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#Provocação

🚨 Um recado nada sutil vindo dos Estados Unidos. O deputado republicano Carlos Gimenez publicou uma montagem de Lula imitando a imagem de Nicolás Maduro sendo capturado e escreveu: “O que o espera”. Aliado de Donald Trump, o parlamentar da Flórida já fez outras críticas públicas ao presidente brasileiro. Desta vez, a provocação foi direta. #Política #Brasil #EUA

Audiências fraquíssimas, salário avultado e necessidade permanente de gerar polémica. A receita é simples: populismo básico, provocação saloia e o FC Porto como isco. Quando o conteúdo não chega, tenta-se que chegue o ruído. https://t.co/H9EOdz4iK9 #Populismo #FCporto #Provocação

Remo emite nota criticando postura de Neymar e afirma que tomará as medidas cabíveis: “Ao término da partida, Neymar se dirigiu a integrantes da delegação do Remo em tom de provocação e deboche, provocando tumulto no local, em flagrante desrespeito ao Clube anfitrião, à sua torcida e aos protocolos de convivência esportiva, demonstrando uma postura descontrolada e incompatível com a conduta esperada de um profissional do futebol. O Clube do Remo repudia essa conduta, que extrapola os limites do fair play e da ética desportiva, e reserva-se o direito de adotar as medidas cabíveis para apuração de eventual conduta antidesportiva. O Clube do Remo reafirma seu compromisso com o esporte limpo, o respeito às regras e a valorização do futebol paraense e amazônico. O Clube seguirá acompanhando os desdobramentos dos fatos e não medirá esforços para a defesa de sua imagem, de seus atletas, de sua torcida e da lisura da competição.” 🗞️ @jornalextra 📸 Reprodução #Futebol #FairPlay #Esporte

Casagrande, no UOL: "Neymar é infantilizado, e provocação foi coisa de criança". “É desnecessário. É infantil. O comportamento dele no final, pulando, gritando 'eliminado', fazendo posição de forte… é coisa de criança. O Neymar é infantilizado. A resposta já havia sido dada (em campo). Aí o resto é infantilidade, é criancice, é de um cara de 34 anos mimado, que não aceita ser provocado, não aceita crítica.” “O Neymar saiu de jogador do Santos e virou um torcedor do Santos provocando a torcida do Remo. Jogador se comporta como jogador. Não estou falando que tem que ficar quieto e engolir. Faz 2 gols, manda a torcida calar a boca, faz o que quiser. Mas depois do jogo vai tomar banho e tchau, cara.” 🗞️ @UOL 📸 Canal UOL #Neymar #Futebol #Comportamento

Craque Neto defendendo a atitude do Neymar ter respondido a provocação dos dirigentes do Remo kkkkkkkkkkkkkkk personagem absurdo. https://t.co/lDMlr6sGH7 #Neymar #Futebol #Provocação

Neymar pode ser denunciado pelo STJD por provocação em confusão após Remo 0x1 Santos. O craque santista pode ser enquadrado no artigo 258-A, que fala em "desrespeito à ética esportiva". Após a partida, Neymar saiu gritando frases como "eliminado" e "aqui é Santos". 🗞️ @UOL @PVC 📸 Reprodução #Neymar #Futebol #ÉticaEsportiva

👀 Leitura labial (feita por @vellosogg) da provocação de Neymar a um torcedor do Remo: “Beijinho para ela, para a sua mulher. Vem aqui embaixo, pode vir!” 🗞️ | 🎥 @vellosogg https://t.co/p975XDe25N #Neymar #LeituraLabial #Futebol

Ele reclama com arbitragem, ele vai pra cima dos noruegueses, ele responde provocação e nas horas vagas joga poker e come puta Quem achar ruim tem que aceitar o Endrick perdendo gol e falar que é tudo no tempo de Deus NEYMAR, O ÚLTIMO JOGADOR RAIZ. https://t.co/XUZhIvoZss #Futebol #Neymar #Endrick

