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#Previdência

Estamos vivendo, simultaneamente, o maior escândalo de corrupção orçamentária da história (com o Orçamento Secreto e a farra das emendas), o maior escândalo de corrupção previdenciária da história (com as fraudes no INSS), o maior escândalo de corrupção financeira-bancária da história (com o caso Master) e o maior escândalo de corrupção judiciária da história brasileira. Isto não é normal e não chegamos até aqui por acaso. O Brasil acumulou sérios retrocessos no combate à corrupção nos últimos anos. E estamos pagando o preço dessas decisões. #Corrupção #Brasil #Impunidade

🚨AGORA - Justiça bloqueia plano de previdência de Renan Santos por dívida trabalhista https://t.co/ccxPtBnMWa #Justiça #Previdência #DívidaTrabalhista

The article addresses the division between two Portugals, one that works hard and another that regulates, highlighting the exploitation of the social security system and the difficulties faced by citizens in the face of taxes and judicial delays, reflecting on the state of the economy and social policy of the country. (translated)

Lume brando

Desconfie de quem diz que vai reduzir os gastos públicos "cortando ministérios e cargos". Isso nem faz cócegas no orçamento. Trata-se de populismo que só engana quem não entende como é o orçamento público. Os principais gastos do Brasil são com os juros da dívida e a previdência. https://t.co/8WKI3ugcwN #Economia #OrçamentoPúblico #Populismo

