscimento dello status privilegiato della loro Banca Centrale simile a quello di altre autorità monetarie legate alla Federal Reserve. #EmiratiArabiUniti #swapvalutario #politicaeconomica

Gli Emirati chiedono e ottengono dagli Usa una linea di swap valutario: una decisione puramente geostrategica