@liberta___depre @BrennoRayol Um bando de puta e viado putinha nos comentários kkkkkkkkkk O cara escutou calado os 90 minutos inteiro. Ganhou no final, e não pode provocar? Vcs merecem mais umas 20 gerações de Raphinhas e paquetas #Futebol #Humor #Provocação

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NOTA OFICIAL Viemos, por meio desta nota, informar que optamos por não direcionar qualquer provocação ("farpa") à RED Canids. A decisão foi tomada por entendermos que a equipe, no momento, sequer pode utilizar o Twitter (X), o que tornaria qualquer provocação desleal por não haver possibilidade de resposta na mesma plataforma. #comunicado #esportes #fairplay

Tem até candidato a DEPUTADO chamando jogadoras da WNBA, mulheres cis, de homens trans. "Confundiram" um gesto de provocação da Sophie Cunningham pra DeWanna Bonner, uma MULHER CIS, como ela estar apontando pra um "homem trans que não poderia estar jogando na WNBA". Quem diria, né? Gente burra e desonesta usando desinformação e preconceito pra atacar... mulheres. #WNBA #Desinformação #Preconceito

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

Depois de muita provocação e esforço do governo brasileiro, hoje começou a valer um novo tarifaço contra o Brasil. Infelizmente, Lula cavou esse pênalti. Podem ter certeza de que, da mesma forma que mobilizei todas as minhas forças e fui de porta em porta tentando evitar isso, vou fazer o mesmo em 2027. Eu ainda não desisti de reverter essas tarifas. Tenho plena convicção de que, no ano que vem, com um novo governo, o Brasil consegue superar essas tarifas e criar um relacionamento mais virtuoso com os Estados Unidos, com menos entraves e mais prosperidade para os brasileiros. #Brasil #Tarifas #Lula

Esqueça por um minuto quem é o réu. Fique só com o princípio. Nemo iudex in causa sua. Ninguém pode ser juiz da própria causa. Isso não é doutrina de direita nem de esquerda: é a regra mais antiga do Direito, anterior a qualquer Constituição. Agora aplique o princípio ao caso concreto. Um ministro do Supremo decide, sozinho, quais visitas o principal líder da oposição pode receber e o que ele pode comunicar ao país em ano eleitoral. Até cartas (!) entram na proibição. Esse mesmo ministro opera há ANOS como principal opositor e repressor desse grupo. E isso não é interpretação, é registro público: Desde 2019, é o relator de um "inquérito" aberto pelo próprio Supremo, sem provocação do Ministério Público, para investigar ataques ao próprio Supremo: vítima, investigador e juiz no mesmo processo. Até hoje, esse instrumento funciona como censura em massa da direita brasileira; Em maio de 2022, meses antes de presidir a eleição, ele já classificava a direita como ameaça antidemocrática nas redes; Escreveu tese e livro inteiros sobre o dever de "combater o populismo digital extremista", o nome que ele dá ao campo do réu; Diplomou Lula e, na mesma noite, foi à festa de comemoração do diplomado, na casa de um advogado, ao som de samba; O ex-chefe do setor de combate à desinformação do TSE revelou, em mensagens publicadas pela Folha, que o gabinete encomendava relatórios sob demanda para abastecer inquéritos do próprio ministro. "Só entravam no gabinete coisas para criminalizar a direita", disse ele; Na despedida do TSE, celebrou que o Brasil "saiu vencedor" dessa disputa; Em agosto de 2025, da própria cadeira de ministro, chamou bolsonaristas de "organização criminosa miliciana", de atuação "covarde e traiçoeira"; E até o delator central do caso relatou ter ouvido, do próprio comandante do Exército, que o ministro nutre "raiva e ódio" pelo ex-presidente. Não por acaso, ele se tornou o alvo central das críticas desse mesmo campo e de reiterados pedidos de impeachment. A pergunta não é ideológica, é institucional: esse juiz é imparcial nessa causa? Você aceitaria ser julgado assim? Agora o teste de simetria. Lula, preso em 2018, recebia lideranças na "cela", lançou a candidatura do Haddad por carta lida em ato público e manteve os perfis nas redes, pilotados por assessores. Dirão: "os regimes jurídicos eram diferentes". Exato. E aqui entra outro princípio básico do Direito: Lex uno ore omnes alloquitur. A lei fala a todos com uma só boca. Deve valer igualmente para qualquer réu. Por que o sistema jamais desenhou para Lula as restrições que desenhou para Bolsonaro? A diferença de desenho é a prova da diferença de tratamento. Não é preciso gostar de Bolsonaro para enxergar o problema. Basta aceitar que a regra que vale para um tem que valer para o outro. Como alguém pode falar em eleições livres diante desse estado de coisas? Quando um tribunal abandona pilares seculares do Direito, o nome disso não é "proteção da democracia". É estado de exceção. #Direito #Justiça #Democracia

