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#Contraterrorismo

A polícia de contraterrorismo investiga a morte da ex-deputada conservadora Ann Widdecombe, encontrada sem vida em sua casa, em Dartmoor, e suspeita de ligações com grupos de esquerda, ancestrais ou anarquistas, em função de suas visões políticas. #ReinoUnido #AnneWiddecombe #Terrorismo

Grupos de esquerda sob suspeita na morte de Widdecombe

Parecía una broma de mal gusto. El pasado 9 de julio el diario La Nación titulaba: “La Argentina participará de una cumbre convocada por EE. UU. sobre el ‘resurgimiento del terrorismo político’. El secretario de Estado, Marco Rubio, será el anfitrión del encuentro en Washington, el 15 de julio, en el que se abordarán estrategias para combatir lo que la Casa Blanca considera una amenaza”. En mayo pasado, Trump firmó la nueva estrategia de contraterrorismo, centrada en “identificar y neutralizar rápidamente” a “grupos políticos seculares violentos cuya ideología es antinorteamericana, radicalmente transgénero o anarquista”. Trump ya viene avanzando en calificar como “organización terrorista interna” a organizaciones como “Antifa”, a pesar de que el crimen que usa como excusa es el de Charlie Kirk, quien fue asesinado por una persona de un entorno que precisamente no es de izquierda. El diario norteamericano The Washington Post reveló que a mediados de junio el Departamento de Estado “envió un comunicado oficial a más de 20 embajadas estadounidenses —entre ellas la Argentina— solicitando información sobre grupos extremistas de extrema izquierda”. Se pueden imaginar quiénes serán los personajes encargados de elaborar las respuestas… Porque una acusación de terrorista no se le niega a nadie. Ya lo vimos cuando Patricia Bullrich y el fiscal Stornelli intentaron aplicarla a los detenidos por manifestarse contra la Ley Bases. Es claro que las órdenes de Trump contra el antifascismo buscan criminalizar a la oposición, y esta convención parece ser un salto más en esa escalada persecutoria. No hay lucha “contra el terrorismo”, sino una ofensiva declarada contra la disidencia: quienes desafían a Trump son criminalizados y tildados de terroristas. Hay que decir que Trump no ve visiones, sólo deforma la realidad para perseguirla. Vio crecer en sus propios campus universitarios la solidaridad con el pueblo palestino, la pelea contra los métodos fascistas del ICE, así como las movilizaciones al grito de “No Kings”, además de las manifestaciones y medidas de acción directa en otros países. Todo eso lo aterra. Sabe que su imagen imperial salió dañada de Irán. Entonces se prepara para comandar la persecución a nivel global. Trump también se despachó contra el comunismo en los discursos que dio con motivo del 4 de julio, por el 250º aniversario de la independencia de Estados Unidos. “Es la muerte, la tiranía y la búsqueda del mal”, dijo. Habla de otro temor que lo corroe: el resultado de las elecciones legislativas del 3 de noviembre, por eso busca la polarización. Hace unos días, precisamente, estuve en Francia acompañando a @AnasseKazib, dirigente de nuestra organización hermana @RevPermanente, acusado del delito de “apología del terrorismo” por solidarizarse con el pueblo palestino. También fue llevada a juicio, este 7 de julio, la eurodiputada Rima Hassan de La Francia Insumisa. Este jueves intentarán dar el primer paso en una nueva ofensiva global. Tenemos que estar alertas y enfrentar este nuevo ataque antidemocrático. #Terrorismo #DerechosHumanos #LibertadDeExpresión

Observador Jun 3

Elias Irizarry, um jovem condenado por sua participação na invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, foi nomeado pela administração Trump para um cargo no escritório de contraterrorismo do Departamento de Defesa dos EUA, gerando preocupação entre os funcionários devido ao seu histórico questionável. #Capitólio #EUA #Trump

Condenado por invasão ao Capitólio nomeado para o Pentágono

WOWWW! RUBIO DÁ O TOM Tradução do @StateDept do @SecRubio: “Colocar a América em primeiro lugar significa proteger nosso país, nosso povo e nosso modo de vida. Utilizar ferramentas de contraterrorismo e parcerias globais para deter a ameaça do TERRORISMO DE EXTREMA ESQUERDA antes que ela se metastatize é uma das maneiras de fazer isso.” E na matéria do @realDailyWire: “Estamos utilizando ferramentas de contraterrorismo e parcerias globais para dissuadir essa ameaça antes que ela dê metastase (câncer)”, compartilhou uma autoridade. #Terrorismo #SegurançaNacional #Política

