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“Já está provado. Eu já nasci provada. Provada por Deus. Deus falou: ‘Desça e seja artista’. Não tenho mais o que provar” — Marina Sena para a Billboard Brasil. ✨ https://t.co/cJSOPgJBzm #MarinaSena #Arte #Deus

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

I add to what Ana said that, in addition to the looting, there was a planned and massive destruction of monuments and cities. We no longer remember everything that was lost because we have already known Spain without those monuments and works of art. (translated)

eugi 18h

es que florencia es una cosa de no creer 😮‍💨 la mejor artista de argentina sin lugar a dudas https://t.co/cbEMuSZJdz #Florencia #ArteArgentino #Música

#Ukraine Carefree children, a deadly drone, a fishing net to protect themselves from attacks. And a book. Grateful and moved by this installation with my #TheSaviorOfChildren @feltrinellied (translated)

ANSA.it 24h

At the 83rd Venice International Film Festival, the Lifetime Achievement Golden Lion will be awarded to George Clooney, while the opening film in competition will be Ink by Danny Boyle, which explores a crucial moment in Rupert Murdoch's media career. (translated)

Parte Venezia 83. Apre Ink di Boyle, Leone a Clooney

letteratura e storia dell’arte sono forse le due materie più belle che si possano mai studiare a scuola ma l’età in cui si studiano è profondamente sbagliata perché non si è ancora sofferto abbastanza per apprezzarle a pieno solo grazie alla sofferenza si possono apprezzare #letteratura #storiadellarte #sofferenza

Se le llama. Estas acciones de bestialismo: !muera la inteligencia! es una batalla comunicacional y el arte debe responder al ladon de la movilización juvenil que hay que alistar para defender la educación pública #EducaciónPública #MovilizaciónJuvenil #ArteActivismo

Nuevo artista para brillar en el Martínez Valero 💫 🖌️ @ludwigarrlo https://t.co/Ysvr5OyuKX #NuevoTalento #Música #Arte

German authorities have found several explosive devices in an electrical substation in Brandenburg, which is being investigated as an attempted attack, although there are no injuries and the power supply has not been affected. (translated)

Las autoridades de Alemania localizan artefactos explosivos en una subestación eléctrica de Brandeburgo

𝙻𝚎𝚜 𝙻𝙴𝙽𝚂𝙾𝙸𝚂 𝚙𝚛𝚎́𝚙𝚊𝚛𝚎𝚗𝚝 𝚕'𝙴𝚞𝚛𝚘𝚙𝚎 | EP8 📺 En expert ̶q̶u̶a̶l̶i̶t̶é̶ ̶ ADN, l'iconique Guillaume Warmuz valide le profil du nouveau défenseur artésien. Certifié Lens Qualität ! 🇩🇪 𝙹𝙴𝙰𝙽-𝙲𝙻𝙰𝙸𝚁 𝚃𝙾𝙳𝙸𝙱𝙾 𝙴𝚂𝚃 𝙻𝙴𝙽𝚂𝙾𝙸𝚂. ✍️ #LesLensois2 https://t.co/WrAsvlkYwg #Lens #Football #Européen

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A new study shows that one in every 13 adults aged 18 to 29 already shows signs of arteriosclerosis, highlighting that the disease can begin unnoticed at a young age and can have serious health consequences. (translated)

Erschreckende Studie - Arteriosklerose kann schon früh auftreten
Lula 1d

A cultura é um direito de todos. E quem ama música, arte e seus artistas favoritos merece respeito. Ontem, assinei dois decretos para garantir mais direitos a quem frequenta shows e apresentações. 🎟️ Vamos combater os “cambistas digitais” e garantir mais acesso à meia-entrada. 💧 Também reforçamos a oferta gratuita de água potável em grandes eventos e o direito de levar sua própria garrafa em eventos abertos. Mais acesso, mais respeito e mais democracia para quem vive a cultura. #Cultura #Direitos #Democracia

⚠️ Malik Fofana va rallier Sunderland. Le joueur avait notamment été proposé à Arsenal, mais Mikel Arteta n’était pas forcément convaincu par son profil. Opération estimée à 30 M d’Euros #SAFC #OL (@HandofArsenal 👍) #Sunderland #Transfert #Ligue1

Por que querem montar um governo Tarcísio dentro de um governo Flávio? Já temos a arteirice feita pelo Frodo ao indicar um cara do Doria, agora ao lado da Madonna querem brincar de agradar o Dedé. É alienação mesmo ou interesse cruzado? https://t.co/kJA54ndQwK #Política #Governos #Brasil

Turkey has joined the NASA Artemis Accords — an international framework for cooperation in exploring the Moon, Mars, and other parts of space. The agreement was signed for Ankara by the Minister of Industry and Technology Mehmet Fatih Kacır at NASA's headquarters in Washington. Turkey has become the 71st signatory. (translated)

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A study shows that global supply chains are increasingly contributing to the threat to biodiversity, particularly through the effects of globalization on endangered species such as the Berthe's mouse lemur in Madagascar. (translated)

Globale Lieferketten werden immer mehr zur Bedrohung für Artenvielfalt

Cardiologist José Abellán warns about the temporary drop in blood pressure that causes dizziness when standing up, and offers advice such as contracting muscles, staying hydrated, and exercising to prevent these episodes. (translated)

José Abellán, cardiólogo: «Si cuando te levantas de la cama o del sofá notas mareo o parece que te vas a desmayar es porque a tu cabeza le cae la presión arterial»

Photographer Justin Thomas has sued painter Elizabeth Peyton for alleged copyright infringement for turning his iconic photograph of the Gallagher brothers into a painting that sold for $1.6 million at Sotheby's, reigniting the debate about the boundaries between inspiration and imitation in art. (translated)

El beso de 1,6 millones de los hermanos Gallagher: un cuadro que reabre la guerra del copyright