No meu discurso de posse em janeiro de 2023 resgatei, porque foi necessário, um compromisso que já havia assumido e honrado nos primeiros dois mandatos: garantir os preceitos constitucionais do direito a uma vida digna, sem fome. Os dados revelados pelo Mapa da Fome da ONU nesta semana reforçam que estamos cumprindo esta missão. Entre 2023 e 2025, o Brasil reduziu em mais de 90% o número de pessoas em insegurança alimentar grave, para 0,6%. O índice chegou a 8,5% nos tempos em que o país retornou ao Mapa da Fome. O resultado é retrato de uma articulação de 80 ações e programas de vários ministérios, com foco no acesso à renda, proteção social e apoio à produção e ao consumo de alimentos adequados, tudo em torno do Plano Brasil sem Fome. Fazem parte dessa equação tanto iniciativas mais conhecidas, como Bolsa Família e Gás do Povo, quanto o Programa de Aquisição de Alimentos, o reajuste e a qualificação da merenda escolar, a volta do financiamento à agricultura familiar, as cozinhas solidárias, o fomento rural, o programa Cisternas, o BPC e o Luz do Povo, para citar alguns. Não à toa, os resultados do Mapa da Fome se conectam com indicadores macroeconômicos que permitem essa melhora da condição de vida de milhões de brasileiros. O PIB acumulou altas nos três últimos anos, a taxa de desemprego registra os menores dados da série histórica, o rendimento médio mensal real domiciliar alcançou o maior valor já registrado pelo IBGE e o salário mínimo voltou a ter ganho real. Como disse naquele discurso de posse, os direitos e interesses da população, o fortalecimento da democracia e a retomada da soberania nacional são pilares de nosso governo. #DireitosHumanos #CombateÀFome #Democracia