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#Populismo

O Senado priorizou a PEC do fim da escala 6x1 e enterrou nossa proposta, a PEC do Trabalho Flexível. Cerceiam o debate para empurrar a pauta ideológica do PT. O Brasil tinha um caminho melhor, mas escolheram populismo, desemprego e projeto de poder. Lamentável! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/qeUWQ66vdK #Trabalho #Política #Brasil

Luís Neves challenged André Ventura, promising that he will not resign and will continue to govern, despite the criticisms and threats of a motion of censure, arguing that he is being targeted by a pursuit motivated by envy and the agenda of chaos. (translated)

Neves visa Ventura e promete: "Eu vou continuar a governar"

Desconfie de quem diz que vai reduzir os gastos públicos "cortando ministérios e cargos". Isso nem faz cócegas no orçamento. Trata-se de populismo que só engana quem não entende como é o orçamento público. Os principais gastos do Brasil são com os juros da dívida e a previdência. https://t.co/8WKI3ugcwN #Economia #OrçamentoPúblico #Populismo

The profits of U.S. companies have reached 18% of national income, while the share allocated to workers has fallen to historic lows, contributing to voter dissatisfaction with the economy and the emergence of more populist political positions. (translated)

Gli utili delle aziende Usa al 18% del reddito nazionale. Mentre la quota che va ai lavoratori scende al minimo dagli anni Cinquanta

Renan Santos já venceu. Mesmo que perca as eleições. Sua Missão é inevitável. Necessária. Rompe a mesmice. Enfrenta a picaretagem. Derrota o populismo. Olha para a frente. Pauta o futuro da democracia. Não é sobre direita ou esquerda. É sobre a moral. Ter ideal. Sonhar. #Democracia #Mudança #Moral

Tenho visto até gente que apoia Renan Santos dizendo que ele foi “agressivo demais” no debate. Eu penso exatamente o contrário: diante da situação do Brasil, Renan ainda foi pouco. Estamos falando de um país em que milhões de brasileiros saem de casa para trabalhar sem a tranquilidade de saber se voltarão em segurança. Um país sufocado pelo crime organizado, pela corrupção, pelo populismo e por uma polarização que há anos tenta convencer a população de que só existem dois caminhos. E justamente os dois candidatos que lideram essa polarização resolveram não aparecer. Lula não foi. Flávio Bolsonaro não foi, e ainda teve a arrogância de dizer que os candidatos que estavam no palco “não são meus adversários”, deixando claro que seu interesse é debater apenas com Lula. Isso diz muito sobre o problema que enfrentamos. Presidência da República não é uma luta particular entre duas famílias, dois partidos ou dois projetos de poder. O Brasil não pertence a Lula. O Brasil não pertence aos Bolsonaro. Pertence a mais de 200 milhões de brasileiros. Quem pretende governar essas pessoas tem obrigação de subir naquele palco, olhar os adversários nos olhos, apresentar propostas e responder às perguntas difíceis. Querem nosso voto, mas querem escolher quem pode questioná-los. Falam em democracia, mas fogem do contraditório. Pedem confiança para comandar um país inteiro, mas evitam um debate de uma hora e meia. E ainda querem que os demais candidatos se comportem educadamente diante disso? Não. Há momentos em que indignação não é falta de educação. É a reação natural de quem olha para o estado do país e se recusa a tratar tudo isso como normal. Renan foi duro? Foi. Exagerou em alguns termos? Cada um pode fazer essa avaliação. Mas prefiro mil vezes um candidato que entra naquele palco com sangue nos olhos para discutir o futuro do país a políticos que calculam pesquisas, escolhem adversários convenientes e deixam um púlpito vazio quando chega a hora de prestar contas ao eleitor. A polarização sequestrou uma parcela enorme do Brasil e tenta nos fazer acreditar que somos obrigados a escolher eternamente entre os mesmos dois lados. Não somos. Essa gente precisa acordar. O Brasil é muito maior do que Lula versus Bolsonaro. E talvez seja justamente por isso que a presença de alguém disposto a entrar naquele palco e chacoalhar essa eleição incomode tanto. #Democracia #Política #DebateEleitoral

Alexandria Ocasio-Cortez, looking at a possible candidacy for the Democratic primaries for the White House, distances herself from woke ideology by recognizing the need for a more centrist approach to attract American voters, while maintaining her commitment to economic populism and addressing practical issues such as the cost of living and healthcare. (translated)

