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#Compliance

💣 EXCLUSIVO: COMPLIANCE DO CORINTHIANS FOI, "SUPOSTAMENTE", INDUZIDO AO ERRO NO CASO DA MEGA EMPRESA DE SEGURANÇA‼️ Uma nova e contundente evidência joga luz sobre o escândalo da contratação de uma empresa de segurança privada considerada irregular por não ter licença da Polícia Federal. Áudios exclusivos obtidos pela nossa reportagem revelam que o departamento de compliance do clube foi supostamente enganado e supostamente induzido ao erro durante o processo de avaliação da idoneidade da prestadora de serviços. De acordo com as gravações, a diretoria ou os intermediários do negócio blindaram a empresa de segurança, identificada como "Mega", ao solicitarem uma análise técnica baseada em uma premissa falsa: a de que a companhia prestaria apenas serviços de consultoria, e não de segurança ostensiva ou privada. O "NÓ" NO COMPLIANCE, O TRUQUE DO CNAE: Nos áudios, uma fonte com profundo conhecimento dos bastidores documentais do clube detalha a manobra. O foco da fraude estaria no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa. "O compliance do Corinthians foi enganado em relação à Mega Segurança. Por que enganado? Eles mandaram o compliance analisar se a empresa (...) podia fazer consultoria. Consultoria! Até porque o CNAE da empresa é só de consultoria. Eles não podem prestar serviço de segurança", revela o áudio. Mesmo com o escopo limitado e desvirtuado da análise, o departamento de compliance do Corinthians emitiu um parecer de alto risco na época, apontando sérias bandeiras vermelhas (red flags) sobre a empresa. Entre os problemas detectados estavam: Tempo de existência curtíssimo: A empresa tinha pouco mais de um mês de vida jurídica ativa quando foi sondada. Sede fantasma ou inadequada: O endereço comercial registrado constava em uma localização estritamente residencial, sem qualquer tipo de identificação, placa ou infraestrutura que sinalizasse o funcionamento de uma corporação de segurança. "O compliance alertou o risco. Só que o compliance foi levado a erro. Falaram que era para analisar sob o enfoque de uma empresa de consultoria, jamais de prestação de serviços de segurança", crava o relato contido no áudio. O caso está no ministério público de São Paulo, aos cuidados do promotor Cássio Conserino, que inclusive já realizou oitivas com pessoas ligadas ao caso. Nesta terça-feira, um grupo de 26 SIGNATÁRIOS do clube, apresentou um pedido de impeachment contra o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o ponto central era a contratação da Mega Empresa de Segurança. Seguimos acompanhando o caso. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStatiton #Corinthians #Compliance #SegurançaPrivada

Banks, Pix face risks from U.S. move against gangs Designation of PCC and CV as terrorist groups could reshape compliance rules, expose Brazilian companies to scrutiny, and add strain to bilateral ties https://t.co/n4cS3dZmir #Banks #Terrorism #Compliance #US #BR

