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O Jornaleiro

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Mentions and quotes

The news reporter claimed that the idea that Lula would be the greatest thief in Brazil was a repeated lie that kept people away from reality. He stated that, despite having been president twice, Lula still lived in the same apartment in São Bernardo do Campo and did not own a mansion, a country house, or a triplex. The author mentioned that he changed his mind after visiting the city and talking to residents, who, according to him, confirmed this information. The news reporter questioned why someone who supposedly stole billions would continue to live the same life and stated that he saw no evidence that Lula was a billionaire, even at 80 years old. He also noted that Lula had been tried and convicted by the same judge who later became Jair Bolsonaro's minister and suggested that readers research which presidential candidate owned a mansion. Finally, he presented the text as the first of the "Desminta" project, which aimed to reach Lula's campaign team. According to him, the initiative would consist of short videos to counter what he called a wall of lies, with a direct approach. #Lula #Brasil #Desminta (translated)

The journalist stated that Camila Bomfim, from GloboNews, had analyzed Flávio before the debate was canceled. According to the author, she assessed that Renan's entry changed the scenario that Flávio had prepared for, putting him in front of an opponent for whom he had not trained, with a poor track record in debates and many negative issues to address. The author said that Camila summarized the situation as: “I’m not ready, I’m going to leave.” The journalist added that Flávio officially attributed his withdrawal to “censorship” resulting from court decisions. He also stated that he could only debate in front of an empty podium or with allies and classified him as weak. #debate #politica #censura (translated)

Interference is my egg. Flávio ran away because he is a coward without proposals. And Globo showed that, when announcing the debate as a democratic moment to talk about proposals and debate ideas, in practice it was only preparing a show for Flávio Bolsonaro. In the style of '89. First: if it's to complain about "interference," complain about Kassio Nunes Marques, who pushed Romeu Zema into the debate by judicial decision. There, apparently, everything was fine. Second: a militiaman's sycophant wanting to give a lesson on democracy is ridiculous. The weak Flávio Bolsonaro only demonstrated the capacity to debate with an empty pulpit or with his colleague Zema. Because, when they took away the stage props and put Renan Santos — who was eager to debate and confront him — the mask fell. Flávio ran. And Globo canceled the debate. Flávio showed that he is weak. And Globo made it clear whose side it is on. #Democracia #Debate #Política (translated)

Por que Lucas Kallas não foi investigado na Compliance Zero? Por que não foi preso? E o que André Mendonça tem a dizer sobre isso? O empresário que emprestou R$ 5,2 milhões ao instituto de André Mendonça aparece em mensagens obtidas pela PF como suposto sócio de Daniel Vorcaro. Segundo reportagem de Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, no dia da prisão de Vorcaro, Bruno Corrêa, parceiro do Sicário, afirmou em conversa com Manolo que Lucas Kallas e Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, seriam os próximos a serem presos. Ao explicar quem era Kallas, Bruno escreveu: “Kallas é um bilionário sócio dele na mineração e no hospital”. A PF identificou o empresário citado como provavelmente Lucas Kallas, dono da Cedro Participações, empresa que repassou R$ 5,2 milhões ao Instituto Iter enquanto Mendonça integrava a instituição. Henrique Vorcaro acabou preso em maio. Lucas Kallas, segundo o UOL, não é investigado na Compliance Zero, embora tenha sido indiciado pela PF em outra investigação, relacionada à mineração. Agora, as perguntas que precisam ser respondidas: Por que Kallas não foi incluído na investigação do Banco Master? A PF chegou a apurar a relação apontada nas mensagens? Houve algum pedido de prisão contra ele? E André Mendonça, relator do caso Master no STF, recebeu algum pedido envolvendo Kallas? Como foi tratada a possibilidade de conflito de interesses diante do empréstimo milionário ao instituto do qual fazia parte? #ComplianceZero #Investigações #AndréMendonça