Alexandria Ocasio-Cortez pensa alla Casa Bianca (e si smarca dall'ideologia "woke"): l'inedito realismo e l'ipotesi candidatura

The novel The Crooked Cross by Sally Carson, which narrates Adolf Hitler's rise to power in Germany through the life of an ordinary family on Christmas Eve of 1932, has been picked up by two Spanish publishers following its success in the United Kingdom, highlighting its ability to reflect the characters' adaptation to increasingly disturbing circumstances in the context of rising populism and the imminent arrival of Nazism. (translated)

La novela de Sally Carson que narró, casi en tiempo real, cómo un tal Adolf Hitler llegaba la poder

The recent victory of Abdul El-Sayed in the Michigan primaries marks a decisive turn to the left in the Democratic Party, reflecting the growing discontent of voters with the establishment and the progressive insurgency that seeks to transform the party's ideology and leadership in response to the right-wing populism represented by Trump. (translated)

"Los votantes están hartos": las primarias obligan al Partido Demócrata a aceptar un giro a la izquierda

✍️📝TODOS OS TREINADORES TÊM DIREITO A FAZER AS ESCOLHAS E AS SUAS OPÇÕES EM FUNÇÃO DO SEU MODELO DE JOGO. OS RESULTADOS DEPOIS RESPONDERÃO PELAS SUAS ESCOLHAS. Nas últimas horas, TODOS os canais de televisão estão a arrasar Farioli pela eventual saída de Rodrigo Mora, e isso é resultado da frustração que Farioli provocou na Imprensa conquistando a Liga 25/26 para o FC Porto e é resultado da desonestidade intelectual reinante na imprensa desportiva, senão vejamos, exactamente os mesmos comentadores que dizem que Rui Borges têm direito a abdicar de Trincão,Pote,Bragança porque quer uma equipa mais física, arrasam hoje em dia Farioli porque Farioli não vê Mora como uma peça fundamental. Fariolo têm o mesmo direito de Rui Borges,de Marco Silva e de outros treinadores de fazer as suas escolhas. Eu já referi que acho Mora um FANTÁSTICO talento, já escrevi que gostava muito que ele fosse importante no FC Porto,já referi que não gosto de o ver a 8 e gostava que fosse experenciado noutras posições, já referi que estou longe de ser um Fariolista e que se fosse eu o treinador, este não seria o meu modelo de jogo mas Farioli ESTÁ NO SEU PLENO DIREITO de ter o seu modelo de jogo(e quem olhar para o jogo sem palas percebe facilmente que está bem trabalhado) e de tomar as suas opções tácticas e fazer as suas! Muito mau seria, se um treinador fizesse as suas opções em função dos adeptos e para isso fosse abdicar das suas ideias. Dito isto, NÃO É INTELECTUALMENTE HONESTO dizer que é Farioli que está a dispensar Mora! Mora tem TODO O DIREITO a querer jogar mais e querer estar numa equipa onde se sinta mais útil e tenha mais minutos mas a decisão da venda,ou não venda de Mora, é do Presidente e da direcção! Não existe nenhum treinador que venda jogadores! Última, se não me surpreende a campanha de tiro ao alvo que vou assistindo nas televisões contra Farioli, não consigo deixar de ficar surpreendido quando vejo cada vez mais ecos dessa campanha contra Farioli também nas redes sociais e é mais um sinal do populismo reinantes nas redes! Farioli é campeão nacional, lider da Liga e vencedor do 1o troféu da época. Não sendo obviamente imune a criticas, como não é nenhum treinador, merecia,a meu ver,mais respeito de parte da massa adepta do clube... #Futebol #Treinadores #DebateDesportivo

The strengthening of populism in Europe reflects the political inaction of many actors in the face of voters' concerns, highlighting the increasing distrust in institutions and the need for concrete solutions to the complex social, economic, and political problems affecting citizens. (translated)

A Europa - populismo, inação política e descontentamento

Audiências fraquíssimas, salário avultado e necessidade permanente de gerar polémica. A receita é simples: populismo básico, provocação saloia e o FC Porto como isco. Quando o conteúdo não chega, tenta-se que chegue o ruído. https://t.co/H9EOdz4iK9 #Populismo #FCporto #Provocação

The German populist movement 'Project Million' gathered 10,000 people in Plauen to protest against the government of Friedrich Merz, demanding his resignation and presenting 11 demands, including a reduction in energy prices, a public transport ticket for 29 euros, and the deportation of illegal immigrants. (translated)

El movimiento populista alemán 'Proyecto M1llón' concentra a 10.000 personas contra el Gobierno de Merz

Yo entendí antes y mejor que nadie que vivimos en la era de la impunidad. Durante la pandemia me subí al caballo ganador del populismo para eliminar controles emocionales y, desde 2023, he ido erosionando los contrapesos institucionales de la CAM: tomé el control de la Cámara de Cuentas, del Consejo de Transparencia y de la televisión autonómica, y he resistido escándalos contraatacando con ferocidad.