Segundo o Grok. Com a designação do PCC e do CV como “Specially Designated Global Terrorists” (SDGT) pelo Departamento de Estado dos EUA (e a inclusão prevista como Foreign Terrorist Organizations - FTO em 5 de junho), os EUA ganham ferramentas legais e financeiras mais fortes para atuar contra essas facções. Isso não é apenas simbólico. Aqui está o que os EUA podem fazer agora de forma prática: 1. Sanções financeiras e bloqueio de ativos •Todos os bens e interesses dos grupos (ou ligados a eles) nos EUA ou sob controle de pessoas/empresas americanas são congelados imediatamente. •Transações envolvendo o sistema financeiro americano (dólar, bancos com nexo nos EUA) ficam proibidas. •Bancos e empresas (inclusive estrangeiras) que façam transações significativas com eles ou intermediários podem sofrer sanções secundárias (bloqueio de contas correspondentemente nos EUA). Isso afeta lavagem de dinheiro, fintechs, imóveis, postos de gasolina, construtoras etc. infiltradas pelo PCC/CV.9 2. Proibição de “suporte material” •Virou crime (com pena de até 20 anos de prisão, ou prisão perpétua se resultar em morte) fornecer qualquer suporte material aos grupos: dinheiro, serviços, logística, assessoria, etc. •Isso vale para qualquer pessoa ou empresa sob jurisdição americana (ou com nexo nos EUA). Empresas brasileiras com operações, investidores ou clearing nos EUA precisam redobrar o compliance para evitar multas pesadas ou processos. 3. Restrições de imigração •Membros, representantes e associados (não-americanos) ficam inadmissíveis nos EUA e podem ser deportados mais facilmente se estiverem lá. 4. Ações judiciais e investigações •Maior facilidade para processar pessoas/empresas por ligação com os grupos (material support + sanções). •Vítimas americanas (ex.: de violência relacionada ao tráfico) podem abrir processos civis contra quem deu suporte (Antiterrorism Act). •Aumenta o escrutínio do FBI, DEA e OFAC em redes de tráfico, lavagem e corrupção ligadas ao PCC/CV nos EUA e Europa. 5. Cooperação internacional e pressão •Facilita compartilhamento de inteligência, extradições e operações conjuntas com países aliados. •Pressão maior sobre governos (incluindo o Brasil) para cooperar, com risco de tensão diplomática se o Brasil resistir (Lula já tentou evitar isso). •Não autoriza automaticamente ação militar direta no Brasil (soberania), mas cria enquadramento legal de “contraterrorismo” que pode justificar operações em alto-mar, prisões no exterior ou maior presença americana na região. Resumo: O foco principal é financeiro e de compliance — secar o fluxo de dinheiro via dólar e complicar a vida de quem faz negócios com as facções. Já existiam sanções por narcotráfico (PCC estava na lista SDN desde 2021), mas o rótulo de terrorista adiciona camadas penais mais duras e alcance extraterritorial maior. Isso alinha com a estratégia da administração Trump de tratar grandes organizações criminosas transnacionais como ameaça de segurança nacional equivalente ao terrorismo. O impacto real depende de quanto os EUA vão enforçar (investigações, multas em bancos etc.) e da resposta brasileira. Muitos no Brasil veem como ajuda contra o crime; outros, como interferência. #Terrorismo #Sanções #Compliance

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A oitava fase da operação Compliance Zero teve como alvo de um mandado de busca e apreensão o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, suspeito de integrar um esquema que aportou R$ 3,7 bilhões de recursos públicos em títulos podres do Banco Master. Essa foi a segunda vez em 11 dias que os agentes da Polícia Federal bateram na porta de Castro: primeiro na operação Sem Refino, que investiga a participação do ex-governador na fraude fiscal bilionária da refinaria Refit; agora, diante da suspeita de ter facilitado a transferência do dinheiro da Rioprevidência – fundo público que gere os recursos de 235 mil aposentados e pensionistas do Rio – para o banco de Daniel Vorcaro. Neste episódio, @NatuzaNery conversa com o jornalista @octavio_guedes sobre o esquema que drenou bilhões da Rioprevidência – e de outros fundos públicos identificados pela investigação da PF. Guedes também analisa o “enterro” da candidatura de Cláudio Castro ao Senado e as consequências políticas para Flávio Bolsonaro e PL. OUÇA ==> https://t.co/8RW0sreiqh #g1 #oassunto #ComplianceZero #Corrupção #PolíciaFederal

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Internal investigations by the Royal British Legion (RBL) into its Northern Ireland operations revealed compliance issues regarding property sales and misuse of charitable funds, leading to sanctions against branch officers and the Northern Ireland District Committee being placed under administrative control, as the organization acknowledges ongoing challenges and strives to improve governance. #Charity #Compliance #VeteransSupport #GB #NI

Royal British Legion officers removed over charity's operation

Compliance s evropskými nařízeními je už takový nákladný opruz, že toto její řešení - obávám se - uvidíme stále častěji. #Compliance #EvropskáUnie #PrávníNormy