Fachin levou um xeque. Agora, a sessão do dia 23 colocará à prova a tese que ele defendeu ontem. Fachin, Fux, Cármen Lúcia e Mendonça votaram pela separação dos casos. Gilmar, Zanin, Dino e Xandão defenderam a análise conjunta. O pedido de vista interrompeu a votação. O caso Mendonça já estava pautado para o dia 23. Se Fachin alterar essa sessão por causa do pedido de vista de Dino, terá que explicar por que um caso depende do outro, justamente depois de votar pela separação. Afinal, se os casos são independentes, por que mexer na pauta do dia 23 por causa do que aconteceu ontem? Xeque. #Justiça #Direito #Política

Xandão foi pra cima de André Mendonça — e a defesa é muito mais pesada do que uma simples negativa. Em 44 páginas e 121 tópicos, Alexandre de Moraes acusa Mendonça de ter conduzido uma investigação de ofício, sem provocação da PF ou da PGR, com “desvio de finalidade político-eleitoral” e direcionamento contra ele e Davi Alcolumbre. Moraes cita relatórios internos da própria PF que falam em “indícios crescentes de enviesamento da condução da supervisão judicial” e interesse do relator em provocar a abertura de investigação formal contra ele. Na parte em que rebate as suspeitas sobre o Banco Master, Moraes sustenta que não existe uma única mensagem de sua autoria para Daniel Vorcaro. Segundo a defesa, das 52 anotações usadas para tentar reconstruir supostos diálogos, 47 não foram encontradas em nenhuma conversa de WhatsApp. As outras cinco seriam apenas associações por proximidade de horário, sem comprovação de destinatário ou conteúdo efetivamente enviado. Moraes também afirma que os 7.742 documentos liberados não registram contato dele com o juiz do caso, procuradores, PGR ou diretor-geral da PF sobre a Operação Compliance, nem qualquer evidência de conhecimento prévio da prisão de Vorcaro. E lembra que Vorcaro foi preso em Guarulhos com passaporte verdadeiro e o próprio celular — justamente o aparelho que acabou apreendido. Sobre o escritório da família, confirma um contrato com o Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, diz que os honorários foram declarados e documentados, nega a existência de um segundo contrato e afirma que jamais julgou qualquer processo envolvendo Master ou Vorcaro no STF. A defesa termina em tom de guerra: Moraes chama a investigação de “farsa”, acusa Mendonça de perseguição política e diz que o caso seria uma tentativa de vingança de aliados dos condenados pela trama golpista. Hoje o STF vai decidir se essa investigação continua de pé — ou se cai junto com tudo que foi produzido a partir dela. #STF #Justiça #Política

O selo idiota da rodada vai para Eduardo Bolsonaro. Na tentativa de dizer que as provas do caso Dark Horse “podem ter sido fraudadas”, Eduardo esqueceu um pequeno detalhe: quem apreendeu, embalou e lacrou esse material foi a Polícia Civil de São Paulo. A mesma polícia subordinada ao governo de Tarcísio de Freitas, aliado de Flávio Bolsonaro, e à estrutura de segurança comandada por anos por Guilherme Derrite, também ligado à campanha de Flávio. Se Eduardo realmente acredita que houve manipulação, precisa explicar quem exatamente ele está acusando de adulterar as provas. Porque, tentando atacar Dino e salvar o irmão, acabou levantando suspeita sobre a investigação conduzida justamente no estado governado pelos próprios aliados. E a declaração não deveria ficar só no X. Com base na acusação feita por Eduardo Bolsonaro, deputados de São Paulo deveriam pedir formalmente explicações ao secretário de Segurança Pública e ao governador Tarcísio de Freitas. Afinal, quando Eduardo afirma publicamente que provas sob custódia da Polícia Civil paulista “podem ter sido fraudadas”, está colocando sob suspeita a atuação de uma polícia que responde ao governo estadual. Se ele tem elementos para sustentar isso, que apresente. Se não tem, que explique por que lançou uma acusação dessa gravidade contra a própria Polícia Civil de São Paulo. Parabéns, Eduardo. O selo é seu. #EduardoBolsonaro #Política #Justiça