Ayuso reina en la era de la impunidad
www.eldiario.es

The article analyzes how the migration crisis in Ceuta has become a topic of controversy and media attention that reflects the growing populism of the right, while highlighting the need for a more effective response from the left to the migration phenomenon and its implications for the future. (translated)

Ceuta ha sido un carnaval de contenidos para los odiadores de la derecha... y una lección para la izquierda

Ceuta, el espejo de Sánchez La crisis de Ceuta ha descubierto toda nuestra miseria en política exterior. Sánchez lo ha logrado, ya está solo ante el espejo. Trump, que entiende las cosas sencillas, apoya a Marruecos y le felicita con entusiasmo. Netanyahu observa la gravísima crisis de Ceuta divertido y sorprendido por la incapacidad del gobierno de Sánchez para defender a sus conciudadanos y a su territorio. Veintidós países europeos muestran su disgusto por la regularización de inmigrantes y la ocupación temporal de Ceuta, pidiendo un consejo europeo de urgencia. No hay duda de que todo se paga y en política exterior el pago es doble. Sánchez pretendía que saliera gratis su rechazo al esfuerzo económico mancomunado de la OTAN. Alguien muy característico del gobierno que padecemos llegó a decir que los misiles rusos tardarían mucho en llegar a Madrid... ¿y ahora este gobierno les pide solidaridad?  Sánchez creyó que la regulación caótica de inmigrantes no sería reprochable por parte de los socios europeos mientras la inmensa mayoría está reforzando sus fronteras. En su infinita ignorancia en política exterior creía que podía manipular a las cancillerías igual que lo hace con sus compatriotas. Durante un tiempo lo consiguió, pero eso ya dejó de pasar. Pero además hemos ido contracorriente a la hora de establecer posición sobre el expansionismo chino, hasta el punto que debemos esperar para saber, con más información, si en algún momento hemos pretendido ser el caballo de Troya chino en la Unión. Tampoco se puede olvidar que somos el apoyo seguro (y sin contrapartidas para España) de todos los populismos de América del Sur, que afortunadamente están empezando a desaparecer. Todo, el narcisismo de un ignorante, la irresponsabilidad de un gobierno, el sectarismo ideológico, estilo Varoufakis, pero sin moto, nos ha llevado a esta situación de aislamiento. Pero adquiere tinte de tragedia cuando algunas de esas decisiones estuvieron impulsadas por oscuros intereses económicos de algunos de los protagonistas de esa estrategia de cambio. De Venezuela empezamos a saber algo. Tal vez nos cueste más ver el dinero y la influencia en el caso marroquí… Pero no lo duden: queda mucho para confirmamos que para la izquierda de los ricos, a la ideología siempre le acompaña el dinero. #Ceuta #PolíticaExterior #Inmigración

L
lastampa.it Jul 31

Sergio Mattarella's speech at the Ventaglio ceremony emphasizes the importance of respecting democratic rules and condemns do-it-yourself justice, calling on politicians to have a constant responsibility to combat violence and maintain civil coexistence, against the trend of populism and legislative emergency. (translated)

Le regole della democrazia

El gobierno que acuñó la frase "yo tengo otros datos", ahora va a decirnos qué es verdad y qué es mentira. No se preocupen, por favor no hagan dramas, no es para tanto... ¡La libertad de expresión va a seguir intacta siempre y cuando coincida con la verdad oficial! ¿A poco no está a toda madre que nos quieran obligar (por las buenas) a pensar, decidir y discernir de una sola manera? —Esdeke va a seguir habiendo libertad de expresión, no vamos a censurar a nadie. Aaaaaaaah, nomás que la libertad de expresión no se pone a prueba cuando todos están de acuerdo... ¡Se pone a prueba cuando alguien publica algo que le incomoda al poder! La democracia se fortalece con más preguntas, no con menos respuestas. Por el bien de todos… ¡Ya no pienses por tu cuenta porque para evitarte molestias, morena ya va a pensar por ti! Qué comportamiento tan humanista, ¿a poco no? Viva el humanismo mexicano aunque el humanismo no tenga nacionalidad, a quién le importa si esa frase sirve muy bien para hacer populismo y del bueno. Chale... ¡Ahora resulta que la verdad necesita la aprobación de morena para poder existir! #LibertadDeExpresión #Democracia #Populismo