🚨 JUSTIÇA AUTORIZA ABERTURA DO “LEILÃO” PARA VENDA DO CONTROLE DA VASCO SAF; VEJA TODOS OS DETALHES DA PROPOSTA A Justiça publicou nesta sexta-feira (28) o edital que dá publicidade ao procedimento competitivo para alienação da UPI Equity, estrutura que representará 90% do capital social total e votante da Nova SAF do Vasco. A determinação é clara: publicizar que se aproxima a venda do controle acionário da SAF para permitir que outros investidores interessados se manifestem no processo, inclusive sob sigilo. O edital também torna públicas as condições mínimas da proposta vinculante apresentada pelo chamado “Primeiro Proponente”. 📌 R$ 500 MILHÕES PARA O FUTEBOL A proposta prevê aporte total de R$ 500 milhões, dividido em cinco parcelas de R$ 100 milhões, com vencimentos anuais e correção pelo INPC/IBGE. E existe uma trava fundamental: NENHUM DESSES R$ 500 MILHÕES PODERÁ SER UTILIZADO PARA PAGAMENTO DE DÍVIDAS. A destinação será exclusivamente para o departamento de futebol, incluindo atletas, comissão técnica e contratações. 📌 DÍVIDAS DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL O pagamento das dívidas aparece como uma obrigação separada. O vencedor deverá prestar auxílio financeiro para o pagamento dos credores concursais da Recuperação Judicial, além das obrigações tributárias, previdenciárias e extraconcursais, respeitando os parcelamentos, transações e demais acordos existentes. Também deverá existir uma conta vinculada com recursos equivalentes a três meses dessas obrigações. 📌 DIP DA CREFISA — CERCA DE R$ 80 MILHÕES A proposta estabelece ainda a conversão em capital social do crédito decorrente do financiamento DIP concedido pelo Banco Crefisa à SAF Vasco. O edital aponta valor líquido aproximado de R$ 80 milhões, com a conversão resultando na quitação integral dessa dívida. 📌 GARANTIA DE FLUXO DE CAIXA POR CINCO ANOS Outra obrigação pesada para o vencedor: durante cinco anos após o fechamento da operação, a Nova SAF deverá manter fluxo de caixa equilibrado. As receitas operacionais terão de cobrir integralmente as despesas operacionais e os investimentos ordinários. Como referência, serão considerados os orçamentos previstos para os dois exercícios seguintes ao fechamento. 📌 R$ 150 MILHÕES PARA CT E CATEGORIAS DE BASE Além dos R$ 500 milhões destinados ao futebol, estão previstos: • R$ 120 milhões, ao longo de 10 anos, para o centro de treinamento da equipe profissional masculina; • R$ 30 milhões, ao longo de 2 anos, para melhorias na infraestrutura das categorias de base. Importante: eventuais valores gastos com aquisição de terrenos NÃO serão contabilizados dentro desses R$ 150 milhões. 📌 ATÉ R$ 150 MILHÕES EM INCENTIVOS FISCAIS PARA O CLUB O vencedor também deverá estruturar e conduzir projetos de incentivo fiscal em benefício do Club de Regatas Vasco da Gama, chegando a até R$ 150 milhões ao longo de dez anos. Existe, entretanto, uma ressalva: se as aprovações necessárias não forem obtidas por circunstâncias fora do controle do vencedor, isso não será considerado inadimplemento contratual. 📌 APORTES ADICIONAIS SEM GANHAR MAIS AÇÕES Talvez uma das cláusulas mais relevantes do edital: se a Nova SAF não tiver dinheiro suficiente para cumprir as obrigações relacionadas à Recuperação Judicial, dívidas tributárias e extraconcursais, fluxo de caixa ou investimentos em infraestrutura, o vencedor será obrigado a fazer APORTES ADICIONAIS. E esses aportes não poderão gerar: • aumento da participação do investidor; • diluição da SAF Vasco; • redução dos valores que ainda deverão ser integralizados. Ou seja: se faltar dinheiro para cumprir essas obrigações, o investidor deverá complementar os recursos sem receber participação societária adicional por isso. 📌 PROIBIDO VENDER AS AÇÕES POR 10 ANOS Também existe um lock-up de dez anos. O vencedor não poderá vender as novas ações da Nova SAF durante esse período. E há outra trava: a Nova SAF não poderá distribuir dividendos durante os mesmos dez anos. 📌 GARANTIAS O edital detalha ainda as garantias da proposta. Será criada uma conta vinculada (escrow) com saldo mínimo equivalente a três meses das obrigações vincendas da Recuperação Judicial e das obrigações tributárias e extraconcursais. Caso o saldo fique abaixo do mínimo, o adquirente terá 20 dias úteis para recompô-lo. Além disso, o documento estabelece expressamente: fiança e aval pessoal de Marcos Faria Lamacchia e da Crefipar, com renúncia ao benefício de ordem. Caso seja comprovada a insolvência de algum garantidor após o fechamento e durante a supervisão judicial da RJ, deverá ser comprovada capacidade financeira em até 10 dias úteis. Caso contrário, o vencedor será obrigado a reforçar a conta vinculada para garantir as obrigações do plano que vencerem durante o período de supervisão judicial. 💰 QUAL É, ENTÃO, O TAMANHO DA PROPOSTA? O edital apresenta compromissos de naturezas diferentes: ➡️ R$ 500 milhões exclusivamente para o futebol; ➡️ aproximadamente R$ 80 milhões referentes ao DIP; ➡️ R$ 120 milhões para CT; ➡️ R$ 30 milhões para a base; ➡️ até R$ 150 milhões em projetos de incentivo fiscal; ➡️ auxílio financeiro para cumprimento das dívidas; ➡️ obrigação de equilíbrio de caixa por cinco anos; ➡️ e eventuais aportes adicionais necessários ao cumprimento das obrigações. Portanto, não é correto resumir a proposta simplesmente a “R$ 500 milhões pela SAF”. Os R$ 500 milhões são apenas uma das obrigações e possuem destinação exclusiva ao futebol. ⚠️ E ATENÇÃO: A SAF AINDA NÃO FOI VENDIDA. O edital não declara vencedor e não significa que a proposta existente foi definitivamente escolhida. Ao contrário: a Justiça determinou a publicidade justamente para comunicar ao mercado que se aproxima a venda da UPI Equity e permitir que outros interessados apareçam e se manifestem, inclusive de maneira sigilosa. O que está colocado à venda no procedimento competitivo é a UPI Equity, correspondente a 90% do capital social total e votante da Nova SAF, que dará ao vencedor o controle acionário da operação. A venda da Vasco SAF entra agora em uma etapa concreta de abertura ao mercado, com uma proposta vinculante servindo de referência e possibilidade de surgimento de novos interessados. #Vasco #Futebol #Leilão