E. Cavendish May 29

Segundo o Grok. Com a designação do PCC e do CV como “Specially Designated Global Terrorists” (SDGT) pelo Departamento de Estado dos EUA (e a inclusão prevista como Foreign Terrorist Organizations - FTO em 5 de junho), os EUA ganham ferramentas legais e financeiras mais fortes para atuar contra essas facções. Isso não é apenas simbólico. Aqui está o que os EUA podem fazer agora de forma prática: 1. Sanções financeiras e bloqueio de ativos •Todos os bens e interesses dos grupos (ou ligados a eles) nos EUA ou sob controle de pessoas/empresas americanas são congelados imediatamente. •Transações envolvendo o sistema financeiro americano (dólar, bancos com nexo nos EUA) ficam proibidas. •Bancos e empresas (inclusive estrangeiras) que façam transações significativas com eles ou intermediários podem sofrer sanções secundárias (bloqueio de contas correspondentemente nos EUA). Isso afeta lavagem de dinheiro, fintechs, imóveis, postos de gasolina, construtoras etc. infiltradas pelo PCC/CV.9 2. Proibição de “suporte material” •Virou crime (com pena de até 20 anos de prisão, ou prisão perpétua se resultar em morte) fornecer qualquer suporte material aos grupos: dinheiro, serviços, logística, assessoria, etc. •Isso vale para qualquer pessoa ou empresa sob jurisdição americana (ou com nexo nos EUA). Empresas brasileiras com operações, investidores ou clearing nos EUA precisam redobrar o compliance para evitar multas pesadas ou processos. 3. Restrições de imigração •Membros, representantes e associados (não-americanos) ficam inadmissíveis nos EUA e podem ser deportados mais facilmente se estiverem lá. 4. Ações judiciais e investigações •Maior facilidade para processar pessoas/empresas por ligação com os grupos (material support + sanções). •Vítimas americanas (ex.: de violência relacionada ao tráfico) podem abrir processos civis contra quem deu suporte (Antiterrorism Act). •Aumenta o escrutínio do FBI, DEA e OFAC em redes de tráfico, lavagem e corrupção ligadas ao PCC/CV nos EUA e Europa. 5. Cooperação internacional e pressão •Facilita compartilhamento de inteligência, extradições e operações conjuntas com países aliados. •Pressão maior sobre governos (incluindo o Brasil) para cooperar, com risco de tensão diplomática se o Brasil resistir (Lula já tentou evitar isso). •Não autoriza automaticamente ação militar direta no Brasil (soberania), mas cria enquadramento legal de “contraterrorismo” que pode justificar operações em alto-mar, prisões no exterior ou maior presença americana na região. Resumo: O foco principal é financeiro e de compliance — secar o fluxo de dinheiro via dólar e complicar a vida de quem faz negócios com as facções. Já existiam sanções por narcotráfico (PCC estava na lista SDN desde 2021), mas o rótulo de terrorista adiciona camadas penais mais duras e alcance extraterritorial maior. Isso alinha com a estratégia da administração Trump de tratar grandes organizações criminosas transnacionais como ameaça de segurança nacional equivalente ao terrorismo. O impacto real depende de quanto os EUA vão enforçar (investigações, multas em bancos etc.) e da resposta brasileira. Muitos no Brasil veem como ajuda contra o crime; outros, como interferência. #Terrorismo #Sanções #Compliance

Observador May 18

A Polícia Judiciária de Portugal, em colaboração com 17 países e a Europol, identificou 33 ligações na internet associadas ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, durante uma investigação que resultou na remoção de milhares de publicações de propaganda e recrutamento ligadas a grupos terroristas, incluindo o Hamas. #Contraterrorismo #GuardaRevolucionáriaIslâmica #PolíciaJudiciária

PJ. Identificadas 33 ligações a atividade da Guarda iraniana

Donald Trump expressou preocupação com o terrorismo antifascista e pró-transgénero enquanto os Estados Unidos recalibraram sua estratégia de contraterrorismo, retirando milícias de extrema-direita da lista de ameaças à segurança nacional. #Trump #Terrorismo #EstadosUnidos

Terrorismo “antifascista” e “pró-transgénero” preocupa Trump