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

La gestione della sicurezza urbana a Trieste ovvero il fallimento strutturale del populismo penale e la distorsione delle risorse pubbliche... Propongo una riflessione sociologica della situazione a Trieste, città che da storico crocevia multiculturale, si ritrova adesso a fare i conti con fenomeni di insicurezza, intolleranza, chiusura umana, politica e sociale. La trasformazione delle dinamiche di sicurezza nel contesto triestino evidenzia una profonda divergenza tra la percezione politica della minaccia e la reale evoluzione della criminalità urbana. Negli ultimi anni, a partire dall'idea di un muro lungo il confine della regione fino alla recinzione di Piazza Libertà, la gestione dell'ordine pubblico locale ha registrato un costante orientamento delle risorse operative verso il contrasto dei flussi migratori transfrontalieri, affrontati mediante logiche emergenziali anche in assenza di riscontri oggettivi circa una loro pericolosità sociale intrinseca. Tale focalizzazione simbolica non è priva di effetti, anzi, il principale è quello che ha generato il ridimensionamento dei presidi di vigilanza e di controllo all'interno del tessuto cittadino, favorendo l'insorgere di fenomeni di microcriminalità, degrado materiale e devianza diffusa nelle aree centrali e periferiche del territorio urbano. La risposta proposta dalle amministrazioni nazionali, regionali e locali di orientamento conservatore e di destra si è concentrata sulla progressiva marginalizzazione delle politiche di prevenzione sociale, preferendo l'adozione di misure coercitive e l'inasprimento della risposta sanzionatoria. Questa impostazione poggia sul paradigma dell'efficacia della deterrenza penale, un modello teorico ampiamente decostruito dalla ricerca criminologica e giuspenalistica contemporanea. L'evidenza scientifica attesta da tempo che l'aumento della severità delle sanzioni e la repressione meramente reattiva non generano una riduzione della frequenza dei reati, provocando piuttosto lo spostamento della criminalità verso zone meno presidiate e l'incremento dell'insicurezza percepita dalla cittadinanza (Pratt et al., 2006; Tonry, 2018). L'adozione di modelli riconducibili al populismo penale (Wacquant, 2009) risponde all'esigenza di catalizzare il consenso attraverso la costruzione simbolica di una minaccia esterna, incarnata dalla figura del migrante alla frontiera, invece di affrontare la complessità dei problemi sociali urbani. Le analisi empiriche confermano che gli interventi basati esclusivamente sulla militarizzazione e sulla punitività ignorano i fattori causali fondamentali della devianza, quali l'isolamento sociale, la carenza di reti educative territoriali e l'abbandono degli spazi pubblici (Currie, 2007). L'allontanamento delle forze dell'ordine dal controllo capillare del centro urbano triestino in favore del pattugliamento di confine configura, di conseguenza, un fallimento strategico privo di fondamento scientifico. La costruzione di una sicurezza reale ed effettiva richiede l'abbandono della retorica emergenziale, a favore di interventi integrati incentrati sulla prevenzione socio-strutturale, sulla riqualificazione urbana e sulla coesione sociale. Per chi volesse approfondire i temi, leggete: Currie, E. (2007). Against marginality: For a critical criminology of violence. Theoretical Criminology, 11(2), 175-190. Pratt, T. C., Cullen, F. T., Blevins, K. R., Daigle, L. E., & Madensen, T. D. (2006). The empirical status of deterrence theory: A meta-analysis. In F. T. Cullen, J. P. Wright, & K. R. Blevins (A cura di), Taking stock: The status of criminological theory (pp. 367-395). Transaction Publishers. Tonry, M. (2018). An honest and sane approach to policing and crime control. Criminology & Public Policy, 17(4), 781-789. Wacquant, L. (2009). Punishing the poor: The neoliberal government of social insecurity. Duke University Press. #Trieste #sicurezza