Manhã de sábado com integração entre os #CriasDaToca do Sub-20 e o elenco principal na Toca da Raposa II, seguindo o planejamento da intertemporada do Cabuloso! 🦊 📸 @gustavomjpeg / Cruzeiro https://t.co/CcIwWaZMgY #Cabuloso #Cruzeiro #Sub20
Manhã de sábado com integração entre os #CriasDaToca do Sub-20 e o elenco principal na Toca da Raposa II, seguindo o planejamento da intertemporada do Cabuloso! 🦊 📸 @gustavomjpeg / Cruzeiro https://t.co/CcIwWaZMgY #Cabuloso #Cruzeiro #Sub20
A Ucrânia recebeu 2,93 mil milhões de euros do Banco Mundial para apoiar a agricultura, educação e integração na UE, em um acordo firmado na Conferência de Recuperação da Ucrânia em Gdansk, com a possibilidade de um adicional de 874 milhões até 2026, dependendo do cumprimento de certas condições. #GuerraNaUcrânia #Ucrânia #BancoMundial

Como ministro da Fazenda, utilizei a Receita Federal e a Aduana para o combate ao crime organizado. É por ali que passam o dinheiro, os celulares roubados enviados ao exterior, as armas contrabandeadas e a lavagem desse dinheiro. Esse trabalho, integrado com a Polícia Federal, o Coaf e o Ministério Público, permitiu apreender navios, milhões de litros de combustível e atingir o andar de cima que financia o crime. É esse modelo que quero levar para São Paulo: um gabinete permanente, presidido pelo governador, reunindo forças estaduais e federais, sistema penitenciário e Ministério Público para trocar informações e planejar ações. A cooperação precisa ser regra, não exceção. Tarcísio errou ao não apoiar a integração e ao colocar disputa política acima do combate ao crime. #HaddadNoDerrubandoMuros #CombateAOCrime #Integração #Justiça
Na manhã de hoje (9/7), recebi ligação do presidente colombiano, Gustavo Petro. Conversamos sobre temas da agenda bilateral e sobre a situação política na Colômbia. Ao indicar que deixará o cargo no dia 6 de agosto, Petro destacou o tempo em que trabalhamos juntos. Reafirmou seu compromisso com a democracia e com uma transição pacífica no país. Agradeci ao presidente Petro pela amizade e pela cooperação com o Brasil e o povo brasileiro. Ao longo de seu mandato, Petro sempre demonstrou firme compromisso com a integração regional e o enfrentamento dos desafios comuns da América do Sul. Destaquei, ainda, sua determinação inabalável em promover a sustentabilidade ambiental, a preservação da Amazônia, além de seu incansável engajamento no enfrentamento ao narcotráfico e ao crime organizado transnacional. Nos três anos e meio em que coincidimos no governo, a Colômbia foi um dos países que mais visitei na América Latina — foram cinco viagens. Além da visita de Estado a Bogotá, realizada em 2024, participei das cúpulas da OTCA, CELAC, CELAC-União Europeia e CELAC-África. Também recebi Petro diversas vezes no Brasil, incluindo sua visita de Estado a Brasília e sua participação na inauguração do Centro de Cooperação Policial Internacional de Manaus, em 2025. Nossos países estão unidos por uma ampla agenda de interesses comuns e terão somente a ganhar se continuarem trabalhando juntos. #Colômbia #Democracia #IntegraçãoRegional
Recebi nesta quarta-feira, 8 de julho, a secretária-geral da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), Rebecca Forattini Lemos Igreja, para discutir os resultados da XXVI Assembleia Geral da instituição, realizada em Brasília em junho passado. Criada há quase setenta anos para pensar a América Latina a partir de seus interesses, a FLACSO nasceu profundamente vinculada aos debates sobre desenvolvimento e integração regional. Ao receber representantes dos 18 Estados membros e das unidades acadêmicas do Sistema FLACSO, o Brasil reafirmou seu compromisso com a cooperação, com a educação superior e com a construção coletiva de respostas para os desafios latino-americanos e caribenhos. Houve concordância de que a integração não pode ser reduzida às suas dimensões econômicas ou comerciais. Exige capacidades institucionais, circulação de conhecimentos, formação de quadros, coordenação de políticas públicas e construção de consensos capazes de sustentar projetos compartilhados de desenvolvimento, democracia e redução das desigualdades. Rebecca reiterou sua disposição de aproximar a FLACSO dos espaços de concertação regionais, colocando sua capacidade acadêmica e técnica à serviço da integração. #FLACSO #IntegraçãoRegional #Desenvolvimento
No século XXI, o verdadeiro poder reside na capacidade de integrar sistemas complexos e tomar decisões eficazes sob incerteza, em vez de apenas controlar recursos ou dados, com a fragmentação da informação tornando-se o principal desafio das democracias contemporâneas. #Poder #Integração #Decisão
Segurança pública se faz com responsabilidade, integração e inteligência. Vamos combater o andar de cima do crime organizado, asfixiando o dinheiro das facções, como fizemos na Operação Carbono Oculto. Também vamos recuperar o espaço público com tecnologia e inteligência de verdade. Além disso, vamos proteger quem sofre violência dentro de casa, integrando segurança, saúde e educação para prevenir feminicídios, abusos e maus-tratos. #HaddadNoBarão #SegurançaPública #Inteligência #CombateAoCrime
GOL DE PLACA DE FLAVIO BOLSONARO!!!! O senador @FlavioBolsonaro acaba de propor ampliar o antigo conceito do NAFTA — hoje substituído pelo USMCA — para uma Área de Livre Comércio das Américas (AFTA), integrando não apenas a América do Norte, mas todo o continente. Se implementada, uma iniciativa dessa natureza representa o maior movimento de abertura comercial da história do Brasil, ampliando significativamente o acesso dos produtos brasileiros aos mercados dos Estados Unidos, Canadá, México e dos demais países das Américas. Essa proposta aumenta as oportunidades para exportações, investimentos e integração econômica, Aguardando meus amigos liberais elogiarem e dizerem que apoiam. Aguardando meus amigos que defendem abertura comercial elogiarem a proposta. https://t.co/pBYfXmcWky #AFTA #Comércio #IntegraçãoEconômica
Vamos priorizar a segurança pública com um plano baseado em três camadas: combater o andar de cima do crime organizado e asfixiar seu financiamento, a partir do exemplo da Operação Carbono Oculto; recuperar o espaço público com integração, inteligência e tecnologia; e proteger quem sofre violência dentro de casa, integrando segurança, saúde e educação. #HaddadNoBarão #SegurançaPública #CrimeOrganizado #Proteção
O presidente Lula acertou ao propor uma PEC para construir uma parceria federativa na segurança pública, assumindo responsabilidades junto aos estados. Combater o crime organizado exige cooperação, integração e inteligência. Tarcísio errou ao recusar esse caminho. #HaddadNoBarão #SegurançaPública #Cooperação #Inteligência
FLÁVIO QUER ENTREGAR O BRASIL AOS EUA Em live, Flávio Bolsonaro defendeu o fim do Mercosul e a entrada do Brasil numa área de livre comércio comandada pelos Estados Unidos, o NAFTA. Na prática, é o velho projeto da ALCA: abrir mão da soberania e transformar o Brasil em quintal norte-americano. A indústria brasileira seria massacrada, empregos seriam destruídos e o país perderia instrumentos fundamentais para proteger sua economia, sua produção nacional e sua integração com a América do Sul. Flávio não defende o Brasil. É um entreguista que defende os interesses de Trump, dos EUA e de quem quer um país fraco, dependente e subordinado. É um projeto colonial contra a economia brasileira. O Brasil é dos brasileiros! #Brasil #Economia #Soberania
Článek zkoumá, jak byl Portugal schopen absorbovat výrazný nárůst populace v důsledku imigrace, přičemž upozorňuje na pozitivní dopady na ekonomiku a společnost, ale také kritizuje nízkou produktivitu a přítomnost imigrantů v sektorech s nízkou přidanou hodnotou. #Imigração #EconomiaPortuguesa #Integração
Na cimeira de Ancara, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enfatizou a urgência de os aliados da NATO investirem em sistemas de defesa aérea, argumentando que as capacidades militares da Ucrânia, especialmente em drones, poderiam fortalecer a Aliança e que a integração do país à NATO é essencial para a segurança coletiva da Europa. #Ucrânia #Zelensky #DefesaAérea