A carta de Bolsonaro lida pelo Flavio foi uma provocação deliberada contra a medida cautelar do Supremo que concedeu prisão domiciliar a ele. Sabiam q era ilegal. Fizeram pra confrontar. Assim como as armas que não poderia ter e a tornozeleira que tentou arrebentar. Boa a medida de Alexandre de Moraes que suspendeu as visitas ao golpista. Ele que se comporte, ou que volte pra Papuda. Em tempo: @LulaOficial não tinha nenhuma medida cautelar a seu favor. Enfrentou a prisão injusta com dignidade e altivez. #Bolsonaro #Supremo #Justiça

📲 Prestianni: “Não responder a uma provocação também pode ser uma questão de caráter. Não por falta de força, mas porque aprendemos que algumas discussões só pretendem fazer-nos perder a calma, a dignidade e o respeito por nós próprios. A elegância consiste também em não descer ao nível de qualquer pessoa.” #Caráter #Elegância #Respeito

Rapaz, eu juro que não sou de fofoca, mas essa história aqui me pegou. Olha o tamanho desse nó: antes da Michelle postar o vídeo expondo os ataques machistas de Flávio Bolsonaro, ela publicou uma foto com a mãe da filha do Carluxo. Aí você me pergunta: o que uma coisa tem a ver com a outra? Pois então! Diz a lenda nos bastidores, sem confirmação, claro, que essa criança, na verdade, é filha do próprio Flávio Bolsonaro, e que o Carluxo só assumiu para blindar o irmão. A foto da Michelle teria sido uma provocação ao Tariflávio Bolsomater. Na época, até disseram que a filha era do pai deles, mas convenhamos que a Michelle não estaria jantando com uma suposta ex-amante do marido, né? Uma coisa é real: TEM UMA PARADA MUITO PESADA E ESTRANHA POR TRÁS DE TUDO ISSO. #Fofoca #Política #Brasil

CHOQUEI Jul 7

🚨ASSISTA: Adriana Araújo fala de Neymar durante o 'Jornal da Band: “Fim da era Neymar. Vou me lembrar da Copa do cai-cai e desse fim melancólico. Na hora da urgência diziam que ele iria nos salvar. Mas vimos descontrole, provocação... bem decepcionante.” https://t.co/9i4jQZv4TV #Neymar #Futebol #Copa

Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?

O único que botou pressão O único que desestabilizou o Goleiro norueguês Neymar pegou a bola, Nyland gritou para o brasileiro: “Eu vou te parar, eu vou te parar, vou te parar”, repetidamente. O brasileiro rebateu: “Tem certeza?”. Em seguida, Neymar também entrou na provocação e perguntou: “Onde quer (que eu bata)? Onde quer?” Quando mandou para o gol, Neymar sorriu e foi em direção a Nyland e disse: “Comigo não, comigo não” Um time medroso, perdendo a bola toda hora, sem personalidade e que não tava dando a vida para chegar e dominar a bola Não merecia ganhar. #Futebol #Neymar #Esporte