Hoje, vimos no Jornal Nacional o melhor desempenho de um candidato à Presidência da República na história desde a redemocratização. Renan respondeu com uma habilidade inigualável sobre segurança pública, incluindo destruir mitos criados sobre o regime de Bukele. Ele explicou, detalhadamente, o porquê precisamos de uma bomba atômica para estabelecer nossa soberania. Não podemos nos contentar com menos do que o Brasil como uma das maiores potências do mundo. Renan abordou temas que nenhum outro candidato tem coragem sequer de citar: desfavelização, o descumprimento de ordens ilegais do STF. Desvinculações e uma nova reforma da previdência. Durante muitos anos, tivemos que nos contentar com candidatos medíocres para presidentes. Aceitamos o menor pior como regra. Não mais. É Renan Santos 14 agora e sempre. E o futuro será glorioso! #Política #Eleições2024 #RenanSantos

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Renan Santos defende bomba atômica e nova reforma da Previdência e diz que não cumprirá decisões judiciais que considerar ilegais https://t.co/KKognmzmnM #eleição2026 https://t.co/lStFAudPpe #Política #Brasil #Eleições

The article by José Veiga Sarmento discusses the failures of the pension model in Portugal, criticizing the lack of debate and action among the media, political parties, and government regarding the urgent need for structural reforms in the welfare system, pointing out that both Portugal and France are examples of economies that still adhere to an unsustainable model, despite the lessons learned in other European countries over the past three decades. (translated)

Pensões e Política

Silvinei Vasques merece ser lembrado como um dos mártires da ditadura judicial brasileira. Não bastasse tudo o que passou - perseguição, processo injusto, condenação absurda, fuga para o Paraguai seguida de captura e deportação -, agora a besta-fera deu o arremate final na tortura que vem impondo ao ex-Diretor da Polícia Rodoviária Federal: cassou a sua aposentadoria. O Código Penal prevê que um dos efeitos da condenação é a perda do cargo público para quem recebe pena superior a 4 anos de prisão por crime comum. Só que o Silvinei Vasques já não estava mais na ativa. Ele se aposentou ainda em dezembro de 2022. Sua situação previdenciária, portanto, já estava consolidada. Uma aposentadoria dentro da lei, concedida quase quatro anos antes dessa decisão de agora. E é justamente aí que mora o problema. A norma do Código Penal que prevê a perda do cargo, o artigo 92, I, b, fala em perda de cargo, função pública ou mandato eletivo. Ela não fala em cassação de aposentadoria, e a lei penal não pode ser interpretada em desfavor do réu ou condenado. Trata-se de jurisprudência do próprio STJ. Em fevereiro desse ano, a Sexta Turma do STJ julgou o Agravo em Recurso Especial 2.761.474, relatado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, e fixou a tese, nas palavras do próprio tribunal: "a perda de cargo público prevista no artigo 92, inciso primeiro, do Código Penal não se aplica a agentes públicos já aposentados". E não é um entendimento novo. Já em 2016, a mesma Sexta Turma do STJ, também sob a relatoria do ministro Sebastião Reis Júnior, decidiu no Agravo em Recurso Especial 1.529.620 que o artigo 92 do Código Penal apresenta hipóteses estreitas de penalidade, entre as quais não está a perda da aposentadoria, e que, por se tratar de norma penal punitiva, esse dispositivo não admite analogia contra o réu. Ou seja: há dez anos o STJ já dizia isso, e repetiu isso agora em fevereiro, exatamente o oposto do que Moraes decidiu contra Silvinei. #Justiça #DireitosHumanos #DitaduraJudicial

O SEU DINHEIRO SERÁ RESPEITADO 🇧🇷 Muita gente pergunta como a Missão pretende colocar o Brasil nos trilhos sem simplesmente empurrar mais impostos para cima de quem trabalha. A resposta passa por uma escolha que, para nós, é muito clara: o problema do Brasil não é falta de dinheiro. O problema é o excesso de desperdício, privilégios e uma máquina pública que custa cada vez mais e entrega cada vez menos. É por isso que o nosso plano prevê uma economia de R$ 1,1 trilhão nos primeiros cinco anos, chegando a R$ 3,3 trilhões em dez anos. E como vamos fazer isso? Entre as medidas previstas estão o combate aos supersalários de juízes, promotores, integrantes das carreiras jurídicas do Executivo e da diplomacia; a revisão de privilégios tributários concedidos a grandes conglomerados empresariais, com economia estimada em pelo menos R$ 38 bilhões por ano; e mudanças nos mecanismos de indexação dos benefícios previdenciários, do abono salarial e do BPC. Para conduzir essa transformação, @KimKataguiri será o nosso Ministro da Reforma do Estado e vai liderar pessoalmente esse processo de corte de gastos e enxugamento da máquina pública. O desenho técnico da reforma fiscal conta com Paulo Bijos, consultor da Câmara dos Deputados, ex-integrante do Ministério do Planejamento e especialista em orçamento público. No fim das contas, a ideia é simples: fazer o Estado caber no Brasil real. Quem acredita nas ideias da Missão sabe que não dá mais para aceitar um país em que o cidadão aperta o cinto enquanto o sistema continua protegido. Menos desperdício. Menos privilégios. Mais respeito com o seu dinheiro. No dia 4 de outubro, VOTE 14. O Futuro é Glorioso. 🐆🇧🇷 #ReformaFiscal #Desperdício #MenosImpostos

Lula 4w

Um dia importante para os caminhoneiros. Sancionei hoje a lei que moderniza e torna permanentes as regras de fiscalização do piso mínimo do transporte rodoviário de cargas. O texto partiu de uma Medida Provisória enviada por nosso Governo ao Congresso. Entre os destaques: 1️⃣ Manutenção do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) como principal instrumento para fiscalização do valor pago ao transportador 2️⃣ Garantia de piso mínimo de frete, com nova metodologia de cálculo pela ANTT 3️⃣ Reajuste automático quando o preço do combustível variar 5% ou mais 4️⃣ Atualização da tabela a cada seis meses 5️⃣ Aumento da fiscalização e das sanções para contratação em valor inferior ao piso, com multa de até R$ 1 milhão para casos reincidentes 6️⃣ Maior proteção ao caminhoneiro, com registro obrigatório das operações 7️⃣ Piso salarial para longa distância 8️⃣ Obrigação de pagamentos em até 30 dias úteis 9️⃣ Novas regras previdenciárias 🔟 Permissão para que Transportadores Autônomos participem diretamente de contratações da Administração Pública Federal Uma série de medidas para que os caminhoneiros tenham mais dignidade, segurança e previsibilidade em seu cotidiano profissional. 📸 @ricardostuckert #TransporteRodoviário #Caminhoneiros #Legislação

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Sam Pancher Aug 2

Ministro da Previdência demitido após a Farra do INSS, Carlos Lupi participa da convenção que vai confirmar Lula como candidato à reeleição https://t.co/JE99NnK6wy #Política #Lula #INSS

O PT e a esquerda voltaram à cena do crime para roubar os aposentados. Entregaram a Previdência a sindicatos pelegos, barraram a revisão dos descontos associativos e deixaram a fraude avançar. A CPMI do INSS mostrou que o Aposentão não foi erro, foi método! Assista à fala completa da entrevista à @tmcnewsbr em nosso canal do YouTube: https://t.co/7mEEmKZTyZ #Previdência #Aposentados #Política

Carlos Viana Jul 23

O Careca do INSS reclamou que o chuveiro da Papuda desliga no modo quente. O homem apontado como um dos operadores de um esquema que tirou milhões de aposentados brasileiros está incomodado com banho frio. Enquanto isso, o aposentado que recebia o mínimo, via o preço do gás, da comida e do remédio subir todo mês, e ainda tinha desconto indevido na conta… o que sobrava pra ele no final do mês? Banho quente? Comida de verdade? Ou só a conta do roubo? Que país é esse em que o acusado de saquear a Previdência reclama do chuveiro e o aposentado roubado ainda precisa escolher entre comer e se medicar? #Previdência #JustiçaSocial #Aposentados

URGENTE!!! A PF acaba de indiciar o ministro da Previdência do governo Bolsonaro por RECEBER PROPINA das associações que roubaram 6 bilhões dos aposentados via INSS!!! Ele criou um sistema de BLINDAGEM dos bandidos dentro do INSS!! JAULA NELE!! BOLSONARO BANDIDO!! https://t.co/668b87vOf9 #Corrupção #Justiça #Bolsonaro

Pri Jul 14

MASTER CONSULTOU ESCRITÓRIO DA MULHER DE MORAES SOBRE OPERAÇÃO COM FUNDOS DE PREVIDÊNCIA Um parecer do escritório Barci de Moraes, da família de Alexandre de Moraes, concluiu que oBanco Master estava apto para captar recursos dos fundos de previdência (RPPS), mas alertou para riscos de corrupção, conflito de interesses e recomendou reforço nos controles de compliance #Previdência #Compliance #Corrupção

🚨URGENTE - Banco Master consultou escritório da família Moraes sobre operação com fundos de previdência, diz Metrópoles Um parecer assinado em julho de 2024 por três advogadas da banca da família Moraes, entre elas uma filha e uma cunhada do ministro https://t.co/e3WhGOpiuJ #BancoMaster #Previdência #Metrópoles

A deputada Tabata Amaral publicou um vídeo em que me critica por ter aprovado “apenas” 5 projetos na Câmara e me compara com Nikolas Ferreira, Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli. É lamentável ver esse posicionamento de alguém do campo progressista, ainda mais no momento em que estamos. Tenho muito orgulho dos projetos que aprovei, dentre eles a Lei das Cozinhas Solidárias, que ajudou a tirar o Brasil do Mapa da Fome. Teria vergonha se tivesse votado a favor da Reforma da Previdência de Bolsonaro ou se fosse autor de uma lei que criminaliza as críticas ao genocídio de Israel na Faixa de Gaza. #Política #JustiçaSocial #Brasil

Tô viva e aqui já acompanhando o caos político diário. Tudo acontece ao mesmo tempo neste país. Só de ontem para hoje, a guerra pelo comando do evangelistão bolsonarista continua, já temos um vice-governador na chapa do Haddad, que é o Márcio França, tem deputado do PL pego com dinheiro e ainda tem o Tarcísio de Freitas arriscando o dinheiro da Previdência dos servidores de São Paulo nas mãos do banco de Edir Macedo, que também, não por acaso, manda no partido do próprio Tarcísio. E o caos continua. Eu também passei por uma loucura e uma correria por aqui. Mas tô bem, gente! Pouco antes do jogo da Copa, descobri que teria que fazer uma cirurgia para colocar o cateter por onde vou receber a quimio. Levei um puta susto! Eu não estava preparada. Simplesmente me ligaram para passar as orientações do pré-operatório. Tudo bem, não vou reclamar da agilidade, mas eu achei que o cateter seria colocado mais para a frente. Fui ontem colocar o cateter com o médico bonitão, o doutor Simon. E tem uma coisa que me pega muito: tudo que é relacionado ao câncer tira um pouco da sua autonomia, rouba suas escolhas, coloca você num modo frenético e te assusta. Por mais simples que seja o procedimento, você tem trabalho, rotina, compromissos… e, de repente, precisa entrar em jejum e correr para o hospital. Foi tudo tão corrido que quase não consegui avisar ninguém. Foi uma pequena cirurgia, com anestesia e sedação. Só agora consegui despertar de verdade, porque desde ontem estava meio sedada. Hoje acordei e tô aqui com esse Alien instalado. Mas é muito engraçado como, nem nesses momentos, a gente deixa de ser quem é. Primeiro, o doutor Simon falou meu nome errado, e falou exatamente como a minha filha me chama. Todo mundo sabe… Quer dizer, a maioria não sabe, mas eu tenho um nome peculiar que não irei pronunciar aqui. Ri bastante da cara dele. E o doutor é bonitão mesmo. Só que, no final da sedação, eu acordei dizendo para o médico e para os enfermeiros que eles tinham que votar no presidente Lula, porque eu tinha acabado de ter um pesadelo com o Flávio Bolsonaro. Puta que pariu, gente. A militância não dorme nunca. Nem sedada, nem anestesiada, nem em cirurgia. Tô viva, passo bem e sobrevivi ao pesadelo com o Flávio Bolsonaro. Também não esqueci de fazer militância nem na mesa cirúrgica. Não sejam como eu. Agora bora, gente. Bora lutar, porque a extrema direita continua em guerra para decidir quem vai mandar no evangelistão bolsonarista. #Política #Câncer #Ativismo