Článek se zaměřuje na rostoucí počet imigrantů v Portugalsku, který od roku 2021 vzrostl o 850 tisíc, a diskutuje o politických a sociálních výzvách, které tento rapidní nárůst populace představuje pro veřejné služby a celkovou imigraci. #Imigração #Política #Integração

Hoje acompanhei no Rio Grande do Norte a inauguração do Túnel Major Sales, do Ramal Apodi. É um marco na Transposição do São Francisco. Conecta a Paraíba ao Rio Grande do Norte e permite que as águas do Velho Chico cheguem ao oeste potiguar. O túnel tem 6,5 quilômetros de extensão e capacidade para até 20 metros cúbicos de água por segundo. Era o trecho mais complexo da obra. Representa um avanço decisivo para a segurança hídrica e o desenvolvimento do semiárido nordestino. O Ramal do Apodi como um todo tem 115 quilômetros de extensão. Faz parte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, com benefício para cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios de Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. 📸 @ricardostuckert #Água #Desenvolvimento #Transposição
A espera acabou! 🧡🚇 A Linha 6-Laranja do Metrô, uma das principais obras de infraestrutura da América Latina, chegou e já começa a receber passageiros. Nesta primeira etapa, estão em operação as estações João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca (com integração à Linha 7-Rubi da CPTM), SESC-Pompeia e Perdizes. E tem mais notícia boa: durante a operação assistida, o embarque é gratuito, de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h. Enquanto isso, novas estações serão entregues ao longo do ano, até a conclusão da linha. Da Freguesia do Ó a Perdizes, em 19 minutos, a espera acabou. Vem pra Linha 6, que a Linha 6 chegou! 🎶 #Linha6 #Metrô #Inovação
Diante de um cenário global de incertezas geopolíticas, reafirmei nesta terça, em Assunção, no Paraguai, que o MERCOSUL é uma necessidade estratégica para as nossas nações. Enfatizei também que o projeto de integração regional precisa estar acima de qualquer divergência ideológica para enfrentarmos juntos os desafios reais do nosso tempo: a crise climática, o combate rigoroso ao crime organizado e a defesa da democracia e dos direitos humanos. Seguem alguns trechos da minha fala: 📸 @ricardostuckert #MERCOSUL #IntegraçãoRegional #DireitosHumanos
O Brasil criticou iniciativas unilaterais de Estados-membros do Mercosul que fragilizam a credibilidade do bloco e enfatizou a necessidade de coesão e ação coletiva para o futuro da integração regional. #Mercosul #Brasil #IntegraçãoRegional

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt